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TCS Notícias 029/2014: Operadoras investiram R$ 26,5 bilhões no Brasil

 

As prestadoras de serviços de telecomunicações bateram em 2013, pelo segundo ano consecutivo, recorde de investimentos, que somaram R$ 26,5 bilhões, aplicados especialmente em expansão de redes, ampliação de cobertura e melhoria da qualidade dos serviços, revela a Telebrasil.

Nos últimos 15 anos, informa ainda a entidade que representa as operadoras fixas e móveis, as prestadoras privadas já investiram mais de R$ 300 bilhões, incluindo o pagamento de outorgas, o que em valores atualizados representa aproximadamente meio trilhão de reais. 

Os investimentos feitos pelo setor de telecomunicações em 2013 dariam para construir 530 mil casas populares. Ainda segundo a Telebrasil, de janeiro a dezembro de 2013, o setor de telecomunicações teve uma receita operacional bruta de R$ 227 bilhões. Essa receita bruta inclui mais de R$ 60 bilhões em impostos e taxas, que são repassados aos governos.

As despesas para operar e manter a rede de telecomunicações consome mais de R$ 120 bilhões, em gastos com folha de pagamento, materiais, energia elétrica e serviços de manutenção e de aluguel de infraestrutura.

Todo o investimento permitiu ao longo dos anos um crescimento vertiginoso do número de usuários, que chegou a um total de 357 milhões, considerando os serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura. Os dados sobre o setor podem ser acessados no site da Telebrasil – www.telebrasil.org.br.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36471&sid=8#.U03XV_ldVWg 

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TCS Notícias 028/2014: 4G x TV digital: Para Anatel, interferência “será incomum”

 

A Anatel está confiante de que filtros de “US$ 5” darão conta dos problemas de interferência que eventualmente podem aparecer no uso da faixa de 700 MHz pela quarta geração da telefonia móvel. Não por menos, ao aprovar nesta quinta a minuta de edital, vai colocar simultaneamente em consulta pública o “Regulamento de Convivência” da TV Digital com o 4G.

“Os testes tentam prever hipóteses que em tese podem gerar algum tipo de interferência e quais as técnicas de mitigação que devem ser adotadas nessas situações. Não quer dizer que elas vão ocorrer”, ressaltou o relator deste regulamento, Rodrigo Zerbone.

Os testes realizados até aqui, por sinal, só terão análise concluída no fim deste mês. Até por isso, Zerbone propôs que os 30 dias da consulta pública do regulamente de convivência sejam iniciados em 2/5. Também devem ser realizadas três audiências públicas.

Segundo ele, “eventuais interferências serão localizadas e a maioria delas poderá ser mitigada com o uso de filtros adicionais na recepção ou na transmissão”. A Anatel está confiante que filtros “pouco maiores que uma moeda de um real” serão o suficiente para resolver os problemas que surgirem.

Como sustenta o relator, as medidas de ‘convivência’ são garantias adicionais, uma vez que já existe uma ‘banda de guarda’ de 5 MHz, além deu que os outros 5 MHz destinados à Segurança Pública também servirem como ‘guarda’. “Isso gera, de fato, uma banda de [guarda de] 10 MHz nos casos mais graves.”

Esses casos “mais graves” seriam nas regiões onde o canal 51 será utilizado – mas, segundo Zerbone, isso não se dará na maior parte do país. Finalmente, também já está prevista uma outra medida preventiva, que trata do afastamento dos canais de maior potencia das ‘zonas de fronteira’ entre os dois serviços.

Como outras providências possíveis, o regulamento prevê o estabelecimento de distancias mínimas entre transmissores e receptores, a utilização de filtros adicionais da transmissão e recepção, alteração das características das antenas de transmissão e recepção e a adequação das potências de transmissão.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36474&sid=8#.U03V-_ldVWg

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TCS Notícias 027/2014: Investigação nos EUA diz que Telexfree é pirâmide, e alvo eram brasileiros

 

Uma investigação nos Estados Unidos afirma que a empresa Telexfree, que vende planos de minutos de telefonia pela internet, funciona sob um esquema de pirâmide financeira e movimentou mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. A conclusão é do órgão que regula as operações financeiras no Estado de Massachusetts, onde fica a sede da companhia.

Segundo  relatório divulgado nesta terça-feira (15), o principal alvo do esquema eram os imigrantes brasileiros.

No Brasil, a empresa foi proibida de operar desde junho sob suspeita de praticar pirâmide financeira. 

UOL entrou em contato com o advogado da  Telexfree  (Ympactus Comercial S/A) no Brasil, mas não obteve resposta até a publicação deste texto. Em outras ocasiões, a empresa negou qualquer irregularidade.

A formação de pirâmide financeira é uma modalidade considerada ilegal porque só é vantajosa enquanto atrai novos investidores. Assim que os aplicadores param de entrar, o esquema não tem como cobrir os retornos prometidos e entra em colapso. Nesse tipo de golpe, são comuns as promessas de retorno expressivo em pouco tempo.

Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/04/15/investigacao-do-governo-dos-eua-diz-que-telexfree-e-piramide-financeira.htme

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TCS Notícias 026/2014: Prover acesso é commodity. A virada está no serviço agregado

O futuro dos provedores de internet passa pela oferta de serviços de valor agregado, indo além do fornecimento apenas do acesso. “Às vezes, o provedor está muito focado no acesso, mas, no fim do dia, isto é commodity”, afirmou o presidente do Conselho da Abranet, Eduardo Parajo, durante painel sobre computação em nuvem na 8ª edição do evento da Abranet.

Enquanto os representantes da indústria, Silvio Oliveira, da Microsoft, e José Papo, da Amazon, explicaram como a computação em nuvem pode incrementar o portfolio dos provedores de internet, Parajo, da Abranet, chamou a atenção para o potencial de fidelização que as ofertas de serviços como e-mail ou armazenamento têm. “Quando a concorrência aumenta, cliente vai ficar com quem tiver mais serviço”, frisou Parajo. 

Na mesma linha, Oliveira, da Microsoft, ressaltou que os provedores de internet, mesmo os pequenos, precisam fomentar valor para seus clientes e sustentou que, hoje, já é possível estruturar uma ampla gama de oferta de serviços na nuvem.  “Ainda tem uma longa estrada a ser percorrida. Há oportunidades nessa viagem”, ponderou o executivo, quando questionado sobre o estágio atual de adoção e venda de soluções na nuvem por parte dos provedores de internet.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36484&sid=29#.U0wOWPldVWg

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TCS Notícias 025/2014: Gestores da Internet BR ativam plano especial para a Copa 2014

 

Para mitigar riscos de problemas no acesso à internet durante a Copa do Mundo, que começa dia 12 de junho no Brasil, devido ao aumento no volume do tráfego, o NIC.br determinou um período de congelamento (do inglês freezing) das atividades operacionais do PTT.br. isto significa que de 12 de maio a 13 de julho não serão aceitas novas ativações (como por exemplo novas conexões ou portas adicionais).

As atividades da equipe do PTT.br ficarão preferencialmente restritas ao suporte a operação dos serviços prestados já ativos. Isto, conforme Milton Kaoru, diretor de projetos especiais e de desenvolvimento do NIC.br, explicou em sua apresentação na 8ª edição do encontro da Abranet, é necessário para prestar bom serviço durante a Copa.

Em entrevista à CDTV, Kaoru afirmou que as ações estão sendo tomadas baseadas em estudo do que foi feito na Olimpíada de Londres. No período de congelamento, serão executados trabalhos de refinamento da infraestrutura visando à capacidade da rede.

“Esperamos que com a elevação de tráfego não tenhamos nenhuma surpresa operacional.” Kaoru lembra que as empresas também precisam se preparar para o aumento de tráfego. O diretor cita como exemplo a Globo.com e a GVT, que, para não ter problema de banda, ativaram interface de porta de 100 gigabits. Assistam.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36477&sid=29#.U0wNdvldVWg

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TCS Noticias 024/2014: Copa 2014: Rio de Janeiro acende o sinal amarelo na gestão da Internet brasileira

O gerente do PTT.br – ponto de troca de tráfego Internet do Nic.Br, Eduardo  Ascenço Reis, diz que há uma preocupação significativa com a gestão da Internet no Rio de Janeiro no período da Copa do Mundo. Segundo ele, a infraestrutura disponível, hoje, em especial as redes de fibra óptica, não é a ideal para a demanda prevista no megaevento.

“Não temos como ampliar a capacidade do PTT do Rio para 100 Giga (hoje é de 20 Giga) por condições técnicas”, adverte. A partir do dia 13 de maio 0 30 dias antes do começo dos jogos da Copa – não haverá mais distribuição de portas para a troca de tráfego. “Vamos ficar no suporte para evitarmos uma sobrecarga na Internet brasileira”, explica Reis.

Os equipamentos para reforçar a operação do PTT da cidade – que, na prática, permite que os provedores controlam melhor o tráfego que entra e sai de sua rede, reduzindo a latência e reduzindo os custos decorrentes da troca de tráfego – já estão disponíveis, mas a infraestrutura existente no Rio – com a baixa qualidade da rede de fibra óptica, em especial, na Barra da Tijuca, onde ficará o Centro de Imprensa, exige uma atenção especial. “Estamos trabalhando duro”, diz.

Atualmente, segundo Ascenço Reis, a troca de tráfego no Rio de Janeiro está em torno de 20 Giga por segundo, número até relativamente baixo – em São Paulo, hoje, já são 400 Giga por segundo – mas com a Copa, certamente, esse volume deverá crescer substancialmente. “E temos que estar preparados para evitar a troca de tráfego mais custosa, que é o dado ‘viajando’ pelo país”, diz. No Brasil, sustentou ainda Reis, que participou nesta terça-feira do 2º Congresso Provedores Internet, realizado nesta terça-feira 01/04, em São Paulo, os vídeos, em geral, já representam entre 40% a 50% do tráfego da Internet.

Uma das ações para favorecer a gestão do tráfego Internet no período da Copa 2014 é a suspensão, 30 dias antes do evento, da inclusão dos participantes nos PTTs para a troca de tráfego. A medida, explica Reis, foi adotada nas Olimpíadas 2012, em Londres, e trouxe bons resultados. “A suspensão é necessária para que a equipe atue bastante no suporte. Em São Paulo, estamos ampliando para 100 Giga a capacidade. A Rede Globo é uma que está ‘correndo’ para ter seus sistemas ajustados. Há outros seis pedidos e já temos equipamentos preparados”, explica ainda o gerente do PTT.br. 

Participam do PTTMetro diversos tipos de instituições e empresas, como bancos, universidades, corporações de conteúdo, provedores de serviços, emissoras de televisão, empresas de telecomunicações, órgãos dos Governos Municipais, Estaduais e Federal, entre outros segmentos. As operadoras entraram após a obrigatoriedade da medição da banda larga, mas Reis admite que ainda há pouca adesão dos provedores Internet.

“Para os provedores Internet essa medida é extremamente importante, mas há poucos nos PTTs. Seria fundamental que o tráfego de conteúdo de Manaus ficasse em Manaus. Hoje, muitas vezes, esse tráfego sai de Manaus, vem ao Rio, e volta para provedor B na capital amazonense. Isso é um custo alto de infraestrutura de telecom”. 

A falta de cultura na troca de tráfego é um problema a ser superado no Brasil, acrescenta Reis. Numa comparação com a Europa, por exemplo, o país fica bem para trás. “Temos no PTT de São Paulo mais de 500 participantes. O que é um número bastante alto e que nos coloca em evidência no mundo. Mas a troca efetiva de tráfego ainda é pequena. Em Amsterdam, por exemplo, o PTT deles já troca 3 terabytes. A distância é muito grande e precisamos trabalhar muito para que os provedores entendam que a troca de tráfego é um bem para todos”, completa o gerente do PTT.br.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36361&sid=8#.U0KGzvldVWg

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TCS Notícias 023/2014: Na Europa, tarifas de roaming acabam em 2015

 

Ao aprovar a lei que cria o apelidado ‘mercado único de comunicações’, o Parlamento Europeu – além de impor a neutralidade de rede nas conexões à Internet – sinalizou o fim das tarifas de roaming entre os países membros da UE. A data limite será dezembro de 2015.

Principal defensora da medida, a comissária europeia para a Agenda Digital, Neelie Kroes, festejou nesta manhã de quinta, 3/4, logo depois da sessão. “É isso que a UE significa – eliminar barreiras e fazer a vida mais simples e menos cara. Em 2010, prometi o fim da cobrança de roaming até o fim de 2015 e agora estamos a um passo de alcançar esse resultado”, disse Kroes em seu blog

Na UE, certas leis, como é o caso da proteção ao consumidor, como o ‘mercado comum’ foi enquadrado, devem primeiro ser aprovadas pelo Parlamento Europeu para, em seguida, passarem pelo crivo do Conselho da União Europeia – que representa os países membros. Na prática, parece a Câmara, com deputados que representam ‘o povo’, e o Senado, que representa os estados.

No caso específico do roaming, o texto aprovado pelo Parlamento Europeu diz que “fornecedores de serviços de itinerância não devem cobrar qualquer sobretaxa, em comparação com as tarifas aplicadas aos serviços de comunicações móveis a nível nacional”.

“Com efeito em 15 de dezembro de 2015, provedores de roaming não devem adotar nenhuma sobretaxa sobre as cobranças de serviços de comunicações móveis em nível doméstico em consumidores de roaming em nenhum dos Estados Membros sobre qualquer chamada em roaming feita ou recebida, mensagens SMS/MMS ou serviço de dados, ou em geral cobrar para autorizar que o equipamento terminal seja utilizado no exterior.”

Fica criada, no entanto, a possibilidade de estabelecimento de ‘cláusulas de uso razoável’ como forma de que seja evitado o que a lei chama de ‘uso anômalo ou abusivo dos serviços de roaming’. Essa espécie de ‘taxa anti-abuso’ deve garantir, porém, “que os consumidores estejam em condições de reproduzir com confiança o padrão de consumo doméstico típico associado aos respectivos pacotes domésticos quando viajam periodicamente na União”.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36395&sid=8#.U0KGK_ldVWg

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TCS Notícias 022/2014: Anatel abre consulta para fundir ‘rádio’ à telefonia móvel

A Anatel começou o processo de eliminar o Serviço Móvel Especializado, melhor conhecido como o sistema de ‘telefonia’ móvel por ‘rádio’, ou, ainda, por ‘despacho’ – aquilo que, na prática, é oferecido essencialmente pela Nextel no Brasil.

“A ideia é convergir SME ao SMP”, resumiu o relator da proposta, Marcelo Bechara. Não se trata exatamente de uma discussão nova na Anatel, mas há pelo menos três anos a agência já avaliava que os próprios smartphones já permitem aplicativos que, em essência, oferecem o mesmo serviço tipo ‘push-to-talk’.

Tal proposta fará parte de uma consulta pública que a agência aprovou nesta quinta-feira, 3/4, e deve ser iniciada na próxima semana. O prazo de sugestões será de 45 dias e além disso está prevista a realização de uma audiência pública, em Brasília.

O uso de apps nos smartphones não é o único fator nessa discussão. O principal deles, efetivamente, é que o SME é utilizado por 3,574 milhões de usuários no país, mas 3,5 milhões deles são clientes de uma única empresa, a Nextel. E, depois de algum atraso, a Nextel entrou também no mercado de SMP.

Daí que a proposta leve em conta que a Nextel já possui até mesmo tarifa de interconexão (VU-M) pactuada – bem como deter 99% do mercado de SME, visto que a segunda maior desse setor tem somente 2,7 mil clientes e a menor delas apenas quatro.

A proposta também prevê que seria fácil, com a inclusão do nono dígito, levar o SME ao mesmo plano de numeração do SMP. E indica, ainda, prazos de 90 a 180 dias para a ‘migração’ para as obrigações de atendimento e parâmetros de aferição de qualidade pelos quais a agência avalia a telefonia móvel.

Nesse cenário, a opção das atuais SMEs seria migrar para o SMP ou para outras modalidades previstas pela agência, no caso o Serviço Limitado Privado ou Serviço Limitado Especializado. Assim como em outros casos – notadamente no SeAC (serviço de acesso condicionado) – não seria uma migração compulsória, mas desde já com aviso de que não haverá novas outorgas de SME, nem as atuais serão renovadas.

Assista a exposição do conselheiro Marcelo Bechara sobre o tema, feito durante a reunião do Conselho Diretor da Anatel, na CDTV, do Portal Convergência Digital.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36400&sid=8#.U0KFfPldVWg

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TCs Notícias 021/2014: Anatel e polícia querem lei que autoriza localização de celular sem ordem judicial

O Governo, a polícia, o Ministério Público e a Anatel defenderam com unanimidade que as autoridades tenha acesso rápido à localização de celulares, conforme prevê o projeto de lei 6726/2010. O tema foi discutido nesta terça-feira, 01/4, na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados.

A proposta, originalmente apresentada pelo deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), prevê que delegados podem pedir a localização de um aparelho diretamente às operadoras, por telefone ou por e-mail. As empresas, então, devem devolver a informação em até duas horas.

“Se o delegado, o juiz e o promotor forem muito diligentes e tivermos a boa vontade da operadora, conseguimos obter essa localização, um dado estático, em três ou quatro dias”, reclama o presidente da associação dos delegados de polícia, Kleber da Silva.

Ele ressalta que o texto “traz restrições muito claras das hipóteses” da requisição. De fato, o texto limita o pedido ‘expresso’ nos casos de restrição da liberdade ou iminente risco para a vida, desaparecimento ou em investigação criminal que exija imediato conhecimento da localização do infrator.

Mesmo sem autorização judicial prévia, a autoridade que fez o pedido deve fundamentar o pedido à Justiça e à Corregedoria 24 horas depois. A lei também prevê multa de R$ 10 mil em caso de pedido “indevido” – e de R$ 20 mil a R$ 50 mil caso as teles não forneçam ou atrasem a entrega da informação.

“O tema está suficiente maduro e não podemos demorar na aprovação e permitir que mais pessoas morram porque não temos esse instrumento. Os excessos, que sempre podem ocorrer quando se dá poder a alguém, podem ser reprimidos”, defende o diretor geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Jorge Xavier.

Além dos policiais, representantes do Ministério Público e do Ministério da Justiça também estiveram na audiência e defenderam a aprovação do texto – que já passou pela Comissão de Segurança Pública e agora tem ajustes da nova relatora Margarida Salomão (PT-MG).

A Anatel também é favorável, especialmente porque uma resolução do fim do ano passado (627/2013) já prevê que a localização deve ser fornecida de aparelhos que ligarem para os números da polícia ou dos bombeiros. “A própria Anatel superou a discussão, sem sequer uma reserva legislativa”, diz Xavier.

O gerente de regulamentação da Anatel, Nilo Pasquali, explica que ainda há pontos a serem superados. “Temos prazo até o fim de abril para adotar a possibilidade dessa localização nas cidades-sede da Copa do Mundo. Mas uma questão ainda existente é o nível de precisão possível hoje”, explica.

Até aqui, a informação possível é qual a estação radiobase em que o aparelho ‘está’. “Em cidades adensadas, isso pode significar um quilômetro de margem. Em áreas mais isoladas, até 10 km. Mas um dos trabalhos em andamento é como melhorar isso, com a proposta de escalonar isso ao longo do tempo”, completa.

Para o sistema em implantação – ou seja, a localização dos aparelhos que buscam órgãos de segurança pública – as operadoras estão centralizando essas informações em um único datacenter (com um ‘espelho’ para redundância). É a esse datacenter que os órgãos policiais se conectam. Segundo Pasquali, é possível adaptar esse sistema ao que prevê o PL, caso efetivamente vire lei. 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36362&sid=11#.U0KDuPldVWg 

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TCS Notícias 020/2014: Teles fecham acordo com o Itaquerão, SP, e Arena da Baixada, em Curitiba

 

Em comunicado oficial, enviado pelo SindiTelebrasil nesta segunda-feira, 17/03, as prestadoras de serviços de telefonia móvel informam que fecharam com as administrações dos estádios do Itaquerão, em São Paulo, e da Arena da Baixada, em Curitiba, acordo comercial para a implantação da cobertura indoor, com o Serviço Móvel Pessoal, para atender ao público que assistirá aos jogos da Copa do Mundo. O atraso na liberação do estádio para início das obras, porém, deve dificultar a instalação da infraestrutura interna de telefonia móvel, adverte a entidade das teles.

A cobertura indoor permite oferecer aos torcedores serviços de última geração para ligações de celular, envio de mensagens multimídia e navegação na internet em alta velocidade. Embora as prestadoras tenham iniciado as negociações com as administrações dos estádios em maio de 2013, o fechamento do acordo comercial só se deu agora, a cerca de 90 dias do início da Copa do Mundo, enquanto o prazo médio de instalação desse tipo de cobertura é de 150 dias.

Segundo o SindiTelebrasil, a cobertura indoor está em fase de ajustes finais em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. Em Cuiabá, Manaus, Natal e Porto Alegre os acordos comerciais foram fechados e já se iniciou o processo de instalação. Em Natal e Porto Alegre, as administrações dos estádios já solucionaram os problemas nas suas salas onde os equipamentos serão instalados, permitindo às prestadoras acelerarem a implantação da infraestrutura.

A cobertura indoor usa uma tecnologia de última geração, a mesma utilizada nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, e atenderá aos serviços de voz e dados nas tecnologias 2G, 3G e 4G. Para reforçar a capacidade de transmissão de dados para uso gratuito da internet pelos torcedores, as prestadoras propuseram às administrações dos estádios a instalação de rede WiFi. Dos 12 estádios, os de Brasília, Cuiabá, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador já autorizaram a instalação e os demais ainda não autorizaram. 

Ainda de acordo com o sindicato das Teles, a cobertura indoor permite o atendimento dos serviços móveis com mais qualidade e capacidade que as soluções usadas no passado para a cobertura dos estádios. Com a cobertura interna, os torcedores dependerão menos das antenas externas convencionais, que encontram nas estruturas de concreto dos estádios dificuldades para o alcance dos sinais.

Para a instalação da cobertura, as prestadoras Claro, Oi, Nextel, Tim e Vivo fizeram uma parceria para a implantação de um projeto único, com investimentos e infraestrutura compartilhada. Pelo projeto, os equipamentos das empresas ficam instalados em uma sala e dali parte uma rede de fibras ópticas que ligará pequenas antenas distribuídas ao longo do estádio para garantir cobertura nas arquibancadas, camarotes, vestiários, corredores, praças de acesso e estacionamentos.

O total de investimentos previstos para os 12 estádios é de R$ 200 milhões para a colocação da cobertura indoor, numa iniciativa exclusiva das prestadoras, já que essa infraestrutura não faz parte dos requisitos da FIFA para os estádios nem das obrigações previstas nos editais da Anatel. Na Copa das Confederações, as empresas só obtiveram a liberação para iniciar as obras dois meses antes da Copa. Em alguns casos, como o do Mineirão e do Maracanã, os prazos foram ainda menores, de 50 e 47 dias.

Com isso, as empresas tiveram que concluir a instalação dos projetos depois da competição. Mesmo assim, durante as partidas, o tráfego nos estádios foi de 1,7 milhão de ligações de telefonia celular e mais de 4,6 milhões de comunicações de dados, incluindo envio de e-mails, fotos e mensagens multimídia, com tamanho médio de 0,5 MB. 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36221&sid=8#.UzIM3_ldVWg

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