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TCS Notícias 005/2015: Intelig entra para o cemitério das marcas

Campanha para escolha do nome da empresa: Deborah Secco tinha o nome Intelig, Letícia Spiller representava o nome Unicom e Adriane Galisteu defendia o nome Dialog

Campanha para escolha do nome da empresa: Deborah Secco tinha o nome Intelig, Letícia Spiller representava o nome Unicom e Adriane Galisteu defendia o nome Dialog 

No início do ano 2000 entrava em operação uma empresa que pretendia revolucionar as telecomunicações do Brasil. Antes do grande “début” ela usava o nome provisório de Bonari e vivia apenas nos noticiários dos jornais de negócios. A empresa era resultado da associação da norte-americana Sprint , da francesa France Telecom (cuja marca comercial é Orange) e da britânica Nacional Grid . Elas formaram um consórcio e venceram a concorrência para instalação da empresa-espelho da Embratel no país.

Em 1999, numa mega campanha publicitária, a Bonari convidou o povo brasileiro para escolher o seu nome comercial. Ela se apresentava como algo novo no mundo das telecomunicações, como uma empresa voltada para o cliente – e para provar isso até o seu próprio nome seria escolhido pelos futuros usuários. Era algo tão inovador que Phillip Kotler, em suas palestras, citava o caso como um dos mais inovadores que conhecia. Vale lembrar que esta era uma época da intensa privatização no segmento de telecomunicações. A Telesp foi comprada pela Telefonica, a Telerj pela Telemar (que depois virou Oi) e a Embratel foi adquirida pela MCI, só para citar alguns exemplos.

A campanha começou em 15 de agosto de 1999, divulgava o seu código 23 e tinha três super atrizes como garotas-propaganda, cada uma defendendo um dos nomes propostos pela empresa para serem votados, em ligações gratuitas, pelos seus futuros potenciais clientes. Adriane Galisteu defendia o nome Dialog, Letícia Spiller representava o nome Unicom e Deborah Secco tinha o nome Intelig. Na época a época divulgava que seu objetivo era obter de 20 % a 30 % do mercado  no prazo de “alguns anos”.

A campanha na TV durou três semanas, custou RS 40 milhões e 900 mil pessoas telefonaram citando o nome de sua preferência. A vencedora foi Deborah Secco, oooops, Intelig. O placar geral do concurso não foi divulgado, talvez para não ferir os sentimentos das três mulheres famosas e vaidosas, mas um fato pode ter feito toda diferença. Naquela mesma semana do lançamento da campanha chegava às bancas a edição histórica de aniversário da Playboy com a Deborah Secco na capa. Esta se tornou a edição de maior tiragem e vendas até então. A Deborah Secco vencia nas bancas e na TV.

A Intelig surgiu com a promessa de ser uma companhia diferente e totalmente voltada para o cliente. Sua organização foi montada por talentos capturados de outras grandes empresas. Eu tive o privilégio de trabalhar na Intelig em seus dois primeiros anos de vida, liderando a área de marketing e sonhando junto com colegas de trabalho simplesmente formidáveis. Era uma equipe de craques, inspirados, enlouquecidos para fazer o sonho se tornar realidade e, acima de tudo, criativos e competitivos. O sonho começou a ruir logo no primeiro ano por vários motivos, entre eles uma indecisão absoluta entre priorizar o mercado corporativo e o mercado de massa, pelas severas dificuldades no lançamento e na entrega dos primeiros produtos e serviços, e por fim, pelo sério problema de alinhamento (diria até entendimento) entre os sócios, que viviam sérias dificuldades em seus países de origem, como era o caso da France Telecom – que amortizou prejuízos anuais em sua operação na França naquela epoca , chegando à ordem de bilhões de euros.

Nos dois primeiros anos de operação a Intelig teve grande destaque na mídia. Foi um dos maiores anunciantes do País em 2000 e 2001. Seus anúncios criativos e combativos impressionavam. No ano 2000, junto com toda equipe, eu tive o privilégio de receber o prêmio Caboré em nome da Intelig como o Anunciante do Ano.

Pouco tempo depois a sociedade não sustentou mais o sonho da Intelig e os sócios decidiram vender a empresa. O processo de venda foi lento . Em 2009, a TIM adquiriu a empresa, porém optou por preservar a marca e manter a operação separada. E assim seguiu nos anos seguintes. Dias atrás eu li no Valor que a TIM vai abolir a marca Intelig . Até então, estava sob a Intelig todo o portfólio de atendimento aos clientes empresariais de grande porte, que passa a ser incorporado à marca TIM.

A falecida continuará a existir apenas como pessoa jurídica. Seu código 23 de seleção de prestadora para chamadas de longa distância já havia sido devolvido à Anatel em 2012, quando passou a adotar o 41 da TIM. Depois a marca passou a ser divulgada como TIM/Intelig. Portanto, a desativação da marca não deve ser encarada como uma novidade. Enfim, o destino da Intelig segue o destino de outras marcas que fizeram história como Varig, Kolynos, Banco Nacional, Vasp, Arapuã, Yopa e Manchete. São marcas que trazem boas lembranças, mas não existem mais.

Para ficar na memória, compartilho um dos filmes que mais gostei da história da Intelig. Um filme de inspiração e que até hoje me emociona pois traduz muito bem qual era a proposta e o espírito da marca em seus primeiros anos de vida.  

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Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2014/04/22/Intelig-entra-para-o-cemiterio-das-marcas.html

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TCS Notícias 004/2015: Uso dos postes: Regra conjunta Anatel e Aneel entra em vigor no dia 30 de março

      A Anatel informa que as regras definidas em comum acordo entre a agência e o órgão regulador do setor elétrico, que entre outras coisas estabelece o preço de referência para conflitos em R$ 3,19, para o compartilhamento de postes entre distribuidoras de energia elétrica e prestadoras de serviços de telecomunicações a ser utilizado nos processos de resolução de conflitos e regras para uso e ocupação dos pontos de fixação, entram em vigor no dia 30 de março de 2015. A Resolução Conjunta nº 4 foi publicada no Diário Oficial da União no dia 30 de dezembro.

Após um ano e meio de negociação e de muitas idas e vindas, a norma definiu três pontos principais:

Estabelecimento do valor de R$ 3,19 como preço de referência razoável para o Ponto de Fixação;
Pagamento, pela prestadora de serviços de telecomunicações, de valor correspondente a um Ponto de Fixação por poste; e
Limitação do número de pontos de fixação ocupados para apenas um somente quando ocorrer solicitação de compartilhamento, de modo a permitir o acesso de novos players.

O compartilhamento de postes – infraestrutura considerada essencial para a oferta de Internet e TV pagas – é motivo de debate há anos. Algumas empresas – em especial os provedores Internet – chegam a pagar R$ 19 para pendurar seus cabos nos postes que passam bem diante dos clientes. Já os maiores compradores, no caso as operadoras de Telecom, pagam bem menos, cerca de R$ 0,40 ou R$ 0,50 por poste.

A resolução conjunta definiu que as teles terão 10 anos de ajuste gradual nos valores desse aluguel. Pelo menos em tese, com a entrada em vigor da resolução a partir de 30 de março, as empresas menores que não ficarem satisfeitas com as negociações com as elétricas, poderão se queixar às agências reguladoras e pedir a mencionada arbitragem à Anatel e à Aneel.

De acordo com informações de especialistas dos dois setores, a adequação dos postes levará tempo – vai variar entre cinco ou seis meses a até no máximo um (ou 2,1 mil postes, o que vier primeiro). Será custeada pelos inquilinos e, na prática, nascerá a partir de pedidos de novos interessados em ocupar espaço nos postes, mas os encontram completamente ocupados. Nesse momento, as teles já instaladas terão que concentrar seus cabos em um (ou até dois, se não for viável) pontos de fixação.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38698&sid=14#.VLxO5ivF-IU

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TCS Notícias 003/2015: Com migração lenta para o IPv.6, Brasil é top 3 em requisição de endereços IPs

A velocidade média de conexão à internet é de 2,9 Mbps. Esta é uma das conclusões de um estudo feito pela Akamai, especializada em soluções de aceleração e segurança para a Internet. Este relatório aponta o Brasil como a 7ª maior fonte de ataques do mundo, ainda, que o país tenha apresentado o maior crescimento em endereços IPv4 no trimestre (3,1%) e no último período de um ano, o que significa 33% de aumento em relação ao terceiro trimestre de 2013.

O relatório aponta um crescimento de endereços IP, sendo o Brasil a terceira maior fonte no mundo, com média global de velocidade de 4,5 Mbps. No ranking de velocidade de conexão, o Brasil ocupa a  90ª colocação (2,9 Mbps) e pico médio e 20,5 Mbps.

Entre julho e setembro de 2014, a média global de velocidade de conexão manteve-se superior à considerada “banda larga” (4 Mbps), com 4,5 Mbps. Ainda que tenha havido uma leve queda de 2,8% em relação aos três meses anteriores.

A Coréia do Sul manteve-se em primeiro lugar no ranking – que conta com 140 países/regiões. O país apresentou uma média de 25,3 Mbps e crescimento de 2,7%. Em segundo lugar, está Hong Kong, com 16,3 Mbps e aumento de 3,8%.

Em termos de crescimento, o maior índice foi apresentado por Cingapura, com 18% e 12,2 Mbps (10ª posição no ranking). Já o menor coube ao Japão, com 0,8% e 15 Mbps. No comparativo ano a ano, 129 dos países/regiões qualificados para o ranking apresentaram aumento de velocidade média de conexão, variando de 0,2% no Equador (3,6 Mbps) a 150% em Jersey (9,7 Mbps), ilha do Canal da Mancha.

O estudo “State of the Internet”, referente ao terceiro trimestre de 2014, apresenta uma visão global de estatísticas da web. Ele incluiu análises referentes a conectividade de rede e velocidades de conexão, tráfego de ataques, adoção de banda larga, disponibilidade e adoção IPv6.

O material analisa os 246 países/regiões, o que representa mais de 790 milhões de endereços IPv4 únicos. Para os rankings, foram consideras os que apresentaram mais de 25 mil endereços.

No que diz respeito aos picos de conexão, também houve no período um leve declínio (2,3%) na média global, equivalente a de 24,8 Mbps. Hong Kong manteve-se em primeiro lugar, com pico de 84,6 Mbps e crescimento de 14% em relação aos três meses anteriores.

Na comparação ano a ano, 135 das regiões qualificadas apresentaram evolução. A média geral teve crescimento de 38% em relação ao 3T13. Todos os top 10 países apresentaram significativa evolução, com destaque para o Uruguai, com 58,6 Mbps e crescimento de 334%.

O estudo também segmenta a análise por regiões – Américas, Ásia-Pacífico e EMEA (Europa, Oriente Médio e África). Com base nessa divisão, na América Latina a velocidade média de conexão variou de 5,5 Mbps(registada no Uruguai) a 1,1 Mbps (Bolívia). No ranking global, os países estão na 53ª e 136ª colocação, respectivamente.

Já o Brasil apresentou velocidade média de 2,9 Mbps e, mesmo com o crescimento de 1,6% em relação ao trimestre anterior, está na 90ª posição, caindo uma colocação no ranking. Se comparado ao terceiro trimestre de 2013, cresceu 9,5%.

Em relação à média de picos de conexão, o Brasil registrou 20,5 Mbps. Isso significa um aumento trimestral de 1,6% e de 23% em relação ao último ano. Assim, o país subiu da 89ª para a 86ª posição no ranking global de picos de conexão. Na América Latina, os picos do trimestre variaram de 58,6 Mbps, no Uruguai – país com maior crescimento e número superior aos EUA (48,8 Mbps) – a 9,2 Mbps, no Paraguai. Esses países ficaram nas posições 7ª e 133ª neste ranking, respectivamente.

De acordo com o relatório, nas Américas, oito países têm mais de 25 mil endereços de IP conectados à Akamai em uma velocidade superior a 10 Mbps (alta banda larga). A lista inclui: EUA (com taxa de adoção de 39%); Canadá (33%); Uruguai (7,2%); Argentina (5,6%);  Chile (3,4%);  México (2,8%); Brasil (1,6%) e Colômbia (1,1%).

Em relação às conexões de banda larga (entre 4 Mbps e 10 Mbps), destacam-se Canadá e EUA, com 83% e 73%, respectivamente. Nos demais países que se encaixam no perfil analisado, a adoção varia de 59%, no Uruguai, a 1,3% na Venezuela. O Brasil apresenta adoção de 25%, queda de 2,7% em relação ao último trimestre e crescimento de 22% se comparado ao mesmo período do ano anterior.

 Conectividade Móvel 

No terceiro trimestre de 2014, a Coréia do Sul manteve sua liderança, com velocidade média de 18,2 Mbps. Já o Irã atingiu o menor índice global, de 0,9 Mbps, sendo o único com número inferior a 1 Mbps. Na América do Sul, a Venezuela apresentou a maior velocidade, com média de 6,0 Mbps, e o Brasil registrou média de 1,5 Mbps.

Quando o tema é a média de picos de conexão, Cingapura atingiu o maior número do período, com 98 Mbps, e o Irã também figurou em último lugar, com 3,3 Mbps. O Brasil registrou, no período, 12 Mbps e, na América do Sul, o maior pico também ficou por conta da Venezuela, com 27,1 Mbps.

Em relação à adoção de banda larga móvel (> 4 Mbps), a Suécia teve a maior taxa, 94%; enquanto Irã, Paraguai, Croácia e Vietnã tiveram taxas abaixo de 1%. Na América do Sul, novamente a Venezuela destaca-se, com 86% de adoção e ficou empatada com o Japão neste quesito.

Penetração Global de Internet

O estudo registrou pequeno crescimento na contagem global de endereços de IP únicos, com aumento de 0,3% – cerca de dois milhões de novos IPs – no comparativo trimestre a trimestre. Dos Top 10 países/regiões considerados no levantamento, apenas EUA, Brasil, França e Rússia apresentaram aumento em relação ao segundo trimestre de 2014.

O Brasil figura na terceira posição em volume de IPs conectados à Akamai, com 45.469.490 endereços no período. O país apresentou o maior índice de crescimento no trimestre (3,1%) e no último período um ano (33%), sendo o único dentre os top 10 que apresentou aumento de dois dígitos.

Adoção IPv6

Quanto à adoção do IPv6, a maior demanda continua sendo de provedores como a Verizon Wireless e a Brutele, que, juntas, têm mais da metade de suas solicitações à Akamai feitas em IPv6. Adicionalmente, a Bélgica é o país que continua liderando a adoção, com 27% de suas conexões à Akamai via IPv6.

4K Readiness

O ranking “4K Readiness” analisa a entrega de streaming de ultra resolução (ultra HD – 4K) e considera que é preciso 15 Mbps de capacidade para que vídeos sejam trafegados. No trimestre, 12% das conexões à Akamai foram em 15 Mbps ou velocidade superiores.

Dos 52 países presentes neste ranking, a Coréia do Sul fica em primeiro lugar, com 66% de suas conexões em 4K. O Brasil está na 50ª, com 0,5% de suas redes capazes de realizar streamings em 4K. No trimestre anterior o país figurava na posição 59ª, com 0,6% de capacidade de rede. Mesmo assim, o país apresentou crescimento de 65% ano a ano.

Ataques DDoS

No período analisado pelo relatório, 270 ataques DDoS foram reportados pelos usuários Akamai. Esses números representam uma redução de 4,5% desde o início de 2014 e de 4% no comparativo ano a ano. Apesar de uma pequena queda, as Américas destacam-se, com 142 ataques. Na sequência, está região Ásia Pacífico com 84 e, em terceiro lugar, EMEA, com 44 ataques.

Nesse contexto, os ataques ao segmento Corporativo destacaram-se, representando 39%. Já o setor público teve o menor índice de ataques dentre os analisados, com 8%.

Tráfego de Ataques e Portas mais Vulneráveis

A partir do constante monitoramento em toda sua infraestrutura, a Akamai é capaz de identificar os países nos quais os ataques são originados, bem como os principais pontos atingidos por eles. É importante considerar, no entanto, que a região de origem do IP de ataque pode não representar a nação na qual o hacker reside.

Durante o período analisado, o relatório identificou tráfego de ataques a partir de 201 países ouregiões – nos três meses anteriores, foi de 161. O estudo mostra que a China permanece no topo como fonte de ameaças de maior volume observado, com 49%. Os EUA aparecem em segundo lugar, originando 17% dos ataques. O Brasil permanece em 7º lugar, com 1,9%.

Em relação às portas mais vulneráveis, a 23 (Telnet) destacou-se, com 12% do tráfego de ataques. As portas 445 (Microsoft-DS) e 80 (WWW [HTTP]) estão em segundo e terceiro lugar, com 8,1% e 4,6%, respectivamente.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38717&sid=4#.VLxNyyvF-IU

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TCS Notícias 002/2015: TV paga: Embratel, Claro e Net dominam o mercado com 53,01% dos acessos ativos

O Brasil fechou novembro de 2014 com 19,81 milhões de acessos de TV paga. No mês, de cada cem domicílios, 30,20 possuíam o serviço, segundo o indicador “Densidade dos Serviços de TV por Assinatura”, que é a relação percentual entre o número de assinaturas e o número de domicílios estimado a partir dos dados publicados pelo IBGE, em sua Síntese de Indicadores Sociais, revela dados divulgados pela Anatel, nesta segunda-feira, 12/01.

O serviço DTH segue na liderança com 12.276.113 acessos ativos, ou 61,96% de market share.O serviço de cabo chegou a 7.430.480 milhões de acesso, ou 37,51%. O acesso por meio de fibra segue crescendo de forma muito lenta e, em novembro, o país contabilizava 89.663 acessos ativos, ou 0,45%.

Na disputa pelo ranking nacional, em novembro, o grupo mexicano Telmex, dono da Embratel, Claro e NET, aumenta sua presença no país e chega a 10.501.486 de acessos ativos, ou 53,01%. A Sky, comprada pela AT&T, fica na segunda posição com 5.643.299 de acessos ativos, ou 28,48%. A Oi aparece na terceira posição com 1.204.860 de acessos ativos, mas bem atrás no market share, com 6,08%.

A GVT, comprada pela Telefônica, aparece na quarta posição, com 870.908 de assinantes. A Telefônica registrou 759.992 assinantes. Somadas,as duas operadoras- a integração ainda não aconteceu das operações- somam 1.630.900 acessos ativos e ultrapassariam a Oi. Mas a Telefônica também ficaria bem distante da Sky, que está na segunda posição e mais ainda do Grupo Telmex.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38725&sid=8#.VLxNVCvF-IU

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TCS Notícias 001/2015: TV paga: Acessos via fibra ainda ficam abaixo de 1% no Brasil

Os dados da Anatel mostram que as operadoras estão bem cautelosas na ativação de acessos FTTH, ou fibra óptica nas suas redes na oferta da TV paga.  De outubro para novembro, por exemplo, foram ativados apenas 5.316 novos acessos e essa média tem sido mantida desde janeiro de 2014, quando a Anatel somou 40.209 acessos ativos de fibra óptica. Em novembro, foram 89.663 acessos de fibra ativos, ou 0,45% do mercado, segundo dados divulgados pela agência reguladora, nesta segunda-feira, 12/01.

No Futurecom 2014, as operadoras deixaram claro que os investimentos em fibra – para banda larga de ultravelocidade e para serviços de TVs, entrel eles, o IPTV,  passam pela discussão se o ativo será ou não reconhecido pelo governo como um bem reversível. O tema está na Anatel. O presidente da agência, João Rezende, já disse que na opinião dele não o é. Mas o debate terá que passar pelo Conselho Diretor e pelo próprio Ministério das Comunicações, agora, sob o comando de Ricardo Berzoini.

Em dezembro, o Minicom informou que os projetos aprovados pelo Regime Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga (REPNBL) – criado para, entre outras coisas, fomentar o uso da fibra no país – somaram investimentos de R$ 7,9 bilhões. Os principais tipos de rede que serão construídos pelas empresas são as de acesso óptico e as de acesso metálico, mas também há projetos em outras áreas, como satélites e redes de acesso móvel.

O Departamento de Indústria, Ciência e Tecnologia do MiniCom analisou os 1.421 projetos apresentados até agora pelas empresas para receber o benefício do Regime Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga. Desses, 631 projetos foram aprovados e os demais estão dependendo de as empresas fazerem ajustes, apresentarem documentos ou acrescentarem outras informações necessárias para a avaliação da área técnica.

As empresas ainda têm até 30 de junho de 2015 para apresentar novas propostas. A prorrogação do prazo para apresentação de projetos, que terminou originalmente em junho passado, foi publicada em 14 de novembro último, por meio da lei n.º 13.043.

*Com informações da Anatel

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38726&sid=8#.VLxM7CvF-IU

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TCS Notícias 059/2014: Serpro pretende ampliar projeto de VoIP baseado em software livre

 

O Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) há dois anos implantou o sistema de VoIP nas regionais e escritórios e migrou o sistema antigo de telefonia para a plataforma de Voz sobre IP, e segundo a estatal, a mudança gerou uma economia de 31% e o projeto pode ser ampliado.

Márcio Campos, líder de Voz Livre na empresa, afirma que a economia acumulada com as modificações ultrapassou R$ 200 mil. “Com a supressão das centrais telefônicas convencionais, gerou-se uma economia de mais de 31% no valor do contrato por mês”, afirmou o gestor.

Atualmente, o Serpro usa o Asterisk, um software livre que simula uma central telefônica com ramais semelhantes aos dos telefones comuns. De acordo com a estatal a solução viabiliza audioconferências com até quinze ramais, e tem apresentado melhorias no serviço de identificação de chamada.

*Com informações Convergência Digital

Fonte: http://www.ipnews.com.br/telefoniaip/index.php?option=com_content&view=article&id=27189:serpro-pretende-ampliar-projeto-de-voip-baseado-em-software-livre&catid=62:asterisk&Itemid=549

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TCS Notícias 058/2014: PABX IP EM NUVEM

A TCS já tem a solução de PABX IP baseada em Cloud Server para oferecer a seus clientes Corporativos. Vejam só os benefícios da solução :

 

Benefícios do Pabx Ip em Solução Nuvem 

  • Reduz o investimento em servidores e infraestrutura
  • Reduz o investimento com técnicos
  • Ambiente 100% seguro (Data Center)
  • Controle da operação 
  • Agilidade na implantação / customizações
  • Flexibilidade (acesso de qualquer local com internet)
  • Baixo custo de investimento em TI e Telecom
Benefícios da Solução Nuvem

Funcionalidades

  • Gravação digital em todas as chamadas
  • Grupo de ramais para ligações receptivas
  • Transferência interna e externa (assistida e direta)
  • Ramais Remotos 
  • Conferência interna e externa
  • Caixa postal com avisos via telefone e e-mail
  • Música de espera
  • Siga-me interno e externo
  • Função Não Perturbe no ramal
  • Modo de espera e chamada em espera
  • Ligações gratuitas entre ramais
  • DDR 
  • Captura de chamadas (ramal especifico ou aleatório)
  • Relatórios de atividade do ramal e busca de gravações na web
  • Bloqueio de chamadas ativas
  • Viabiliza mudança de escritório ou número de telefones
  • Tarifador
  • URA
  • Gravador de Voz

Solução 100% em Cloud

O conceito de cloud computing em português (“computação em nuvem”) é simples: hospedar e disponibilizar poderosos recursos computacionais
incluindo hardware, software e Link de voz aos clientes que necessitam de mobilidade e escalabilidade nas suas operações como Centrais de
Atendimentos utilizando uma simples conexão de internet.

Gravação / Supervisão

Todos os ramais  poderão ser gravados (independente da ação do usuário ou interferência do supervisor). Acesso via Web às gravações e
relatórios através de login e senha de Supervisão.Esta Busca pode ser auxilida por filtros:
  • Ramal
  • Data
  • Hora
  • Duração
  • Telefone

Topologia Simples

  • Link de internet
    (consumo de 40kbps por ramal, não é necessário links dedicados).
  • Plataforma Modular
  • PABX Virtual sem quantidade mínima de ramais.
  • Mobilidade
  • Indicado para: Operações ativas de vendas, SAC, Home Office e empresas com filiais. 
Topologia simples

Opções de Conexão

Entrega / Discagem da Chamada via Telefone Analógico

Através do ATA (desenho ao lado) o sinal analógico do telefone é convertido em dados digitais para transmissão via internet. O ATA permite que você conecte um telefone comum ao seu computador ou sua conexão de internet usando a tecnologia Sip.

Entrega/Discagem da Chamada via Telefone IP

O outro tipo de adaptador Sip conecta seu telefone diretamente ao seu cabo de alta velocidade, modem ADSL ou diretamente à sua rede.Você também pode utilizar o telefone IP com com um headset*. O headset oferece comodidade, agilidade nas ligações muitas outras vantagens:Por deixar as mãos livres, o headset facilita o trabalho de quem atende ao telefone e digita simultaneamente, ao unir um fone de ouvido, controle de volume e microfone. Pesquisas apontam que o uso de headset no lugar de telefones convencionais aumenta a produtividade da empresa em até 43%.Além de facilitar o trabalho, o dispositivo traz benefícios para a saúde de funcionários, pois evita problemas nas articulações do pescoço, já que a pessoa não precisará mais apoiar o telefone nos ombros enquanto digita. O headset também otimiza a digitação de dados e a anotação de informações. 

Entrega/Discagem da Chamada via SoftPhone

É um software que transforma o computador em um telefone para fazer e receber chamadas, usando a tecnologia IP. 

 

Entre em contato conosco (55 11) 2391-0383 / (55 11) 4119-8570  ou no e-mail comercial@consultoriastelecom.com.br. 

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TCS Notícias 057/2014: Anatel medirá o impacto do VoIP e outras tecnologias na telefonia fixa

 

A Anatel resolveu fazer mais estudos sobre a conveniência de incluir alterações de mercado na conta do equilíbrio financeiro dos contratos de concessão. Essa é uma questão que se arrasta desde 2005 no órgão regulador, que vem sendo pressionado pelo Tribunal de Contas da União para melhorar a forma como avalia o desempenho das concessionárias.

“A Superintendência de Competição deverá apresentar em 90 dias análise sobre as projeções de receitas daqui até o fim das concessões, inclusive levando em conta as receitas alternativas com a rede de suporte ao STFC, para que nos informe se o VPL [Valor Presente Líquido] permite manter a equivalência entre os encargos e as receitas”, sugeriu o conselheiro Igor de Freitas nesta quinta-feira, 27/11, sendo acompanhado pelos colegas no Conselho Diretor.

Em um dos retratos da concessão, feito ainda em 2011, a Anatel destacou a existência de desafios, embora sem representarem ameaças ao equilíbrio financeiro das operadoras. No entanto, “a disposição para investimentos no setor e a variação nos retornos das concessionárias parecem ser um desafio para as empresas no médio e longo prazo”.

Parte das ameaças viriam da concorrência da telefonia fixa com novidades tecnológicas – particularmente o uso de serviços via Internet. Não por menos, ao discutir como melhor analisar o equilíbrio dos contratos de concessão um dos temas que ainda divide o colegiado diretor da Anatel é o impacto das novas tecnologias – ou seja, se isso deve ser levado em conta na hora de discutir reajustes tarifários, por exemplo.

Até aqui, dois conselheiros – Marcelo Bechara e Igor de Freitas – têm sustentado que a agência não pode descartar esses impactos nas concessões da telefonia fixa. Por outro lado, Rodrigo Zerbone já defendeu que inovações tecnológicas fazem parte do jogo, especialmente em um setor como as telecomunicações, e não poderiam figurar como fator de desequilíbrio contratual.

Segundo o representante da Telefônica, Aluizio Xavier, que expôs a visão da empresa na reunião desta quinta, a Anatel deve deve considerar o Valor Presente Líquido dos “eventos” ao longo da concessão, e, inclusive “incorporar eventos de mercado não previstos”. “A evolução tecnológica, especialmente a utilização de outros serviços tirando valor da telefonia fixa, é algo que não poderia ser previsto no momento da concessão”, defende a concessionária.

http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38523&sid=8#.VHx2TjHF-IU  

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TCs Notícias 056/2014: Governo corre para formar técnicos em IPv6

Parte do atraso na adoção de IPv6 no Brasil pode ser atribuído a demora do governo de adotar a nova versão do protocolo Internet. Um plano de emergência foi adotado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, do Ministério do Planejamento, para reduzir o gap governamental., revelou Daniel de Sousa Araújo, da SLTI, durante evento do NIC.br, realizado nesta quarta-feira, 26/11, em São Paulo.

Para acelerar a implantação do IPv6 no Govenro, o ministério do Planejamento definiu ações com menor e maior grau de dificuldade. Entre as mais fáceis, Araújo destacou as adequações de infraestrutura física, uma vez que a maioria dos equipamentos, há algum tempo, oferece suporte a IPv6, e adequações de infraestrutura lógica. Seriam, conforme explicou, mais ajustamentos de contratos com os provedores de acesso e serviços. 

A parte mais difícil inclui o treinamento das equipes, os testes pilotos e ações que trouxessem segurança para os gestores. Para tanto, o Ministério, junto com o NIC.br, criou turmas de treinamentos e, até agora, já capacitou 98 servidores federais para IPv6.  No total, serão oito etapas, cada um com duração de seis meses, para fazer a transição dentro dos órgãos do governo. “Tudo que acessa via web de fora está na primeira etapa, ou seja, é mais adequação de fornecedor que rede interna”, detalhou Araújo. 

O modelo de uso do IPv6 começou a ser ser desenhado em 2012, mas, somente em maio, o Ministério do Planejamento elaborou um levantamento de informações junto aos órgãos para diagnosticar a situação quanto a viabilidade e a preparação do uso do protocolo IPv6. Este levantamento teve a participação de 55 órgãos. “Os resultados mostraram que poucas instituições tinham experiência com a implantação deste protocolo. Poucos haviam feito testes pilotos e gestores tinham desconforto para implantar IPv6”, explicou. “A meta final é setembro de 2018, quando 100% do governo federal tem de ter IPv6 em tudo: redes internas, serviços para cidadãos”, completou Araújo. A cobertura completa do evento do NIC.br sobre IPv6 você pode ver no Portal da Abranet

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38519&sid=11#.VHx1hjHF-IU

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TCS Notícias 055/2014: Para a Anatel, corte de serviço ao fim da franquia vai chegar à banda larga fixa

A Anatel entende ser positiva a mudança nos modelos de negócios das operadoras móveis pela qual os planos de dados são cortados quando consumida a franquia prevista. Na agência, a medida era esperada como forma de compensar quedas de receitas nos serviços de voz e deve chegar também às conexões fixas à Internet.

O movimento foi iniciado pela Vivo, mas logo seguido pela Oi. Até aqui, quando os usuários consumiam toda a franquia de dados prevista as empresas reduziam a velocidade das conexões. Agora, não haverá mais acesso e será preciso pagar um valor adicional – ou inserir novos créditos, visto que é uma mudança por enquanto direcionada aos planos pré-pagos. A mudança foi tema da reunião desta sexta, 28/11, do Conselho Consultivo da agência reguladora.

Para a Anatel, as empresas erraram ao basear os planos de dados em ofertas “ilimitadas” e mesmo as reduções de velocidade são sinais ruins ao consumo. “Além do financiamento do setor, tem outro ponto que é o consumidor ter consciência de que há limites no serviço”, avalia a superintendente de Relações com os Consumidores da agência, Elisa Peixoto. Segundo ela, a única exigência é que os consumidores sejam avisados das alterações com 30 dias de antecedência.

“A Anatel não colocará nenhum entrave à cobrança no caso do excedente da franquia. O futuro da receita do setor é o tráfego de dados e é um movimento natural que a gente passe a ver cobrança desse serviço, sob pena de não haver recursos para investimento na rede. Toda a vez que o consumidor tinha a redução de velocidade no fim da franquia passava por uma falsa percepção de que o problema era na qualidade da rede”, diz ela.

A superintendente de Relações com os Consumidores explica ainda que a preocupação da agência é com a transparência aos usuários. “Estamos preocupados em como as operadoras oferecem ferramentas para acompanhamento do consumo da franquia. Todas as empresas garantiram que haverá algum instrumento de apresentação gradual desse consumo. Isso deve ser gratuito, de forma que não haja uso da franquia para conferir o consumo.”

Para o superintendente de Competição da agência, Carlos Baigorri, a mudança no sistema de cobrança é algo natural. “Os planos baseados em serviços ilimitados são dependentes de um alto valor da VU-M. Como a Anatel vem trabalhando na queda da tarifa de interconexão, as empresas vão perder grande parcela das receitas e vão compensar isso de alguma forma. Esse é um movimento esperado e que vai continuar e muito provavelmente chegará ao fixo também.”

Para Baigorri, o modelo de tarifas flat “possui um defeito fundamental, que é o problema da seleção adversa, da ‘tragédia dos comuns’ com o uso ineficiente das redes. Quando as redes tinham pouco consumo, o modelo fazia sentido. Mas a partir do consumo de vídeo, se torna um problema e o modelo de negócio tem que ser revisto, porque as tarifas flat são benéficas para usuários com maior consumo de dados, mas não para os consumidores ‘leves’”.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38528&sid=8#.VHxtRjHF-IU

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