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TCS Notícias 042/2015: Rio 2016 será teste final para uso da nuvem nos Jogos Olímpicos

Pela primeira vez na história, parte dos sistemas de TI dos Jogos Olímpicos, entre eles o portal de voluntários e o sistema de credenciamento, serão migrados e administrados no modelo de cloud computing. “Os jogos no Rio serão uma transição para os próximos jogos que serão 100% na nuvem”, relata Marcelo Grimaldi, Gerente de Operações dos Jogos Olímpicos Rio 2016 da Atos.

Segundo o executivo, a cloud é privada e é fornecida pela Embratel. “Teremos uma estrutura 100% dedicada e privada para garantir a segurança dos dados”, acrescenta. Segundo ainda Grimaldi, a partir de julho, começam os testes – serão cerca de 200 mil horas de testes. “TI não pode falhar na Olimpíada. Não temos o direito de errar”, destaca ainda o executivo. 

Os números da Rio 2016 são impressionantes. Segundo a ATOS, o modelo é similar a de uma empresa com 200 mil funcionários que atende a 4.8 bilhões de clientes, 24 horas por dia, sete dias por semana, e muda-se para um novo território a cada dois anos. Uma força-tarefa de profissionais também já foi dedicada para os jogos,que começam no dia 05 de agosto,no Rio de Janeiro. O executivo discutiu o uso da cloud computing com executivos do setor financeiro, no CIAB 2015. Assistam.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39926&sid=97#.VYgSy_lViko

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TCS Novidades 041/2015: Dona da Nextel Brasil sai da concordata nos EUA

O tribunal de falências de Manhattan, Nova York, por meio da juíza Shelley Chapman, aprovou o plano de saída do chapter 11 – a proteção contra falência da NII Holdings, dona da Nextel Brasil. O projeto envolve cerca de US$ 4,35 bilhões de dólares, disse o advogado da NII, Scott Greenberg, em e-mail encaminhado à Agência Reuters.

O plano, que cede o controle da companhia para a Aurelius e outros detentores de 4,35 bilhões de dólares em bônus, é baseado em uma série de acordos para complexas disputas legais sobre a validade de transferências inter-empresas. Embora a maior parte dos credores tenha apoiado o acordo, um credor conhecido como grupo CapCo o considerou muito favorável à Aurelius e que ele teria reduzido o pagamento à CapCo em 150 milhões de dólares — mais de um terço de sua recuperação total.

A CapCo, que queria que Chapman rejeitasse o acordo, alegou que algumas das resoluções do acordo eram inválidas, e que a Aurelius não deveria ter direito à fatia extra de participação que recebeu. A NII entrou no Capítulo 11 (pedido de proteção contra falência de acordo com a lei dos EUA) em setembro do ano passado, vendendo posteriormente seus ativos mexicanos para a AT&T por 1,9 bilhão de dólares. O Brasil ficou de fora dessa lista e foi aclamado como a prioridade da NII Holdings para alavancar novos negócios. Tanto é assim que a Nextel Brasil reestruturou seus planos e partiu para uma política mais agressiva no mercado móvel nacional.

 Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39909&sid=17#.VYgR6flViko
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TCS Notícias 040/2015: Google x Microsoft: a ‘guerra’ pela nuvem pública corporativa

Os aplicativos na nuvem do Google e da Microsoft começam a ser adotados pelas corporações. De acordo com reportagem do IDG News Service, mais da metade das pequenas e médias empresas que responderam uma pesquisa da BetterCloud, provedora de ferramentas de gestão, planeja migrar todas as suas operações para a nuvem nos próximos cinco anos.

O estudo aponta ainda que a adoção corporativa de infraestruturas completas de TI em nuvem mais que dobrará até 2017, segundo os 1,5 mil profissionais entrevistados. Hoje, somente 12% operam todos os seus serviços em cloud, mas esse percentual deverá alcançar 26% nos próximos dois anos, beirando os 70% até 2025. Quase 85% dos consultados já usam uma das plataformas citadas, mas admitem não ter ainda completado a transição para a nuvem.

No estudo, o Google leva vantagem sobre a Microsoft. Os entrevistados que afirmaram utilizar serviços do Google planejam adotar a plataforma mais rápido que seus colegas usuários da Microsoft: 66% dos respondentes que usam o Google for Work têm planos de completar a migração para a nuvem até 2020, comparados a 49% dos consumidores do Office 365.

Usuários da ferramenta Google também operam mais aplicativos em nuvem contrapostos aos da Microsoft. O relatório aponta que isso pode mudar nos próximos dois anos, conforme as empresas que investem no Office 365 adotem mais apps da Microsoft. As organizações se distanciam de aplicações e plataformas legadas, optando por apps em nuvem como o Gmail e o Outlook. Clientes empresariais que participaram da pesquisa utilizam uma média de 18 serviços em nuvem por dia, número que deve quase triplicar, chegando a 52 aplicativos em 2017.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39900&sid=97#.VYR2RflViko

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TCS Notícias 039/2015: Com GVT, Telefônica volta ao ‘Poder de Mercado Significativo’em São Paulo

Ao discutir mudanças nos critérios que caracterizam operadoras como detentoras de Poder de Mercado Significativo, a Anatel aproveitou para determinar uma reavaliação do benefício concedido à Telefônica/Vivo, que no ano passado conseguiu deixar de ser ‘PMS’ em 23 municípios de São Paulo, inclusive em alguns bairros da capital.

A descaracterização se deu no mercado de oferta de transporte de dados – EILD, no jargão do setor, que é o aluguel de redes de transmissão. É que o principal critério adotado então foi a existência de, pelo menos, quatro redes nos mesmos locais, o que comprovaria a existência de competição suficiente.

Com a compra da GVT – negociada dois meses depois da decisão da Anatel sobre a descaracterização – a situação muda. “Haverá casos sim em que o PMS terá que ser revisto”, afirmou nesta quinta, 18/6, o conselheiro Rodrigo Zerbone, relator da proposta de revisão dos critérios, que será colocada em consulta pública por 30 dias.

O critério de empresa com poder de mercado significativo vem sendo adotado pela agência desde a aprovação do Plano Geral de Metas de Competição, no fim de 2012. A ideia é usar regras assimétricas – ou seja, tratar diferentemente os desiguais –, dando maior peso nas obrigações daquelas operadoras que são fortes ao ponto de influenciar o funcionamento do mercado em certas localidades.

Mudanças

Como já previa o PGMC, haverá revisões dos critérios a cada dois anos, e é isso que será colocado em consulta. As sugestões de mudanças, no entanto, são poucas e em grande medidas concentradas no mercado de EILD – e por influência do processo relacionado à Telefônica, uma vez que algumas propostas feitas pela operadora na época serão assimiladas na norma.

A principal modificação é que além da existência de quatro redes para caracterizar concorrência – e descaracterizar o poder de mercado – a agência também terá que avaliar outras questões competitivas, como participação de mercado, barreiras à entrada, capacidade de atendimento, mercado potencial.

Além disso, a Anatel vai, à medida que forem sendo apresentados pedidos de descaracterização, montar sua própria base de dados sobre a situação competitiva em cada área – que se pretende definir de bairro a bairro, a exemplo do critério usado no caso da Telefônica. Esse banco de dados próprio permitirá à Anatel assumir o ônus de provar se há concorrência suficiente em cada área.

Também inspirada pelo processo da Telefônica, a Anatel vai incluir no regulamento a possibilidade de exigir condicionantes no caso de futuras descaracterizações como PMS. Por exemplo, exigir que mesmo assim a operadora continue obrigada a manter o registro de negociações no Sistema de Negociações de Ofertas de Atacado – criado também pelo PGMC.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39906&sid=8

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TCS Notícias 038/2015: Anatel deve propor fim das concessões da telefonia fixa ainda em 2015

Não é de hoje que a Anatel defende uma revisão profunda dos contratos de concessão de telefonia fixa antes do fim das atuais – em 2025. Mas nesta quinta, 11/6, na prática apresentou um mapa de como fazer isso o mais rápido possível. Se der tempo, ainda até o fim deste ano a agência vai sugerir ao governo federal mudanças importantes, que podem incluir até mesmo o fim das concessões.

“Foi bem colocado que a área técnica realize avaliações em 60 dias, e justifica isso para termos tempo de isso impactar a própria analise da revisão quinquenal propriamente dita. Esses estudos têm que se debruçar sobre a possibilidade de eliminar a prestação na modalidade no regime público se ela não fizer mais sentido”, resumiu o conselheiro Marcelo Bechara, relator original da análise que discute o acompanhamento do setor.

Assim, o que começou há quase uma década com cobranças do Tribunal de Contas da União sobre a capacidade de Anatel de avaliar a sustentabilidade das concessões, culminou na determinação para que a área técnica da agência apresente, em dois meses, relatórios sobre a situação delas e se enxerga viabilidade futura. Uma dica sobre o que virá: há anos as concessionárias e a Anatel usam dados que apontam para a “perda de atratividade” das concessões.

E a depender dos números, o cenário da telefonia fixa é mesmo desanimador para as concessionárias. Entre 2009 e 2012 – para citar números apresentados nesta mesma quinta – o tempo que as pessoas passam falando ao telefone caiu de 121,6 bilhões para 82,8 bilhões de minutos por ano, em queda que se acentua a cada período. “Mesmo que se tire a queda de market share, ainda resta queda expressiva da receita da concessão”, disse o conselheiro Igor de Freitas. Entre 2005 e 2010, essa queda foi de 8%. Entre 2010 e este 2015, o tombo foi de 22%.

Por um bom tempo o debate empacou no que deveria ser considerado equilíbrio econômico das concessões. De forma simplificada, ao relatório inicial de Bechara seguiu-se o do conselheiro Rodrigo Zerbone e entre ambos um dilema básico: se o equilíbrio dos contratos deve, ou não, levar em conta fatores como a evolução tecnológica e a mudança de hábito dos consumidores. Ou, ainda mais resumidamente, até que ponto a Internet e os serviços por ela facilitados devem ser de alguma forma compensados nas concessões.

Igor de Freitas apresentou uma solução. O equilíbrio econômico é dado pela medida de obrigações versus capacidade de geração de receitas, como previsto nos contratos originais. O que muda, ou pelo menos passa a ser sistematizado pela agência, é um novo componente: a sustentabilidade da concessão. E é aqui onde a Anatel vai se debruçar sobre aquele impacto da modernidade tecnológica sobre os negócios – ainda que o risco de isso acontecer seja uma premissa do próprio modelo de telecomunicações.

Ou, nas palavras do próprio: “O mero acompanhamento do equilíbrio econômico-financeiro não é suficiente para subsidiar ações da Anatel. Independentemente da identificação de eventos ‘desequilibrantes’ pontuais e extraordinários, processos graduais de mudança, tecnologia, comportamento consumidor, podem alterar condições do contrato. E nem sempre poderão ser identificados como desequilíbrio, pois fazem parte do risco do negócio.”

Em essência, isso se traduz em uma metodologia para subsidiar a proposta, que virá, de alteração radical nas concessões de telefonia. Como paralelamente correm processos em que são analisadas de perto as condições específicas de cada concessionária, estão se materializando os conceitos e instrumentos para que essa proposta aconteça – e, como visto, ainda na revisão quinquenal deste 2015. Particularmente quando no setor se sabe que a situação de um dos atores mais importantes é delicada e afeta direta ou indiretamente a todos os demais.

No grande esquema das coisas, a Anatel sempre poderá se colocar como quem apenas faz sugestões. Afinal, legalmente a agência não tem poder de mudar as concessões, mas sim propor ao governo que o faça, por Decreto ou proposta de Lei. “É evidente que a Anatel é um dos atores no debate sobre o marco regulatório das telecomunicações, além do governo e do Congresso, mas da nossa parte temos obrigação de fazer e colocar alguns cenários”, concluiu o presidente da agência, João Rezende.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39835&sid=8 

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TCS Notícias 037/2015: UE vai aportar R$ 90 milhões no cabo submarino entre Brasil e Europa

 

A União Europeia vai contribuir com 26,5 milhões de euros (cerca de R$ 90 milhões) na construção de um cabo submarino entre Brasil e Europa – aproximadamente 15% do custo total do projeto, estimado em US$ 185 milhões (R$ 570 milhões).

O aporte foi anunciado ao fim da 2ª Cúpula Celac-UE (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos e União Europeia), realizada nesta semana em Bruxelas, na Bélgica, e faz parte de um pacote de investimentos europeus que supera R$ 400 milhões na América Latina e no Caribe.

O projeto vem sendo desenvolvido pela Telebras há três anos e será tocado em parceria com a empresa espanhola Isla Link – ambas estão firmando uma joint venture para o empreendimento. A ligação será feita entre Fortaleza, no Ceará, e a capital de Portugal, Lisboa.

Como lembrou o comunicado da UE sobre o investimento, o novo cabo submarino “vai reduzir a dependência do Brasil dos Estados Unidos”, parte da intenção brasileira de “proteger seu tráfego Internet da vigilância dos EUA depois que Washington espionou telefone e email da presidenta Dilma Rousseff”.

A promessa é de que “os trabalhos comecem este ano e o cabo deverá estar operacional ao fim de 2017”. O aporte europeu se dará através da Cooperação Latino-Americana de Redes Avançadas  (redClara), que interconecta 13 instituições de pesquisa latinas à rede europeia Géant – similar à Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) brasileira.

A conexão com a Europa era, no plano original, um dos cinco novos cabos submarinos planejados pela Telebras – de Santos-SP, sairiam um para o Uruguai (parte do plano de um anel óptico sulamericano) e outro para Fortaleza. E da capital do Ceará haveria um novo cabo para os EUA, além de ligações com a África e o cabo para a Europa.  Este último foi o único a ‘sobreviver’.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39836&sid=8

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TCS Notícias 036/2015: TIM fecha parceria para quadruplicar cobertura indoor com Wi-Fi

 

Levar a cobertura móvel para os ambientes internos, como bares, restaurantes, shoppings e academias, é, hoje, um diferencial de concorrência para as teles. E a TIM aposta em uma parceria para ampliar a sua presença nesse segmento. A operadora fechou um acordo com a Enox On-Life Experience, empresa especializada em desenvolver plataformas de experiência entre pessoas e marcas, e planeja chegar a 850 estabelecimentos nos estados de São Paulo e no Rio de Janeiro. Outras capitais também estão no planejamento.  Hoje já são quase 200 estabelecimentos com a cobertura.

“Vamos oferecer a infraestrutura de acesso. Os clientes TIM vão usar normalmente. Para os não TIM, a ENOX vai permitir o acesso à Internet com a aceitação de publicidade. Esse é um mercado que cresce muito no Brasil”, destaca Diogo Câmara, gerente senior de Marketing da TIM Brasil. Hoje a maior parte dos estabelecimentos atendidos está concentrado na cidade de São Paulo, incluindo os municípios de Barueri, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. Mas já há um avanço no Rio de Janeiro e, em breve, a aliança vai chegar a Porto Alegre, Campinas, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Fortaleza.

No acerto firmado entre as partes – a TIM entra com toda a parte de infrastrutura de rede. Questionado do porquê da opção pelo Wi-Fi e, não, pelas small cells, Câmara diz que o Wi-Fi permite um atendimento melhor para ambientes concentrados. Além disso, uma infraestrutura Wi-Fi é mais fácil de ser negociada com os estabelecimentos, uma vez que clientes de outras operadoras também vão poder usufruir do sistema disponível.

“A ideia é simplificar e permitir o acesso. Nós entramos com a infraestrutura e a ENOX com o seu modelo de negócio baseado na veiculação de publicidade. São eles que negociam toda a liberação dos estabelecimentos”, acrescenta o gerente da TIM Brasil. A expectativa da operadora, que não revela valores envolvidos na infraestrutura, é de prestar serviço, inicialmente, para mais de 1,5 milhão de clientes.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39852&sid=8

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TCS Notícias 035/2015: Empresas de Internet faturam R$ 144,7 bilhões no Brasil

Durante a 1ª Conferência da Abranet, que acontece em São Paulo, a entidade divulgou um estudo, encomendado ao  Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), sobre o segmento Internet no Brasil. O levantamento apurou que, entre 2012 e 2014, as empresas do segmento da Internet tiveram aumento no faturamento de 50,1%, subiram o número de postos de trabalho em 17,5%, expandiram seus estabelecimentos em 27,56% e passaram a ocupar a ocupar a 14ª colocação no ranking de recolhimento de tributos federal.

Para realizar a pesquisa, o IBPT considerou as empresas do segmento de representação da Abranet, incluídas nas divisões 61, 62 e 63 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAEs). O levantamento mostra que o faturamento das empresas de internet passou de R$ 96,4 bilhões, em 2012, e R$ 113,07 bilhões, em 2013, para R$ 144,7 bilhões em 2014. O montante representa 1,74% do faturamento de todas as empresas brasileiras.

“Não se encontra em dois anos um aumento de faturamento tão alto”, destacou Gilberto Luiz do Amaral, presidente do conselho superior e coordenador de estudos do IBPT. O faturamento do segmento é maior do que o de 79% dos setores da economia, ocupando a 21º colocação no ranking com todos os CNAEs.

Atualmente, o segmento de Internet ocupa a 14ª colocação no ranking de recolhimento de tributos federal. Isto sem computar o Fundo de Garantia. O total arrecado pelos CNAEs pesquisados foi de R$ 1,92 bilhão pelas empresas do setor de comunicações e de R$ 17,07 bilhões pelas empresas de atividades de tecnologia da informação.

De cada R$ 100 que se arrecada na economia brasileira, R$ 1,60 vem das empresas no escopo dos CNAEs pesquisados. Ou seja, hoje, as empresas de internet são responsáveis por 1,6% da arrecadação dos tributos federais. Em 2005, era 0,43%.

“Arrisco a dizer que daqui a cinco anos, as empresas dos CNAEs pesquisados serão ainda mais representativas, ficando em 5º lugar em faturamento e em recolhimento de tributos. E daqui a dez anos o setor de internet será o de maior recolhimento de tributos”, afirmou o coordenador de estudos do IBPT. 

PMEs

As firmas de pequeno e médio portes estão em maior número. Apenas 2,07% das empresas faturam acima de R$ 48 milhões anuais. São as PMEs também as que mais empregam, o que ficou claro ao observar o crescimento de 17,5% no número de empregados entre 2012 a 2014, tempo que coincide com a vigência da desoneração da folha de pagamento. No período, foram criados 51.180 postos de trabalho, sendo gerados, em média, 19.260 empregos por ano. Houve ainda incremento no valor acumulado com empregados de 45,8%. O salário médio anual é de R$ 40,3 mil.

Com relação à quantidade de empresas e estabelecimentos, incluindo filiais, o aumento entre 2012 e 14 foi de 27,56%. As empresas cadastradas como atividades de comunicações (CNAE 61) respondem por 8,5% do total e as dos CNAEs 62 e 63, 91,5%.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39582&sid=4

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TCS Notícias 034/2015: Portabilidade numérica: São Paulo lidera pedidos de troca de operadoras

Entre 1º de janeiro e 31 de março, de acordo com o relatório trimestral da Entidade Administradora da Portabilidade Numérica no País, a Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom), 389,39 mil (40%) assinantes de telefonia fixa trocaram de operadora, enquanto 595,35 mil (60%) números de telefones móveis permaneceram inalterados apesar de seus usuários terem mudado de prestadora de serviço.

Segundo a entidade, desde setembro de 2008, quando a portabilidade numérica foi implantada no Brasil, de forma gradativa nos 67 DDDs existentes, até o dia 31 de março de 2015, foram 27,24 milhões de migrações realizadas entre operadoras. Dessas, 10,43 milhões (38%) entre companhias de telefonia fixa e 16,81 milhões (62%) de móvel. 

Ainda conforme os dados revelados pela ABR Telecom nesta segunda-feira, 13/04, em São Paulo, usuários que utilizam os DDDs 11,12,13,14,15,16,17,18 e 19, trocaram de operadora de telefonia fixa 119,75 mil (35%) vezes, enquanto os de telefonia móvel respondem por 224,71 mil (65%) transferências efetivadas, somando 344,46 mil. Ao considerar as mudanças realizadas desde o início da implantação da portabilidade numérica no País, em São Paulo foram feitas 8,38 milhões de trocas, sendo 3,32 milhões (40%) entre os serviços fixos e 5,05 milhões (60%) móveis. 

A portabilidade numérica é realizada entre prestadoras de Serviço Móvel Pessoal (SMP) e Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) conforme a Resolução 460/2007 da Anatel. O modelo de portabilidade numérica no Brasil, definido pelo Regulamento Geral da Portabilidade (RGP), da Anatel, determina que as trocas devem ser solicitadas pelos usuários somente dentro do mesmo serviço, isto é, de móvel para móvel ou fixo para fixo, e na área de abrangência do mesmo DDD.

A partir do momento em que o usuário solicita a transferência de operadora comunicando à empresa para onde deseja migrar, a efetivação acontece em três dias úteis ou após esta data, quando o usuário quiser agendar. Caso o usuário decida voltar atrás e permanecer na operadora que lhe prestava o serviço, dispõe de dois dias úteis, após a solicitação de transferência, para suspender o processo de migração em andamento . 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39364&sid=8 

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TCS Notícias 033/2015: Governo republica edital de videoconferência estimado em R$ 169 milhões

 

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) republicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira,05/05, o edital para a compra compartilhada de equipamentos de videoconferência. No total, 61 órgãos públicos vão participar da aquisição para montar 809 salas em 81 cidades brasileiras com essas ferramentas de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC).

O valor estimado para este processo de compra, que está previsto para ser realizado em 15 de maio, é de R$ 169 milhões. É permitido, ainda, que outras entidades façam adesão à ata de registro de preços que será gerada.

“Foram efetuadas pequenas adequações nas especificações técnicas do edital para ampliar a concorrência e reduzir o preço”, explica o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do MP, Cristiano Heckert. O instrumento licitatório foi elaborado em parceria da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) com a Central de Compras e Contratações do Governo Federal. Segundo Heckert, este processo desonera os órgãos públicos da elaboração de vários processos de licitação.

Entre os benefícios desse projeto está a realização de treinamentos e reuniões remotas, reduzindo os gastos com diárias e passagens. Os novos equipamentos de videoconferência permitem ainda realização de chamadas de forma segura e estão alinhados ao Decreto 8.135, de novembro de 2013. Todas as adesões às atas de registros de preço devem ser registradas e divulgadas pelos órgãos públicos no Portal de Compras do Governo Federal (Comprasnet), que é gerenciado pela SLTI.

O quantitativo decorrente das adesões posteriores não poderá exceder, na totalidade, ao quíntuplo de cada item da ata de registro de preços. Cada órgão que venha a realizar a adesão poderá contratar até 100% do total registrado para cada item.

*Fonte: SLTI, do ministério do Planejamento

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39526&sid=10

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