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TCS Notícias 059/2014: Serpro pretende ampliar projeto de VoIP baseado em software livre

 

O Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) há dois anos implantou o sistema de VoIP nas regionais e escritórios e migrou o sistema antigo de telefonia para a plataforma de Voz sobre IP, e segundo a estatal, a mudança gerou uma economia de 31% e o projeto pode ser ampliado.

Márcio Campos, líder de Voz Livre na empresa, afirma que a economia acumulada com as modificações ultrapassou R$ 200 mil. “Com a supressão das centrais telefônicas convencionais, gerou-se uma economia de mais de 31% no valor do contrato por mês”, afirmou o gestor.

Atualmente, o Serpro usa o Asterisk, um software livre que simula uma central telefônica com ramais semelhantes aos dos telefones comuns. De acordo com a estatal a solução viabiliza audioconferências com até quinze ramais, e tem apresentado melhorias no serviço de identificação de chamada.

*Com informações Convergência Digital

Fonte: http://www.ipnews.com.br/telefoniaip/index.php?option=com_content&view=article&id=27189:serpro-pretende-ampliar-projeto-de-voip-baseado-em-software-livre&catid=62:asterisk&Itemid=549

Dep. MKT TCS ( mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

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TCS Notícias 058/2014: PABX IP EM NUVEM

A TCS já tem a solução de PABX IP baseada em Cloud Server para oferecer a seus clientes Corporativos. Vejam só os benefícios da solução :

 

Benefícios do Pabx Ip em Solução Nuvem 

  • Reduz o investimento em servidores e infraestrutura
  • Reduz o investimento com técnicos
  • Ambiente 100% seguro (Data Center)
  • Controle da operação 
  • Agilidade na implantação / customizações
  • Flexibilidade (acesso de qualquer local com internet)
  • Baixo custo de investimento em TI e Telecom
Benefícios da Solução Nuvem

Funcionalidades

  • Gravação digital em todas as chamadas
  • Grupo de ramais para ligações receptivas
  • Transferência interna e externa (assistida e direta)
  • Ramais Remotos 
  • Conferência interna e externa
  • Caixa postal com avisos via telefone e e-mail
  • Música de espera
  • Siga-me interno e externo
  • Função Não Perturbe no ramal
  • Modo de espera e chamada em espera
  • Ligações gratuitas entre ramais
  • DDR 
  • Captura de chamadas (ramal especifico ou aleatório)
  • Relatórios de atividade do ramal e busca de gravações na web
  • Bloqueio de chamadas ativas
  • Viabiliza mudança de escritório ou número de telefones
  • Tarifador
  • URA
  • Gravador de Voz

Solução 100% em Cloud

O conceito de cloud computing em português (“computação em nuvem”) é simples: hospedar e disponibilizar poderosos recursos computacionais
incluindo hardware, software e Link de voz aos clientes que necessitam de mobilidade e escalabilidade nas suas operações como Centrais de
Atendimentos utilizando uma simples conexão de internet.

Gravação / Supervisão

Todos os ramais  poderão ser gravados (independente da ação do usuário ou interferência do supervisor). Acesso via Web às gravações e
relatórios através de login e senha de Supervisão.Esta Busca pode ser auxilida por filtros:
  • Ramal
  • Data
  • Hora
  • Duração
  • Telefone

Topologia Simples

  • Link de internet
    (consumo de 40kbps por ramal, não é necessário links dedicados).
  • Plataforma Modular
  • PABX Virtual sem quantidade mínima de ramais.
  • Mobilidade
  • Indicado para: Operações ativas de vendas, SAC, Home Office e empresas com filiais. 
Topologia simples

Opções de Conexão

Entrega / Discagem da Chamada via Telefone Analógico

Através do ATA (desenho ao lado) o sinal analógico do telefone é convertido em dados digitais para transmissão via internet. O ATA permite que você conecte um telefone comum ao seu computador ou sua conexão de internet usando a tecnologia Sip.

Entrega/Discagem da Chamada via Telefone IP

O outro tipo de adaptador Sip conecta seu telefone diretamente ao seu cabo de alta velocidade, modem ADSL ou diretamente à sua rede.Você também pode utilizar o telefone IP com com um headset*. O headset oferece comodidade, agilidade nas ligações muitas outras vantagens:Por deixar as mãos livres, o headset facilita o trabalho de quem atende ao telefone e digita simultaneamente, ao unir um fone de ouvido, controle de volume e microfone. Pesquisas apontam que o uso de headset no lugar de telefones convencionais aumenta a produtividade da empresa em até 43%.Além de facilitar o trabalho, o dispositivo traz benefícios para a saúde de funcionários, pois evita problemas nas articulações do pescoço, já que a pessoa não precisará mais apoiar o telefone nos ombros enquanto digita. O headset também otimiza a digitação de dados e a anotação de informações. 

Entrega/Discagem da Chamada via SoftPhone

É um software que transforma o computador em um telefone para fazer e receber chamadas, usando a tecnologia IP. 

 

Entre em contato conosco (55 11) 2391-0383 / (55 11) 4119-8570  ou no e-mail comercial@consultoriastelecom.com.br. 

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TCS Notícias 057/2014: Anatel medirá o impacto do VoIP e outras tecnologias na telefonia fixa

 

A Anatel resolveu fazer mais estudos sobre a conveniência de incluir alterações de mercado na conta do equilíbrio financeiro dos contratos de concessão. Essa é uma questão que se arrasta desde 2005 no órgão regulador, que vem sendo pressionado pelo Tribunal de Contas da União para melhorar a forma como avalia o desempenho das concessionárias.

“A Superintendência de Competição deverá apresentar em 90 dias análise sobre as projeções de receitas daqui até o fim das concessões, inclusive levando em conta as receitas alternativas com a rede de suporte ao STFC, para que nos informe se o VPL [Valor Presente Líquido] permite manter a equivalência entre os encargos e as receitas”, sugeriu o conselheiro Igor de Freitas nesta quinta-feira, 27/11, sendo acompanhado pelos colegas no Conselho Diretor.

Em um dos retratos da concessão, feito ainda em 2011, a Anatel destacou a existência de desafios, embora sem representarem ameaças ao equilíbrio financeiro das operadoras. No entanto, “a disposição para investimentos no setor e a variação nos retornos das concessionárias parecem ser um desafio para as empresas no médio e longo prazo”.

Parte das ameaças viriam da concorrência da telefonia fixa com novidades tecnológicas – particularmente o uso de serviços via Internet. Não por menos, ao discutir como melhor analisar o equilíbrio dos contratos de concessão um dos temas que ainda divide o colegiado diretor da Anatel é o impacto das novas tecnologias – ou seja, se isso deve ser levado em conta na hora de discutir reajustes tarifários, por exemplo.

Até aqui, dois conselheiros – Marcelo Bechara e Igor de Freitas – têm sustentado que a agência não pode descartar esses impactos nas concessões da telefonia fixa. Por outro lado, Rodrigo Zerbone já defendeu que inovações tecnológicas fazem parte do jogo, especialmente em um setor como as telecomunicações, e não poderiam figurar como fator de desequilíbrio contratual.

Segundo o representante da Telefônica, Aluizio Xavier, que expôs a visão da empresa na reunião desta quinta, a Anatel deve deve considerar o Valor Presente Líquido dos “eventos” ao longo da concessão, e, inclusive “incorporar eventos de mercado não previstos”. “A evolução tecnológica, especialmente a utilização de outros serviços tirando valor da telefonia fixa, é algo que não poderia ser previsto no momento da concessão”, defende a concessionária.

http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38523&sid=8#.VHx2TjHF-IU  

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TCs Notícias 056/2014: Governo corre para formar técnicos em IPv6

Parte do atraso na adoção de IPv6 no Brasil pode ser atribuído a demora do governo de adotar a nova versão do protocolo Internet. Um plano de emergência foi adotado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, do Ministério do Planejamento, para reduzir o gap governamental., revelou Daniel de Sousa Araújo, da SLTI, durante evento do NIC.br, realizado nesta quarta-feira, 26/11, em São Paulo.

Para acelerar a implantação do IPv6 no Govenro, o ministério do Planejamento definiu ações com menor e maior grau de dificuldade. Entre as mais fáceis, Araújo destacou as adequações de infraestrutura física, uma vez que a maioria dos equipamentos, há algum tempo, oferece suporte a IPv6, e adequações de infraestrutura lógica. Seriam, conforme explicou, mais ajustamentos de contratos com os provedores de acesso e serviços. 

A parte mais difícil inclui o treinamento das equipes, os testes pilotos e ações que trouxessem segurança para os gestores. Para tanto, o Ministério, junto com o NIC.br, criou turmas de treinamentos e, até agora, já capacitou 98 servidores federais para IPv6.  No total, serão oito etapas, cada um com duração de seis meses, para fazer a transição dentro dos órgãos do governo. “Tudo que acessa via web de fora está na primeira etapa, ou seja, é mais adequação de fornecedor que rede interna”, detalhou Araújo. 

O modelo de uso do IPv6 começou a ser ser desenhado em 2012, mas, somente em maio, o Ministério do Planejamento elaborou um levantamento de informações junto aos órgãos para diagnosticar a situação quanto a viabilidade e a preparação do uso do protocolo IPv6. Este levantamento teve a participação de 55 órgãos. “Os resultados mostraram que poucas instituições tinham experiência com a implantação deste protocolo. Poucos haviam feito testes pilotos e gestores tinham desconforto para implantar IPv6”, explicou. “A meta final é setembro de 2018, quando 100% do governo federal tem de ter IPv6 em tudo: redes internas, serviços para cidadãos”, completou Araújo. A cobertura completa do evento do NIC.br sobre IPv6 você pode ver no Portal da Abranet

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38519&sid=11#.VHx1hjHF-IU

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TCS Notícias 055/2014: Para a Anatel, corte de serviço ao fim da franquia vai chegar à banda larga fixa

A Anatel entende ser positiva a mudança nos modelos de negócios das operadoras móveis pela qual os planos de dados são cortados quando consumida a franquia prevista. Na agência, a medida era esperada como forma de compensar quedas de receitas nos serviços de voz e deve chegar também às conexões fixas à Internet.

O movimento foi iniciado pela Vivo, mas logo seguido pela Oi. Até aqui, quando os usuários consumiam toda a franquia de dados prevista as empresas reduziam a velocidade das conexões. Agora, não haverá mais acesso e será preciso pagar um valor adicional – ou inserir novos créditos, visto que é uma mudança por enquanto direcionada aos planos pré-pagos. A mudança foi tema da reunião desta sexta, 28/11, do Conselho Consultivo da agência reguladora.

Para a Anatel, as empresas erraram ao basear os planos de dados em ofertas “ilimitadas” e mesmo as reduções de velocidade são sinais ruins ao consumo. “Além do financiamento do setor, tem outro ponto que é o consumidor ter consciência de que há limites no serviço”, avalia a superintendente de Relações com os Consumidores da agência, Elisa Peixoto. Segundo ela, a única exigência é que os consumidores sejam avisados das alterações com 30 dias de antecedência.

“A Anatel não colocará nenhum entrave à cobrança no caso do excedente da franquia. O futuro da receita do setor é o tráfego de dados e é um movimento natural que a gente passe a ver cobrança desse serviço, sob pena de não haver recursos para investimento na rede. Toda a vez que o consumidor tinha a redução de velocidade no fim da franquia passava por uma falsa percepção de que o problema era na qualidade da rede”, diz ela.

A superintendente de Relações com os Consumidores explica ainda que a preocupação da agência é com a transparência aos usuários. “Estamos preocupados em como as operadoras oferecem ferramentas para acompanhamento do consumo da franquia. Todas as empresas garantiram que haverá algum instrumento de apresentação gradual desse consumo. Isso deve ser gratuito, de forma que não haja uso da franquia para conferir o consumo.”

Para o superintendente de Competição da agência, Carlos Baigorri, a mudança no sistema de cobrança é algo natural. “Os planos baseados em serviços ilimitados são dependentes de um alto valor da VU-M. Como a Anatel vem trabalhando na queda da tarifa de interconexão, as empresas vão perder grande parcela das receitas e vão compensar isso de alguma forma. Esse é um movimento esperado e que vai continuar e muito provavelmente chegará ao fixo também.”

Para Baigorri, o modelo de tarifas flat “possui um defeito fundamental, que é o problema da seleção adversa, da ‘tragédia dos comuns’ com o uso ineficiente das redes. Quando as redes tinham pouco consumo, o modelo fazia sentido. Mas a partir do consumo de vídeo, se torna um problema e o modelo de negócio tem que ser revisto, porque as tarifas flat são benéficas para usuários com maior consumo de dados, mas não para os consumidores ‘leves’”.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38528&sid=8#.VHxtRjHF-IU

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TCS 054/2014: Telecom Italia aprova negociar uma fusão entre TIM e Oi

Agora é oficial. Uma reunião do Conselho de Administração da Telecom Italia controladora da TIM Brasil, autorizou o presidente da Telecom Italia, Marco Patuano, a avaliar de forma concreta uma possível fusão com a Oi. Notícias de agências italianas não falam de valores, mas informam que a Telecom Italia que apurar rigorosamente a situação financeira da Oi. Será mais um capítulo nessa onda de consolidação no mercado brasileiro.

A reuniao do Conselho da Telecom Italia durou mais de cinco horas e a sua conclusão pode ser analisada como uma vitória do CEO Marco Patuano, que defende a fusão das duas operadoras no Brasil por enxergar uma importante sinergia de custos, entre US$ 7,8 bilhões a US$ 11, 7 bilhões. Mas esse acerto, é bom lembrar, não seria tão tranquilo. A união da TIM e da Oi teria que passar pelo crivo das autoridades e, em especial, da Anatel, em função das frequências utilizadas pelas duas companhias.

Antes mesmo da fusão TIM e Oi, a Anatel, por exemplo, precisa definir a questão da faixa 1,8GHz, que envolve as duas teles e pode deixar 70 milhões de assinantes 2G sem serviço. O CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica – também poderá impor condições para aprovar a união da segunda operadora móvel do país (TIM) com a quarta operadora móvel (Oi).

A reunião do Conselho da Telecom Italia não deve ter sido fácil. Isso porque o segundo maior acionista da Telecom Italia, com 5% das ações, Marco Fosseti, revelou não estar interessado num negócio entre TIM e Oi. “Não vai trazer valor ao acionista”, declarou antes da decisão final do Conselho da Telecom Italia.

Mas entre os pequenos acionistas não parecia ter unanimidade. No começo de novembro, o grupo Asati, que diz representar cerca de seis mil acionistas minoritários da Telecom Italia que têm uma participação de 1% da empresa, se mostrou favorável a uma união com a Oi. No documento, o grupo reportou que, caso a fusão TIM e Oi não aconteça, a Telecom Italia não deveria considerar nenhuma oferta pela TIM que avalie a companhia em menos de 8,5 vezes seu lucro principal.

Em agosto, a Oi anunciou que contratou o banco BTG Pactual para atuar como seu representante e desenvolver planos para uma possível compra da participação da Telecom Italia na TIM, mas até o momento, não definiu nenhuma proposta oficial. O mercado, por sua vez depois de uma reportagem do jornal Folha de São Paulo, especula que Claro, Vivo e Oi estão finalizando uma proposta conjunta de R$ 32 bilhões pela TIM. A operadora seria ‘fatiada’ entre as três teles, mas oficialmente, as três teles desmentem qualquer formação de consórcio pela TIM.

No informe encaminhado nessa noite de sexta-feira, 21, à Comissão de Valores Mobiliários, a TIM Brasil reporta a decisão do conselho da sua controladora. No documento, a tele destaca que “o Conselho de Administração autorizou a administração a analisar de forma aprofundada as opções para uma possível integração da TimPart e da Oi. Os próximos passos, caso haja algum, serão submetidos à aprovação do Conselho, após o parecer do Comitê de Conselheiros Independentes”.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38470&sid=8#.VHRiqIvF-IU

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TCS Notícias 053/2014: Streaming desafia Globo.com para as Olimpíadas 2016

O streaming de vídeos desafia as empresas de Internet para as Olimpíadas 2016. A Globo.com, por exemplo, preparou um esquema de guerra para a Copa do Mundo. Foram estabelecidas quatro premissas: atender aos diversos dispositivos (multidevices), ter escalabilidade, focar na qualidade para os usuários e oferecer a melhor experiência de vídeo, com informações complementares, conforme relatou Marcus Vinícius Cesário, da Globo.com, durante o PTT Fórum, evento realizado pelo NIC.br nesta semana em São Paulo,  que terá cobertura especial do portal da Abranet. 

“Aumentamos de três a quatro vezes nossa capacidade de banda para pouco mais de 1 Tbps. Com isto, tínhamos infraestrutura para atender 1 milhão de usuário simultaneamente”, detalhou. Esta estrutura de pouco mais de 1 Tbps ficou dividida entre São Paulo, com 600 Gbps, e Rio de Janeiro, com 512 Gbps.

Para atender a 500 mil requisições por segundo, a Globo.com trabalhou com 80 servidores distribuídos entre Rio de Janeiro e São Paulo, com capacidade de 18 Gbps por servidor, o que permitiu suportar capacidade de 1440 Gbps por servidor. Cesário explicou ainda que, durante a Copa das Confederações, a Globo.com enfrentou problemas técnicos no meio físico de transmissão, com a fibra ótica. “Para a Copa, conseguimos arrumar e aumentamos a estrutura.”

Além desses ajustes, também foram implantadas a transmissão PiP (picture in picture) para o usuário conseguir voltar o vídeo e assistir a um pedaço do jogo de novo e multicâmeras para o internauta escolher de qual câmera gostaria de ver o lance na reprise.  O player para transmitir os jogos foi alterado para HLD em 6 qualidades diferentes.

“Em alguns casos, quando havia saturação na banda, o usuário ia para fila de espera. Isto foi feito de forma dinâmica para não prejudicar quem estava vendo ou perder a qualidade”, destacou Marcus Cesário. Tais ajustes foram necessários para suportar momentos de picos com 490 mil usuários simultâneos e 680 Gbps, ainda que o volume registrado tenha sido aquém do esperado. Foram 40 milhões de video views e 30 bilhões de segundo assistidos.

Com as lições aprendidas durante a Copa do Mundo de 2014, a Globo.com já se prepara para os Jogos Olímpicos Rio 2016. O maior desafio será com relação ao número de jogos bem superior ao da Copa: são em média 30 eventos ocorrendo simultaneamente. Entre as alternativas para driblar esta dificuldade, Marcus Vinícius Cesário, acenou que a Globo.com pensa em uma estrutura P2P híbrido e na adoção de IPv6.

“Trabalhamos para colocar peer-to-peer híbrido, mas sem necessidade de instalar plug-in no usuário”, disse Cesário, explicando que testes estão sendo feitos em ambientes controlados. Desta maneira, se usuário não conseguir buscar conteúdo na CDN, pode “pegar” de usuário que estiver mais próximo.  

Roberta Prescott é jornalista do Portal da Abranet 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38483&sid=4#.VHRgHYvF-IU

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TCS Notícias 052/2014:Conheça o aplicativo que permite consultar a qualidade do serviço móvel

 

A Anatel coloca à disposição da sociedade  aplicativo que permite consultar a qualidade do serviço das operadoras de telefonia celular. O APP Serviço Móvel está disponível para celulares com sistemas Android e iOS, nas lojas de aplicativos Google Play e Apple App Store, respectivamente. 

Com o novo aplicativo, o usuário poderá consultar a qualidade dos serviços de voz e de dados nas redes das operadoras do serviço móvel em todos os municípios brasileiros. O usuário poderá consultar o ranking das operadoras, construído a partir dos indicadores de acessibilidade, conexão, quedas e desconexão aferidos. Será possível, ainda, acompanhar a evolução da qualidade de cada operadora a partir da consulta ao histórico desses indicadores em intervalos de até 12 meses.

Tela do histórico dos indicadores 

O aplicativo permite também que o usuário visualize em um mapa as estações licenciadas e em funcionamento e suas respectivas tecnologias (2G, 3G e 4G), por operadora. Com isso, os usuários poderão se informar melhor sobre a disponibilidade do serviço. 

Também é possível realizar a consulta por meio de uma versão web do aplicativo disponível na página da Anatel na internet ou pelo endereço http://gatewaysiec.anatel.gov.br/mobileanatel/.

A consulta pode ser ativada por meio do sistema de geolocalização do celular ou manualmente – situação em que o usuário escolhe o município que deseja pesquisar. As informações são disponibilizadas pela Anatel e atualizadas mensalmente. 

Indicadores – Serviço de voz

Telas do mapa e do ranking

 

Para o indicador de acesso à rede, a referência é 95% ou superior. A barra de cor verde indica o atendimento ao indicador estabelecido.  A barra de cor amarela expressa o indicador entre 85% e 94,99%. A barra de cor vermelha indica valor abaixo de 85%.

A referência para o indicador de queda da rede de voz é de 2% ou inferior. A barra de cor verde indica o atingimento do indicador estabelecido. A barra de cor amarela expressa o indicador entre 2,01% e 4,99%. A barra de cor vermelha indica valor igual ou superior a 5%.

Indicadores – Serviço de dados

Para o indicador de conexão de rede, a referência é 98% ou superior. A barra de cor verde indica o atendimento ao indicador estabelecido.  A barra de cor amarela expressa o indicador entre 80% e 97,99%. A barra de cor vermelha indica valor abaixo de 80%.

A referência para o indicador de desconexão da rede de dados é de 5% ou inferior. A barra de cor verde indica o atingimento do indicador estabelecido. A barra de cor amarela expressa o indicador entre 5,01% e 10%. A barra de cor vermelha indica valor superior a 10%.

As barras em amarelo e em vermelho indicam o descumprimento dos parâmetros de qualidade estabelecidos.

Fonte: http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalNoticias.do?acao=carregaNoticia&codigo=35479

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TCS Notícias 051/2014: Nono dígito na telefonia móvel será implementado em cinco Estados neste domingo

 

Os números de telefones celulares nos estados do Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Roraima terão o dígito 9 acrescido à frente dos números atuais a partir do próximo domingo, 2 de novembro. A medida já foi implementada em São Paulo, no Espírito Santo e no Rio de Janeiro com o objetivo de ampliar os recursos de numeração para o Serviço Móvel Pessoal.

Segundo o presidente da Anatel, João Rezende, “esta etapa dá continuidade ao processo de padronização da numeração da telefonia móvel no Brasil, que está sendo feita de forma tranquila e planejada, de forma a não trazer prejuízos aos usuários. A medida já atinge mais de 96 milhões de celulares nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo”. Os estados do Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Roraima totalizam 21,4 milhões de celulares. 

Durante entrevista coletiva à imprensa realizada nesta manhã, em Brasília, o superintendente de Outorga e Recurso à Prestação, Marconi Maya, informou que os estados cujos DDDs iniciam com o dígito 8 (Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte) terão o dígito 9 acrescido à frente dos números atuais a partir do dia 31 de maio de 2015.

No dia 11 de outubro de 2015, os celulares dos estados com DDDs que começam com 3 (Minas Gerais) e 7 (Bahia e Sergipe) ganham o dígito 9. A implementação do nono dígito nos celulares dos estados com DDDs iniciados por 4 (Paraná e Santa Catarina), 5 (Rio Grande do Sul) e 6 (Centro-Oeste, Rondônia e Acre) ocorrerá em 2016 em data ainda a ser definida.

Coletiva à imprensa trata da implementação do nono dígito

Uma cartilha com informações sobre a implementação do nono dígito nos telefones móveis dos Estados do Amapá (DDD 96), Amazonas (DDDs 92 e 97), Maranhão (DDDs 98 e 99), Pará (DDDs 91, 93 e 94) e Roraima (DDD 95) está disponível no portal da Agência na internet. A partir da mudança, os atuais números de celular nesses Estados passarão a ter o seguinte formato: 9xxxx-xxxx. No momento da discagem, o nono dígito deverá ser acrescentado por todos os usuários de telefone fixo e móvel que liguem para telefones móveis dos Estados do Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Roraima, independentemente do local de origem da chamada.

Por um tempo determinado, as ligações discadas com oito dígitos ainda serão completadas, para adaptação das redes e dos usuários. Gradualmente, haverá interceptações das chamadas e os usuários receberão mensagens com orientações sobre a nova forma de discagem. Após esse período de transição, as chamadas marcadas com oito dígitos não serão mais completadas.

Além das adequações técnicas por parte das prestadoras de serviço de telecomunicações, essa medida demandará da sociedade a realização de eventuais ajustes em equipamentos e sistemas privados como, por exemplo, equipamentos de PABX e agendas de contatos.

Documento relacionado

Fonte: http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalNoticias.do?acao=carregaNoticia&codigo=35524 

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TCS Notícias 050/2014: Limites mínimos de velocidade da banda larga ficam mais rigorosos

Os novos limites mínimos de velocidade contratada pelos assinantes de bandas largas fixa e móvel entram em vigor neste sábado, 1º de novembro. Pelas metas estabelecidas nos regulamentos de Gestão da Qualidade dos serviços de Comunicação Multimídia (banda larga fixa) e Móvel Pessoal (banda larga móvel), as prestadoras deverão garantir mensalmente, em média, 80% da velocidade contratada pelos usuários.

Em outras palavras, na contratação de um plano de 10MBps, a média mensal de velocidade deve ser de, no mínimo, 8MBps. A velocidade instantânea – aquela aferida pontualmente em uma medição – deve ser de, no mínimo, 40% do contratado, ou seja, 4MBps. Com isso, caso a prestadora entregue apenas 40% da velocidade contratada por vários dias, terá de, no restante do mês, entregar uma velocidade alta ao usuário para atingir a meta mensal de 80%.

Esses percentuais valem a partir de amanhã. Desde 2012, maiores de taxas de transmissão têm sido exigidas pela Anatel:

Taxa de Transmissão Média (download e upload) Taxa de Transmissão Instantânea (download e upload)
Desde novembro de 2012 60% da taxa de transmissão máxima contratada 20% da taxa de transmissão máxima contratada pelo usuário
Desde novembro de 2013 70% da taxa de transmissão máxima contratada 30% da taxa de transmissão máxima contratada pelo usuário
A partir de novembro de 2014 80% da taxa de transmissão máxima contratada 40% da taxa de transmissão máxima contratada pelo assinante

A Agência acompanha a evolução desses e de outros indicadores por meio do projeto nacional de medição de banda larga.

Banda larga fixa

Para as medições da banda larga fixa, foram escolhidos, por sorteio, voluntários que se inscreveram por meio do site www.brasilbandalarga.com.br. A partir dos dados registrados pelos medidores (whiteboxes) instalados nos domicílios dos voluntários selecionados, foram acompanhados seis indicadores:

  • velocidade instantânea – velocidade de upload e download apurada no momento de utilização da internet pelo usuário;
  • velocidade média – média das medições de velocidade instantânea apuradas durante o mês;
  • latência – período de transmissão de ida e volta de um pacote, entre a casa do voluntário e o servidor de medições;
  • jitter (variação de latência) – instabilidade na recepção da informação (pacotes de dados);
  • perda de pacotes – ocorre quando, por falha ou baixa qualidade da conexão, um dos pacotes não encontra seu destino ou é descartado pela rede;
  • disponibilidade – período durante o mês em que o serviço ofertado pela prestadora esteve disponível para o usuário

Banda larga móvel

Na banda larga móvel, foram acompanhados dois indicadores:

  • taxa de transmissão instantânea – velocidade de upload e download apurada no momento de utilização da internet pelo usuário; e
  • taxa de transmissão média – média das medições de velocidade instantânea apuradas durante o mês.

Diferentemente do que ocorre na banda larga fixa, para as medições da banda larga móvel não há necessidade de voluntários. Como resultado de parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), os medidores que monitorarão a qualidade do serviço serão instalados em escolas atendidas pelo Projeto Banda Larga nas Escolas Públicas Urbanas.

Aplicativos oficiais para iPhone (iOS) e Android para medição da qualidade da banda larga móvel

As versões oficiais dos aplicativos da Anatel para aferição da qualidade da banda larga móvel para o smartphone iPhone (sistema operacional iOS) e Android estão disponíveis. Os aplicativos foram desenvolvidos pela EAQ (Entidade Aferidora da Qualidade).

Para instalar a versão o aplicativo no iPhone ou iPad, basta que o usuário faça uma busca pela palavra “Brasil Banda Larga” na App Store. Usuários de smartphones com o sistema Android também podem baixar diretamente do Google Play procurando o aplicativo “Brasil Banda Larga”. Após instalado o aplicativo, o usuário necessitará fazer um cadastro com seu e-mail e escolher uma senha de acesso.

Os aplicativos são gratuitos, seguros e não permitem acesso ao conteúdo das ligações ou mensagens do usuário. As informações a serem obtidas dizem respeito aos principais parâmetros de qualidade da conexão banda larga (velocidades de download e upload, latência, jitter e perda de pacotes), além de apresentar graficamente os resultados de todas as medições realizadas anteriormente, inclusive com os locais exatos das medições. Ou seja, uma vez instalado o aplicativo o usuário poderá realizar medições do Serviço Móvel Pessoal contratado de sua prestadora em qualquer lugar em que esteja com seu smartphone.

Para outros sistemas operacionais móveis, as medições podem ser realizadas diretamente na página do projeto: http://www.brasilbandalarga.com.br.

Documentos relacionados

Fonte: http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalNoticias.do?acao=carregaNoticia&codigo=35544

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