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TCS Noticias 022/2016: SDNs: a estrada para uma gama nova de aplicações

 

 

O conceito de redes definidas por software (SDN, na sigla em inglês para software-defined networking) surgiu com a proposta de transformar a maneira de implantar, gerenciar e controlar a rede. Basicamente, o que elas fazem é separar o plano de controle (responsável pela inteligência da rede) do de dados, encarregado de encaminhar os pacotes para seu destino. Com isto, evita-se a necessidade de ter de configurar o hardware manualmente e torna-se possível que vários elementos encaminhadores compartilhem o mesmo controlador. Isto facilita a configuração da rede, além de permitir que uma gama de novas aplicações seja desenvolvida.

Esta nova forma de arquitetar redes – em que o caminho que os dados percorrem é gerenciado por um plano de controle baseado em software – conquistou primeiro as empresas de data center e de telecomunicações, que enxergaram nela a possibilidade de melhorar o gerenciamento e a flexibilidade da rede. Gestão da automação do tráfego, engenharia de banda e a habilidade de ter uma rede sob demanda que se ajuste às necessidades dos clientes são algumas das promessas de benefícios que a SDN vem oferecendo.

As redes definidas por software configuram uma nova abordagem de concepção, construção e funcionamento das redes para simplificar operações e promover maior inovação. As SDNs devem ganhar força em ambientes que exigem rápida tomada de decisão e flexibilidade, principalmente, porque se tornará cada vez mais difícil que administradores de rede façam o gerenciamento manualmente.

Em recente entrevista, o diretor de estratégia global da Dell Networking, Adnan Bhutta, explicou que, nas últimas duas décadas, as empresas saíram dos mainframes, com arquiteturas e ferramentas de gerenciamento proprietárias, aplicativos limitados e CPUs e sistemas operacionais proprietários, para os servidores x86, produzidos por diferentes fabricantes e que permitiram a computação distribuída, um ecossistema integrado de aplicações, sistemas operacionais padronizados e interoperáveis e padrões de indústria para os chips (Intel e AMD).

Adoção

A demanda por mais flexibilidade, mais capacidade de escala, simplificação no gerenciamento e aplicações específicas para atender a peculiaridades de cada negócio tem conduzido o mercado a uma transformação em direção a redes abertas e baseadas em software. Mas esta mudança ainda está lenta.

Empresas de data center saíram na frente na adoção de SDN, e as de telecomunicações estão analisando a sua implantação –  o caso delas é mais sensível, pois, como a rede é o negócio das operadoras, ela não pode sofrer paralisações ou ter problemas. Para outras indústrias que precisam de alta velocidade na rede e para as quais milissegundos fazem a diferença, como a de serviços financeiros em bolsa de valores, adotar a SDN também faz sentido.

“A rede definida por software será uma realidade, mas, hoje, no Brasil, o varejo e o mercado financeiro estão à frente na sua adoção. Até porque essas verticais estão lidando com uma avalanche de dados e precisam ter infraestruturas que funcionem muito bem”, ressalta o diretor de soluções da Dell para a América Latina, João Bortone.

O mercado corporativo de grande porte, como companhias com mais de mil funcionários, também tem analisado o conceito como forma de ganhar agilidade, facilitar atualizações e diminuir o tempo de provisionamento de novos serviços, uma vez que o controle passa a ser único e centralizado.

De acordo ainda com Bortone, as empresas já percebem que o diferencial competitivo virá do uso de novas arquiteturas como SDNs, analytics e big data. “Extrair inteligência da massa de dados dentro de uma empresa é hoje uma prioridade, e essas arquiteturas permitem desenvolver o negócio de maneira mais rápida e flexível.” O momento econômico do Brasil pode adiar algumas ações, mas a crise também pode ser uma oportunidade para transformar, ressalta o diretor da Dell América.

João Paulo Bruder, gerente de telecom da IDC Brasil, acredita que o grande benefício da SDN é ser baseada em código aberto. Significa que se for encontrado um problema pode-se recorrer aos fóruns de discussão para resolvê-lo e, uma vez tendo a questão solucionada, compartilha-se com o restante da comunidade, gerando mais conhecimento.

Para ele, ainda que faça bastante sentido para as operadoras adotarem a SDN, o mercado corporativo das grandes empresas deve implantá-la mais rapidamente que as telcos. “Rede é core business da operadora. Se ela vai para SDN, encontra bug e a rede cai, tem impacto muito forte. Elas não podem correr este risco, por isto, são mais conservadoras”, explica. “As empresas também são conservadoras. Ficar sem ERP por oito horas é um baita transtorno, vai ter um gasto financeiro que terá de ser dimensionado, mas não afeta a imagem para o mercado. Então, elas podem aceitar esse risco [da SDN] melhor.”

Inibidores

A questão da falta de padronização das SDNs ainda precisa ser  resolvida para impulsionar uma adoção maior. De acordo com Bruder, é preciso chegar a um padrão para o controlador ‘falar’ com o switch de diversas marcas e para que todos obedeçam à mesma ordem.

Bruder lembra que os fornecedores já chegaram a alguns acordos, por meio de fóruns de padronização, mas não conseguiram ainda equacionar completamente a padronização. “Cada fornecedor defende a sua visão, o seu interesse e vai tentar que o sistema aberto esteja mais alinhado ao que tem. Demora, mas está caminhando e o jogo vai virar.”

Para o gerente de telecom da IDC, as SDNs vão revolucionar o mercado de rede assim como os supervisores de máquina virtual revolucionaram o de servidores. “Mas não é para todo mundo, porque tem de ter certo tamanho para se beneficiar disto”, alerta.

Recomendações
» Prepare-se para a SDN, explorando os potenciais benefícios e riscos que as redes definidas por software irão trazer para a organização.
» Compreenda os trade-offs entre uma solução completa SDN, que pode trazer tanto benefícios táticos a curto prazo, quanto benefícios estratégicos a longo prazo, comparando-os com soluções incompletas que muitas vezes são rotuladas como SDN e que, no futuro, podem não ter valor estratégico e alavancagem.
» Ao olhar para soluções de SDN para as redes de data center, envolva na discussão as equipes de servidores, virtualização, segurança, armazenamento e aplicações de entregas, de modo a garantir que seja adotada uma abordagem única. Para implantações de SDN, equipes multifuncionais semelhantes devem ser envolvidas.
» A adoção de SDN requer uma nova forma de pensar que pode ameaçar alguém da equipe atual de rede. Identifique oportunidades para promover a colaboração entre silos e apoiar e recompensar os membros da equipe com as habilidades e a visão necessárias para liderar o processo de avaliação.

 http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=41472&sid=100#.VyH8qPkrLIU

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TCS Notícias 021/2016: Enfrente a crise. Essa é a hora para aderir à transformação digital

 

Brasil não está atrasado em relação à média mundial no que diz respeito à adoção de iniciativas que levam à transformação digital das empresas. De acordo com o Gartner, 75% de seus clientes internacionais relatam ter iniciativas digitais. Quando indagadas se atualmente já possuem algum porcentual das receitas atribuídas a modelos ou aplicações de negócios digitais, 14% das empresas no Brasil afirmam que sim – um pouco menos da média global de 16%. Em uma perspectiva de dois anos, o índice sobe para 24% no Brasil e 25% no mundo e, em cinco anos, o Brasil se equipara à média global de 37%.

Cassio Dreyfuss“O Brasil corre o risco de ficar atrasado se as empresas, por causa do cenário econômico, ficarem reticentes em fazer investimentos nessa área e se concentrarem em otimização de custos, deixando para depois os negócios digitais”, destaca Cassio Dreyfuss, vice-presidente e líder de pesquisas do Gartner para o Brasil. As companhias precisam ter em mente que, hoje, a competição se dá em nível mundial e que seus competidores se movimentarão nesse sentido.

“As empresas não podem esperar até 2017; têm de fazer algum avanço em 2016, do jeito e na medida em que puderem. O lado bom é que investir em negócios digitais não requer investimentos vultosos, em ativos caros. E a vantagem é que desenvolver modelos de negócios digitais tem dois componentes básicos: informação e criatividade”, adverte. Assim, é preciso avançar com os negócios digitais em paralelo a todas as iniciativas de otimização de custos.

Anderson FigueiredoO consultor e analista do mercado de TIC Anderson Figueiredo é taxativo. Para ele, ninguém sabe se com a transformação digital vai ficar mais barato ou não, mas  sabe-se que ela tende a trazer resultados para empresas. “Neste momento, todo mundo está discutindo isto. Não está provado se vai trazer redução de custo, mas mostra clara tendência de trazer melhores resultados financeiros para as organizações”, diz.

Para o vice-presidente de expansão de mercado da Avanade Brasil, Hamilton Berteli, durante a segunda metade desta década, será uma questão de ser “digital ou morrer” para as organizações que buscam aumentar a produtividade e a agilidade e diferenciar-se dos concorrentes. Mas, adverte o especialista, ser digital para os clientes exige ser digital dentro do próprio negócio.

Hamilton BerteliSegundo ainda o executivo, em 2016, as empresas brasileiras reconhecerão a necessidade de ir além das ferramentas básicas de colaboração para funcionários, como o e-mail, e adotar um ambiente de trabalho verdadeiramente digital para incentivar a produtividade contínua e obter vantagem competitiva.

Ao longo deste ano, pondera o VP da Avanade Brasil, as empresas concentrarão esforços para unir tecnologias sociais, móveis, analíticas e de computação na nuvem fáceis de usar, para criar um ambiente de trabalho digital capaz de identificar e responder às necessidades de informação dos funcionários – a qualquer momento, em qualquer lugar e a partir de qualquer aparelho.

* Colaborou Ana Paula Lobo

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=41470&sid=100#.VyH7qfkrLIU

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TCS Notícias 020/2016: Microsoft e Google perdem a disputa para fornecedores menores no email na nuvem

 

Um novo levantamento da Gartner indica que o uso de serviços de email é como uma porta de entrada das empresas para a ‘computação em nuvem’. Segundo a consultoria, 13% das empresas de capital abertoestão  usando um dos dois principais fornecedores desse segmento – Microsoft (8,5%) e Google (4,7%).

“Os quase 87% restantes das empresas pesquisadas têm e-mail na nuvem híbrido, hospedado ou privado, gerenciado por fornecedores menores”, informa a Gartner, considerou registros de domínio de quase 40 mil empresas no mundo para descobrir quais visam aos serviços de e-mail na nuvem.

“Tanto a Microsoft quanto o Google têm conquistado adesão significativa entre empresas de diferentes perfis. As organizações que consideram utilizar o e-mail na nuvem devem questionar a premissa de que a nuvem pública não é apropriada para a sua região, porte ou segmento. Nossas descobertas indicam que o número de empresas usando o e-mail na nuvem é cada vez maior”, diz Nikos Drakos, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner.

De acordo com o levantamento, a Microsoft é a fornecedora mais popular entre as organizações de maior porte, sendo que mais de 80% dessas empresas apresentam receita acima de US$ 10 bilhões. A popularidade do Google é maior entre as empresas com receita inferior a US$ 50 milhões, totalizando 50% de seus usuários.

Em setores como viagem e hotelaria, serviços profissionais e bens de consumo, os níveis mais altos de utilização estão entre as empresas com as maiores receitas. Mais de um terço das organizações nestes setores, com receita acima de US$ 10 bilhões, utilizam o e-mail na Nuvem de um desses dois fornecedores.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=41947&sid=97#.VvQKnOIrLIU 

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TCS Notícias 019/2016: Vivo TU Go é o concorrente da tele ao WhatsApp

 

A Vivo, que já classificou o WhatsApp como serviço ‘pirata’, anunciou nesta terça-feira, 22/03, o serviço Vivo TU Go, para aparelhos iPhone, da Apple. O produto é o concorrente direto lançado pela operadora à OTT do FAcebook. A funcionalidade nova é a TU Go Wi-Fi Calling. Antes, para usufruir os benefícios do Vivo TU Go, o cliente com iPhone precisava ter o aplicativo do serviço instalado em seu smartphone. Agora, pode fazer uso de sua linha móvel em redes Wi-Fi sem a necessidade de baixar o app.

Segundo a operadora, o serviço garante aos clientes conexão de qualidade para fazer e receber ligações e trocar SMS, mesmo em locais fechados e subterrâneos, desde que estejam conectados a um sinal de Wi-Fi. Onde existe Wi-Fi existe cobertura Vivo.

Outra vantagem do Vivo TU Go é melhorar a experiência do cliente em viagens ao exterior. O serviço permite fazer e receber ligações para números fixos e móveis como se estivesse em casa, ou seja, na cidade de origem do seu DDD, sendo tarifado de acordo com seu plano. Quem recebe a ligação reconhece o número do originador e sabe quem está ligando.

O lançamento do Vivo TU Go no Brasil propiciou à Vivo tornar-se a primeira operadora da América Latina para oferecer a tecnologia Wi-Fi Calling, que possibilita aos clientes com iPhone fazer e receber ligações em redes Wi-Fi usando o próprio discador do telefone. Além disso, o usuário continua com acesso à sua agenda de contatos normalmente e mantém as mesmas configurações de toques.

Para utilizar o TU Go Wi-Fi Calling, o cliente deve ativar a funcionalidade “Wi-Fi Calling” no menu de configuração do seu aparelho. A novidade está disponível para iPhones a partir do modelo 5c e com o novo iOS 9.3. A Vivo tem planos de levar a tecnologia também para outros smartphones. Inicialmente, a funcionalidade está disponível somente para clientes pessoa física da Vivo.

Os clientes móveis que possuem outros aparelhos também podem usar sua linha móvel em redes Wi-Fi. Basta baixar o aplicativo Vivo TU Go disponível, além do iOS, para Android, Windows Phone, PC e site web. Para usufruir, é preciso ter um plano de serviço ativo e estar conectado a uma rede Wi-Fi. O Vivo TU Go pode ser usado em até seis dispositivos simultaneamente e não é necessário que a pessoa que recebe a ligação ou SMS seja usuária do serviço ou tenha o aplicativo.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=41952&sid=8 

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TCS Notícias 018/2016: Sem dinheiro, Plano Nacional de Banda Larga parou em 2015

O governo federal passou o ano de 2015 prometendo uma nova etapa do plano nacional de banda larga, até já batizado de Banda Larga Para Todos. Mas assim como as linhas dessa nova fase de universalização do acesso à internet, os investimentos na política ainda em vigor também seguem praticamente desconhecidos. Segundo o relatório anual da Telebras, o dinheiro não veio.

“Ampliações e novas implantações de Estações de Backbone e de Estações de Atendimento (EA), assim como as 21 redes metropolitanas previstas para 2015, tiveram seu orçamento contingenciado pelo Governo Federal, e assim reprogramado na proposta orçamentária da LOA 2016”, resume o relatório, divulgado nesta quarta, 23/3.

O plano de investimentos da estatal previa aportes de R$ 908,6 milhões ao longo do ano passado, dos quais R$ 636 milhões para o satélite e R$ 251,9 milhões para o PNBL. No fim, porém, o investimento ficou bem menor e somou R$ 597,7 milhões – dos quais R$ 559,1 (ou 93%) no satélite. A banda larga só recebeu R$ 31,2 milhões (ou 12% do esperado).

O avanço sensível da estatal se deu na receita operacional, que cresceu 102% – de R$ 31 milhões em 2014 para R$ 62,8 milhões no ano passado. Para tanto, a Telebras reverteu a aparente estagnação de sua área comercial até então: nos quatro primeiros anos desde a reestruturação, em 2010, a estatal fechou 182 contratos para oferta de 30 Gbps de banda.

Esse quadro mudou. “O ano de 2015 encerrou com 485 contratos comerciais e termos aditivos assinados e mais de 134 Gbps de banda ativada. Isso representou um acréscimo de banda de cerca de 340% quando comparado ao ano de 2014, sendo possível notar que o valor de faturamento pelos serviços prestados foi duplicado no referido ano”, destaca o relatório.

Esse desempenho só é comparável ao prejuízo da Telebras, que dobrou em 2015 e encerrou o ano em R$ 235,6 milhões (frente os R$ 117,3 milhões do ano anterior). Segundo a empresa, isso foi “devido ao maior crescimento das despesas comerciais com 44,1%, das despesas financeiras liquidas que passaram de R$ 68.557 em 2014 para R$ 72.187 em 2015, crescimento de 5,3% e da queda observada no Resultado da Equivalência Patrimonial de 84,5%, passando de R$ 150.571 em 2014 para apenas R$ 23,287 em 2015”.

Governo

A Telebras sustenta que parte do esforço de retomada comercial foi concentrado junto a órgãos públicos – especialmente diante do Decreto 8.135/13, que obriga a contratação de redes da estatal. Essa regra ainda não foi efetivamente incorporada na administração federal (e há ainda normas complementares em elaboração), mas a Telebras já espera resultados a partir deste 2016.

“A Companhia intensificou sua presença nos órgãos de governo, prospectando oportunidades e construindo projetos. As atividades da área comercial foram revistas com este foco. Apesar do processo de contratação longo nos órgãos de governo, estes esforços já começaram a trazer frutos e devem transformar a realidade da Companhia nos próximos anos. A Telebras tem, no momento, negociações comerciais com diversos clientes de Governo e espera, em 2016, aumentar significativamente as vendas para esse setor.”

Até por isso, a Telebras tem projeções de receitas crescentes até 2020, quando espera faturar R$ 547 milhões (para 2016, a estimativa é de que as receitas com a RNP, regionais, grandes clientes e interconexão atinjam R$ 129,6 milhões. Mas com o aumento da banda contratada, esses movimentos dependem da ampliação da capacidade da rede, afetada pela falta de recursos para o PNBL.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=41960&sid=14

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TCS Notícias 017/2016: Grampo em Dilma indica que o Governo não avançou nas comunicações seguras

Em 2013, quando vieram a tona as denúncias da espionagem sem limites dos Estados Unidos, o governo brasileiro ficou particularmente indignado com as interceptações de conversas da presidenta Dilma Rousseff – e, como se soube em seguida, de pelo menos 29 autoridades da administração federal.

Na esteira das denúncias de Edward Snowden, o governo prometeu várias medidas para garantir a privacidade das comunicações. Mas um novo grampo envolvendo a presidenta lembra que muito pouco mudou de fato na política de segurança nacional.

As situações são distintas, até porque o grampo da NSA se deu sem ajuda das operadoras de telecomunicações que atuam no Brasil – ou assim atestou a Anatel depois de fazer a pergunta a elas. Mas vale a tirada de Snowden, que após a divulgação do diálogo de Dilma com Lula, disparou pelo Twitter:

“’Ficar no escuro’ é um conto de fadas: 3 anos depois do grampo em Dilma, ela ainda faz chamadas não criptografadas”, comentou. ‘Going dark’ é o argumento das agências de segurança e espionagem americanas em defesa de backdoors nos smartphones – sem isso, dizem, ‘ficarão no escuro’ sem como coletar informações.

Brigas políticas à parte, os sinais são de que pouco avançou – em alguns casos, houve até recuo, como na implementação do ‘email seguro’ desenvolvido pelo Serpro – e que este ano foi abandonado, por exemplo, pelo Ministério do Planejamento. O último levantamento divulgado pela estatal era de 50 mil contas ativas – em 1 milhão das pretendidas no governo. Segundo o Serpro, em fevereiro deste ano eram 56.341 contas do Expresso, com outras 10 mil em negociação. Na contramão, o MPOG representou cerca de 7 mil baixas.

  O governo também anunciou uma ‘varredura’ nas redes de comunicação que trafegam conversas e dados da administração, mas não há resultado conhecido. Chegou a haver a edição de um Decreto (8.138/13) que obrigava o uso de ferramentas de correio eletrônico do Serpro e as redes da Telebras, mas se o email enfrentou problemas, a contratação das redes também – o MPOG ainda está às voltas com a normatização de como os órgãos públicos vão contratar as duas estatais.

Ainda por conta da espionagem, o Gabinete de Segurança Institucional criou, no ano passado, um grupo para discutir e formula “proposição de soluções para telefonia segura na administração pública federal”, como estabelecido pela Portaria 13/2015. Procurado, o Departamento de Segurança da Informação e Comunicações, braço normativo do GSI, não informou se já existem conclusões (até aqui nenhuma norma sobre o tema foi editada).

Fonte : http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=41930&sid=18

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TCS Notícias 015/2016: Cloud faz Equinix investir R$ 266 milhões em data center no Brasil

A Equinix promete investir R$ 266 milhões, ou US$ 76 milhões, na primeira etapa de construção de SP3, o seu quinto data center no Brasil. Localizado em Santana de Parnaíba, o projeto terá outras 5 fases e os cerca de 2.800 racks de SP3 dobrarão a disponibilidade de espaço da empresa no Brasil. A primeira etapa da construção está prevista para ser inaugurada no primeiro trimestre de 2017.

O novo site suportará as exigências de infraestrutura de TI para as empresas locais e multinacionais que buscam expandir operações no mercado brasileiro. Hoje, a companhia já conta com mais de 800 organizações alocadas nos quatro data centers do país e a alta na capacidade irá antecipar as necessidades por projetos de colocation no estado de São Paulo. SP3 também estará conectado ao Equinix Cloud Exchange que fornece acesso direto ao Microsoft Azure e o Office 365.

“Temos visto um aumento na demanda do mercado brasileiro por interconexão e colocation. As novas instalações de SP3 atenderão a essas necessidades enquanto proporcionam às empresas no Brasil a oportunidade de se beneficiarem da plataforma Equinix nos 40 mercados em que estamos presentes no mundo”, afirma Karl Strohmeyer, presidente da Equinix nas Américas.

O SP3 terá total de 20 mil m² e contará com mais de 8 mil m² de área de colocation. Serão cerca de 13,3 megawatts de energia disponível e o data center terá uma subestação de alta tensão própria e linhas redundantes que garantem mais confiabilidade e estabilidade do que as que normalmente abastecem os data centers.

A distância entre SP3 e SP2, data center da companhia em Tamboré, SP, torna possível a ligação entre os sites por meio de fibra ótica escura via Equinix Metro Connect™. Esta solução prevê conectividade entre diferentes DCs Equinix para fornecer acesso direto a mais de 1.150 operadoras e mais de 6.300 empresas com baixíssima latência. No início deste mês, a Equinix anunciou a construção de quatro novos data centers em Tóquio, Dallas, São Paulo e Sydney. Somados às recentes aquisições da Bit-isle, no Japão, e da Telecity, na região EMEA, a plataforma de interconexão global da terá quase 150 data centers até o fim do ano.

O novo data center será inaugurado também com as certificações Tier III Design e Facilities. A primeira garante que o projeto de construção do data center foi avaliado e estava de acordo com todas as regras do Uptime Institute. Já o selo Tier III Facilities atesta que as instalações atenderão todos os pré-requisitos para execução de manutenções sem a necessidade desligamento da carga do cliente. 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=41940&sid=97#.VvFmGeIrLIU

Dep. MKT TCS 

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TCS Notícias 014/2016: Anatel reestuda abrir o mercado VOIP como concorrente direto das teles

 

A reunião da Anatel nesta quinta-feira 17/3, abordou um assunto pendente há 15 anos no regulador: a permissão para que provedores de internet possam se valer de um plano de numeração para prestar serviços. Em outras palavras, abrir o mercado de VoIP como concorrente direto das teles.

Justamente por essa implicação, a agência empurra esse tema com a barriga há década e meia, desde que aprovou seu regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia. Provedores chegaram a tentar até a via Judicial para pressionar a Anatel, até aqui sem nenhum sucesso.

A surpresa, assim, veio na forma de um voto-vista do conselheiro Igor de Freitas, sobre uma proposta de revisão que originalmente faz ajustes no regulamento de numeração para atualizar pontos antigos (como as Práticas Telebrás). “Ao invés de só olharmos para trás, que também possamos olhar para frente”, defendeu Freitas.

“Há um novo contexto tecnológico. A agência precisa direcionar esforços para direcionar oferta de serviços de numeração para redes de dados. Há uma já identificada substituição de voz por dados, a entrada de novos players. Nesse novo cenário, não só recurso de espectro, mas também de numeração pode se tornar recurso escasso e é melhor trabalhar preventivamente”, sustentou.

Ou seja, há uma evidente transição das redes para o universo IP (a começar pelo próprio 4G, mas especialmente no 5G) e, como defende o conselheiro, já passou da hora de a Anatel enfrentar o tema. Daí a ideia de que já se aproveitasse a consulta sobre a revisão dos pontos caducos da norma para abrir a discussão pública do plano de numeração para o SCM.

A tese, porém, não mobilizou de todo o colegiado do regulador. “Seria mais adequado abrir uma discussão interna antes de colocar em consulta sem uma reflexão dentro da agencia”, ponderou o relator original da revisão do regulamento de numeração, Rodrigo Zerbone. Otavio Luiz Rodrigues sugeriu, ainda, “avaliar até juridicamente se não estaríamos (Anatel) avançando sobre a internet”.

Como resultado, a consulta vai caminhar como antes, sem o SCM. O Conselho Diretor decidiu, porém, que a Superintendência de Planejamento e Regulamentação inicie um procedimento específico para estudar os recursos de numeração para o SCM.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=41922&sid=8

Dep. MKT TCS (mkt@consultoriastelecom.com.br )) 

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TCS Notícias 013/2016: Facebook insiste que não tem acesso aos dados do WhatsApp e garante que não mudou planos para o Brasil

O Facebook insiste que não tem acesso aos dados do WhatsApp, empresa comprada há dois anos por US$ 22 bilhões. Essa foi uma das posições defendidas pelo vice-presidente da rede social na América Latina, Diego Dzodan, em palestra ministrada no Massachusetts Institute of Technology, nos Estados Unidos, neste final de semana.

O executivo – que passou cerca de 24 horas em uma prisão de São Paulo sob a justificativa da não cessão de dados à Justiça – disse que foi tratado com respeito pelas autoridades.”Fui tratado com bastante respeito”, afirmou Dzodan, ao responder perguntas da platéia.

Dzodan foi taxativo ao afirmar que os planos do Facebook para o Brasil estão mantidos. “Estamos extremamente comprometidos com o Brasil. O Brasil é um mercado enorme que realmente gosta do Facebook”, disse. “Estamos bastante focados no longo prazo”, acrescentou.

Dzodan foi preso em decorrência de um mandado de prisão preventiva expedido pelo juiz Marcel Maia Montalvão, da vara criminal de Lagarto (SE). O juiz deferiu pedido da Polícia Federal para quebra de sigilo de mensagens trocadas pelo aplicativo WhatsApp como parte da obtenção de provas em processo de tráfico de drogas interestadual que corre em segredo de Justiça. O Facebook classificou a prisão de Dzodan como uma medida “extrema e desproporcional”.

*Com agências internacionais

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=41829&sid=4

Dep MKT TCS

 

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TCS Notícias 012/2016: Em 12 meses, telefonia fixa perde 1,7 milhão de assinantes

 

Números divulgados nesta quarta, 24/2, pela Anatel demonstram que a sangria continua na telefonia fixa. O total de acessos em serviço ao fim de janeiro deste 2016, 43,3 milhões, é 1,7 milhão menor que o registrado há 12 meses, em janeiro de 2015.

Este é, afinal, o principal argumento da proposta à mesa, que elimina a telefonia fixa prestada no regime público, ou quase. A sugestão é de que a concessão permaneça apenas para a oferta de telefones públicos – e somente naquelas áreas do país onde não haja oferta de telefonia móvel.

Hoje são 857,3 mil orelhões, mas devem restar (caso a proposta avance) pouco mais de 50 mil. Já a separação hoje existente entre linhas das concessionárias (25,3 milhões em janeiro) e das autorizadas (17,9 milhões) também desaparecerá.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=41754&sid=8

Dep.  MKT TCS

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