Invent

Notícias


BCA Notícias 006/2017: Teles vão à Justiça para entrar no Maracanã e garantir Internet

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro deu liminar favorável às operadoras Vivo, Tim, Oi, Claro e Nextel para que técnicos das empresas possam entrar no estádio do Maracanã antes da partida entre Flamengo e San Lorenzo, nesta quarta, 8/3, pela Taça Libertadores da América. 

Segundo o sindicato nacional das operadoras, o Sinditelebrasil, autor da ação, a administração do Complexo Maracanã estaria impedindo a entrada dos funcionários das teles que realizariam manutenção e reparos. Daí a liminar concedida na terça, 7/3. 

“O Maracanã terá suas atividades retomadas amanhã, dia 08/03/2017, quando receberá a partida entre Flamengo e San Lorenzo pela Taça Libertadores da América, evento para o qual está previsto o público de mais de 50 mil pessoas, além dos profissionais envolvidos no evento, e caso as operadoras não tenham prévio acesso aos seus equipamentos, há risco, de acordo com a tese autoral, de inoperância dos telefones celulares no interior do estádio durante o evento”, sustentou o juiz Alessandro Oliveira Felix, da 51a Vara Cível do Rio de Janeiro. 

Segundo apontaram as operadoras, o acordo celebrado entre elas e administração do Maracanã ainda em 2013 permite a entrada das equipes e, qualquer dia e horário. Por isso, a decisão foi no sentido de permitir o ingresso dos técnicos “em qualquer dia e hora, 24 horas por dia, 365 dias por ano, nos exatos termos do item 2.1 do Termo de Permissão de Uso nº 08/2013, celebrado entre a SUDERJ e as empresas”. A decisão prevê, ainda, multa de R$ 150 mil a cada negativa de acesso às dependências do estádio.

Fonte : http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=44673&sid=8

Leia mais...


BCA Notícias 005/2017: : Anatel:”Cautelar não será revogada e franquia na banda larga fixa segue proibida”

 

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab, reconheceu ter cometido um ‘equívoco’ ao dar declarações em uma entrevista ao site Poder 360 sobre o possível fim do acesso ilimitado à banda larga fixa ainda em 2017, com a instituição do modelo de franquia, como existe, hoje, na telefonia móvel celular, afirmou em entrevista ao portal Convergência Digital, nesta sexta-feira, 13/01, o presidente da Anatel, Juarez Quadros.

De acordo com Quadros, não há a intenção da Anatel e dos seus conselheiros de revogar a cautelar – instituída no dia 22 de abril de 2016, depois de uma forte pressão popular –  que impede a cobrança da franquia da banda larga fixa. “Reitero que as afirmações que fiz no Senado Federal sobre o tema: não temos pressa em discutir esse tema da franquia da banda larga fixa”, pontuou.

Quadros reiterou que a consulta pública sobre a franquia da banda larga fixa – iniciada em novembro e que, até o momento, já recebeu mais de 13 mil contribuições – foi prorrogada para o dia 30 de abril e servirá para se ter uma posição comum. “Vamos debater muito o assunto com a participação de especialistas do país e do exterior”, prometeu o presidente da Anatel.

Indagado se a declaração do ministro Gilberto Kassab criaria algum ‘mal estar’ com relação à aprovação da revisão da lei de Telecomunicações – que deverá ser tratada de forma definitiva em fevereiro no retorno dos trabalhos do Congresso Nacional – o presidente da Anatel sinalizou que não. “Esse tema está sob o controle do governo”, completou.

Fonte : http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=44341&sid=8

Dep. MKT BCA Telecom

Leia mais...


BCA Noticias 004/2017: 4G chega a 1526 municípios e triplica cobertura em 2016

De acordo com dados divulgados pela Telebrasil, o número de municípios com cobertura 4G no Brasil triplicou em 2016. Ao todo, as redes de quarta geração estão instaladas em 1.526 municípios, com crescimento de 225% no ano passado, na comparação com 2015. A cobertura atual supera em mais de cinco vezes a meta de expansão definida nos editais, de 288 municípios até o fim de 2016. Com esse crescimento, o 4G já alcança cidades onde moram 71% da população do País.

Pelo levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), o País fechou 2016 com 60 milhões de acessos em banda larga 4G. A banda larga móvel como um todo, considerando também os acessos em 3G, fechou o mês de dezembro com 196,4 milhões de acessos. Durante o ano de 2016, 4,6 milhões de novas conexões foram ativadas.

As redes de 3G já estão instaladas em 4.985 municípios, que concentram 98% da população brasileira. Também no 3G a cobertura atual supera a meta, que é de 3.668 municípios, prevista para dezembro de 2016. Consideradas a banda larga fixa e móvel, os dados de dezembro de 2016 mostram um total de 223 milhões de acessos no País. Ao longo do ano passado, 5,7 milhões de novos acessos foram ativados. Do total de conexões, 26,6 milhões são em banda larga fixa, segmento que cresceu 4,4% no ano, com 1,1 milhão de novos acessos.  

Fonte : http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=44422&sid=17#.WJHDBxsrLIU

 

Dep. MKT BCA Telecom

Leia mais...


BCA Telecom 003/2017: Crise derruba arrecadação pelo terceiro ano. Em telecom, recuo foi de 17,7%

Com o Brasil em recessão econômica não surpreende a queda da arrecadação de tributos em 2016. Conforme os dados divulgados pela Receita Federal nesta sexta-feira, 27/1, a arrecadação de R$ 1,28 trilhão no ano passado representou a terceira queda consecutiva e o pior desempenho anual desde 2010. 

A exemplo da crise econômica, a queda foi generalizada entre as atividades econômicas. Em telecomunicações, a arrecadação caiu 17,7%, de R$ 14,7 bilhões em 2015 para R$ 12,1 bilhões em 2016 – ou R$ 2,6 bilhões a menos, o que prova que o aumento dos tributos não implica em mais dinheiro em caixa.

É certo que o governo federal esperava mais nesse segmento específico quando cancelou a isenção de PIS e Cofins dos equipamentos de informática e smartphones. Mas a decisão foi derrubada na Justiça e o benefício fiscal segue valendo graças a uma liminar obtida pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica, Abinee, mantida até hoje.

Outro terreno onde houve mudança na política fiscal foi o fim da desoneração da folha de pagamento – que permitia às empresas beneficiadas trocar a contribuição previdenciária por uma alíquota sobre o faturamento, medida que beneficiou e gerou empregos em TI. O desemprego em alta – de 10% para 12% da população em 2016 – contribuiu para que no fim essa receita tenha apresentado queda de R$ 14 bilhões. 

Segundo ainda a Receita Federal, a revisão e o fim de vários incentivos fiscais implicou em uma diferença de R$ 15 bilhões nas desonerações, que caíram de R$ 105 bi em 2015 para R$ 90 bi em 2016.

Fonte : http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=44420&sid=11 

Dep. MKT BCA Telecom 

Leia mais...


BCA Notícias 002/2017 : Pesquisa diz que 74% dos brasileiros são contra bloqueio do Whatsapp

Praticamente três em cada quatro brasileiros, ou 74%, são contra decisões judiciais que determinam o bloqueio do aplicativo de mensagens Whatsapp, segundo mostra uma pesquisa encomendada pelo app e realizada pelo Datafolha em todo o país. 

Segundo o mesmo levantamento, 71% dos usuários se valem do aplicativo para trocar mensagens pessoais ou confidenciais. E o serviço foi considerado 57% dos usuários ouvidos pelo Datafolha como o meio mais seguro para troca de mensagens sigilosas que necessitam de alta segurança.

“Os resultados da pesquisa mostram que os usuários do WhatsApp no Brasil querem a garantia de que suas mensagens fiquem restritas apenas a quem envia e recebe o conteúdo”, afirma o gerente de pesquisa de mercado do Datafolha, Paulo Alves. O instituto de pesquisa entrevistou 2.363 pessoas de 130 cidades em todas as regiões do Brasil.

A pesquisa também perguntou o que os entrevistados acham da compra do Whatsapp pelo Facebook, onde 54% entenderam ter sido um negócio positivo. E as três questões relacionadas ao compartilhamento de dados entre as duas empresas não chegaram a questionar a prática em si, mas se os usuários concordavam que a troca de informações entre ambas poderia ‘aumentar a segurança’, ‘melhorar a sugestão de produtos’ e ‘combater spam’, pontos que tiveram apoio de 81%, 79% e 69% dos entrevistados.

Fonte : http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=44429&sid=4 

Dep. MKT BCA Telecom 

Leia mais...


BCA Noticias 001/2017: Ladrões roubam 2 km de fibra ótica que levaria internet à Campus Party, diz Telebras

 

‘Prejuízo nem foi tão grande financeiramente, mas no cronograma’, diz José Mendes, diretor da companhia. Ele estimou as perdas em ‘coisa de R$ 1 mil’.


Montagem da estrutura da Campus Party 2017 no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo (Foto: Divulgação)Montagem da estrutura da Campus Party 2017 no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo (Foto: Divulgação)

Montagem da estrutura da Campus Party 2017 no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo (Foto: Divulgação)

Responsável pela infraestrutra da Campus Party 2017, a Telebras foi alvo de um furto de 2 km de fibra ótica, que seriam usados para levar conexão de internet ao Pavilhão de Exposições do Anhembi, onde ocorre a 10ª edição do evento de tecnologia, ciência e cultura nerd.

O G1 acompanha a Campus Party em TEMPO REAL

“O prejuízo nem foi tão grande financeiramente, mas no cronograma”, diz José Mendes, gerente do escritório regional da Telebras em São Paulo. Ele estimou as perdas em “coisa de R$ 1 mil”. O furto de cabos, feito na região do Pacaembu, atrasou a instalação de equipamentos de rede e fez, afirmou o executivo, a Telebras ter de trabalhar durante a madrugada. Segundo o executivo, o caso não foi registrado em nenhuma delegacia de polícia.

FOTOS: Veja imagens da Campus Party 2017

A organização da Campus Party afirmou que, apesar de ser um evento repleto de equipamentos eletrônicos potentes, os roubos e furtos não são comuns.

Francesco Faruggia, presidente da Fundação Campus Party, afirmou que no “ano passado, foi um só notebook roubado”. “Quando pensamos em fazer a Campus Party, disseram ‘não vai dar certo no Brasil’, e isso não aconteceu.”

O diretor da Campus Party, Tonico Novaes, no entanto, admitiu que a falha havia sido da organização. “Esse notebook que foi roubado foi culpa nossa”, disse ele, ao explicar que o campuseiro teve o notebook roubado do armário do próprio evento. Por isso, a organização pagou um novo aparelho.

 
Fonte : http://g1.globo.com/tecnologia/campus-party/2017/noticia/ladroes-roubam-2-km-de-fibra-otica-que-levaria-internet-a-campus-party-diz-telebras.ghtml 
Dep. MKT BCA Telecom

Leia mais...


BCA Notícias 082/2016: Cresce o impacto dos ciberataques nas operações de data centers

Embora as violações de dados continuem a constituir a maioria das manchetes relacionadas à segurança, problemas de segurança também passaram a afetar a disponibilidade do data center. O estudo Cost of Data Center Outages (Custo das Interrupções de Operação do Data Center) de 2016, realizado pelo Ponemon Institute, revelou que os ciberataques foram responsáveis por 22 por cento das interrupções de operação de data centers estudadas.

Um exemplo disso é que, em dezembro de 2015, um ciberataque à malha elétrica na Ucrânia foi provocado por hackers que desativaram remotamente o sistema de no-break, revela estudo realizado pela Vertiv, anteriormente denominada Emerson Network Power. O levantamento mostra os desafios a serem enfrentados no segmento de data centers em 2017.

A pesquisa apura que, à medida que mais dispositivos são conectados para permitir um gerenciamento e automação simplificados, as possibilidades de ameaça também aumentam. Os profissionais de data center estão acrescentando segurança à sua crescente lista de prioridades e começando a buscar soluções que os ajudem a identificar vulnerabilidades e aprimorar a resposta a ataques.

Gateways de gerenciamento que consolidam dados de múltiplos dispositivos para suportar DCIM estão surgindo como potencial solução. Com algumas modificações, eles são capazes de identificar portas inseguras ao longo da infraestrutura crítica e fornecem um alerta precoce de ataques de negação de serviço.

O estudo também mostra que a integração da tecnologia vem crescendo no espaço do data center há vários anos, à medida que os operadores buscam soluções integradas modulares, que possam ser rapidamente implementadas, facilmente escaladas e eficientemente operadas.

Em 2017, essa mesma filosofia está sendo aplicada ao desenvolvimento de data centers. Atualmente, a velocidade de entrada em operação é um dos principais impulsores das empresas que desenvolvem o grande volume da capacidade dos data centers.

As empresas já perceberam que o tradicional isolamento entre as fases de engenharia e construção é pesado e improdutivo. Como resultado, o mercado está  abraçando uma abordagem turnkey para as fases de projeto e implementação de data centers.

Trata-se de uma estratégia que tira o máximo proveito de projetos modulares integrados, construção off-site e gerenciamento disciplinado de projeto. Fornecedores que unem expertise em infraestrutura, capacidades de projeto e engenharia e um sofisticado gerenciamento de projeto para fornecer uma capacidade turnkey conseguem construir data centers melhores em prazos mais curtos.

Fonte : http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=44257&sid=97

Leia mais...


BCA Notícias 081/2016: Para Kassab, acordo para multas da Oi exige amplo entendimento

O ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou nesta terça, 20/12, que acredita na recuperação da Oi mas admitiu que avanços sobre a fatia pública das dívidas da operadora exige um entendimento amplo dentro e fora do governo, com Advocacia Geral da União, Ministério Público e mesmo com o Tribunal de Contas da União.

“Nosso interesse é que ela consiga sair da recuperação judicial. Mas primeiro precisa haver um entendimento da Oi com os credores. O público não pode abrir mão das receitas vindas das multas”, afirmou o ministro, mas admitindo que se avalie o compromisso por investimentos.

“Essa questão passa por um entendimento muito amplo, inclusive do Ministério Público e da Advocacia Geral da União. Desde que seja positivo para o Tesouro, para o governo, para o país, desde que haja contrapartidas expressivas, é correto analisar. A premissa é que seja aprovado pelo Tribunal de Contas, pelo Ministério Público e pela AGU.”, insistiu.

Além de dívidas com credores privados, a Oi deve cerca de R$ 20 bilhões associados a questões regulatórias, como multas pelo descumprimento de obrigações ou por problemas na oferta dos serviços. Desse valor, porém, cerca de metade diz respeito a dívidas sobre as quais não cabe mais recurso judicial – e por isso a AGU até aqui tem entendido que não pode haver nenhum tipo de negociação.

No campo das multas, a Anatel já aprovou um primeiro Termo de Ajustamento de Conduta que envolve R$ 1,18 bilhão em sanções regulatórias, no que seria um primeiro TAC, existindo outros na fila. O acerto, porém, está suspenso pelo Tribunal de Contas da União.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=44297&sid=8

Leia mais...


BCA Notícias 080/2016: ‘A busca do Google está mudando’

 

Quem acessa o Google todos os dias para fazer pesquisas nem imagina que para o sistema funcionar é preciso um time gigante de engenharia espalhado pelo mundo todo – inclusive no Brasil. Por aqui, a equipe de 150 pessoas do Centro de Engenharia do Google em Belo Horizonte é liderada pelo engenheiro eletricista Berthier Ribeiro-Neto, de 56 anos. O principal nome técnico do Google no País tem fala mansa e fala com orgulho da participação do Brasil na evolução constante do serviço.

Num momento crucial para o Google, que tenta se adaptar às mudanças de comportamento de seus usuários, Ribeiro-Neto está na linha de frente e tem a “chave” do algoritmo de buscas. Em entrevista exclusiva ao Estado, concedida no refeitório do Centro de Engenharia, ele falou dos últimos projetos que tiveram participação do Brasil, da evolução da tecnologia nos próximos anos e dos entraves para a inovação no País.

Confira trechos da conversa a seguir:

Como a equipe do Google no Brasil tem ajudado a melhorar a experiência do buscador?

Recentemente, nós colocamos no ar um serviço para o Google global que resume informações sobre doenças, o Health Search (Busca de Saúde, em inglês). A pessoa pesquisa o termo ‘gripe’, por exemplo, e a busca exibe todas as informações básicas e necessárias sobre a doença, como sintomas. A pessoa não precisa entrar em uma página diferente para buscar as informações. As informações aparecem no topo da página, antes de outros resultados de busca.

O novo recurso é uma resposta ao comportamento dos usuários? As pessoas não querem procurar as informações?

Exatamente. O Google e, principalmente a ferramenta de busca, está passando por uma grande transformação. Os nossos usuários mudaram: hoje em dia, mais da metade dos acessos à busca são feitos a partir de celulares.

O que muda quando o acesso acontece no celular?

A pessoa não quer ficar esperando dezenas de segundos para uma informação carregar na tela do celular. Ela quer a resposta no mesmo instante em que surge a dúvida. É por isso que tecnologias como o Health Search vão se popularizar. E o Google está indo nesta direção. Se nosso usuário está mudando, o nosso produto precisa mudar também. Se a experiência móvel do Google for ruim, o usuário vai buscar alternativas.

E o que mais vai mudar? Como você enxerga o mundo nos próximos cinco anos?

Não é fácil prever como as coisas vão evoluir. Tecnologias como aprendizado de máquina estão apresentando um progresso incrível, mas também estamos trabalhando intensamente nas tecnologias individuais, como a busca e o Android. O grande impacto, porém, deve acontecer quando todas as tecnologias funcionarem de maneira integrada.

E qual será o impacto dos assistentes pessoais, como o Google Assistant?

Hoje, nós fazemos a gestão da nossa vida. Temos várias tarefas para executar, temos que gerenciar tudo ao nosso redor. Se um assistente fizer todo esse difícil trabalho de coordenação, isso terá um grande valor.

Na prática, o que vai mudar?

Na área da saúde, por exemplo, hoje temos que voltar ao laboratório para retirar o resultado de um exame, levar ao médico, fazer outros exames. E se esquecemos de pegar o resultado, pode ser fatal no caso de uma doença grave. O ideal seria um assistente pessoal receber o exame de forma digital e compartilhar com o médico. Ele poderia fazer uma análise de acordo com o histórico e passaria orientações ao paciente. A dificuldade está na adaptação das pessoas a essa integração de sistemas.

A crise econômica que o Brasil enfrenta está tendo efeitos negativos na inovação?

Com a economia ruim, começa uma onda de pessimismo, que acarreta em redução de investimentos e dificulta a inovação. No Brasil, é mais uma dificuldade, já que temos alguns limitadores naturais.

Quais são esses limitadores naturais à inovação no Brasil?

Na minha opinião, que é mais minha do que do Google, é a legislação trabalhista. Ela foi criada quando o Brasil era um país rural. Ao longo do tempo, ela sofreu algumas mudanças, mas continua igual em sua essência. Se eu fundar uma empresa, contratar pessoas e ela fechar em dois anos, tenho um problema. Chamei as pessoas para trabalhar comigo, compartilhando meu sonho. Não tive sucesso e ainda sou penalizado. É um peso muito grande para quem quer inovar e, por isso, as pessoas ficam com medo de arriscar.

Dinheiro também é um problema para essas empresas?

Sim. É preciso ser mais fácil obter dinheiro a baixo custo e isso não acontece hoje em dia. O governo brasileiro quer canalizar dinheiro por meio de órgãos governamentais. São vários os programas de estímulo, mas não está dando certo. Não está funcionando bem no contexto de inovação no Brasil. Seria mas interessante se o governo estimulasse as empresas a fazer investimentos.

Depois de mais de dez anos no Google, quem você admira?

Apesar de estar aqui há mais de dez anos, venho trabalhar muito motivado todos os dias. Um dos motivos é que a empresa tem um par de fundadores (Sergey Brin e Larry Page) que, apesar de não serem do meu convívio, tomam decisões de forma honesta em situações extremas. Muitas vezes, temos que tomar decisões duríssimas, como quando tiramos a engenharia da China. Mas eles atacam problemas complexos dirigidos por princípios. É por isso que eu me orgulho de vir trabalhar aqui, todos os dias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte:  http://atarde.uol.com.br/economia/noticias/1826470-a-busca-do-google-esta-mudando

Leia mais...


BCA Notícias 079/2016: Com lançamento previsto para 2017, operadora Veek é homologada pela Anatel

Uma nova operadora de telefonia móvel está a caminho do Brasil. Nesta semana, a Veek, que atua no regime de Mobile Virtual Network Operator (MVNO) credenciada, foi homologada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). De acordo com o fundador da empresa, Alberto Blanco, uma fase beta será colocada no ar até o final deste ano, e o início das operações está previsto para fevereiro de 2017.

Originalmente anunciada em junho, a Veek terá como foco jovens de baixa renda, e os planos ofertados devem ser apenas na modalidade pré-pago. Embora os preços não tenham sido definidos, a entidade espera que, em 80% dos casos, as tarifas sejam mais baratas do que as praticadas pelas demais operadoras do país. A empresa espera que os usuários gastem em média R$ 40 por mês com seus serviços.

Segundo Blanco, que é ex-diretor de marketing da Oi, a Veek terá dois grandes diferenciais no mercado de telefonia móvel. O primeiro é uma tarifa única para o minuto de voz, independentemente de a ligação ser para fixo ou móvel, local ou de longa distância, assim como uma tarifa única por MB e por SMS.

Já o segundo trata de um conceito de marketing multinível, remunerando assinantes que trouxerem novos usuários com uma participação na receita gerada por eles. Neste caso, os “veekers” – como serão chamados os clientes – receberão um bônus sobre as recargas das pessoas que eles chamarem para a companhia, funcionando da seguinte forma: os usuários vão receber 2,5% do valor da recarga de todos os assinantes que trouxerem, mais 1% sobre as recargas feitas pelos convidados dos seus convidados e mais 1% no nível seguinte.

Além disso, a Veek vai disponibilizar um kit com dez cartões SIM por um valor de R$ 100, que podem ser revendidos a R$ 20 cada, garantindo ao usuário um faturamento de R$ 10 em cima de cada cartão. Toda a remuneração recebida estará disponível em um “Veek Card”, um cartão de débito da bandeira Mastercard que será distribuído pela empresa. O saldo desse cartão poderá ser acessado via aplicativo para sistemas operacionais Android e iOS.

A Veek é a marca que será usada junto ao público, embora a companhia por trás dela seja a Lanis Redes e Consultoria Ltda. A entidade se conecta à plataforma da EUTV, que por sua vez está homologada no regime de MVNO autorizada e utiliza as redes da TIM. A modalidade MVNO é bastante comum entre empresas menores que, apesar de competirem com outras operadoras, não possuem uma rede própria e fazem uso da infraestrutura de outras teles.

 

Site da Veek : http://www.veek.com.br 

Fonte https://corporate.canaltech.com.br/noticia/telecom/com-lancamento-previsto-para-2017-operadora-veek-e-homologada-pela-anatel-78125/

Leia mais...

Twitter


Entre em contato

E-mail: contato@consultoriatelecom.com.br
Tels: (55 11) 4119-8570

Visit also our social profiles:

Scroll to top