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TCS Notícias 060/2016: Equinix vai fornecer cabo submarino para rede internacional da Algar e do Google

A Equinix foi selecionada pelos investidores da Monet Submarine Cable para apoiar a instalação de um cabo submarino entre Brasil e Estados Unidos. A fibra ótica, prevista para ser entregue em 2017, ligará o site da companhia em Miami a Fortaleza (CE) e Praia Grande (SP), de onde ocorrerá a distribuição do tráfego pela América do Sul.

As infraestruturas de chegada dos cabos nas duas cidades brasileiras serão fornecidas, respectivamente, pela Angola Cables e pela Google. O cabo terá seis pares de fibras e tecnologias de transmissão ótica de alta qualidade, com uma capacidade inicial de 60Tb/s. A partir da ligação em Miami, haverá ainda conectividade sem emendas a muitos sistemas de cabos vizinhos, a fim de estender a capacidade para outros locais da América do Norte e da Europa.

A Monet é propriedade da Algar Telecom, empresa brasileira de telecomunicações, da Angola Cables, companhia angolana de telecom que opera no mercado de varejo, da ANTEL, organização de telecomunicações uruguaia, e da Google. Em comunicado, a Equinix destaca que a Brasil-EUA está sendo cada vez mais usada, uma vez que mais e mais empresas se instalam na América Latina e requerem conectividade de alta largura de banda entre estes mercados.

“Temos visto uma forte demanda de clientes de rede, cloud e conteúdo que desejam aproveitar nosso data center MI3 em Miami para acesso ao mercado latino-americano”, conta Ihab Tarazi, diretor de tecnologia da provedora de serviços de data center.

De acordo a TeleGeography, mais de US$ 1 bilhão serão gastos na construção de cabos submarinos para a América Latina e o Caribe entre 2015 e 2016. Atualmente, mais de 99% do tráfego global de dados é feito por cabos submarinos de fibra ótica, com menos de 1% restante realizado por sistemas de satélite.

As redes são uma parte essencial dos negócios, da educação, do governo e das comunicações domésticas. Muitas tendências de redes residenciais, comerciais e de IP móvel estão sendo geradas, em grande parte, por uma combinação de aplicações de vídeo, de redes sociais e de colaboração avançada, denominadas “rede visual”.

Para continuarem competitivas, as operadoras de rede estão expandindo sua infraestrutura para atender à demanda desses novos serviços — e se voltando para data centers que oferecem não apenas toda a conectividade entre redes, mas também agem como pontos de agregação para clientes de um mesmo setor.

*Com informações da Equinix

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43466&sid=8

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TCS Notícias: 059/2016: Modelo de telefonia fixa no Brasil é arcaico e se esgotou

O modelo de telefonia fixa no Brasil é arcaico e se esgotou, sustentou o sócio da consultoria Oliver Wyman, Alessandro Jorge, ao participar do 30º Seminário Internacional ABDTIC, realizado nos dias 31/08 e 01 de setembro. Para o especialista, o país vive uma situação atípica do ponto de vista regulatório em Telecomunicações.

“Só Turquia e Peru, entre 50 países que pesquisamos, ainda adotam o regime de concessão para o serviço de voz, e bens reversíveis é apenas um instrumento teórico que nunca foi sequer exercido, pois não traz qualquer perspectiva de longo prazo para investidor”, diz ele. Ele lembra que a Rússia, com o dobro do território, tem uma obrigação de TUPs – orelhões – seis vezes menor que a brasileira. Assistam a participação de Alessandro Jorge na ABDTIC.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43519&sid=8

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TCS Notícias 058/2016 : Prazo para rejeitar compartilhamento automático entre WhatsApp e o Facebook está terminando

Reportagem do portal G1 afirma que os usuários do serviço de mensagem instantânea WhatsApp que não quiserem o compartilhamento de seus dados com o Facebook têm até 25 de setembro para rejeitar os novos termos de privacidade. Os novos usuários, contudo, não terão essa opção. Ao anunciar que mudaria a forma como lida com os dados de seus usuários, em 25 de agosto, o serviço de mensagens informou que as pessoas teriam “até 30 dias para decidir se gostariam de concordar e continuar utilizando o WhatsApp”.

O WhatsApp esclareceu que não será mais possível rejeitar o compartilhamento depois dos 30 dias. Essa é a primeira vez que os termos de uso de dados do WhatsApp são mudados em quatro anos. A mudança está ligada com a venda do serviço para o Facebook, por US$ 22 bilhões. Desde o anúncio de que iria compartilhar dados com o Facebook, WhatsApp passou exigir que usuários se posicionem sobre os novos termos de serviço; são duas as formas de rejeitar o compartilhamento

No caso de um usuário já existente, há duas formas de rejeitar a nova política de compartilhamento de dados. Ao iniciar o aplicativo e se deparar como aviso de atualização é preciso clicar em “Leia”. Caso a pessoa não queira que os dados de sua conta sejam compartilhados com o Facebook, você poderá desmarcar essa opção e proseguir a atualização.

Se o usuário já aceitou a atualização anteriormente, ele tem até a próxima semana para escolher se quer ou não compartilhar os dados da conta. Para isso, é preciso entrar no aplicativo, ir para “Configurações ou Ajustes”, em seguida escolher a opção “Conta” e, finalmente, optar por marcar ou desmarcar “compartilhar os dados da conta”.

Ao concordar com os novos termos, o WhatsApp avisa o usuário que os números do telefone e o conteúdo das conversas “não serão” repassados à rede social. Mas o Facebook já planeja usar as informações compartilhadas para sugerir sugestões de amizade “mais relevantes” e também anúncios publicitários para quem troca mensagens.

Jane Frost, da Market Research Society no Reino Unido, criticou a medida, dizendo que todos deveriam sempre o direito de optar por ter ou não seus dados compartilhados. “Isso é um jeito de conseguir dados e eu não acho que seja transparente”, disse ela à Rádio 4 da BBC. “Obviamente o WhatsApp tem os dados do meu celular e o Facebook não. É uma escolha que eu faço e que não está sendo respeitada. Eu não escolhi ser um alvo desse mercado e devo ter o direito de escolher. Não estou dizendo que tecnologia é algo ruim, mas que é preciso pensar em colocar as coisas no lugar para ter salvaguardas”, acrescentou a especialista.

Por sua vez, o advogado Steve Kuncewicz, especialista em direito de propriedade intelectual e mídia, observa que as fusões e aquisições de plataformas podem sempre resultar em novas regras para usuários, e que para os novos usuários do WhatsApp não haverá escolha senão aceitar as novas normas. “É uma troca. Para muitos usuários não há problema”, disse Kuncewicz à BBC Radio 4. Ele emenda que, uma vez selecionado o “compartilhar”, a escolha não poderá ser refeita após o prazo estabelecido pela WhatsApp. “O que o Facebook está querendo é transformar o WhatsApp numa plataforma única que possa comunicar com marcas”, completa Kuncewicz.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43536&sid=4

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TCS Notícias 057/2016: Claro amplia vantagem sobre TIM em mercado que continua em queda

Em julho, o Brasil contava com 252,57 milhões de chips de celular ativos, segundo balanço divulgado pela Anatel. No agregado, trata-se de um mercado que continua em queda, com 834 mil chips a menos na passagem de junho para julho, e que nos sete primeiros meses de 2016 acumula uma redução de 5,22 milhões de acessos. 

O grande tombo veio mesmo em 2015, primeiro ano em que o setor encolheu. Do pico de quase 285 milhões de acessos, são 31,5 milhões a menos. E se as quatro principais operadoras móveis do país contam atualmente com menos clientes do que no auge, o impacto foi diferente para cada uma. 

A mudança mais significativa foi a troca no segundo lugar, na prática disputado há anos entre Claro e TIM. A Vivo perdeu 9,7 milhões desde que atingiu seu máximo (maio/15), mas manteve-se na liderança e com os mesmos 29% do mercado. 

A TIM foi a mais afetada em números absolutos pela nova conjuntura, com 12,2 milhões de clientes a menos desde seu máximo (fevereiro/15). A fatia de mercado da empresa caiu de 27% para 25%, sendo ultrapassada pela Claro, que perdeu 7,9 milhões de acessos desde seu pico (março/15). A diferença é pequena, mas aumentou entre junho e julho, de 276 mil para 434 mil clientes.

A Oi, que começou a perder clientes ainda em dezembro de 2015, tem atualmente 4,2 milhões menos de acessos que então. A participação da operadora no mercado móvel caiu de 18,5% para 17,7%. A redução no número de chips ativos tem relação com a queda na tarifa de interconexão e o impacto disso especialmente sobre o mercado pré-pago, onde o recuo é especialmente sensível – já foram mais de 213 milhões desses chips, mas atualmente perto dos 177 milhões. 

A proporção pré/pós-pagos passou de 80/20 para 70/30. E junto com isso cresce o número de acessos em 4G. Em julho, já eram 42,99 milhões de chips LTE, alta de 3,2 milhões em um mês e de 17,5 milhões apenas em 2016. Nesse mesmo período, o número de acessos 2G (GSM) caiu 8 milhões, para 56,2 milhões.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43437&sid=8

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TCS Notícias 056/2016: Anatel, Oi, TIM e Telefônica avaliam ritmo da revisão do modelo de Telecom

O governo terá de sinalizar a sua posição caso o PL 3453 não avance no ritmo esperado no Congresso Nacional, refletiram executivos do setor de Telecomunicações, durante debate no 16º Rio Wireless, realizado no Rio de Janeiro, nos dias 13 e 14 de setembro, no Rio de Janeiro. O diretor de Assuntos Regulatórios da Oi, Carlos Eduardo Monteiro, deixa claro que para a operadora, a mudança do modelo poderia ter acontecido por meio de Decreto, especialmente, na questão da mudança da telefonia fixa de concessão para autorização, mas entende que se o PL traz uma segurança jurídica maior, a Oi se alinha ao posicionamento das demais empresas do setor. 

“Para nós há legalidade para que a mudança já tivesse acontecido”, enfatizou Monteiro. Para Marcos Bafutto, diretor de Regulamentação da Telefônica Vivo, há uma situação posta que é: o modelo da telefonia fixa está inadequado e ineficiente e precisa ser mudado. “Se via PL ou decreto vamos depender da profundidade das mudanças pretendidas pelo governo. Temos ciência que o remédio jurídico depende de debates no ecossistema do setor. Mas há uma questão prática e latente: obrigações ultrapassadas que não ajudam os investimentos”, ponderou.

O VP da TIM Brasil, Mario Girasole, admite que o setor não é uma prioridade para o governo. E justifica: não o é porque funciona. “Nós estamos falando da história de um modelo que funcionou. Infelizmente, a nossa reputação não é a melhor e estamos trabalhando setorialmente para mudar isso. Mas comemoramos a ausência de más notícias no setor durante os Jogos Olímpicos”, afirmou. “Em Londres, o serviço foi lamentável. Aqui, eu, como usuário, enviei um vídeo de 10 Mega na final do futebol masculino no Maracanã. Com todas as dificuldades de infraestrutura, o setor está de parabéns”, acrescentou.

O conselheiro da Anatel, Igor de Freitas, diz que embora a legalidade permitisse que a Anatel fizesse as mudanças, foi o PL que trouxe a discussão para a sociedade. “Aqui é um caso de política com P maiúsculo. Há uma certeza de que é necessário retirar os obstáculos trazidos à realidade de investimentos. As obrigações à telefonia fixa, a meu ver, são página virada, claro que dentro de um conjunto de procedimentos a ser respeitado. E coube a Anatel liderar essa discussão e os próximos desafios ligados a Internet e a radiofrequência também terão de passar pela agência”, reforça. Assistam ao debate sobre o assunto no 16º Rio Wireless. 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43527&sid=8 

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TCS Notícias 055/2016: Comércio eletrônico cresce 5,2% no primeiro semestre

 

O comércio eletrônico cresceu 5,2% no primeiro semestre no Brasil, atingindo a marca de R$ 19,6 bilhões, segundo relatório da E-bit. A projeção é de um segundo semestre ainda melhor, o que deve resultar em alta de 8% em 2016, com faturamento total de R$ 44,6 bilhões.

Segundo o relatório, há diferentes razões para o desempenho, a começar pelo crescimento de 31% no número de consumidores virtuais ativos – ou seja, quem realizou pelo menos uma compra no período. O número chegou a 23,1 milhões nos primeiros seis meses do ano.

Há, ainda, um forte crescimento nas vendas por meio de dispositivos móveis. A alta chegou a 18,8% no primeiro semestre, mas com tendência de crescimento ainda maior, visto que em junho o percentual bateu nos 23%, conforme aponta o mesmo relatório.

Além disso, houve alta de 7% no tíquete médio, que chegou a R$ 403,46. Esse aumento se deve, ao menos em parte, à variação de 2,83% nos preços, conforme medido pelo índice FIPE/Buscapé – alta que ficou menor que os 3,73% registrados no primeiro semestre de 2015, em grande medida, segundo a E-bit, pela menor pressão do câmbio sobre produtos e componentes importados.

Por outro lado, o desemprego em alta afetou a disposição da Classe C de comprar pela internet. Segundo o relatório, houve queda de 2% no volume de pedidos na comparação com o ano anterior e no total foram contabilizadas 48,5 milhões de encomendas virtuais. A participação dos segmentos de maior renda parece ter aumentado, visto que a renda média familiar dos consumidores online cresceu 11%, alcançando R$ 5.174.

Ainda segundo a pesquisa, a categoria “Livros, Assinaturas e Apostilas” (14%) assumiu a liderança em volume de pedidos, seguida por “Eletrodomésticos” (13%), “Moda e Acessórios” (12%), “Cosméticos e Perfumaria /Cuidados Pessoais/Saúde” (12%) e “Telefonia/Celulares” (9%).

Ainda assim, uma pesquisa especial com 7.809 consumidores, entre 3 de junho e 11 de julho, focada nos produtos comprados nos três últimos meses, apontou celular/smartphone como o item preferido, com 26% das respostas. Moda Feminina/Acessórios (19%), Moda Masculina/Acessórios (15%), Perfume (12%) e Esporte e Lazer (11%) foram outros itens indicados.

Essa pesquisa indicou que, em média, as pessoas demoram 16 dias para tomar a decisão de adquirir um celular/smartphone. Dos consumidores que procuram este produto, 37% já buscam informações apenas na internet antes de fazer a compra e apenas 3% não pesquisaram em nenhum canal. Preço (57%), qualidade (50%) e frete grátis (23%) foram os fatores mais importantes na decisão.

* Com informações da E-commerce News

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43387&sid=4

Dep. MKT TCS

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TCS Notícias 054/2016: Hackers usam Worms e botnets e aumentam ataques automatizados em 715% no Brasil

Um levantamento realizado pelo Arcon Labs – equipe de inteligência que analisa tendências de ameaças, promove estudos e gera a threat intelligence utilizada nos serviços prestados pela empresa, recém-comprada pela NEC do Brasil – mostra que os hackers agiram ativamente durante a Olimpíada 2016. 

Segundo os especialistas, os cibercriminosos começaram a agir antes, aumentando os ataques de reconhecimento de alvos para que, durante o período dos Jogos, os ataques com intuito de roubos se concretizassem em alvos qualificados. Entre julho e agosto foi registrado um crescimento geral de 196% de ciberataques. Confira o ranking das modalidades que mais se destacaram:

1º – Ataques automatizados (crescimento: 715%)

Entre os mais comuns estão:

Worms – se multiplicam através de vulnerabilidades de aplicação ou rede e têm como objetivos enviar documentos para fora da empresa, roubar identidades ou até mesmo inundar uma rede.

Botnets – são redes de computadores zumbis controlados remotamente por um hacker, que as utiliza para enviar spam e iniciar ataques de DoS ou DDoS.  

 2º – Ataques de DoS e DDoS (crescimento: 330%)

Como era de se esperar, uma vez que foi o grande vilão na última Copa do Mundo, esses ataques tinham como objetivo tornar indisponíveis grandes servidores, serviços e infraestruturas. 

3º Ataques WEB (crescimento: 231%)

São ataques a sites se aproveitando de vulnerabilidades para comprometê-lo. Os objetivos eram os mais variados: manchar a imagem da empresa ou instituição, acessar o ambiente de TI e roubar dados confidenciais.

4º – Ataques Buffer OverFlow (crescimento: 91%)

Trata-se de um tipo de ataque que busca explorar falhas de softwares, aplicações e sistemas operacionais até resultar em um acesso ilegal. 

5º – Malware – crescimento: 38%

Mais de 480 mil códigos maliciosos foram disparados com o objetivo de infectar máquinas, interromper sistemas, ganhar acesso não autorizado ou coletar informações sobre o sistema ou usuário sob ataque. 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43305&sid=18 

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TCS Notícias 053/2016: Tarifas DDD da Embratel/Claro terão reajuste de 1,35%

 

A Anatel aprovou reajuste de 1,35% das tarifas de longa distância nacional da Claro (Embratel). O percentual é relativo ao aumento máximo que pode ser aplicado sobre a cesta de tarifas de longa distância da operadora.

O valor leva em consideração o período de março de 2015 a março de 2016 e corresponde ao percentual pedido pela Claro à agência. Para aplicar o índice, a empresa precisa antes dar publicidade com dois dias de antecedência, depois de o ato ser publicado no Diário Oficial da União.

 Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43383&sid=8

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TCS Notícias 052/2016: Roubo de cabos e rádios de telecom custa R$ 320 milhões ao ano às operadoras

Cerca de cinco milhões de clientes de telecomunicações têm seus serviços interrompidos a cada ano em função de furtos e roubos de cabos, rádios transmissores e equipamentos de redes, revela estudo divulgado pelo SindiTelebrasil, nesta terça-feira, 23/08. 

Segundo a entidade – que representa as operadoras fixas e móveis – esses atos de vandalismo prejudicam não apenas os consumidores, comprometendo serviços essenciais para toda a sociedade e os diversos segmentos da economia que dependem das telecomunicações, como também as empresas do setor. O tema foi discutido hoje em audiência pública da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados.

Somente no ano passado, foram registradas cerca de 5,6 mil ocorrências de roubo, furto e receptação de elementos das redes de telecomunicações. Ao todo, em 2015, foram furtados quatro milhões de metros de cabos e mais de três mil rádios transmissores. O roubo e furto de cabos de energia elétrica também interrompem os serviços de telecomunicações e prejudicam toda a sociedade.

A interrupção dos serviços causada por furtos e roubos tem impacto direto nas atividades diárias da população e compromete inclusive serviços de utilidade pública, como polícia, bombeiros e emergência médica. Os custos de reposição dos equipamentos roubados, necessários para restabelecer os serviços à população, são de R$ 320 milhões ao ano, valores que poderiam ser investidos na expansão e na melhoria dos serviços prestados. Esse montante, de R$ 320 milhões, é equivalente ao custo de instalação de 640 antenas de telefonia e banda larga móvel.

Além das perdas patrimoniais, a interrupção dos serviços decorrente de roubo e furto de equipamentos acarreta para as empresas penalidades pelo órgão regulador, já que as prestadoras têm que cumprir indicadores na prestação dos serviços.

O setor de telecomunicações entende que é fundamental aprimorar a repressão a essas condutas ilícitas, tornando-as compatíveis com o dano causado, para atenuar a ocorrência desses crimes. O SindiTelebrasil apoia as iniciativas dos projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados (PL 5.845/2016, PL 5.846/2016, PL 5.852/2016 e PL 5.853/2016), que entendem a relevância dos serviços de telecomunicações e criminalizam o roubo, o furto e a receptação dos equipamentos de rede.

Fonte : http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43302&sid=8

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TCS Notícias 051/2016: Rede oficial das Olimpíadas transportou 1,4 Petabytes em 17 dias

A rede oficial das Olimpíadas 2016 registrou um total de 1,4 petabyte de tráfego entre os dias 5 e 21 de agosto, revelam dados divulgados pela Cisco, fornecedora oficial da infraestrutura, divulgados nesta terça-feira, 06/09.

O relatório aponta que 147.972 dispositivos únicos se conectaram na rede, utilizada pela imprensa credenciada, agências de mídia, emissoras detentoras de direitos, atletas, força de trabalho dos Jogos e Família Olímpica, formada pelo COI (Comitê Olímpico Internacional), comitês olímpicos nacionais e federações esportivas. Abaixo, os principais dados fornecidos pela Cisco.

Dados da rede da Rio 2016:

·O tráfego de 1,4 petabyte, equivalente a 53 anos de streaming de vídeo em HD, foicinco vezes maior que o total trafegado nas redes das operadoras móveis nos locais de competição durante os Jogos (255 TB).

·Do total de dispositivos únicos autenticados pela plataforma de controle de acesso à rede (Cisco Identity Services Engine), 92% (136.034) se conectaram através dos 3.536 pontos de acesso Wi-Fi fornecidos pela Cisco para os Jogos, com os 8% restantes de dispositivos usando uma conexão cabeada.

·Do total de dispositivos conectados na rede Wi-Fi durante os Jogos, 10% pertenciam à Família Olímpica e atletas, 35% eram da mídia credenciada, e 55% da força de trabalho Rio 2016.

·O tráfego de Internet na rede dos Jogos foi de 492 terabytes e a utilização atingiu um pico de 5,4 Gbps.

Dados de Segurança da Rio 2016:

·Foi detectado um total de 4,2 milhões de eventos de segurança e 731.607 tentativas de ataques de negação de serviços (Denial of Service) foram bloqueadas pela infraestrutura de segurança Cisco implementada para os Jogos.

·Na proteção de todos os sites públicos oficiais e aplicativos móveis da Rio 2016, as soluções Cisco e demais parceiros de segurança da Rio 2016 detectaram 40 milhões de eventos de segurança, bloquearam 23 milhões de tentativas de ataques e mitigaram 223 ataques Distributed Denial of Service (DDoS).

· A plataforma Cisco OpenDNS detectou e bloqueou o acesso a milhares de malware, phishing e domínios falsos.

A rede da Cisco, projetada e implementada para suportar a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, consiste em 8.100 produtos e mais de 60 toneladas de equipamentos. Conectando as 37 instalações de competição e mais de 100 instalações de apoio, tais como o Centro Internacional de Transmissão e o Centro Principal de Mídia, a rede suporta a difusão de resultados em tempo real, a cobertura do evento pelos profissionais de mídia, a operação dos Jogos, incluindo a validação de 9 milhões de ingressos e 300.000 credenciais.

Durante os Jogos, a mídia e os atletas também podem se conectar à Internet via Wi-Fi nos 273 ônibus que fazem o transporte entre as diversas instalações do evento. De acordo com o comunidado da Cisco, foram necessárias 34 mil horas de engenharia para o planejamento, projeto e apoio à implementação das redes e data centers da Rio 2016.

O evento teve ainda 27 engenheiros envolvidos em 54 projetos realizados ao longo de 900 dias. Durante a realização dos Jogos, a Cisco também suporta a operação das redes, 24 horas por dia, 7 dias por semana, através de uma equipe de 65 engenheiros, atuando localmente no Centro de Operações de Tecnologia, totalizando 25.732  horas.

“Nunca uma edição dos Jogos Olímpicos exigiu um volume tão grande de equipamentos de rede e profissionais qualificados para suportar o projeto e as operações, viabilizando assim a entrega dos Jogos mais conectados de todos os tempos e o engajamento global em tempo real através de diferentes plataformas”, completa Rodrigo Uchoa, diretor de Novos Negócios e coordenador do Projeto Rio 2016 da Cisco. 

Fonte :http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43425&sid=8 

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