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TCS Notícias 035/2016: A TCS acaba de lançar seu novo site para divulgação de uma solução de PABX IP ( IPIX )

A TCS acaba de lançar seu novo site para divulgação de uma solução de PABX IP ( IPIX ) que trabalhamos com muito orgulho a anos e que tem trazido muito eficiência e sucesso  para nossa operação, assim como aos nossos clientes (http://asteriskpabxip.net.br/index.htm ).

Diferente de seu antecessor (PABX tradicional) o nosso PABX IP é uma plataforma de comunicação completa, inteligente e extremamente versátil e que chamamos de IPIX. O IPIX é uma plataforma de comunicação de voz (PABX IP) baseada em software e pode ser instalada em diversos ambientes. Como essa tecnologia sua empresa ganha escalabilidade, gestão completa da Telefonia Fixa, redução dos custos entre as unidades, além de diversos recursos que ajudam sua organização a ganhar eficiência.

 

Recursos:

Quais seus benefícios :

1. REDUÇÃO DE CUSTOS

Fonte: WeSmart.

Esta é, com certeza, uma das maiores vantagens trazidas pela Telefonia IP. Utilizando a internet, ela realiza chamadas sem custos adicionais, tarifas ou preço de assinatura. Assim, é possível economizar até 70%com serviços de telefonia (investimento, suporte e manutenção).

2. MOBILIDADE

Poder fazer ligações com voz, vídeo ou imagens de qualquer lugar com acesso à internet é outro grande chamariz. Hoje, as companhias precisam se comunicar das mais diferentes maneiras e dos mais variados locais. Muitos funcionários trabalham, inclusive, de forma remota, o que com a telefonia convencional acarretaria em muitas limitações e altos custos na comunicação.

3. INTEGRAÇÃO

Sim, a possibilidade de convergência entre voz e dados torna as chamadas bem mais versáteis, práticas e eficientes. À medida que a banda larga se torna mais acessível, um número maior de pessoas pode usufruir de um sistema comunicacional integrado, de fácil e ágil utilização. Para as organizações esse benefício se traduz em maiores resultados de negócios.

4. SERVIÇOS INTELIGENTES

Além da integração entre diferentes métodos de se comunicar, a Telefonia IP permite personalizar funcionalidades para facilitar as operações e otimizar a gestão do trabalho. Com  aplicação específicas é possível criar notificações de chamadas, gravações, voice mail, fila de espera, entre outros recursos. Desse modo, a empresa consegue estabelecer total controle dos processos de dados e voz.

5. PRODUTIVIDADE

Com mais versatilidade na comunicação, chamadas que podem ser executadas independentemente do lugar e funcionalidades inteligentes há, por conseguinte, um ganho sobre a produtividade da equipe, que pode avançar até 45% .

Levando em conta todas essas questões não fica difícil perceber como soluções de Telefonia IP podem se tornar um verdadeiro diferencial competitivo dentro das corporações. Para conhecer as opções que estão ao seu alcance basta entrar em contato com a TCS e falar um pouco sobre suas principais necessidades.

 

Comparação entre o PABX IP ( IPIX ) com o PABX convencional ( TDM) 

 

Juntos nós podemos encontrar a melhor ferramenta para o seu caso. Entre em contato conosco por telefone ou Email que entraremos em contato.

Dep. Comercial : comercial@consultoriastelecom.com.br

site: (http://asteriskpabxip.net.br/index.htm )

 

Tel:

      (55 11) 2391-0383

Tel:

     (55 11) 4119-8570

TAG: PABX IP ; PABX IP ASTERISK ; TARIFADOR; CALLCENTER; ASTERISK; DISCADOR AUTOMÁTICO; URA ; CORREIO DE VOZ ; VOIP ; 4003 ; 0800 ; TARIFADOR PABX ; TARIFADOR ASTERISK ; DDR ; E1 ; GSM ; EBS ; PABX CONVENCIONAL; PABX DIGITAL ; PABX TDM ; GRAVADOR DE VOZ ; SIP ; IAX; RAMAL REMOTO ; PABX VIRTUAL ; RAMAL VIRTUAL ; CONFERENCIA ; ROTA DE MENOR CUSTO ;ECONOMIA EM LIGAÇÕES ; LIGAÇÕES GRÁTIS ENTRE FILIAIS ;

 

DEP. MKT TCS

 

 

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TCS Notícias 034/2016: Facebook, Twitter, Youtube e Microsoft vão remover discursos de ódio em 24 horas

A Comissão Europeia anunciou nesta terça, 31/5, que Facebook, Twitter, Youtube e Microsoft vão adotar medidas para remover rapidamente de suas aplicações na internet conteúdos que promovam violência e ódio, a partir de um código de conduta elaborado conjuntamente.

Conforme explica a CE, o acerto “incluirá o desenvolvimento permanente de procedimentos internos e formação do pessoal para assegurar que examinam a maioria das notificações válidas visando a remoção dos discursos ilegais de incitação ao ódio em menos de 24 horas e, se necessário, a remoção ou a impossibilidade de acesso a tais conteúdos”.

“Os recentes atentados terroristas recordaram-nos a necessidade urgente de tratar a problemática dos discursos ilegais de incitação ao ódio em linha. As redes sociais são, infelizmente, um dos instrumentos utilizados pelos grupos terroristas para provocar a radicalização dos jovens, bem como pelos racistas para divulgar a violência e o ódio”, afirmou a comissária de Justiça da UE, Vera Jourová.

Pelo código de conduta firmado entre as empresas de tecnologia e a Comissão Europeia, o alvo juridicamente definido é a “incitação pública à violência ou ao ódio contra um grupo de pessoas ou os seus membros definido por referência à raça, cor, religião, ascendência ou origem nacional ou étnica”. “Existe uma clara distinção entre liberdade de expressão e condutas que incitem à violência e ao ódio”, resumiu a responsável pela política pública para a Europa do Twitter, Karen White.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42504&sid=4

Dep. MKT TCS

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TCS Notícias 033/2016: Brasil é 42º em ranking global de conectividade

A empresa alemã de análise de mercado GfK, a mesma que começou a entrar no mercado de medição de audiência da televisão no Brasil, soltou nesta terça-feira, 10/5, um novo levantamento sobre o grau de conectividade à internet. No ranking com 78 países, o Brasil fica em 42º.

O relatório avalia o nível de conectividade a partir do uso de diferentes ‘dispositivos’ – computadores, tablets, notebooks, televisores, videogames, carros, casas, e-readers, ‘vestíveis’ e smartphones. E gradua o peso de cada um com o uso.

Vai daí que a análise indica um crescimento relevante em um ano no uso de ‘vestíveis’ (+10%) e de televisores (+11%). Mas os smartphones seguem como o principal aparelho para os consumidores se conectarem, respondendo por mais de 45% do índice global brasileiro. É uma proporção semelhante à média dos 78 países avaliados.

Nessa posição, o Brasil fica em segundo na América Latina, atrás do Chile (20º) e à frente de Colômbia (53º), Argentina (54º) e Peru (60º). Também aparece na frente da Rússia (43º), China (47º) e Índia(72º). Hong Kong lidera o ranking, seguida pela América do Norte (o estudo não separa EUA, Canadá e México) e pelos Emirados Árabes Unidos.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42370&sid=4

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TCS Notícias 032/2016: TIM vende antenas por R$ 3 bilhões à American Tower

 

A TIM concluiu a venda de mais 270 torres para a American Tower, uma operação com valor de R$ 109 milhões. A transação representa o quarto lote do total de 6.481 torres que a companhia disponibilizou para venda desde o anúncio, em novembro de 2014.

As vendas dos lotes anteriores foram realizadas em abril, setembro e dezembro do ano passado, quando já haviam sido repassadas à American Towers 5.483 torres em um preço total de aproximadamente R$ 2,498 bilhões.

No fato relevante encaminhado à CVM nesta quinta-feira, a TIM informa que os recursos recebidos por essa nova venda “contribuirão para apoiar a estratégia de investimento da companhia”. A operadora espera, agora, fechar a venda das 728 torres restantes nos próximos meses.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42563&sid=100#.V17APrsrLIU

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TCS Notícias 031/2016: Gestor de TI: criar o seu ‘Uber’ exige repensar conceitos

Boa parte das empresas quer a transformação digital, mas muitas delas ainda nem começou a adotar o conceito no seu dia a dia, aponta levantamento do Gartner. Um estudo da consultoria mostra que 41% dos executivos de TI esperam que 41% das receitas venham dos negócios digitais, mas assumem que não estão suficientemente preparados.

Para o vice-presidente e analista do Gartner, Jorge Lopez, as empresas podem se transformar ao explorarem momentos ou aplicando recursos digitais a fim de criar novos mercados como Airbnb e Uber fizeram”, disse. “No entanto, muitas empresas irão achar mais fácil começar criando uma visão para o negócio digital para a sua indústria em particular”, completou o executivo. Para mudar esse cenário,sustenta o Gartner, CIOs devem repensar conceitos, capacidade, ativos e pesquisa:

Conceito: uma visão da indústria procura mudanças fundamentais que irão afetar muitas dimensões de negócios e operações. Um fabricante de autopeças, por exemplo, o qual permite que lojas de reparação criem peças em 3D, ao invés de ter que encomendá-las e esperar pela entrega. Nesse caso, o fabricante não teria de comprar matérias-primas, gerenciar fornecedores, fabricar peças e distribuí-las aos revendedores – o que consequentemente traria economia ao negócio. Mas outros desafios surgiriam, como a criação de uma descrição digital exata de cada peça, certificando-se de que oficinas de reparação tenham o equipamento adequado, experiência em processos e materiais para imprimi-lo.

Capacidades: a empresa precisa de novas capacidades para fazer o negócio digital funcionar. Tais recursos exigem conhecimentos que a empresa ainda não tem. No exemplo acima, o fabricante de peças teria de comercializar o serviço de impressão 3D em uma nova maneira, para um novo público, e ele teria de fornecer treinamento para fornecedores. A empresa pode desenvolver algumas capacidades internas, mas terá que encontrar parceiros (uma empresa de impressão 3D, por exemplo) para montar o negócio e pode precisar de adquirir empresas.

Ativos: a companhia precisa de um conjunto diferente de ativos para executar o negócio, incluindo pessoas, dados e propriedade intelectual (IP). A fabricante de peças terá de reforçar suas habilidades em modelagem 3D, seu conhecimento, criar bases de dados e redes para enviar arquivos certos rapidamente e iniciar um programa de marketing digital para manter oficinas de reparação envolvidas. Desde que a nova abordagem dê à empresa vantagem competitiva, ela deve desenvolver e proteger o seu IP – um desafio complexo, uma vez que deve colaborar com parceiros que têm seu próprio IP.

Pesquisa: o novo negócio digital não é estático; ele irá se expandir para novas áreas. A empresa terá de manter um programa de pesquisa projetado para agregar valor ao negócio e terá de experimentar continuamente novas possibilidades – as quais, por sua vez, irão demandar novas tecnologias, de modo que a empresa vai precisar de parcerias, especialmente com universidades.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42563&sid=100#.V17APrsrLIU

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TCS Notícias 030/2016: Microsoft compra LinkedIn por US$ 26,2 bilhões

 

O segmento de redes sociais vive uma segunda-feira, 13/06, movimentada. A Microsoft anunciou a compra da rede social LinkedIn por US$ 26,2 bilhões, com pagamento sendo feito à vista.

O anúncio foi feito pela empresa de Satya Nadella em um post de blog. A ompra das ações por US$ 196 cada avalia o LinkedIn em US$ 26,2 bilhões. O acordo deve ser concluído até o final deste ano e depende da aprovação dos acionistas do LinkedIn, de questões regulatórias e de certas condicionais.

Esta é a aquisição mais cara na história da Microsoft. Até então, o recorde era do Skype, comprado por US$ 8,5 bilhões. A divisão móvel da Nokia foi comprada por US$ 7,2 bilhões; e a Mojang (de Minecraft), por US$ 2,5 bilhões.

Segundo o comunicado de Nadella, a marca, cultura e independência da rede profissional continuam as mesmas, bem como o comando segue com o diretor executivo Jeff Weiner. Agora, porém, Weiner reportará diretamente a Nadella.

“A equipe do LinkedIn criou um negócio fantástico centrado em conectar os profissionais ao redor do mundo”, disse o CEO da Microsoft em um release. “Juntos poderemos acelerar o crescimento do LinkedIn, bem como o Microsoft Office 365 e os Dynamics conforme buscamos empoderar cada pessoa e organização no planeta”, completou.

No Brasil, o LinkedIn vive um momento de transiçaõ. O executivo Osvaldo Barbosa, que foi fundador da empresa no país, anunciou,no começo do mês, que está deixando a direção do LinkedIn na América Latina nos próximos três meses. Barbosa passará o cargo para Milton Beck, atual número 2 da empresa e diretor da área de Soluções e Talentos. Beck acumulará as duas funções.

A rede social para profissionais somava, até maio, 25 milhões de perfis, em meio ao cenário de crise econômica e altos índices de desemprego que atingem o país e está presente no Brasil desde 2011, quando abriu um escritório em São Paulo, mas com site em português desde 2010.

Em contrapartida, a Microsoft vive um momento de declínio dos seus produtos voltados para o consumidor. O MSN e o Skype estão perdendo a preferência do consumidor para produtos dos rivais Facebook e Google.

http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42619&sid=5

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TCS Notícias 029/2016: Wi-Fi comunitário: Tendência é testada pelas operadoras brasileiras

O Wi-Fi comunitário – que utiliza as conexões residenciais com hotspots para atender áreas ao redor ou se tem o acesso wi-fi liberado por hotspot patrocinado por empresas – começa a entrar na mira das teles brasileiras, que já realizam testes com a tecnologia, mas ainda estamos atrasados em relação aos mercados dos Estados Unidos e da Europa, afirma o diretor de provedores de serviços da Cisco, Hugo Baeta.

Nesta terça-feira, 07/06, a Cisco divulgou o estudo Cisco Visual Networking Index (VNI) para o período de 2015 a 2020 e nele é possível ver o forte crescimento do Wi-Fi como plataforma de acesso. Segundo o levantamento, o total de pontos de Wi-Fi públicos, contando com os domiciliares, aumentará sete vezes em quatro anos passando de 64 milhões para 432 milhões. 

No Brasil, essa tendência não é tão forte, mas há uma expectativa grande das teles – não apenas por dados, mas também por voz no Wi-Fi. “As teles sabem que têm de expandir a rede de última milha e o Wi-Fi é a grande opção”, diz Baeta.

O modelo de negócios ainda está sendo desenhado, mas, de acordo com Giuseppe Marrara, diretor de Assuntos Governamentais da Cisco, as operadoras podem, por exemplo, colocar um segundo SSID — nome público do ponto — para disponibilizar aos clientes que estejam próximos do local. O assinante que liberar o acesso pode, acrescenta o executivo, ficar liberado de pagar a conexão à Internet.

O incremento do Wi-Fi comunitário também vai esbarrar – principalmente no caso do patrocínio por grandes empresas como já acontece nos EUA e na Europa – na leitura sobre o ‘zero rating’ que será feita no Marco Civil da Internet.

“Ainda não há uma definição sobre se o acesso patrocinado é zero rating. Essa é uma pergunta que ainda não tem resposta. Há várias opiniões, mas nenhuma posição consolidada. Precisaremos de um caso para criar a jurisprudência”, observou o diretor de relações governamentais da Cisco no Brasil, Giuseppe Marrara.

O estudo VNI sustenta essas novas oportunidades ao frisar que a expansão do acesso Wi-Fi permitirá uma variedade de escala e oportunidades de otimização para as operadoras de rede: mais offload móvel, serviço de voz sobre Wi-Fi onipresente (VoWiFi), cidades inteligentes, transporte conectado e diversas estratégias de Internet das Coisas (IoT). Esta tendência, sugere ainda o relatório, também reforça recursos quad-play e oferece maior acesso aos serviços de TV Everywhere. 

Em 2015, a rede Wi-Fi e os dispositivos móveis conectados foram responsáveis por 62% do tráfego de Internet (Wi-Fi: 55%; celular: 7%; fixo: 38%). Em 2020, aponta ainda o VNI, a rede Wi-Fi os e dispositivos conectados às redes móveis serão responsáveis por 78% do tráfego de Internet (Wi-Fi: 59%; celular: 19%; fixo: 22%).

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42584&sid=3

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TCS Notícias 028/2016 : Banda larga fixa: Consumo de dados no Brasil vai pular de 15,6 GB para 32,5GB até 2020

 

O estudo Cisco Visual Networking Index (VNI), divulgado nesta terça-feira, 07/06, revelou um dado que pode fazer a diferença na discussão sobre franquia de dados na banda larga fixa no Brasil. Segundo a Cisco, o consumo médio de banda por usuário era de 15,8 GB por mês, em 2015, e passará para 32,5 GB em 2020. O consumo por residência por mês saltará de 41,6 GB e para 86,9GB no mesmo período.

O diretor de relações governamentais da Cisco no Brasil, Giuseppe Marrara, explicou que os provedores de serviços Internet praticantes do uso da franquia de dados em diversos países estão fazendo revisão para cima do limite do consumo de dados para acomodar a tendência de maior uso. Falando sobre a atual discussão no Brasil – que envolve, especialmente as operadoras de telefonia na oferta do serviço de banda larga – Marrara acredita que deveria haver um estudo aprofundado para entender o perfil de consumo dos usuários das diversas esferas sociais.

“O usuário básico não deve pagar valor desproporcionalmente alto por uma franquia existente por estar fora daquilo que faz sentido para ele”, ponderou. Para Marrara, a melhor combinação seria as empresas terem liberdade para ofertar pacotes que atendam aos consumidores de diferentes perfis de consumo. “O mais importante é a competição, pois onde existe competição o mercado funciona bem.” Segundo o estudo VNI, o pico de consumo de banda IP no Brasil — dado que orienta o planejamento das redes — chegará a 69 Tbps em 2020, sendo a média de consumo de 13 Tbps. Por dia, a fabricante projeta que as redes IP carregarão 144 Petabytes em 2020, um salto em comparação com os 56 Petabytes por dia em 2015.

Já a velocidade média de conexão banda larga fixa no Brasil deve passar dos atuais 8,5 Mbps para 19,5 Mbps em 2020, quando 80% do tráfego brasileiro é esperado ser oriundo de conteúdo em vídeo, com predominância da alta-definição e sendo acesso por dispositivos móveis. A Cisco projeta ainda que, em 2020, haverá 141 milhões de usuários de Internet, com penetração de 65%, acima da média global, e uma média de 3,6 dispositivos conectados à rede por usuário.

As televisões de 4K também terão impacto no aumento do tráfego IP. O tráfego de alta-definição representará, em 2020, 56,7% do tráfego total de Internet em vídeo, já a definição padrão será 37,3% e ultra HD, 6%. O estudo da Cisco apontou que o fenômeno da migração do usuário da TV paga para streaming, chamado de cord-cutting, ainda não deve ser largamente observado no Brasil, ao contrário de outros países. No entanto, o impacto que esta troca tem no tráfego de dados não deve ser descartado, uma vez que casas que  optam pelo vídeo pela internet acabam consumindo em média 102 GB por mês, nas previsões para 2016.

No Brasil, os computadores portáteis, que representavam 73% do tráfego IP em 2015, serão 38% em 2020. Os smartphones passarão de 8% para 31% dentro dos mesmos cinco anos. Em conversa com jornalistas, executivos da Cisco explicaram que no Brasil, em 2020, as conexões fixas e com fio sofrerão redução de 41% para 33% do total de trafego IP. A maior parte (51%) do tráfego partirá de usuários conectados por Wi-Fi em 2020.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42579&sid=4

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TCS Notícias 027/2016 : Justiça de Brasília amplia uso do WhatsApp em intimações

 

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios estendeu para mais uma região o uso do aplicativo de mensagens Whatsapp para envio de intimações às partes em litígio nos processos judiciais. 

Depois do Juizado Especial Cível de Ceilândia, que começou a usar a ferramenta em caráter de ‘projeto piloto’ ainda no fim do ano passado, agora é o Juizado Especial Cível do Guará que passa a usar o mesmo instrumento para convocar as partes. 

Segundo o TJDF, desde outubro do ano passado quando começou o uso do OTT,  660 intimações feitas por meio do aplicativo, das quais apenas 11 não obtiveram êxito – portanto, um êxito superior a 98% das intimações enviadas.

Segundo a Corregedoria de Justiça do DF, o uso do aplicativo está sendo acompanhado e deve ganhar uma normatização específica. AA lógica é de que com a ferramenta de mensagens, a intimação é muito mais ágil, rápida e barata do que se fosse feita via oficial de Justiça. 

A adesão a esse tipo de intimação é totalmente voluntária e as partes devem manifestar-se formalmente nesse sentido. A modalidade restringe-se à intimação de autores e réus de causas cíveis e encontra respaldo no novo Código de Processo Civil.

Em tempo: Quando a Justiça de Sergipe determinou a suspensão do Whatsapp em todo o país, no início de maio, o Tribunal Regional Federal de São Paulo determinou que o serviço fosse reestabelecido pelo menos para a 7a Vara Federal exatamente porque o app já vinha sendo utilizado para as intimações processuais. 

* Com informações do TJDF

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42564&sid=3 

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TCS Notícias 026/2016: Anatel manda Claro reduzir preço de longa distância em 10,4%

A Anatel definiu em 10,43% a redução dos preços nas tarifas de longa distância da Claro, fora pela qual serão compartilhadas com os clientes os ganhos financeiros com a unificação dos negócios do grupo mexicano Telmex no Brasil – portanto, a própria Claro, a Net e a Embratel. 

A medida vale para chamadas feitas entre telefones fixos e móveis e entrará em vigor em 1o de junho. Para a Anatel, os ganhos com a reestruturação, notadamente tributários, devem ser compartilhados com os clientes, como é praxe neste tipo de negócio. 

Nas contas da agência, a unificação de CNPJs resultou em uma economia anual do grupo em cerca de R$ 170 milhões. Como mencionado no processo, a ideia foi justamente não concentrar os ganhos no plano básico – segundo a Anatel, se assim fosse a redução seria de 80% do valor atual, considerado inviável.

A proposta, apresentada pelo conselheiro Igor de Freitas e nesta quarta, 25/5, aprovada com pequenas alterações propostas por Rodrigo Zerbone, prevê uma mudança nessa prática de compartilhamento de ganhos. É que desta feita a divisão será não apenas no plano básico, mas também nos alternativos. 

Desta forma, os valores das tarifas VC 2 (longa distancia no mesmo DDD) ficariam em cerca de R$ 0,60 no horário normal e R$ 0,42 no horário de tarifa reduzida. No VC 3 (DDD diferente), os valores são, respectivamente R$ 0,72 e R$ 0,50. Os valores não consideram os impostos. 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42489&sid=8

Dep. MKT TCS ( Mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

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