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TCS Notícias 006/2016: Telefonia móvel: pré-pago e 3G em queda livre. 4G vira prioridade

 

A limpeza de base na telefonia móvel prosseguiu no mês de novembro no Brasil. Foram desativados 4,2 milhões de acessos em novembro em relação ao mês de outubro ( 273,79 milhões), todos no segmento pré-pago, que passa por um processo de mudança de estratégia por parte das operadoras. De acordo com dados da Anatel, divulgados nesta terça-feira, 12/01, o país registrou 269,59 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de 131,5 acessos por 100 habitantes.

Na prática, os números de novembro mostram a desativação de 14,5 milhões de acessos em relação ao mês de maio, o de melhor performance em 2015, com 284,12 milhões de acessos ativos. No décimo primeiro mês de 2015, de acordo com os números da Anatel, os acessos pré-pagos totalizavam 196,61 milhões (72,93% do total) e os pós-pagos, 72,98 milhões (27,07%). O impulso do pós-pago é resultado das vendas de pacotes de dados para os clientes por parte das teles, que estão valorizando mais esse perfil de consumidor.

A TIM foi a tele que mais desabilitou acessos em novembro – 2,6 milhões de acessos, passando a ter 69,29 milhões de acessos ativos. Em seguida ficou a Claro, com 1,67 milhão de desligamentos, ficando com uma base de 67,37 milhões de acessos. A Oi também reduziu a base, desligando 17,3 mil acessos, terminando o mês de novembro de 2014 com 49,2 milhões de acessos. As demais (Algar, Vodafone Datora, Nextel, Porto Seguro, Sercomtel e Telefônica Vivo) ganharam acessos.

A Vivo foi a operadora que mais ligou acessos -Foram 55.277 ativações, chegando a 79.491.101 milhões de acessos ativos. A performance da Vivo mostra que a operadora não quer abrir mão da sua carteira de pós-pago. Vale lembrar que a Vivo foi a operadora que menos criou estratégias para a atração dos clientes pré-pagos. A operadora aparece na liderança do market share da Anatel, com 29,49% do mercado de telefonia móvel brasileiro. Em seguida vem TIM, com 25,7%, Claro, com 24,99%, e Oi, com 18,25%.

Nas tecnologias, o GSM, o 2G segue em franca decadência no mercado brasileiro.De outubro para novembro, a queda chegou a 3,74 milhões (77.001.303 milhões em outubro e 73.260.717 milhões em novembro). O 3G também está em queda forte. De outubro para novembro, a redução foi de 3,04 milhões ( 159.446.589 milhões em outubro e 156.402.969 milhões em novembro). Em contrapartida, o 4G cresce numa prova da estratégia das teles de impulsionar os serviços de dados. De outubro para novembro, a tecnologia adicionou 2.13 milhões de novos acesso e alcançou a marca de 22.582.691 milhões de acesso – em outubro eram 20.446.594 milhões de acessos 4G.

*Com dados da Anatel

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41487&sid=8

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TCS Notícias 005/2016: A sua empresa já tem um CDO no time?

A transformação digital provocada pelo uso mais eficiente do dado corporativo determinou a criação de um novo perfil profissional: o Chief Digital Officer, ou gestor de negócio digital. O Gartner prevê, por exemplo, que 90% das grandes empresas terão um CDO até o final de 2019.

Para o vice-presidente de pesquisa da consultoria, Mario Faria, líderes da indústria estão “começando a compreender o enorme potencial de negócios digitais e exigem um melhor retorno sobre ativos de informação e uso de análise de dados”, disse. Mas a consultoria adverte: apenas 50% dos CDOs conseguirão ser bem-sucedidos nessa empreitada nos próximos quatro anos. 

De acordo com a consultoria, por ser um cargo novo na maioria das empresas, os CDOs terão a difícil tarefa de criar uma estratégia de informação com métricas relevantes que integram atividades de sua equipe com resultados de negócios mensuráveis. “Com a explosão de dados em todos os lugares, uma tarefa importante é determinar quais informações podem agregar valor aos negócios, aumentar a eficiência ou melhorar a gestão do risco”, pontuou Faria. 

Ainda de acordo com o executivo, o sucesso de um CDO vai depender, em grande parte, da sua capacidade de liderar a mudança, bem como conquistar o entusiasmo, o apoio e os recursos de líderes empresariais e outras unidades de negócios.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41574&sid=97#.VqtRa7IrLIU

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TCS Notícias 004/2016: “Querem acabar com o comércio eletrônico”, dispara presidente da ABComm

 

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) avalia que as novas regras do recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) terão um impacto de cerca de R$ 5 bilhões no faturamento estimado para o e-commerce em 2016. A expectativa da entidade, feita após a entrada da medidas em vigor é a de que o comércio eletrônico movimente R$ 56,8 bilhões no ano.

O impacto foi mais intenso, segundo a entidade,nos pequenos varejistas que estão no Simples Nacional. Uma cláusula do documento chamado Convênio ICMS 93, publicado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) estipula que mesmo as empresas que estão no modelo simplificado de tributação devem seguir as novas regras.

De acordo com a ABComm, essa obrigação burocratizou e travou a operação de milhares de lojas virtuais optantes pelo Simples Nacional, pois obriga os empresários que vendem entre estados a recolherem o ICMS no destino e na origem do produto encomendado, o que gera confusão de guias, duplicidades e bitributação, entre outros problemas causados.

“O Confaz quer acabar com o comércio eletrônico no Brasil”, afirma Mauricio Salvador, presidente da ABComm. “O impacto da EC87 nas lojas virtuais é tão agressivo que muitas delas estão imobilizadas e muitas outras irão fechar em breve”, complementa.

A associação, que estimou crescimento de 18% para o comércio eletrônico este ano, em relação a 2015, avalia que com a medida em vigor, esse percentual pode ser reduzido para cerca de 8%. Na última semana, entidades de classe como o Sebrae, a Câmara e-net e a própria ABComm, entre outras, decidiram que irão entrar com uma Ação de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender as novas regras de cobrança do imposto. A ABComm também está promovendo uma petição contra o Convênio 93/2015.

*Com assessoria da ABComm

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41568&sid=4 

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TCS Notícias 003/2016:Anatel divulga prazos para condicionantes da compra da GVT pela Telefônica

A anuência prévia para a compra da GVT pela Telefônica foi publicada nesta quinta-feira, 28/01, no Diário Oficial da União. A aquisição foi anunciada em setembro de 2014 e custou aos cofres da operadora espanhola o montante de R$ 22 bilhoes. A integração operacional e comercial da GVT com a Vivo/Telefônica também está em andamento.

Com o aval formal da Anatel, a agência inciia o cálculo da revisão tarifária obrigatória da Telefônica, após a aprovação da incorporação da GVT pela concessionária. A agência tem prazo de seis meses para estabelecer o percentual a ser repassado para o usuário, que pode ser por meio da redução da assinatura básica ou na diminuição do valor cobrado por minuto de ligação.

Segundo informações da Superintendência de Competição da Anatel, responsável pelo cálculo, a revisão tarifária é um processo difícil e pode demorar mais do que o tempo estipulado. A Anatel determinou ainda a devolução imediata de uma outorga de SCM pela GVT ou pela Telefônica – ambas têm abrangência nacional.

A Anatel concedeu ainda  18 meses para a GVT vender ou transferir para terceiros suas licenças de longa distância nacional, internacional e local de telefonia fixa que estão sobrepostas com as licenças da Telefônica.  O mesmo prazo será gasto para a GVT vender a sua outorga de  TV paga (SEaC). Se não conseguir, terá que renunciar às outorgas.

Também determina a indicação dos respectivos  processos judiciais, identificação  do bem  e informação de como ele é utilizado pela concessionária, comprovando-se a inexistência de bens reversíveis onerados judicialmente, mediante a apresentação  das respectivas  certidões negativas,  ou em  caso de  penhora desses  bens reversíveis à  sua revelia, apresentar  os devidos pedidos de substituição. Confira a decisão da Anatel publicada no Diário Oficial da União.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41584&sid=8

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TCS Notícias 002/2016: Big data e analytics vão movimentar R$ 3,2 bilhões no Brasil

 

Nas suas previsões para 2016, a IDC projeta que os mercados de big data e analytics vão movimentar US$ 811 milhões em 2016, ou com o dólar a R$ 4,00, R$ 3,2 bilhões. Esse montante, sugere a consultoria, será gerado muito pela necessidade das empresas de buscarem meios para enfrentarem, e mais do que isso, superarem as dificuldades impostas pelo momento econômcio.

Ainda de acordo com a consultoria, a proximidade entre as áreas de TI e de linhas de negócio tem levado a um melhor entendimento das necessidades das empresas, gerando bons resultados. O movimento tende a se intensificar neste ano, com uma expansão do uso e ampliação a novas áreas de negócios. 

No entanto, a escassez de profissionais com capacitação para esses projetos é uma dificuldade. A questão deve começar a se resolver em 2017, quando entrarão no mercado os alunos formados pelas primeiras turmas de instituições de ensino que iniciaram cursos específicos em 2013/2014. Por outro lado, muitos fabricantes têm “embarcado” Analytics em suas soluções, trazendo benefícios imediatos e pré-formatados para simplificar a adoção e utilização.

Segundo ainda a IDC, computação em nuvem vai continuar crescendo em 2016. A porta de entrada para este mundo ainda serão os serviços IaaS (Infrastructure as a Service ou “Infraestrutura como Serviço”) em nuvem pública, enquanto PaaS (plataforma como serviço) e SaaS (software como serviço) terão o foco em cargas de trabalho que serão consideradas “corriqueiras”  ou de uso geral. A expectativa é de um crescimento de 20% nos serviços de cloud público ao ano, até o final da década. 

As clouds privadas devem ganhar em organizações que optarem por investir internamente, buscando tecnologias que agilizem a disponibilidade do ambiente, e soluções convergentes continuarão despertando mais interesse entre os gestores de infraestrutura. Mas a segurança segue aparecendo como um fator motivador e, ao mesmo tempo, inibidor para a terceirização dos serviços de TI e/ou de migração para cloud. 

“O avanço de tecnologias da 3ª Plataforma, como cloud, mobilidade e IoT exige uma evolução do tema de segurança nas empresas. A participação do orçamento de segurança avançará ao menos 2 pontos percentuais no orçamento de TI e representa um desafio para os gestores”, afirma Luciano Ramos, coordenador de Pesquisa Software da IDC Brasil. Além disso, questões de governança entram na pauta de discussões dividindo a atenção com tópicos como acesso e conectividade.

*Com informações da IDC

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41587&sid=97#.VqtPhrIrLIU 

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TCs Notícias 001/2016: Aumento do ICMS transfere R$ 1,2 bilhão aos cofres dos governos estaduais

O aumento do ICMS nas 12 unidades da Federação – Rio de Janeiro e Rondônia elevaram a alíquota do tributo nos serviços de telecomunicações e se juntaram a Alagoas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins – transfere para os cofres dos governos estaduais o montante de R$ 1,2 bilhão, reitera comunicado distribuído à imprensa pelo Telebrasil, nesta quarta-feira,, 20/01.

De acordo com a entidade, o gasto médio do brasileiro com serviços de telefonia móvel é de R$ 17,50, mas só com tributos ele paga a mais R$ 7,53. De acordo com a última Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), do IBGE, quem ganha até R$ 830 por mês, tem um gasto mensal de R$ 5,84 com celular. Neste caso, R$ 2,51 são só para pagar os impostos. Rondônia já era a Unidade da Federação com maior carga tributária efetiva sobre os serviços de telefonia e dados, tinha um percentual de 63%, que passa agora a 68,5%.

A Telebrasil lembra que a carga tributária média no Brasil incidente sobre os serviços de telecomunicações é de 45%, considerada uma das maiores do mundo, e, a entidade lembra que quem paga integralmente esse imposto é o consumidor, seja ele pessoa física ou empresas. O percentual efetivo aplicado sobre os serviços varia de Estado para Estado – de 40,2% até 68,5% – em função das alíquotas por eles próprios fixados. Alíquotas essas que são aplicadas “por dentro”, isto é, aplicadas sobre o valor da receita bruta (com os próprios tributos incluídos fazendo com que tributos sejam aplicados sobre tributos). 

Na média nacional, numa conta mensal de R$ 14,50, o consumidor paga R$ 4,50 só de impostos, valor que é recolhido pelas empresas e repassado integralmente aos Estados. O menor percentual de carga tributária cobrada no Brasil, de 40,2%, é quase o dobro do segundo colocado no ranking mundial, a Argentina, com 26%, considerando 18 países que concentram 55% da população mundial.

Fonte : http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41536&sid=8

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TCS Notícas 081/2015: Wilson Sons moderniza data center com a Dell

 

A Wilson Sons – uma das maiores operadoras de serviços portuários, marítimos e logísticos do país – implementou um projeto de modernização do data center. A iniciativa, que envolveu consolidação de storage e servidores, teve como objetivo preparar a companhia para o crescimento das operações e novas demandas dos usuários internos. A Dell foi a prestadora de serviços contratada para implementar o novo ambiente de TI.

“Com o novo modelo consolidado, diminuímos os custos e o risco para o negócio, pois hoje ele tem segurança de que as operações não vão parar por conta da TI”, diz Marsílio Calado, gerente de Infraestrutura da Wilson Sons, acrescentando que o índice de indisponibilidade do ambiente após a implementação do novo ambiente é de, no máximo, 1%.

Outro ganho direto, segundo o executivo, foi na relevância da TI, que deixou de ser enxergada como uma fonte de custos pelo resto da companhia para ser encarada como uma área parceira e um pilar importante do negócio.

Animada com essa primeira fase de modernização do data center, a Wilson Sons já iniciou outro projeto com a Dell, com o intuito de desenhar a arquitetura de TI para suportar o negócio nos próximos cinco anos. “O desafio é como continuar servindo os clientes com qualidade”, pontua Calado. O montante investido na modernização do data center não foi revelado pelas partes.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41043&sid=97#.VoK1nfkrLIU

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TCS Notícias 080/2015: Crise abre espaço para a terceirização de infraestrutura de TI

 

“A crise vai passar e quem estiver preparado vai receber beneficio da expansão e da volta de crescimento do nosso País. Não adianta ficar olhando para crise e não fazer nada”, destacou Roberto Rio Branco, da Ascenty, durante VIII Seminário Telcomp, realizado no dia, 16/11, em São Paulo.

A Ascenty atua na provisão de serviços de redes metropolitanas de fibra ótica e serviços de  data center. Para Rio Branco, existe nas crises econômica e energética uma grande oportunidade de as empresas terceirizarem sua infraestrutura de tecnologia.

“Nos Estados Unidos, 60 % das empresas têm a infraestrutura de TI terceirizada. No Brasil, esse percentual fica abaixo de 10%. A crise energética pode ser oportunidade para este gap se estreitar”. Assistam a participação do diretor da Ascenty, Roberto Rio Branco.

Fonte :  http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41177&sid=8

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TCS Notícias 079/2015: Os ‘Ladrões’ da nuvem vão dar dor de cabeça às empresas

 

Os ataques bem sucedidos ao coração da nuvem – aplicações e dados corporativos – levarão as empresas a buscar soluções de controle de acesso e a rever seus processos com ajuda de ofertas de análise de segurança; outra frente de batalha será o tráfego criptografado SSL, que seguirá abrigando ameaças veladas; em 2016, uma das questões mais dramáticas será a falta de experts em segurança. As previsões são da Blue Coat, que fez um ranking dos temas mais relevantes – e que vão exigir atenção redobrada para quem usa a nuvem – em 2016.

A nuvem tem tesouros, mas também ladrões

Atualmente, as chaves do reino estão na nuvem. À medida que mais empresas armazenam seus dados estratégicos na nuvem (aplicações sobre clientes e funcionários, propriedade intelectual, etc.), os malfeitores encontrarão uma forma de obter acesso a eles. Para 2016, acreditamos que os hackers utilizarão o acesso aos serviços em nuvem como um dos principais vetores de ataque. Veremos, também, as táticas de engenharia social serem usadas para gerar simulações de telas de login da nuvem, algo essencial para ter acesso às aplicações missão crítica das empresas.  

Em busca de talentos: você tem um expert em segurança para emprestar?

O fato de as empresas e países não conseguirem formar profissionais talentosos será um grande problema nos próximos cinco anos. A previsão da CSO Magazine é que a demanda por experts em segurança da informação cresça 53% até 2018.  Por conta disso, as vagas de emprego não serão preenchidas e empresas MSSPs (Managed Security Services Providers, prestadores de serviços gerenciados de segurança) entrarão em cena. O custo desses serviços não será barato. Além disso, as empresas usuárias de TIC precisarão mudar a tendência atual e conseguir novos investimentos em head count para se tornarem atraentes aos melhores profissionais do mercado.

Ransomware segue em alta

O malware para dispositivos móveis, principalmente o ransomware, é muito lucrativo para os malfeitores e continuará a crescer em 2016.  Celulares e tablets são o novo alvo e já têm um aumento nas ocorrências de ransomware. Os criminosos atacaram a maioria dos alvos fáceis, e agora visam não só pessoas físicas, mas também empresas que não protegeram corretamente seus dados confidenciais (um ativo que vai de imagens até códigos-fonte e documentos originais). O Linux.Encoder, um ransomware recém-descoberto e que já comprometeu 2 mil sites, é mais um exemplo de como o ransomware continua a evoluir. 

IoT: sua intimidade e sua rotina ao alcance dos hackers 

A “Internet das Coisas” (Internet of Things, IoT) é uma área nova e inexplorada, aguardando que os hackers aprendam a dominá-la. Os ataques de hackers a PoS (point of sales, ponto de venda) nos últimos anos foram apenas o começo.  Hoje imperam no mercado dispositivos IoT que ficam sem supervisão e proteção, o que faz deles um paraíso para o controle e a manipulação remota.

A questão é que muitos dispositivos IoT não possuem muito espaço de memória ou funcionalidades de sistema operacional e, portanto, não conseguem atuar como os endpoint que o mercado já conhece. Será bastante fácil para a comunidade de hackers explorar as vulnerabilidades do IoT, expondo fatos da intimidade das pessoas ou gerando situações extremamente nefastas.

Atualmente, o ransomware não é focado em dispositivos da IoT (como refrigeradores e FitBits), pois eles simplesmente não armazenam os valiosos dados que os hackers buscam. Mas, conforme a IoT for se disseminando no mercado, começaremos, já em 2016, a ver os impactos de ataques avançados.

Tráfego criptografado/SSL: ameaças ocultas em pleno dia 

Conforme serviços como o Office 365, Google Drive, Dropbox e Box se popularizarem ainda mais, os hackers continuarão aproveitando esse tipo de serviço. E eles são ideais para hackers: a configuração é gratuita, oferecem SSL gratuito e, normalmente, não são bloqueados. O tráfego criptografado continuará criando pontos cegos para os controles de segurança. Isso é fruto da ação dos ativistas da privacidade, que tentam criptografar toda a Web. Com os inimigos escondidos em plena luz do dia, atuando e se comunicando em tráfegos e canais criptografados, haverá um grande interesse em redes criptografadas.

Violações por todas as brechas  

Parece que todo ano é considerado o “Ano das violações” e, a cada ano que passa, mais empresas (e empresas maiores) são vítimas de ataques. Atualmente, as violações são algo corriqueiro, e as pessoas estão ficando acostumadas com elas. A verdade é que muitos se sentem indefesos contra essas ameaças. Diante desta situação muitas empresas vão investir mais em soluções pós-ataque e com capacidade de analisar a segurança e a vulnerabilidade de uma companhia. Outro tipo de solução que será mais utilizada é o seguro contra violações. 

Pessoas do mundo todo querem entrar para o crime virtual

Começamos a ver uma expansão no nível de sofisticação dos ataques promovidos por nações. Algumas (como a Nigéria) passaram a disputar este mercado, apresentando ataques avançados. Por outro lado, a China e a Coréia do Norte fizeram pouco para evoluir seus ataques nos últimos cinco anos. Ainda assim, são bem-sucedidos, em parte por conta da persistência desses ataques. A Rússia evoluiu bastante nos últimos anos em termos de atividade e sofisticação, pois o país está menos preocupado em ser discreto. Os hackers russos estão mais eficazes do que nunca nas invasões. Prevemos que os conflitos pelo mundo trarão consigo ataques relacionados a hardware. 

Nenhum porto em meio à tempestade

A aprovação da Regulamentação geral sobre a proteção de dados na União Europeia, que traz severas punições para quem não for compliant, forçará as empresas a, em 2016, realizar um inventário detalhado sobre como lidam com as informações pessoais de seus clientes e cidadãos. Essa decisão vem a reboque do acordo Safe Harbor (porto seguro) também da União Européia. Essas novas regulamentações deverão ter um impacto importante em relação a investimentos e arquiteturas de segurança feitos por empresas que buscam seguir essas normas.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41380&sid=97#.VoK0MfkrLIU

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TCS Notícias 078/2015: Empresas de software ainda patinam para entender o SaaS

Um estudo divulgado pela ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software -mostra que as empresas brasileiras ainda confundem o real sentido do termo Software como Serviço.“A primeira constatação que tivemos com a pesquisa foi sobre o equívoco existente no mercado em relação ao conceito: ‘empresa SaaS’. Muitos acreditam que somente ter uma oferta na nuvem caracteriza uma empresa como sendo SaaS, quando para isso, de acordo com o IDC 2010 Software Taxonomy, a empresa precisa ter o seu negócio como um todo voltado para este modelo, além de ter uma aplicação”, explica Lauro de Lauro, coordenador do Comitê SaaS da ABES. 

O estudo levou em consideração, em seu questionário com 44 perguntas, a proposta de valor aplicada pela empresa; seu modelo de negócios; investimento em Marketing e Vendas e a gestão da companhia. Segundo o levantamento da ABES, uma empresa puramente SaaS requer as seguintes macro características: não requerer instalação específica para cada cliente; as customizações são padronizadas e adaptáveis a todos os clientes; arquitetura do software é orientada a serviços, implantação e operação criada para a máxima eficiência; a contratação do serviço não envolver questões de licenciamento; a entrega do software ser feita, necessariamente, por meio de um navegador ou apps mobile; foco na experiência do usuário, alta escalabilidade e preços agressivos.

Com isso, a pesquisa permitiu identificar e caracterizar dois grupos distintos de empresas: orientadas ao mercado empresarial – Empresarial ASP e Empresarial SaaS; e orientadas ao mercado de consumo – ASP e Pura SaaS. Entende-se por ASP as empresas de provisionamento de aplicações como serviço (ASP – ApplicationService Provisioning), que tecnicamente é diferente de SaaS. Do total das 136 empresas de software que responderam à pesquisa – 3,7% de todas as empresas de software identificadas no estudo Mercado Brasileiro de Software e Serviços ABES 2015 – somente 7% se enquadraram como puramente SaaS. A maioria, 56%, foi classificada como ASP. Outras 11,76% afirmaram que não estão prevendo uma oferta SaaS. 

O estudo mostra ainda que 74,3% das empresas pesquisadas afirmaram ter um produto comercializado por meio da internet. Dessas, 79,8% existem há mais de 12 meses; 37,3% têm faturamento inferior a 10%, contra 31,3% acima de 70%. Das empresas “Pura SaaS”, 83,3% tem faturamento superior a 70% com o SaaS. Entre os motivos que levaram uma empresa a criar um produto SaaS, 42,4% afirmaram que a decisão partiu da evolução natural dos produtos existentes e 22,2% devido à identificação de uma oportunidade.

Nas entrevistas qualitativas, ficou claro que o SaaS é um benefício para as empresas que desejam aceleram suas atividades, reduzir custos e focar os esforços da TI no negócio. Também foi identificado que a jornada das empresas de software para o SaaS é fundamental para a sobrevivência do negócio no futuro e que existe uma preocupação em adotar o modelo. 

“Com esse primeiro passo para a compreensão do mercado e a geração de conhecimento, conseguiremos ajudar diversos atores do mercado de software nacional para que possam elaborar políticas e programas de incentivo ao setor e apoiar as empresas no direcionamento de suas estratégias”, afirma Lauro.

Respondida por 136 empresas de software localizadas no Brasil, a pesquisa foi preparada pelo Comitê SaaS da ABES, criado neste ano com o objetivo de identificar as melhores práticas, fomentar a inovação e orientar as empresas interessadas em migrar suas soluções para o formato de venda como serviço. Para realizar o download da pesquisa, basta acessar o link:  http://www.abessoftware.com.br/pesquisa-saas

Fonte : http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41425&sid=97#.VoKyUvkrLIU

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