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TCS Notícias 035/2015: Empresas de Internet faturam R$ 144,7 bilhões no Brasil

Durante a 1ª Conferência da Abranet, que acontece em São Paulo, a entidade divulgou um estudo, encomendado ao  Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), sobre o segmento Internet no Brasil. O levantamento apurou que, entre 2012 e 2014, as empresas do segmento da Internet tiveram aumento no faturamento de 50,1%, subiram o número de postos de trabalho em 17,5%, expandiram seus estabelecimentos em 27,56% e passaram a ocupar a ocupar a 14ª colocação no ranking de recolhimento de tributos federal.

Para realizar a pesquisa, o IBPT considerou as empresas do segmento de representação da Abranet, incluídas nas divisões 61, 62 e 63 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAEs). O levantamento mostra que o faturamento das empresas de internet passou de R$ 96,4 bilhões, em 2012, e R$ 113,07 bilhões, em 2013, para R$ 144,7 bilhões em 2014. O montante representa 1,74% do faturamento de todas as empresas brasileiras.

“Não se encontra em dois anos um aumento de faturamento tão alto”, destacou Gilberto Luiz do Amaral, presidente do conselho superior e coordenador de estudos do IBPT. O faturamento do segmento é maior do que o de 79% dos setores da economia, ocupando a 21º colocação no ranking com todos os CNAEs.

Atualmente, o segmento de Internet ocupa a 14ª colocação no ranking de recolhimento de tributos federal. Isto sem computar o Fundo de Garantia. O total arrecado pelos CNAEs pesquisados foi de R$ 1,92 bilhão pelas empresas do setor de comunicações e de R$ 17,07 bilhões pelas empresas de atividades de tecnologia da informação.

De cada R$ 100 que se arrecada na economia brasileira, R$ 1,60 vem das empresas no escopo dos CNAEs pesquisados. Ou seja, hoje, as empresas de internet são responsáveis por 1,6% da arrecadação dos tributos federais. Em 2005, era 0,43%.

“Arrisco a dizer que daqui a cinco anos, as empresas dos CNAEs pesquisados serão ainda mais representativas, ficando em 5º lugar em faturamento e em recolhimento de tributos. E daqui a dez anos o setor de internet será o de maior recolhimento de tributos”, afirmou o coordenador de estudos do IBPT. 

PMEs

As firmas de pequeno e médio portes estão em maior número. Apenas 2,07% das empresas faturam acima de R$ 48 milhões anuais. São as PMEs também as que mais empregam, o que ficou claro ao observar o crescimento de 17,5% no número de empregados entre 2012 a 2014, tempo que coincide com a vigência da desoneração da folha de pagamento. No período, foram criados 51.180 postos de trabalho, sendo gerados, em média, 19.260 empregos por ano. Houve ainda incremento no valor acumulado com empregados de 45,8%. O salário médio anual é de R$ 40,3 mil.

Com relação à quantidade de empresas e estabelecimentos, incluindo filiais, o aumento entre 2012 e 14 foi de 27,56%. As empresas cadastradas como atividades de comunicações (CNAE 61) respondem por 8,5% do total e as dos CNAEs 62 e 63, 91,5%.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39582&sid=4

Dep. MKT TCS (mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

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TCS Notícias 034/2015: Portabilidade numérica: São Paulo lidera pedidos de troca de operadoras

Entre 1º de janeiro e 31 de março, de acordo com o relatório trimestral da Entidade Administradora da Portabilidade Numérica no País, a Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom), 389,39 mil (40%) assinantes de telefonia fixa trocaram de operadora, enquanto 595,35 mil (60%) números de telefones móveis permaneceram inalterados apesar de seus usuários terem mudado de prestadora de serviço.

Segundo a entidade, desde setembro de 2008, quando a portabilidade numérica foi implantada no Brasil, de forma gradativa nos 67 DDDs existentes, até o dia 31 de março de 2015, foram 27,24 milhões de migrações realizadas entre operadoras. Dessas, 10,43 milhões (38%) entre companhias de telefonia fixa e 16,81 milhões (62%) de móvel. 

Ainda conforme os dados revelados pela ABR Telecom nesta segunda-feira, 13/04, em São Paulo, usuários que utilizam os DDDs 11,12,13,14,15,16,17,18 e 19, trocaram de operadora de telefonia fixa 119,75 mil (35%) vezes, enquanto os de telefonia móvel respondem por 224,71 mil (65%) transferências efetivadas, somando 344,46 mil. Ao considerar as mudanças realizadas desde o início da implantação da portabilidade numérica no País, em São Paulo foram feitas 8,38 milhões de trocas, sendo 3,32 milhões (40%) entre os serviços fixos e 5,05 milhões (60%) móveis. 

A portabilidade numérica é realizada entre prestadoras de Serviço Móvel Pessoal (SMP) e Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) conforme a Resolução 460/2007 da Anatel. O modelo de portabilidade numérica no Brasil, definido pelo Regulamento Geral da Portabilidade (RGP), da Anatel, determina que as trocas devem ser solicitadas pelos usuários somente dentro do mesmo serviço, isto é, de móvel para móvel ou fixo para fixo, e na área de abrangência do mesmo DDD.

A partir do momento em que o usuário solicita a transferência de operadora comunicando à empresa para onde deseja migrar, a efetivação acontece em três dias úteis ou após esta data, quando o usuário quiser agendar. Caso o usuário decida voltar atrás e permanecer na operadora que lhe prestava o serviço, dispõe de dois dias úteis, após a solicitação de transferência, para suspender o processo de migração em andamento . 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39364&sid=8 

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TCS Notícias 033/2015: Governo republica edital de videoconferência estimado em R$ 169 milhões

 

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) republicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira,05/05, o edital para a compra compartilhada de equipamentos de videoconferência. No total, 61 órgãos públicos vão participar da aquisição para montar 809 salas em 81 cidades brasileiras com essas ferramentas de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC).

O valor estimado para este processo de compra, que está previsto para ser realizado em 15 de maio, é de R$ 169 milhões. É permitido, ainda, que outras entidades façam adesão à ata de registro de preços que será gerada.

“Foram efetuadas pequenas adequações nas especificações técnicas do edital para ampliar a concorrência e reduzir o preço”, explica o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do MP, Cristiano Heckert. O instrumento licitatório foi elaborado em parceria da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) com a Central de Compras e Contratações do Governo Federal. Segundo Heckert, este processo desonera os órgãos públicos da elaboração de vários processos de licitação.

Entre os benefícios desse projeto está a realização de treinamentos e reuniões remotas, reduzindo os gastos com diárias e passagens. Os novos equipamentos de videoconferência permitem ainda realização de chamadas de forma segura e estão alinhados ao Decreto 8.135, de novembro de 2013. Todas as adesões às atas de registros de preço devem ser registradas e divulgadas pelos órgãos públicos no Portal de Compras do Governo Federal (Comprasnet), que é gerenciado pela SLTI.

O quantitativo decorrente das adesões posteriores não poderá exceder, na totalidade, ao quíntuplo de cada item da ata de registro de preços. Cada órgão que venha a realizar a adesão poderá contratar até 100% do total registrado para cada item.

*Fonte: SLTI, do ministério do Planejamento

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39526&sid=10

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TCS Notícias 032/2015: Go Daddy é acionado na Justiça e responde por site hospedado fora do Brasil

A Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, por meio do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), notificou o GoDaddy, provedor de registro do site “Nomes do Brasil”. O site tem divulgado nome, número de CPF e a situação dos consumidores perante a Secretaria da Receita Federal.

A publicação indevida de dados pessoais de consumidores sem o seu conhecimento e consentimento fere direitos e garantias previstos no Código de Defesa do Consumidor e no Marco Civil da Internet.  O provedor terá dez dias para esclarecer questões sobre quem são os responsáveis pelo site, como foram coletadas as informações exibidas. Se forem comprovadas irregularidades, serão aplicadas as sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor.

O diretor do DPDC, Amaury Oliva, ressalta que esse fato reafirma a importância de termos em vigor uma lei de proteção de dados pessoais no país, que estabeleça regras claras sobre coleta, uso, armazenamento, tratamento e proteção de dados pessoais. Nesse sentido, o Ministério da Justiça conduz um debate público que deve resultar no anteprojeto de Lei de Dados Pessoais.

“No debate estamos discutindo com a sociedade princípios que devem ser assegurados na coleta de dados pessoais, regras de compartilhamento e tratamento desses dados e, inclusive, a criação de uma autoridade, que regule e fiscalize o cumprimento da lei e atenda as demandas da sociedade” afirmou o diretor.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39535&sid=18 

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TCS Notícias 031/2015: TCS intermedia conectividade no III EMDS

 

 

Aconteceu em Brasília nos dias 07, 08 e 09 de abril de 2015 o III Encontro de Municípios com Desenvolvimento Sustentável. A TCS esteve presente neste evento intermediando a implantação de toda a Internet e WIFI do evento e colaborando para que esses dias se tornassem inesquecíveis para os municípios com projetos de desenvolvimento sustentável. 

 

 Para entendermos um pouco mais sobre a importância deste evento : 

O DESAFIO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

– INTRODUÇÃO: A questão ambiental, no Brasil, se intensifica nos discursos e estudos no curso da década de 1960 após uma fase de intenso crescimento urbano. Com a crise do petróleo no final dos anos sessenta e início da década de setenta, a reflexão acerca do futuro, que se apresenta incerto, começa a ser exposta no pensamento político, social e filosófico levando ao questionamento da participação do homem no planeta. Neste contexto, o conceito de “desenvolvimento sustentável” surge como um termo que expressa os anseios coletivos, tais como a democracia e a liberdade, muitas vezes colocadas como uma utopia.

“O desenvolvimento sustentável tem alto custo e vai beneficiar futuras gerações, que ainda não votam, nem pagam imposto”

 – DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: O termo “desenvolvimento sustentável” surgiu a partir de estudos da Organização das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas, como uma resposta para a humanidade perante a crise social e ambiental pela qual o mundo passava a partir da segunda metade do século XX

“Trabalhar com sustentabilidade é plantar um presente que garanta a subsistência das novas gerações em um planeta que pede socorro e se aquece a cada dia.
Pois melhor que plantar árvores, despoluir rios, proteger animais, é semear a consciência de que a garantia da vida é respeitar as fronteiras da natureza.”

- A SUSTENTABILIDADE COMO RESPOSTA: Ao se definir desenvolvimento sustentável também está se discutindo o que é sustentabilidade.

Conceito de sustentabilidade  

Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja, assustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro. Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável.

 Ações relacionadas a sustentabilidade 

- Exploração dos recursos vegetais de florestas e matas de forma controlada, garantindo o replantio sempre que necessário.  

- Preservação total de áreas verdes não destinadas a exploração econômica.

- Ações que visem o incentivo a produção e consumo de alimentos orgânicos, pois estes não agridem a natureza além de serem benéficos à saúde dos seres humanos; 

- Exploração dos recursos minerais (petróleo, carvão, minérios) de forma controlada, racionalizada e com planejamento. 

- Uso de fontes de energia limpas e renováveis (eólica, geotérmica e hidráulica) para diminuir o consumo de combustíveis fósseis. Esta ação, além de preservar as reservas de recursos minerais, visa diminuir a poluição do ar. 

- Criação de atitudes pessoais e empresarias voltadas para a reciclagem de resíduos sólidos. Esta ação além de gerar renda e diminuir a quantidade de lixo no solo, possibilita a diminuição da retirada de recursos minerais do solo. 

- Desenvolvimento da gestão sustentável nas empresas para diminuir o desperdício de matéria-prima e desenvolvimento de produtos com baixo consumo de energia. 

- Atitudes voltadas para o consumo controlado de água, evitando ao máximo o desperdício. Adoção de medidas que visem a não poluição dos recursos hídricos, assim como a despoluição daqueles que se encontram poluídos ou contaminados. 

Benefícios 

As adoções de ações de sustentabilidade garantem a médio e longo prazo um planeta em boas condições para o desenvolvimento das diversas formas de vida, inclusive a humana. Garante os recursos naturais necessários para as próximas gerações, possibilitando a manutenção dos recursos naturais (florestas, matas, rios, lagos, oceanos) e garantindo uma boa qualidade de vida para as futuras gerações.

“A busca pela sustentabilidade ambiental deve partir, primeiramente, da sensibilidade dos seres humanos em relação ao impacto que seus hábitos causam ao Planeta; só depois disso é que diferentes soluções conjugadas poderão contribuir para sanar o problema global”

– SUSTENTABILIDADE URBANA: Neste momento histórico, na grande maioria dos países, inclusive no Brasil, o desenvolvimento está diretamente ligado à vida das cidades. Por isso, outro importante conceito é o de sustentabilidade no ambiente urbano (ou sustentabilidade urbana). A sustentabilidade urbana é definida como a capacidade das políticas urbanas se adaptarem à oferta de serviços, à qualidade e à quantidade das demandas sociais, buscando o equilíbrio entre as demandas de serviços urbanos e investimentos em estrutura. No entanto, também é imprescindível para a sustentabilidade urbana o uso racional dos recursos naturais, a boa forma do ambiente urbano baseado na interação com o clima e os recursos naturais, além das respostas às necessidades urbanas com o mínimo de transferência de dejetos e rejeitos para outros ecossistemas atuais e futuros. A grande maioria dos países desenvolvidos, tanto quanto os que estão em desenvolvimento, e também suas cidades, estão explorando a capacidade de seus recursos naturais ao limite. Dependendo do nível de industrialização de cada país os problemas se diferenciam. Richard Roger descreve que nos países desenvolvidos a migração de pessoas de centros urbanos para os subúrbios mais afastados que oferecem um ambiente natural mais próspero, levou ao aumento do uso de automóveis, aos conseqüentes congestionamentos e à poluição do ar. Já nos países em desenvolvimento os problemas ambientais e sociais são agravados pelo aumento das cidades sem o acompanhamento de infra-estruturas para suportar tal crescimento. Em todo o mundo a pobreza ainda é um dos principais problemas enfrentados pelas sociedades, e geralmente a camada mais pobre da população é amplamente negligenciada. Diante disso, nota-se a necessidade de um desenvolvimento urbano sustentável, diferente do desenvolvimento atual, que é baseado no lucro e privilegia uma pequena parte da sociedade. Os direitos básicos devem ser proporcionados, tais como o direito à água, ao abrigo, à alimentação, à saúde, à educação, entre outros.

“Ainda não apareceu o Gandhi da sustentabilidade nem o Mandela da biodiversidade. Não apareceu nenhum Martin Luther King para a mudança do clima. Mas não basta um no mundo. Tem que ter aos milhões, em todas as atividades.”

– CONSIDERAÇÕES FINAIS: O desenvolvimento sustentável não deve ser apresentado como um slogan político. As condições ambientais já estão bastante prejudicadas pelo padrão de desenvolvimento e consumo atual, deste modo, o desenvolvimento sustentável pode ser uma resposta aos anseios da sociedade. A sustentabilidade consiste em encontrar meios de produção, distribuição e consumo dos recursos existentes de forma mais coesiva, economicamente eficaz e ecologicamente viável. Um dos desafios da sustentabilidade ambiental urbana é a conscientização de que esta é um processo a ser percorrido e não algo definitivo a ser alcançado. A busca por uma conceituação urbana sustentável traz consigo uma série de proposições e estratégias que buscam atuar em níveis tanto locais quanto globais. Priorizar o desenvolvimento social e humano com capacidade de suporte ambiental, gerando cidades produtoras com atividades que podem ser acessadas por todos é uma forma de valorização do espaço incorporando os elementos naturais e sociais.

“A prática demonstra que um programa de responsabilidade social só traz resultados positivos
para a sociedade e para a empresa se for realizado de forma autêntica. É necessário que a empresa tenha a cultura da responsabilidade social incorporada à sua visão de negócio.” 

O III EMDS foi realizado pela Frente Nacional dos prefeitos em parceria com o Sebrae e durante os 3 dias de evento nos trouxe como exemplos diversos Municípios que em parceria com suas Subprefeituras já atuam com desenvolvimento Sustentável.

A iniciativa só tem a agregar para os novos e atuantes Prefeitos dando a eles ideias  sobre ações em tecnologia e meio ambiente de como implantar tais mecanismos de Sustentabilidade em seus Municípios.

“Se você tem metas para um ano. Plante arroz…
Se você tem metas para 10 anos. Plante uma árvore…
Se você tem metas para 100 anos, então eduque uma criança…
Se você tem metas para 1000 anos, então preserve o meio Ambiente.

Fonte:

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TCS Notícias 030/2015: Justiça: serviços SCM só podem ser prestados com licença da Anatel

O desembargador federal Nery Júnior, da Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), deu provimento à apelação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) interposta em mandado de segurança que havia concedido a uma empresa de tecnologia da informação a restituição de equipamentos apreendidos, após fiscalização da autarquia constatar o uso irregular de serviço de comunicação.

Para o magistrado, a sentença de primeira instância merecia ser reformada, porque inexistia qualquer ilegalidade ou abuso de poder no ato praticado pela Anatel. O juiz da 9ª Vara Federal de São Paulo/SP havia determinado à agência reguladora que restituísse os bens apreendidos. Na fiscalização, foi constatada a prestação de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), sem autorização da Anatel. Por isso, foram apreendidas placas transceptoras e antenas diretivas tipo painel, fixadas em torre metálica, que integravam um sistema de radiocomunicação que permitiam a utilização do meio (espectro de radiofrequência) para transmissão de comunicação.

Segundo a decisão do desembargador federal, ficou evidenciando a prestação do serviço de telecomunicação SCM que exige a autorização da autarquia. Trata-se de um serviço fixo de telecomunicações de interesse coletivo que possibilita a oferta de capacidade de transmissão, emissão e recepção de informações multimídia, utilizando quaisquer meios, a assinantes dentro de uma área de prestação de serviço.

A autorização da Anatel permite que empresas prestem serviços de telecomunicações a terceiros. Dentre os serviços principais, destacam-se o provimento de acesso à Internet via radiofrequência, o serviço de voz sobre IP (protocolo de Internet), a locação de equipamentos, VPNs (Redes Privadas Virtuais), monitoramento de alarmes e câmeras e controle de tráfego de veículos.

A empresa sustentava ainda que atuava no ramo de informática, prestando “serviços de valor adicionado” (provedor de internet) e não de “telecomunicações”, prescindindo, pois, de autorização específica. Na decisão do TRF3, o magistrado justificou que a Constituição Federal, no artigo 21, inciso XII, alínea “a”, dispõe que é de competência privativa da União, explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão ou permissão os serviços de radiodifusão sonora, e de sons e imagens.

Destacou também que a Lei 9.472/97 regulamentou os serviços de telecomunicações e criou a Anatel, delimitando as competências da autarquia, e, “especialmente, expedir e extinguir autorização para prestação de serviço no regime privado, fiscalizando e aplicando sanções”.

“Averiguando as informações prestadas pela Anatel, a apelada, empresa provedora de internet, ‘se utilizava do espectro de radiofrequência para ofertar a telecomunicação (transmissão de dados) através de sistema irradiante, via antenas’, restando claro que a atividade está inserida nos serviços que dependem de autorização”, afirmou o magistrado.Por fim, ao reformar a sentença de primeira instância e dar provimento à apelação da Anatel, o desembargador federal Nery Júnior citou a legislação ligada à área e jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. “Com efeito, o termo de apreensão lavrado em 06/10/2009 goza de legalidade”, concluiu.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39405&sid=8

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TCS Notícias 029/2015: Brasil chega a 1% de tráfego em IPv6

O Brasil atingiu, em março, a marca de 1% de tráfego Internet em IPv6 – a versão 6 do protocolo de Internet, a forma como os equipamentos conectados são endereçados e reconhecidos, revela monitoramento da Cisco com base em dados do Google e do APNIC, o registry da região Ásia Pacífico. O gráfico pode ser conferido neste link:6lab.cisco.com/stats/cible.php?country=BR&option=all.

Segundo o gerente de projetos do NIC.br, Antonio Moreiras, “pode parecer pouco, mas em janeiro de 2015 a percentagem dos internautas no Brasil que utilizavam IPv6 de fato era 10 vezes menor, cerca de 0,1%”.

As redes de telecomunicações comercias já oferecem IPv6 nativo a clientes corporativos. Em meados do ano o mesmo passa a se dar no varejo. A previsão é de que o IPv6 seja majoritário em dois anos. A migração deve chegar a cinco.

Como indica o gerente do projetos do NIC.br, alguns usuários “já estão usando, sem se dar conta disso, o novo protocolo para navegar no Google, Facebook, Yahoo, Netflix, Terra, UOL, Youtube, para compartilhar arquivos via torrents, para alguns games e outros serviços já prontos para o IPv6 há algum tempo”.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39245&sid=4

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TCS Notícias 028/2015: Brasileiros seguem sem querer pagar pelo uso dos aplicativos

Os desenvolvedores de aplicativos vão ter que encontrar um modelo para sustentar seus negócios que não passe pela cobrança de uso do aplicativo. Isso porque a pesquisa IbopePlus, encomendada pela Qualcomm, divulgada nesta quarta-feira, 01/04, apresenta um resultado taxativo: 73% dos usuários afirmaram que nunca pagariam por um, enquanto 83% disseram que nunca pagariam por um aplicativo de serviço. 

Dentre os apps gratuitos, a maioria dos entrevistados declarou procurar programas de diversão e entretenimento e 4 em cada 10 entrevistados mencionaram possuir todos os aplicativos que precisam. O estudo mostra que que os usuários brasileiros estão ficando mais tempo com os seus smartphones do que antes.

Eles também estão dispostos a pagar mais por um aparelho. Em 2014, os brasileiros desembolsaram cerca de R$ 900 em média por um celular.  O valor é 14% maior que os R$ 700 gastos, em média, no ano passado. Entre as razões apontadas pelos entrevistados para ter ou comprar um smartphone a necessidade de se manter conectado o tempo todo aparece como justificativa para 67% das pessoas.

A conveniência para fazer várias coisas ao mesmo tempo é citada por 50% dos entrevistados e o uso do celular para acessar redes sociais como o Facebook é mencionada por 30% dos entrevistados. A pesquisa aponta ainda que 40% das pessoas disseram não ter utilizado exclusivamente o computador em 2014. Em 2013, essa porcentagem era de 28%.

*Com informações da Qualcomm

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39304&sid=17#.VUeWsflViko

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TCS Notícias 027/2015: Em 2020, mais de 1,6 zettabytes armazenados a partir da IoT

Em cinco anos, mais de 1,6 zettabytes vão estar armazenados, o que significará um crescimento de até sete vezes em relação ao apurado em 2014 – 200 exabatytes. Todo esse volume de informações é e será oriundo dos dados capturados pelos objetos conectados à Internet das Coisas, revela relatório da ABI Research. E essa avalanche de dados impõe uma reestruturação imediata nos modelos de negócios.

“Há uma mudança em curso de arquitetura de TI. A Internet das Coisas está deixando de ser computação em nuvem e está se dirigindo par uma computação mais abrangente, de ponta (Edge computing). Há uma transformação estratégica em curso e essa guinada abre frente para que novos fornecedores de hardware e software despontem. O momento é agora”, avalia Aapo Markkanen, analista-chefe da Abi Research.

Ainda de acordo com o especialista, esse armazenamento explosivo de dados mostra uma faceta importante: a maior parte das informações segue inacessível para análise. E é nesse ponto que a transformação deverá acontecer. “Não se pode armazenar dados e não saber o que eles querem dizer. Hoje, apenas uma fração dessa massa de dados está, de fato, sendo capturada para análise. E sem tratar esse dado, não há porquê armazenar. E as empresas estão ficando cientes que dado é para ser analisado”, complementa Markkanen.

O impacto da Internet das Coisas no Brasil será o tema central da 15ª Rio Wireless, que acontece nos dias 06 e 07 de maio, no Rio de Janeiro. Conheça a programação e saiba como participar.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39494&sid=3

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TCS Notícias 026/2015: Justiça do Rio manda teles suspenderem fim da franquia de dados

A juíza Maria da Penha Nobre Mauro, da 5ª Vara Empresarial da Capital, determinou, em caráter liminar, que empresas de telefonia não poderão bloquear o acesso à internet móvel de consumidores quando forem firmados contratos de serviço ilimitado. A decisão atinge as empresas Claro, Oi, Tim e Vivo e vale para todo o estado.

A decisão foi tomada depois de uma ação civil pública ajuizada pelo Procon do Rio de Janeiro. De acordo com a magistrada, o caso tem gerado “uma enxurrada de demandas nos Juizados Especiais”. Uma das rés, a operadora Oi, alegou que o bloqueio era necessário por motivos técnicos. Entretanto, a juíza Maria da Penha Nobre Mauro considerou que esse não é o cerne da discussão.

“O consumidor, portanto, ficou impedido de utilizar o serviço sem a contratação de um outro produto ou plano de dados avulso. Os princípios que norteiam as relações de consumo asseguram ao consumidor informação clara e adequada sobre os produtos e serviços, bem como o protegem contra a publicidade enganosa e as práticas comerciais desleais ou coercitivas”, afirma a magistrada. 

No último dia 23 de abril, o Tribunal de Justiça do Acre determinou que Oi, Tim, Vivo e Claro mantenham o acesso à internet dos clientes acrianos mesmo após o esgotamento da franquia de dados no celular. A decisão também acatou pedidos feitos pelo Procon e pela Defensoria Pública do Estado. 

Para a Anatel, o fim da franquia não é uma medida ilegal mas a agência reguladora cobrou transparência nos comunicados aos clientes. As teles foram ao Governo e asseguraram que, dentro de 60 dias, terão uma campanha para levar informações aos seus clientes.

*Fonte: site Internet Legal 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39497&sid=4

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