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BCA Notícias 082/2016: Cresce o impacto dos ciberataques nas operações de data centers

Embora as violações de dados continuem a constituir a maioria das manchetes relacionadas à segurança, problemas de segurança também passaram a afetar a disponibilidade do data center. O estudo Cost of Data Center Outages (Custo das Interrupções de Operação do Data Center) de 2016, realizado pelo Ponemon Institute, revelou que os ciberataques foram responsáveis por 22 por cento das interrupções de operação de data centers estudadas.

Um exemplo disso é que, em dezembro de 2015, um ciberataque à malha elétrica na Ucrânia foi provocado por hackers que desativaram remotamente o sistema de no-break, revela estudo realizado pela Vertiv, anteriormente denominada Emerson Network Power. O levantamento mostra os desafios a serem enfrentados no segmento de data centers em 2017.

A pesquisa apura que, à medida que mais dispositivos são conectados para permitir um gerenciamento e automação simplificados, as possibilidades de ameaça também aumentam. Os profissionais de data center estão acrescentando segurança à sua crescente lista de prioridades e começando a buscar soluções que os ajudem a identificar vulnerabilidades e aprimorar a resposta a ataques.

Gateways de gerenciamento que consolidam dados de múltiplos dispositivos para suportar DCIM estão surgindo como potencial solução. Com algumas modificações, eles são capazes de identificar portas inseguras ao longo da infraestrutura crítica e fornecem um alerta precoce de ataques de negação de serviço.

O estudo também mostra que a integração da tecnologia vem crescendo no espaço do data center há vários anos, à medida que os operadores buscam soluções integradas modulares, que possam ser rapidamente implementadas, facilmente escaladas e eficientemente operadas.

Em 2017, essa mesma filosofia está sendo aplicada ao desenvolvimento de data centers. Atualmente, a velocidade de entrada em operação é um dos principais impulsores das empresas que desenvolvem o grande volume da capacidade dos data centers.

As empresas já perceberam que o tradicional isolamento entre as fases de engenharia e construção é pesado e improdutivo. Como resultado, o mercado está  abraçando uma abordagem turnkey para as fases de projeto e implementação de data centers.

Trata-se de uma estratégia que tira o máximo proveito de projetos modulares integrados, construção off-site e gerenciamento disciplinado de projeto. Fornecedores que unem expertise em infraestrutura, capacidades de projeto e engenharia e um sofisticado gerenciamento de projeto para fornecer uma capacidade turnkey conseguem construir data centers melhores em prazos mais curtos.

Fonte : http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=44257&sid=97

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BCA Notícias 081/2016: Para Kassab, acordo para multas da Oi exige amplo entendimento

O ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou nesta terça, 20/12, que acredita na recuperação da Oi mas admitiu que avanços sobre a fatia pública das dívidas da operadora exige um entendimento amplo dentro e fora do governo, com Advocacia Geral da União, Ministério Público e mesmo com o Tribunal de Contas da União.

“Nosso interesse é que ela consiga sair da recuperação judicial. Mas primeiro precisa haver um entendimento da Oi com os credores. O público não pode abrir mão das receitas vindas das multas”, afirmou o ministro, mas admitindo que se avalie o compromisso por investimentos.

“Essa questão passa por um entendimento muito amplo, inclusive do Ministério Público e da Advocacia Geral da União. Desde que seja positivo para o Tesouro, para o governo, para o país, desde que haja contrapartidas expressivas, é correto analisar. A premissa é que seja aprovado pelo Tribunal de Contas, pelo Ministério Público e pela AGU.”, insistiu.

Além de dívidas com credores privados, a Oi deve cerca de R$ 20 bilhões associados a questões regulatórias, como multas pelo descumprimento de obrigações ou por problemas na oferta dos serviços. Desse valor, porém, cerca de metade diz respeito a dívidas sobre as quais não cabe mais recurso judicial – e por isso a AGU até aqui tem entendido que não pode haver nenhum tipo de negociação.

No campo das multas, a Anatel já aprovou um primeiro Termo de Ajustamento de Conduta que envolve R$ 1,18 bilhão em sanções regulatórias, no que seria um primeiro TAC, existindo outros na fila. O acerto, porém, está suspenso pelo Tribunal de Contas da União.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=44297&sid=8

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BCA Notícias 080/2016: ‘A busca do Google está mudando’

 

Quem acessa o Google todos os dias para fazer pesquisas nem imagina que para o sistema funcionar é preciso um time gigante de engenharia espalhado pelo mundo todo – inclusive no Brasil. Por aqui, a equipe de 150 pessoas do Centro de Engenharia do Google em Belo Horizonte é liderada pelo engenheiro eletricista Berthier Ribeiro-Neto, de 56 anos. O principal nome técnico do Google no País tem fala mansa e fala com orgulho da participação do Brasil na evolução constante do serviço.

Num momento crucial para o Google, que tenta se adaptar às mudanças de comportamento de seus usuários, Ribeiro-Neto está na linha de frente e tem a “chave” do algoritmo de buscas. Em entrevista exclusiva ao Estado, concedida no refeitório do Centro de Engenharia, ele falou dos últimos projetos que tiveram participação do Brasil, da evolução da tecnologia nos próximos anos e dos entraves para a inovação no País.

Confira trechos da conversa a seguir:

Como a equipe do Google no Brasil tem ajudado a melhorar a experiência do buscador?

Recentemente, nós colocamos no ar um serviço para o Google global que resume informações sobre doenças, o Health Search (Busca de Saúde, em inglês). A pessoa pesquisa o termo ‘gripe’, por exemplo, e a busca exibe todas as informações básicas e necessárias sobre a doença, como sintomas. A pessoa não precisa entrar em uma página diferente para buscar as informações. As informações aparecem no topo da página, antes de outros resultados de busca.

O novo recurso é uma resposta ao comportamento dos usuários? As pessoas não querem procurar as informações?

Exatamente. O Google e, principalmente a ferramenta de busca, está passando por uma grande transformação. Os nossos usuários mudaram: hoje em dia, mais da metade dos acessos à busca são feitos a partir de celulares.

O que muda quando o acesso acontece no celular?

A pessoa não quer ficar esperando dezenas de segundos para uma informação carregar na tela do celular. Ela quer a resposta no mesmo instante em que surge a dúvida. É por isso que tecnologias como o Health Search vão se popularizar. E o Google está indo nesta direção. Se nosso usuário está mudando, o nosso produto precisa mudar também. Se a experiência móvel do Google for ruim, o usuário vai buscar alternativas.

E o que mais vai mudar? Como você enxerga o mundo nos próximos cinco anos?

Não é fácil prever como as coisas vão evoluir. Tecnologias como aprendizado de máquina estão apresentando um progresso incrível, mas também estamos trabalhando intensamente nas tecnologias individuais, como a busca e o Android. O grande impacto, porém, deve acontecer quando todas as tecnologias funcionarem de maneira integrada.

E qual será o impacto dos assistentes pessoais, como o Google Assistant?

Hoje, nós fazemos a gestão da nossa vida. Temos várias tarefas para executar, temos que gerenciar tudo ao nosso redor. Se um assistente fizer todo esse difícil trabalho de coordenação, isso terá um grande valor.

Na prática, o que vai mudar?

Na área da saúde, por exemplo, hoje temos que voltar ao laboratório para retirar o resultado de um exame, levar ao médico, fazer outros exames. E se esquecemos de pegar o resultado, pode ser fatal no caso de uma doença grave. O ideal seria um assistente pessoal receber o exame de forma digital e compartilhar com o médico. Ele poderia fazer uma análise de acordo com o histórico e passaria orientações ao paciente. A dificuldade está na adaptação das pessoas a essa integração de sistemas.

A crise econômica que o Brasil enfrenta está tendo efeitos negativos na inovação?

Com a economia ruim, começa uma onda de pessimismo, que acarreta em redução de investimentos e dificulta a inovação. No Brasil, é mais uma dificuldade, já que temos alguns limitadores naturais.

Quais são esses limitadores naturais à inovação no Brasil?

Na minha opinião, que é mais minha do que do Google, é a legislação trabalhista. Ela foi criada quando o Brasil era um país rural. Ao longo do tempo, ela sofreu algumas mudanças, mas continua igual em sua essência. Se eu fundar uma empresa, contratar pessoas e ela fechar em dois anos, tenho um problema. Chamei as pessoas para trabalhar comigo, compartilhando meu sonho. Não tive sucesso e ainda sou penalizado. É um peso muito grande para quem quer inovar e, por isso, as pessoas ficam com medo de arriscar.

Dinheiro também é um problema para essas empresas?

Sim. É preciso ser mais fácil obter dinheiro a baixo custo e isso não acontece hoje em dia. O governo brasileiro quer canalizar dinheiro por meio de órgãos governamentais. São vários os programas de estímulo, mas não está dando certo. Não está funcionando bem no contexto de inovação no Brasil. Seria mas interessante se o governo estimulasse as empresas a fazer investimentos.

Depois de mais de dez anos no Google, quem você admira?

Apesar de estar aqui há mais de dez anos, venho trabalhar muito motivado todos os dias. Um dos motivos é que a empresa tem um par de fundadores (Sergey Brin e Larry Page) que, apesar de não serem do meu convívio, tomam decisões de forma honesta em situações extremas. Muitas vezes, temos que tomar decisões duríssimas, como quando tiramos a engenharia da China. Mas eles atacam problemas complexos dirigidos por princípios. É por isso que eu me orgulho de vir trabalhar aqui, todos os dias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte:  http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1826470-a-busca-do-google-esta-mudando

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BCA Notícias 079/2016: Com lançamento previsto para 2017, operadora Veek é homologada pela Anatel

Uma nova operadora de telefonia móvel está a caminho do Brasil. Nesta semana, a Veek, que atua no regime de Mobile Virtual Network Operator (MVNO) credenciada, foi homologada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). De acordo com o fundador da empresa, Alberto Blanco, uma fase beta será colocada no ar até o final deste ano, e o início das operações está previsto para fevereiro de 2017.

Originalmente anunciada em junho, a Veek terá como foco jovens de baixa renda, e os planos ofertados devem ser apenas na modalidade pré-pago. Embora os preços não tenham sido definidos, a entidade espera que, em 80% dos casos, as tarifas sejam mais baratas do que as praticadas pelas demais operadoras do país. A empresa espera que os usuários gastem em média R$ 40 por mês com seus serviços.

Segundo Blanco, que é ex-diretor de marketing da Oi, a Veek terá dois grandes diferenciais no mercado de telefonia móvel. O primeiro é uma tarifa única para o minuto de voz, independentemente de a ligação ser para fixo ou móvel, local ou de longa distância, assim como uma tarifa única por MB e por SMS.

Já o segundo trata de um conceito de marketing multinível, remunerando assinantes que trouxerem novos usuários com uma participação na receita gerada por eles. Neste caso, os “veekers” – como serão chamados os clientes – receberão um bônus sobre as recargas das pessoas que eles chamarem para a companhia, funcionando da seguinte forma: os usuários vão receber 2,5% do valor da recarga de todos os assinantes que trouxerem, mais 1% sobre as recargas feitas pelos convidados dos seus convidados e mais 1% no nível seguinte.

Além disso, a Veek vai disponibilizar um kit com dez cartões SIM por um valor de R$ 100, que podem ser revendidos a R$ 20 cada, garantindo ao usuário um faturamento de R$ 10 em cima de cada cartão. Toda a remuneração recebida estará disponível em um “Veek Card”, um cartão de débito da bandeira Mastercard que será distribuído pela empresa. O saldo desse cartão poderá ser acessado via aplicativo para sistemas operacionais Android e iOS.

A Veek é a marca que será usada junto ao público, embora a companhia por trás dela seja a Lanis Redes e Consultoria Ltda. A entidade se conecta à plataforma da EUTV, que por sua vez está homologada no regime de MVNO autorizada e utiliza as redes da TIM. A modalidade MVNO é bastante comum entre empresas menores que, apesar de competirem com outras operadoras, não possuem uma rede própria e fazem uso da infraestrutura de outras teles.

 

Site da Veek : http://www.veek.com.br 

Fonte https://corporate.canaltech.com.br/noticia/telecom/com-lancamento-previsto-para-2017-operadora-veek-e-homologada-pela-anatel-78125/

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BCA Notícias 078/2016: Os estados com a melhor e a pior infraestrutura do Brasil

Estudo da Macroplan revela um salto no setor na última década — mas o Brasil ainda está longe de reverter anos de atraso em infraestrutura

São Paulo — No ranking dos estados que oferecem a melhor malha de infraestrutura do país, São Paulo lidera (com folga) a primeira posição segundo o estudo da consultoria Macroplan “Desafios dos Estados”.

Com 93,5% de suas rodovias pavimentadas e o melhor desempenho no setor de energia e banda larga, o estado ficou com nota 0,958 em uma escala que vai de 0 a 1 em que quanto mais perto de 1, melhor a infraestrutura em um dado local. O Rio de Janeiro, que está em segundo lugar, ficou com nota de 0,848 – mais de 100 pontos a menos que os paulistas.

Os números da Macroplan revelam um salto no setor na última década. Em 2004, a situação era crítica em 18 estados, que marcavam uma taxa menor ou igual a 0,548, considerada crítica pelo estudo. Em 2014, apenas cinco estavam nessa situação.

O caso do Rio Grande do Norte é emblemático. A nota do estado avançou cerca de 40% na última década e o tirou da zona de desempenho crítico para o pelotão dos 10 estados com os melhores indicadores de infraestrutura do país.

O estado é o único da região nordeste a figurar entre os com as melhores notas nessa área.

“Isso se deve a dois fatores. O Rio Grande do Norte privatizou sua empresa de energia elétrica e tem uma tradição de conservar suas rodovias”, afirma Cláudio Porto, presidente da Macroplan. “Quanto menor for a presença estatal, maior a chance de que a infraestrutura tenha melhores indicadores de capacidade e qualidade”.

Por outro lado, dois estados perderam 9 e 7 posições no ranking, Goiás e Acre, respectivamente por perdas nos indicadores de energia elétrica e telecomunicações.

Os avanços estaduais nos últimos 10 anos, contudo, não foram suficientes para tirar o Brasil do quadro de atraso no setor. Segundo cálculo da consultoria InterB para o anuário EXAME de infraestrutura, o país precisaria investir 340 bilhões de reais por 20 anos seguidos para chegar a um patamar infraestrutura semelhante ao de países como Portugal.

Veja a evolução dos estados em uma década.

Infográfico do Ranking de Infraestrutura Macroplan - 2014 - 2004

Para chegar ao ranking, a Macroplan levou em conta o desempenho dos estados em seis variáveis: proporção de rodovias pavimentadas, qualidade das rodovias, acesso à internet, domicílios com pelo menos um telefone fixo/celular, número de interrupções de fornecimento de energia elétrica por ano e horas por ano que os usuários passam sem acesso à energia elétrica.

Estradas

Em 2015, o Brasil tinha 61% de suas rodovias pavimentadas. São Paulo, por sua vez, apresentava 93,5% de suas estradas com asfalto, enquanto o Mato Grosso, apenas 29%.

Entre 2005 e 2015, o Acre foi o estado onde a proporção de vias pavimentadas mais aumentou  – passou de 42,4% para 72,5%. Apesar do crescimento, apenas 8,3% das rodovias do Acre foram avaliadas como boas.

Comunicações

O Distrito Federal é a unidade da federação com mais pessoas com acesso à internet (76% acessaram a web nos últimos três meses) e posse de telefone fixo ou celular (98,9% dos domicílios têm pelo menos um aparelho do tipo). No extremo oposto, está o Maranhão, onde apenas 31.8% dos moradores afirmam que utilizaram a internet nos últimos três meses e 77,7% dos domicílios possuem celular ou telefone fixo.

Energia elétrica

São Paulo é o estado que teve apenas 4 interrupções do fornecimento de energia elétrica em 2014 que deixaram os consumidores 8 horas sem luz. No Amapá, por sua vez, foram 58 interrupções e o número de interrupções foi de 58 e 70 horas anuais sem energia.

Fonte : http://exame.abril.com.br/brasil/os-estados-com-a-melhor-e-pior-infraestrutura-do-brasil/

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BCA Notícias 077/2016: Desligamento do sinal analógico no DF e Entorno foi concluído

O processo de desligamento da TV analógica no Distrito Federal, que foi iniciado no dia 26 de outubro, foi concluído em 18 de novembro. Dessa forma Brasília se tornou a primeira capital a ter recepção unicamente digital na TV Aberta.

 De acordo com pesquisa do Ibope, encomendada pelo Grupo de implantação da TV Digital (Gired), realizada entre os dias 3 e 12 de novembro de 2016, 92% dos domicílios do DF e das cidades goianas de Águas Lindas de Goiás, Cidade Ocidental, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Planaltina de Goiás, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiás estavam aptas a receber o sinal digital.

Desligamento em 2017

 O Ministério das Comunicações publicou no dia 28 de abril, a portaria nº 1.714 relação de 349 municípios que vão ter o sinal analógico de televisão desligado em 2017.

 Na preparação para o desligamento do sinal analógico, as cidades passam por pesquisas regulares que apuram o alcance do sinal digital.

 Em 25/01/2016, foi publicada a portaria nº 378 que estabeleceu um novo cronograma de transição do sinal de TV analógico para o digital nas principais regiões do Brasil.

 O Minicom vai publicar em outras portarias a relação de municípios afetados pela transição para o sinal digital em 2018.

Fonte : http://www.teleco.com.br/tvdigital_desligamento.asp

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BCA Notícias 076/2016: Lançamento do satélite Al Yah 3, de banda Ka, está previsto para 2017 e vai atender ao mercado brasileiro

 

A Yahsat, operadora de satélite com sede nos Emirados Árabes Unidos que está chegando ao Brasil para oferecer acesso em banda larga, vem negociando com operadoras, provedores de serviço via satélite e outras parceiras para adquirirem no atacado seus serviços de conectividade. A informação é do diretor-geral da Yahsat no Brasil, Marcio Tiago, que participa, em São Paulo, da Futurecom 2016. “Conexões via satélite de banda Ka são mais acessíveis, rápidas e abrangentes em cobertura, alcançando áreas que não se poderia atender de forma econômica por soluções terrestres”, diz. Os serviços devem estar disponíveis no segundo semestre do ano que vem.

A empresa, que é a 7ª maior operadora de satélite em termos de receita, reafirmou seu orçamento de investimentos de US$ 200 milhões desde 2014 para o lançamento de banda Ka, o Al Yah 3, previsto para o ano que vem. Após o lançamento do terceiro satélite, a empresa, que tem cobertura no Oriente Médio, África e regiões Central e Sudoeste da Ásia, também oferecerá serviços no Brasil. Em maio do ano passado, venceu um leilão público liderado pela Anatel e obteve os direitos de operar um satélite no mercado nacional como uma operadora brasileira. A licença foi concedida no começo deste ano.

Os investimentos já feitos no país incluem dois teleportos no estado de São Paulo, nas cidades de Hortolândia e Jaguariúna, para prover, segundo a empresa, rede segura e resiliente, assegurando alta disponibilidade e terminação de tráfego dentro do Brasil. Além disso, conforme a Yahsat se aproxima do lançamento em 2017, continua expandindo a equipe localizada no seu novo escritório no Rio de Janeiro, e articula a distribuição de seus serviços com diversos parceiros estratégicos. Para complementar seus negócios de banda larga, a Yahsat também está fechando acordo com vários provedores de serviço, como clientes em fase de pré-lançamento, que têm intenção de usar a Yahsat VNO (operadora de rede virtual) para oferecer serviços sob medida para seus usuários corporativos.

“À medida que nos aproximamos do lançamento dos serviços no Brasil, percebemos a grande oportunidade de conectar usuários por todo o país com uma conexão confiável e estável”, afirmou Masood M. Sharif Mahmood, CEO da Yahsat, durante a Futurecom 2016.

Para Tiago, a experiência com os satélites Yahsat em outras partes do mundo será relevante na conquista de novos negócios. “Muitos dos mercados que apoiamos são similares ao Brasil, onde há muitas comunidades sem ou com conexão limitada de internet, em que a banda é inferior a 1 Mbps. Mais de 60% dos domicílios no Brasil ainda não têm internet banda larga”. O Al Yah 3, um satélite dedicado exclusivamente à banda Ka, alcançará mais de 95% dos domicílios brasileiros em mais de 5 mil cidades, provendo serviços de banda larga rápida e acessível, assim como links de suporte econômicos e de alta velocidade para operadoras e provedores de serviços.

Fonte : http://computerworld.com.br/yahsat-busca-parcerias-locais-para-servicos-de-banda-larga-satelite

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BCA Notícias 075/2016: Novos cabos ópticos dão mais independência à conexão de dados na região Sul

O trecho que vai ligar o litoral paulista ao Uruguai deve começar a funcionar em setembro do ano que vem

O trecho dos novos cabos submarinos que vai levar comunicação ao Sul do continente, chamado Tannat, vai começar a ser lançado ao mar, a profundidade de 4 mil metros, entre março e abril de 2017, devendo passar a fucionar entre setembro e outubro. A informação foi dada em apresentação das empresas Vogel Telecom, do Brasil, e Antel, do Uruguai, associadas no projeto que pretende tornar a região Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, principalmente, independentes da conexão fornecida por outros pólos do país.

Uma rede de fibra óptica está sendo instalada no leito do Oceano Atlântico, saindo da Flórida, nos Estados Unidos, para chegar até Maldonado, no Uruguai. Parte dessa capacidade será comprada pela Vogel e vendida para provedores de internet, operadoras e empresas no Brasil. “A nossa rede está com capilaridade cada vez maior, o que proporciona mais segurança para os nossos clientes”, afirma Ricardo Madureira, CEO da Vogel Telecom.

Dos EUA, o primeiro cabo vai até Fortaleza (CE) e depois segue para Santos (SP). Batizado de Monet, esse trecho tem 10.500 km de extensão e quatro empresas responsáveis, entre as quais a Antel. A partir do litoral paulista, sai o Tannat _ 2 mil km de fibra óptica até o Uruguai, instalados pelo Google e pela companhia uruguaia, que vai atender às demandas do Sul.

Dentro do Uruguai, a Antel dispõe de extensa rede subterrânea de fibra óptica que chega até a fronteira com o Brasil. A partir daí, a conexão será distribuída pela Vogel. Em Santana do Livramento já existe um ponto de entrada, conectado com Porto Alegre e o restante do país. Novos pontos estão previstos nos municípios de Jaguarão e Chuí.

“Em pouco tempo, deve surgir alguma nova aplicação na internet e assim temos de estar preparados”, diz Jorge Suarez, diretor de Vendas da Antel, lembrando que o consumo de vídeo em streaming (via internet) superou o volume de vídeos na TV aberta e TV por assinatura nos EUA ainda em 2012.

Cabos submarinos são amplamente utilizados no mundo porque possibilitam transmitir uma gigantesca quantidade de informações entre data centers – onde ficam armazenadas informações digitais, como fotografias que usuários de smartphones colocam na nuvem. “Fico feliz com essa parceria. É assim que se sai da crise, com investimentos que vão atrair mais negócios”, diz Cleber Benvegnú, secretário de Comunicação do governo estadual.

Formada a partir de quatro empresas adquiridas pelo fundo de investimento Pátria, a Vogel está presente em 13 estados das regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal. A companhia planeja ter rede de fibra óptica de 18 mil quilômetros até dezembro. Com a expansão nas atividades, a Vogel projeta receita bruta de R$ 210 milhões neste ano. Para 2017, prevê R$ 270 milhões.

Fonte : http://computerworld.com.br/novos-cabos-opticos-dao-mais-independencia-conexao-de-dados-na-regiao-sul

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BCA Noticias 074/2016: Senadores recorrem ao STF para suspender projeto que muda a Lei de Telecomunicaçõe

Parlamentares querem urgência no julgamento da ação liminar com a qual pretendem suspender a tramitação do projeto que muda a lei.

Este documento explica como a tecnologia Intelligent Fabric (iFab) da Alcatel-Lucent Enterprise capacita empresas para que eliminem o último obstáculo que impede a TI de aprimorar a agilidade dos negócios.

Senadores de oposição se reuniram nesta quinta-feira, 22, com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, para pedir urgência no julgamento da ação liminar na qual os parlamentares pretendem suspender a tramitação do projeto que muda a Lei Geral de Telecomunicações.

Os senadores recorreram ao Supremo para impedir que a matéria seja enviada para sanção da Presidência da República e que o projeto seja votado pelo plenário do Senado. A matéria foi aprovada no dia 6 de dezembro na Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional do Senado. Antes de recorrer ao STF, os parlamentares protocolaram o mesmo recurso na Mesa Diretora do Senado, informa a Agência Senado.

De acordo com a senadora Vanessa Graziotin (PcdoB-AM), o texto deveria tramitar em pelos menos três comissões que envolvem a matéria e passar por votação no plenário. Para a senadora, o projeto de lei não foi levado ao plenário porque os defensores do texto “tiveram receio do debate para favorecer interesse de alguma empresa”.

Além da senadora amazonense, também assinam a petição os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Humberto Costa (PT-PE), Lídice da Mata (PSB- BA), Reguffe (sem- partido-DF), Paulo Rocha (PT-PA), Regina Sousa (PT-PI) Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Uma das principais alterações na Lei Geral de Telecomunicações é a que permite a adaptação da modalidade de outorga do serviço de telefonia fixa de concessão para autorização, mediante solicitação da concessionária. Segundo a proposta aprovada, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai deliberar sobre o pedido mediante o cumprimento de requisitos específicos, como a garantia da prestação de serviço em áreas sem concorrência e a continuidade dos contratos já assumidos.

Fonte: http://computerworld.com.br/senadores-recorrem-ao-stf-para-suspender-projeto-que-muda-lei-de-telecomunicacoes

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TCS Notícias 073/2016: Ataque usa ‘chamada de vídeo’ do WhatsApp para disseminar vírus

Uma nova campanha maliciosa circula no WhatsApp com a promessa de um novo recurso de chamada de vídeo no aplicativo. O ataque tem foco em donos de celulares iPhone, visto que esse recurso já está disponível para usuários de Android.

Segundo a Kapersky Lab, a campanha falsa envia um link para ativar o recurso: ao clicar no link, ao usuário será solicitado disseminar a mensagem para seus contatos e ao completar essa etapa, ele será direcionado para a instalação de softwares de origem duvidosa.

São programas suspeitos que promete otimização do aparelho, navegadores e jogos. Alguns links redirecionam as vítimas para páginas de serviços premium em que, caso o usuário informe seu número, será cadastrado nesses serviços e um valor semanal será descontado de sua conta, ou de seus créditos.

Segundo a empresa de segurança, “aos usuários interessados no novo recurso, o conselho é esperar, pois brevemente o WhatsApp disponibilizará o recurso em todas as plataformas. Essa é uma tática comum dos criminosos, que exploram novos recursos e novidades de plataformas populares em seus golpes”.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43934&sid=18

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