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TCS Notícias 038/2014: TCS promove a 1 º reunião comercial através de VideoConfêrencia

 

A TCS tem o orgulho de poder compartilhar que ondem dia 05/06/2014 realizou a primeira reunião corporativa através de Vídeo Conferência. Com intuito de atender um grande cliente de Florianópolis apresentamos nosso projeto de Telecomunicações através de uma solução altamente profissional e corporativa da Vidyo. A Reunião foi feita através de 2 salas de reunião , uma em São Paulo e outra em Florianópolis, e um dispositivo móvel que foi um tablet. A reunião tiveram 6 participantes e todos os 6 tiveram uma ótimo percepção da solução, além de ótima qualidade , nitidez de voz , pudemos apresentar o projeto e tirar as duvidas em tempo real. A solução da Vidyo tem um conceito que valoriza a mobilidade. Sua ferramente permite convites que pessoas do mundo inteiro participem das salas de conferencia de qualquer Smartphone ou Tablet com acesso à Internet. 

Muitos pensam que o Skype pode ser uma ferramente corporativa para vídeo conferencia e com certeza o é, porém há grandes limitações técnicas frente as demandas que uma empresa de médio e grande porte exige.  O Skype na nossa concepção é um excelente softphone de cunho pessoal e individual.  

 

1- Simples de usar

Você usa o serviço Video Cloud a partir de seu próprio dispositivo, Descktop, Notebook, Tablet ou Smartphone. Por isso, é simples de usar, afinal você já conhece o seu computador. Nada de controles remotos enormes e complicados. Faça reuniões de videoconferência naturalmente, mesmo com um convidado externo. 

2- Profissional

Graças a exclusiva tecnologia Vidyo, o serviço Video Cloud oferece a melhor qualidade possível para o seu dispositivo. Com suporte de vídeo HD e áudio cristalino, as suas reuniões vão ser mais produtivas. Compartilhe documentos, grave reuniões importantes, distribua vídeos pré-gravados para seus clientes e fornecedores.

3- Seguro 

Suas chamadas são criptografas com algorítimo de 128 bits AES para garantia de sua segurança. Os acessos são controlados por senhas e convidados só podem participar com a sua autorização.

4- Natural

Não há nada mais natural que conversar face a face e nada mais produtivo também. Não se preocupe mais em reservar sala de reunião e depois ter que desocupá-la na hora marcada. 

Segue a Topologia da Solução 

Fonte: http://www.e-nube.com.br/#!video-cloud/c21aa

Canal  Youtube da Vidyo :  http://www.youtube.com/user/VidyoInc

Site: http://www.vidyo.com/

 

Caso queiram conhecer a solução entrem em contato conosco 011 2391-0383 / 011 4119-8570 que teremos a honra de demonstrá-la a qualquer cliente que precisar.

 

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TCS Notícias 037/2014: Lei das Antenas passa na Câmara, mas principal medida foi anulada

 

Aprovado pelo Senado ainda em 2012, passou nesta quarta-feira, 7/5, na Câmara do Deputados, o projeto de Lei das Antenas – a proposta que fixa prazo máximo de 60 dias para a emissão das licenças para a instalação de infraestrutura de telecomunicações.

“Nossa vontade era votar ainda no ano passado, mas a cautela recomendou esperar que maturássemos bastante esse projeto”, disse o relator, deputado Edson Santos (PT-RJ), ao mencionar que até a véspera ainda era procurado por interessados em alterações no texto.

“Mesmo levando em conta a urgência dessa matéria, esta Casa teve a preocupação de dialogar com vários setores impactados, telecomunicações, operadoras de vias concedidas pelo Estado, construção civil, e chegamos a esse relatório que foi também bastante mediado com a Casa Civil”, emendou.

Tanta mediação, no entanto, resultou em uma mudança que pode muito bem tornar a Lei das Antenas inócua. É que apesar de o texto prever o prazo de 60 dias para a emissão das licenças para instalação de infraestrutura de telecom, não existe nenhuma previsão sobre o caso do prazo ser ultrapassado.

Assim, o princípio básico foi mantido no artigo 7ºdo projeto, que reproduz quase na íntegra o texto original do Senado, criado justamente para endereçar queixas das operadoras móveis de que, a depender do município, o licenciamento pode levar mais de um ano para ser emitido.

Diz esse artigo que “as licenças necessárias para a instalação de infraestrutura de suporte em área urbana serão expedidas mediante procedimento simplificado”, e esclarece no parágrafo seguinte que “o prazo para emissão de qualquer licença referida no caput será de 60 dias”.

Também é previsto que haverá um único requerimento apresentado ao poder público e que os 60 dias serão contados de forma comum, independentemente do número de órgãos envolvidos no licenciamento. A exceção é para casos de audiências públicas – mas que não podem implicar em atraso maior que 15 dias.

Mas o texto final ficou sem o parágrafo onde era previsto que decorridos os 60 dias sem decisão do órgão competente, ficam as prestadoras autorizadas proceder com a instalação. “A crítica que faço é que se passar dos 60 dias não acontece nada”, resumiu o deputado Edinho Bez (PMDB-SC), durante a votação.

Como o PL 5013/2013 passou em caráter terminativo, ele deve retornar diretamente ao Senado – a única exceção é se for apresentado recurso para levá-lo ao Plenário da Câmara, o que exige 52 assinaturas. No fundo, o que as teles já esperavam era exatamente a aprovação e a volta ao Senado onde, torcem, será recuperado o texto inicial, aquele aprovado em 2012.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36674&sid=8#.U3DPffldWIU

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TCS Notícias 036/2014: Fibra óptica responde por apenas 3,22% dos acessos banda larga

 

Na banda larga fixa, as tecnologias de acesso mais utilizadas são o XDSL e o cabo, que respondem, respectivamente, por 57,87% e 30,15% dos assinantes. A fibra óptica cresceu no primeiro trimestre de forma bem lenta e registra apenas 734.509 mil acessos ativos, segundo dados da Anatel. Nos três primeiros meses do ano, a evolução da disponibilização da fibra óptica para o acesso à Internet foi gradativa – 3,13%, em janeiro, 3,20%, em fevereiro, e 3,22%, no mês de março.

Segundo os dados divulgados pela Anatel, o Brasil fechou março com 22,79 milhões de assinantes de banda larga fixa1. No terceiro mês do ano, o Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) estave presente em 34,95% dos domicílios.

A Telmex (com as operações Claro, Embratel e Net) lidera o mercado fechando o mês de março com 6,82 milhões de assinantes (29,94%); a Oi fica na segunda posição com 6,56 milhões de assinantes (28,79%); a Telefônica/Vivo somou 4,33 milhões de lares (19,01%); e a Vivendi (GVT), atingindo 2,65 milhões de assinantes (11,62%).

A região Sudeste é a maior ‘consumidora’ da banda larga fixa com 48,79% dos lares com acessos ativos, ou 13,81 milhões. A região Sul vem seguida como Na sequência 39,5%, ou 3,95 milhões. A região Centro-Oeste aparece com 34,91% dos lares conectados, ou 1,76 milhão. E para confirmar a desigualdade digital, a região Nordeste, conta com apenas 15,44%, ou 2,62 milhões e a Norte, com 13,59%, ou 647,33 mil.

No mercado corporativo, o ATM e o Frame Relay ainda respiram, mas estão sendo descontinuados. Em março, o ATM ainda registrava 311.289 mil acessos ativos, ou 1,37%  do segmento. O Frame Relay conta com 25.800 mil acessos ativos, ou 0,11%.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36678&sid=14#.U3DOzvldWIU

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TCS Notícias 035/2014: Copa 2014: Anatel aprova regulamento sobre uso temporário de radiofrequências

 

O novo regulamento sobre autorização de uso temporário de radiofrequências para atender, principalmente, as empresas que farão cobertura da Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016, assim como para os serviços de acompanhamento às delegações, que farão parte desses grandes eventos, foi aprovado pelo Conselho Diretor da Anatel, nesta quinta-feira, 08/05. 

O prazo de validade para essas autorizações será de  60 dias, apesar das reivindicações de que fosse estendida para 120 dias, em função das transmissões referentes à Copa. O relator, conselheiro Marcelo Bechara, ponderou na reunião que o prazo estabelecido não se aplica para a Copa e as Olimpíadas, que poderão ter uma validade maior, já que são eventos que certamente não vão voltar a acontecer no Brasil nos próximos anos.

O regulamento permite também a operação temporária de estações terrenas de satélites cujo direito de exploração não foi concedido pela Anatel, por meio do  pagamento do PPDUR, o preço público pelo direito de uso de radiofrequência. 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36690&sid=8#.U3DOHvldWIU 

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TCS Notícias 034/2014: Ibiporã, no PR, investe R$ 3 milhões para se tornar cidade digital

 

Em Ibiporã, município da Região Metropolitana de Londrina (PR) com cerca de 51 mil habitantes e 298 quilômetros quadrados, desde 2009, a prefeitura atua para modernizar os serviços públicos e promover a inclusão digital da população. Por meio do Ibiporã Cidade Digital, o governo adota as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) para melhorar rotinas em áreas como Saúde, informatizar a Educação e promover o acesso dos cidadãos à internet banda larga.

“Atualmente temos uma rede e um data center que atendem à demanda da prefeitura, provendo a disponibilidade de serviços necessária e a segurança da informação. Temos ainda lousas eletrônicas em todas as escolas municipais, unidade de saúde informatizada e aproximadamente 80% da área urbana do município coberta pelo sinal de internet gratuita, além de cinco telecentros em operação e disponíveis para a comunidade”, enumera Junior Aliano, secretário de Tecnologia da Informação.

Para proporcionar o acesso da população à banda larga, a Prefeitura de Ibiporã fez investimentos para ampliar a infraestrutura da rede que atende a administração municipal. A infovia baseia-se em tecnologia de radiofrequência e conta com link de 50 Mbps. “Conseguimos um bom desempenho. A administração municipal funciona das 8h às 17h e o horário de pico de consumo da internet em nossa rede se inicia às 17h”, comenta. 

Os cidadãos beneficiados pelo projeto, iniciado em dezembro de 2011, contam com conexão de cerca de 1 Mbps. Para tanto, precisam adquirir antena receptora, que, no mercado local, custa entre R$ 100 e R$ 200. Aliano afirma que, aos munícipes que querem contar internet banda larga, não é feita qualquer exigência vinculada a pagamentos de taxas ou tributos. “Como nosso foco é a inclusão digital, basta que sejam maiores de 18 anos e apresentem documentos pessoais e comprovante de residência em Ibiporã”, diz.

O secretário avalia que a inclusão digital favorece o acesso dos ibiporaenses ao conhecimento e a serviços públicos. “O cidadão pode consultar o portal da transparência, segunda via do IPTU e editais de licitação e concursos públicos. Ele pode acessar os diversos serviços sem que seja necessário ir até a sede da prefeitura, desafogando o atendimento”, observa.

Investimentos e planos

A estimativa é que os diversos projetos relacionados ao Ibiporã Cidade Digital demandaram cerca de R$ 3 milhões. E a expectativa é que esse investimento seja ampliado. Este ano a prefeitura planeja construir um anel de fibra óptica ligando todas as secretarias municipais e principais pontos de atendimento do governo à sede.

“Além de interligar os prédios públicos, vamos ampliar a disponibilidade de sinal de internet gratuita com mais dois pontos de acesso”, afirma o secretário. Ele acrescenta que projetos para digitalização de documentos, implantação de novo data center, instalação de um sistema de monitoramento patrimonial dos prédios públicos e ampliação do uso de prontuário eletrônico na rede de saúde municipal também estão previstos para 2014. 

“Para este ano, apenas o projeto da rede de fibra óptica deve representar um investimento de aproximadamente R$ 500 mil, em recursos do Ministério das Comunicações, enquanto, ao menos, mais R$ 350 mil da prefeitura serão destinados aos demais projetos”, informa Aliano.

O secretário comenta que os objetivos para o Ibiporã Cidade Digital vêm sendo alcançados. “Isso vale tanto para a inclusão digital e o uso da rede de internet gratuita, quanto para a utilização de recursos computacionais por parte da administração municipal. Conseguimos garantir a disponibilidade de serviços com qualidade, realizando apenas paradas programadas para atualização ou manutenção dos serviços”, afirma. “Esperamos que as TICs colaborem cada vez mais para o desenvolvimento de nossa comunidade”, completa.

Fonte : http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36629&sid=14#.U2eUnPldVWg

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TCS Noticias 033/2014: Brasil chega a 145,6 milhões de acessos banda larga no 1º tri

 

O Brasil fechou o primeiro trimestre com 145,6 milhões de acessos em banda larga, o que representou um crescimento de 51% frente ao mesmo período do ano passado. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), nos últimos doze meses, 49,2 milhões de novos acessos foram ativados, num ritmo de ativação de 1,6 nova conexão por segundo.

A banda larga móvel, pelas redes de 3G e 4G, liderou a expansão dos acessos à internet, chegando em março a 123,1 milhões de conexões, com 63% de crescimento em relação a março de 2013. Na banda larga móvel, 107,5 milhões são de conexões de celulares, incluindo os smartphones, e 15,6 milhões são terminais de dados, entre eles modems de acesso à internet e chips de conexão máquina-máquina (M2M). 

Na banda larga fixa, os acessos somaram 22,5 milhões em março. Desse total, 1,6 milhão de conexões foram ativadas nos últimos doze meses, com crescimento de 7,4% no período. A quantidade de acessos em banda larga fixa significa que 39% dos domicílios brasileiros urbanos têm internet de alta velocidade. 

A expansão também se deu na cobertura das redes de banda larga móvel, ativada em 315 novos municípios nos últimos doze meses. Ao todo, as redes de terceira geração estão instaladas em 3.648  municípios, onde moram 91% dos brasileiros. De acordo com a Telebrasil, o 4G já conta com 2 milhões de acessos. O 4G, ainda conforme a entidade, chega a 99 cidades, que concentram 36% da população brasileira, superando em muito a meta de cobertura das 12 cidades-sede da Copa do Mundo.

Segundo levantamento do Fórum Econômico Mundial, o uso da banda larga móvel no Brasil também tem ampliado significativamente. Nos últimos dois anos, o percentual de acessos aos serviços de banda larga móvel em relação à população subiu de 6,3% para 33,7%. O estudo The Global Information Tecnology Report revelou também que o preço da banda larga fixa no Brasil é de US$ 15,77, o que coloca o País, no 14º entre os mais baratos, de um total de 148 países.

Fonte : http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36630&sid=4#.U2eT7PldVWh

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TCS Notícias 032/2014: Sete empresas disputam posições de satélite no Brasil

A exemplo da licitação realizada em 2011, sete empresas se habilitaram e apresentaram lances para a oferta de quatro posições orbitais realizada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). As propostas serão abertas em uma semana, em 6/5.

Estão na disputa a Star One, da Embratel,  e a Hispamar – parceria da Oi com a Hispasat, além da francesa Eutelsat e a SES DTH (Sociedade Europeia de Satélites, com sede em Luxemburgo).

Essas quatro empresas participaram do leilão de 2011 – sendo que a Star One e a Eutelsat ficaram com três das quatro posições satelitais em disputa naquela ocasião – a francesa depois de recurso contra o resultado e posterior desistência da HNS Americas.

Além delas, outras três empresas apresentaram a documentação necessária à Anatel nesta terça-feira, 29/4: a britânica Inmarsat, a Telesat Brasil, braço local da companhia canadense, e a Star Satellite Communications, ligada à agência de desenvolvimento de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

Este novo leilão tem os mesmos moldes daquele realizado em 2011, igualmente de quatro posições orbitais – ou ainda, foram oferecidas 12 posições, mas apenas quatro poderiam ser escolhidas. Desta vez, serão quatro dentre 16 opções.

Também semelhante àquela disputa, cada participante poderá ficar com até duas posições orbitais. As licenças e radiofrequências associadas têm 15 anos de duração, prorrogáveis por igual período. Os satélites poderão operar nas bandas C e Ku, e Ka.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36612&sid=8#.U2eS9_ldVWh

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TCS Notícias 031/2014: Anatel reduz restrições ao MVNO e obriga divulgação de ofertas na Internet

 

A Anatel vai abrir uma consulta pública, por 30 dias, para fazer algumas mudanças no regulamento do serviço móvel virtual, também conhecido pelo jargão em inglês MVNO. Será retirada a restrição a que “credenciados” sejam controlados ou controladores de outros na mesma área.

É uma demanda da Associação dos Revendedores de Serviços de Telecomunicações, que questionou a agência sobre alguns pontos da regulamentação sobre as redes virtuais que, segundo as empresas, passaram a ter impacto sobre os negócios.

A entidade queria, por exemplo, direito a parcelamento das taxas de fiscalização, além de um desconto de 70% nas taxas de instalação e funcionamento – componentes dessa mesma TFI, “quando o chip não utilizar o recurso escasso da numeração”. A Anatel topou o primeiro pedido, mas negou o segundo.

O principal pleito, porém, diz respeito ao que esta previsto no artigo 54 do regulamento de MVNO aprovado em 2010, que proíbe que credenciado ou autorizada de rede virtual seja controlador, controlado ou coligado de outros credenciados ou autorizadas virtuais na mesma área geográfica de sua atuação.

Quando a proposta de MVNO foi discutida pelo Conselho Diretor da Anatel, a exclusão dessa proibição chegou a ser cogitada para os “credenciados”– especialmente porque o texto original deixava empresas públicas fora dessa vedação. A exceção às estatais caiu, mas acabou permanecendo a proibição geral.

O que a Anatel propõe, agora, é retomar aquela questão permitindo que os “credenciados” de MVNO não estejam também proibidos da regra sobre controlador, controlado ou coligado. As autorizadas continua enquadradas nesse caso.

Outra alteração no regulamento do serviço móvel virtual é a inclusão de que as empresas divulguem em suas páginas na Internet ofertas de referencia e comercialização de produtos no atacado. Não haverá, porém, obrigação de incluí-las no Sistema de Negociações de Ofertas de Atacado.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36576&sid=8#.U2eSXfldVWg

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TCS Notícias 030/2014: Senado aprova Marco Civil da Internet

 

O Senado aprovou na noite desta terça-feira (22) o Marco Civil da Internet, que segue agora para sanção presidencial. A votação se deu 28 dias após aprovação na Câmara dos Deputados, onde a proposta do relator Alessandro Molon (PT-RJ) foi debatida por quase três anos e chegou a trancar a pauta por cinco meses.

Após pressão do governo, a aprovação no Senado foi feita a tempo de transformar o texto em lei antes do evento NetMundial, que será realizado em São Paulo a partir de quarta (23). A abertura do encontro internacional será feita pela presidente Dilma Rousseff, que deve levar o Marco Civil ao evento como “marca” de sua gestão no setor.

A pressa da votação do texto, que tramitava em caráter de urgência, gerou diversas críticas por parte dos senadores. Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Alvaro Dias (PSDB-PR) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) estavam entre os opositores da votação nesta terça, pedindo mais tempo para análise e possíveis alterações na proposta. Ferreira  lembrou que a oposição poderia impedir a votação obstruindo-a ou apresentando emendas de plenário, mas que não faria isso. Ele apenas lamentou a posição da presidente Dilma e o “afã dos senadores em querer agradá-la”. 

Joel Rodrigues/Folhapress

                                                                 

Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) conversa com o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), relator do Marco Civil

O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-BA), desistiu de uma mudança que faria na redação. Ela forçaria a volta do projeto à Câmara dos Deputados e impediria a aprovação do Marco Civil a tempo do evento NetMundial.

A emenda de Braga sugeria alteração no artigo 10, que trata do acesso de autoridades a dados pessoais dos internautas.

O objetivo era deixar a redação do artigo mais clara com a troca do termo “autoridades administrativas”, considerado vago, por “delegado de polícia e o Ministério Público”. Porém, o senador afirmou que aceitaria a edição desse trecho por meio de medida provisória.

Aprovações em comissões
Na manhã desta terça, a CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) e a CCT (Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática) do Senado fizeram uma “aprovação relâmpago” do projeto – na CCT, o processo levou menos de dois minutos.

O projeto também tramitava na CMA (Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle), que cancelou a reunião para analisar o texto.

O relator na CCJ, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), rejeitou 40 das 43 emendas apresentadas– os trechos alterados tratavam de mudanças de texto, mas não de conteúdo. Duas foram acatadas na forma de emendas de redação. Outra foi retirada a pedido do autor.

                                                  

Entenda o Marco Civil
O projeto equivale a uma “Constituição”, com os direitos e deveres dos internautas e empresas ligadas à web. No ano passado, depois das denúncias sobre espionagem nos EUA, o governo federal enviou pedido à Câmara para que tramitasse em regime urgência constitucional (sem definição, chegou a trancar a pauta por cinco meses).

O texto foi aprovado na Câmara dos Deputados no dia 25 de março, depois de a votação ser adiada por pelo menos dois anos – o principal motivo eram pontos considerados polêmicos. A questão mais controversa é a chamada neutralidade da rede, que propõe tratamento igual de todo tipo de conteúdo, sem distinção por conteúdo, origem e destino.

De um lado nessa batalha ficaram as empresas de telecomunicações, que reivindicam o direito de vender pacotes fechados de internet (como planos para celular que limitam acesso a redes sociais e sites pré-determinados). Durante os embates, o líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha (RJ), chegou a dizer que este princípio poderia encarecer o acesso dos brasileiros à internet.

De outro, estavam os provedores de internet (como UOL, Terra, IG e Globo): eles defendiam que esses planos com conteúdo pré-definido limitam a liberdade do usuário e impedem que novas empresas de conteúdo digital ganhem espaço no mercado.

Por padrão, alguns dados têm prioridade no tráfego: é o caso dos pacotes VoIP (voz sobre IP), que precisam chegar rapidamente em sequência para que a ligação faça sentido. Já no caso de um e-mail, um pequeno atraso não teria impacto tão negativo. Mas a neutralidade quer impedir interferências que limitem a oferta de conteúdo.

Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/04/22/senado-aprova-marco-civil-da-internet.htm

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TCS Notícias 029/2014: Operadoras investiram R$ 26,5 bilhões no Brasil

 

As prestadoras de serviços de telecomunicações bateram em 2013, pelo segundo ano consecutivo, recorde de investimentos, que somaram R$ 26,5 bilhões, aplicados especialmente em expansão de redes, ampliação de cobertura e melhoria da qualidade dos serviços, revela a Telebrasil.

Nos últimos 15 anos, informa ainda a entidade que representa as operadoras fixas e móveis, as prestadoras privadas já investiram mais de R$ 300 bilhões, incluindo o pagamento de outorgas, o que em valores atualizados representa aproximadamente meio trilhão de reais. 

Os investimentos feitos pelo setor de telecomunicações em 2013 dariam para construir 530 mil casas populares. Ainda segundo a Telebrasil, de janeiro a dezembro de 2013, o setor de telecomunicações teve uma receita operacional bruta de R$ 227 bilhões. Essa receita bruta inclui mais de R$ 60 bilhões em impostos e taxas, que são repassados aos governos.

As despesas para operar e manter a rede de telecomunicações consome mais de R$ 120 bilhões, em gastos com folha de pagamento, materiais, energia elétrica e serviços de manutenção e de aluguel de infraestrutura.

Todo o investimento permitiu ao longo dos anos um crescimento vertiginoso do número de usuários, que chegou a um total de 357 milhões, considerando os serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura. Os dados sobre o setor podem ser acessados no site da Telebrasil – www.telebrasil.org.br.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36471&sid=8#.U03XV_ldVWg 

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