Invent

Notícias


TCS Notícias 047/2014: Telefônica tenta acordo com Anatel sobre oferta clandestina de serviço

 

Inconformada com a negativa da área técnica da Anatel, a Telefônica tenta transformar em acordo de ‘ajustamento de conduta’ o processo relativo a sua subsidiária ATelecom – um imbróglio que estourou em 2009 e envolve a oferta clandestina de telefonia no mercado corporativo. Mais simpático ao apelo, o Conselho Diretor da agência está disposto a negociar.

Em questão uma multa de R$ 30 milhões que a Telefônica tenta transformar em compromisso alternativo. Foi o que restou a negociar, uma vez que o fato gerador, a oferta irregular de serviços, foi corrigida pouco depois que se tornou pública, alega a operadora.

Daí a Superintendência de Fiscalização da Anatel ter negado a proposta para um Termo de Ajustamento de Conduta. “Não é possível a cessação da conduta irregular em sede de TAC, uma vez que tal conduta já teria sido regularizada em 2009 por meio das ações adotadas pela Telefônica.”

Relator do recurso ao Conselho, Jarbas Valente discorda. Ele sustenta que o regulamento “permite à Agência fixar compromissos adicionais”. Ademais, “análise de conveniência e oportunidade nada mais é que o exercício do poder discricionário da Administração, circunstância que pressupõe uma maior liberdade”. O colega Rodrigo Zerbone pediu vista.

 

Clandestina

Em 2009, a Anatel abriu processo para investigar a ATelecom – então uma subsidiária da Telefônica. Segundo a fiscalização, a empresa vendia telefonia no mercado corporativo através de uma licença de Serviço de Comunicação Multimídia. Ao fazê-lo, “desobrigava-se” de cumprir regras concorrenciais.

Assim, oferecia de forma discriminatória serviço para o qual não tinha autorização. Por exemplo, não permitia a opção de escolha nas chamadas de longa distância (o único CSP aceito era o 15, da Telefônica), nem aceitava o uso da ‘portabilidade’.

A fiscalização “evidenciou infração de elevada gravidade”, visto que “a atividade desempenhada por parte da  ATelecom é definida como clandestina”. “A ATelecom, na qualidade de subsidiária integral da Telesp (atualmente Telefônica), se aproveitava desse diferencial competitivo para fechar o mercado para outras operadoras na região”, descreve Jarbas Valente.

Na época das conclusões da fiscalização, a Telefônica endereçou o problema incorporando a subsidiária. No fim daquele mesmo 2009, avisou ao mercado que “os direitos da ATelecom relacionados à referida carteira de contratos com clientes serão transferidos à Telesp”.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37875&sid=8#.VCAl0fldWIU

Dep. Mkt ( mkt@consultoriastelecom.com.br )

Leia mais...


TCS Noticias 046/2014: Telefônica acerta compra da GVT por R$ 14 bilhões em dinheiro, mais ações

 

Telefónica e Vivendi assinaram acordo definitivo para a venda da GVT para a Telefônica Brasil. Iniciadas em 29/8 – quando os franceses descartaram a proposta da Telecom Italia para negociar apenas com os espanhóis – as tratativas resultaram no acerto pelo pagamento em dinheiro de € 4,663 bilhões (R$ 14 bilhões), além de 12% do capital social da Telefônica Brasil, após sua integração com a GVT.

A Vivendi também decidiu ficar com 1,1 bilhão de ações ordinárias da participação que a Telefónica detém na Telecom Italia. Esta participação representa atualmente 8,3% do capital com direito a voto da companhia italiana (equivalente a 5,7% do capital social) em troca de 4,5% do capital que a Vivendi receberá na sociedade resultante da aquisição da GVT pela Telefônica Brasil. O negócio envolve, assim, R$ 14 bi, mais 5,7% da Telecom Italia e 7,5% da Telefônica Brasil. 

Segundo fato relevante publicado na madrugada desta sexta, 19/9, o pagamento total da operação poderá ser financiado por meio da ampliação do capital da Telefônica Brasil. A Telefónica S.A, subscreverá, mediante outra ampliação, sua parte proporcional correspondente à participação de 74% na filial brasileira.

“A assinatura do Contrato e documentos relacionados foi devidamente aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia em reunião do órgão realizada nesta data. Em contraprestação à aquisição das ações da GVT (…) a Companhia pagará aos Vendedores parte do preço em recursos financeiros e parte em ações a serem emitidas pela Companhia, conforme segue:

(i) €4.663.000.000,00 (quatro bilhões, seiscentos e sessenta e três milhões de euros) a ser pago à vista e em dinheiro após os ajustes determinados nos termos do Contrato, na data de fechamento (“Parcela em Dinheiro”); e

(ii) ações de emissão da Companhia equivalentes a 12% de ações ordinárias e 12% de ações preferenciais da Companhia após a incorporação de ações da GVTPar (“Parcela em Ações”).”

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37872&sid=8#.VCAky_ldWIU

Dep. MKT TCS ( mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

Leia mais...


TCS Notícias 045/2014: Anatel vai cortar em 60% a planta de orelhões no Brasil

 

Como repete a cada cinco anos, na hora da revisão dos contratos de concessão da telefonia fixa e das obrigações a ela associadas, a Anatel vai mais uma vez promover um corte substantivo na quantidade de telefones públicos disponíveis no país. A proposta da agência é eliminar 461,3 mil dos 763 mil orelhões – ou 60% deles.

A decisão da agência é baseada em dados fornecidos pelas próprias concessionárias que indicam ser cada vez menor o interesse nos telefones públicos. Ou ainda, que o uso dos celulares torna os orelhões quase supérfluos. “81% dos telefones públicos realizam até quatro chamadas por dia”, resume a gerente geral de universalização da Anatel, Karla Crossara.

Ao realizar nesta quarta, 3/9, uma audiência pública sobre essas e outras mudanças nas obrigações das concessionárias, a Anatel sustentou a necessidade da nova redução na planta. Mas também clarificou um dado importante: em média, os orelhões são utilizados por quatro minutos por dia, ou 120 minutos por mês.

Pode parece pouco realmente, mas o que nem agência, nem empresas mencionam é que essa é praticamente a mesma utilização média do principal suspeito pelo desinteresse nos telefones públicos. Também em média, cada aparelho celular em uso no país funciona por 128 minutos por mês, segundo dados da consultoria Teleco.

As teles reclamam do custo de manter uma imensa planta de aparelhos – segundo o sindicato nacional das empresas, esse gasto chega a duas vezes e meia das receitas com orelhões. E isso ajuda a entender onde está o nó efetivo da questão dos telefones públicos. “Há uma expressiva queda nas receitas, que chegou a 90% até 2012”, diz a gerente de universalização da agência.

O peso dessa conta talvez ajude a entender um problema complicado na questão dos telefones públicos. Na audiência pública desta quarta, um consumidor da Bahia questionou, ao fazer suas contas sobre o ‘baixo’ uso dos orelhões, “se a Anatel levou em consideração que um número expressivo de telefones públicos está inoperante”. A resposta, quase intuitiva, foi não.

A questão não é secundária. Em um levantamento feito em 2011, a Anatel identificou que praticamente metade dos orelhões do país não funcionava – ou até mais do que isso a depender da região. Somente 44% deles em Alagoas, 46% na Paraíba, 51% no Maranhão e 61% em estados como Paraná e Santa Catarina, para citar alguns casos.

A agência sustenta que pressionou as concessionárias e a situação melhorou – mas vale lembrar que dificuldades com as mesmas empresas em alcançarem as metas levou à decisão – em agosto de 2012 – de que elas deveriam oferecer ligações gratuitas. Não deixou de ser um resultado inusitado, visto que as chamadas seriam grátis, desde que se encontrasse um orelhão funcionando.

Os dados sugerem que o problema não é necessariamente o ‘baixo’ uso – visto que os 120 minutos de uso mensal estão alinhados com o que acontece com os celulares. A dor é mesmo no lucro. Um minuto ao celular custa por volta de R$ 0,14. O mesmo minuto em uma chamada feita de um orelhão sai por menos da metade, ou R$ 0,06.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37722&sid=11#.VA3FFfldWIU

Dep. MKT TCS (mkt@consultoriastelecom.com.br )

Leia mais...


TCS Notícias 044/2014: Leilão 4G: Anatel tende a negar os pedidos de impugnação das teles

 

A Anatel deve negar os seis pedidos de impugnação apresentados por operadoras contra partes ou mesmo todo o edital da faixa de 700 MHz, cujo leilão está marcado para o próximo dia 30. O prazo para uma resposta termina no fim da próxima semana.

Ainda que evitem se posicionar publicamente, é praticamente certo que os conselheiros negarão os apelos de cinco empresas – Telefônica/Vivo, Tim, Claro, Oi e Nortv – além da associação das operadoras de MMDS, Neotec. Pedidos de impugnação são comuns antes dos leilões, assim como as negativas a eles.

Neste caso, os conselheiros estão ainda mais seguros para rejeitar as impugnações. “Se já não é comum aceitar esse tipo de pedido, muito menos agora que o próprio Tribunal de Contas da União já se mostrou plenamente satisfeito com o edital, tanto que liberou sua publicação”, resume um conselheiro.

A recusa aos apelos sequer deve fazer parte da sessão deliberativa semanal do colegiado. Segundo indicou o presidente da agência nesta quinta, 4/9, os processos deverão ser analisados via circuito deliberativo – em essência, uma votação feita por comunicação eletrônica.

As operadoras reclamam de diferentes pontos do edital, como os R$ 3,6 bilhões de ressarcimento às emissoras de televisão – ou ainda, o fato de que esse valor pode ser maior, por não fixar um teto máximo. Outro aspecto é o pagamento de adicional para que possam usar qualquer faixa para cumprir obrigações prévias.

Também é questionada a carência de 12 meses entre o desligamento dos sinais analógicos de televisão e o uso da frequência para 4G – embora o próprio edital preveja que esse período pode ser menor, caso sejam verificadas condições técnicas para isso.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37738&sid=17#.VA3CrfldWIU

Dep. MKT (mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

Leia mais...


TCS Notícias 043/2014: Com GVT, Telefônica escala e acirra briga com Oi e Embratel

A partida de xadrez que está em andamento no mercado brasileiro ganha novos lances. Se a compra da GVT se concretizar, a Telefônica Brasil fica bem próxima da rival nos acessos de telefonia e banda larga fixa. O informe está no comunicado oficial enviado pela operadora brasileira à CVM, para explicar o andamento das negociações com a francesa Vivendi.

Segundo o informe, os acessos fixos da Telefônica, com a compra da GVT, passam de de 10,8 mil para 15,1 mil no total. Assim, a operadora vai chegar perto da Oi, que lidera o segmento com 17,3 mil acessos. Na banda larga, há um empate quase técnico com a Oi. A Telefônica somaria 6,6 mil acessos. A América Móvil  – com Embratel, Claro e NET – têm 6,8 mil acessos.

Na TV por Assinatura também há um ganho, mas em menor escala. A Telefônica ficaraia com 1,4 mil acessos — contra 9,9 mil da líder América Móvil. Os dados levantados pela Telefônica levam em conta informações divulgadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no primeiro trimestre deste ano. Considerando o total de usuário, a Telefônica ultrapassa a América Móvil e se torna líder, com 101,5 mil acessos contra 96,6 mil da rival. No Brasil, o grupo América Móvil, do bilionário mexicano Carlos Slim, controla a operadora Claro, a Net e a Embratel.

A Telefônica Brasil já havia informado que pretendia reforçar sua presença em outros segmentos com a aquisição da GVT. No fato relevante, a empresa afirmou que poderá oferecer pacotes de serviços quádruplos de maior qualidade, os chamados “quad-play” — que agregam voz fixa e móvel, internet e TV.

Essa escalada da Telefônica Brasil com a incorporação da GVT impõe uma série de reações das rivais. A Oi tenta se articular para a aquisição da TIM Brasil. E também exige uma contrapartida do grupo América Móvil, caso os mexicanos não queiram perder o ‘domínio’ para os espanhóis. O mercado especula com um possível fatiamento da TIM entre Oi, América Móvil e a própria Vivo. Mas a Telecom Italia reage. Apesar de ‘jogar a toalha’ na disputa pela GVT,  a TIM garante qu participará com intensidade do leilão 4G.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37666&sid=8#.VAW9FfldWIU

Dep. MKT TCS (mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

Leia mais...


TCS Notícias 042/2014: Compra da GVT deve ter análise restrita à competição

A compra da GVT pela Telefônica promete ser tranquila, ao menos do ponto de vista regulatório. Como lembrou o presidente da Anatel, João Rezende, nesta quinta, 28/8, o aspecto mais relevante a ser avaliado pelo regulador de telecomunicações não existe. “A GVT não tem espectro”, resumiu.

Significa que os aspectos da operação são principalmente concorrenciais. Essa análise cabe mais propriamente ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica, Cade, mas, como insistiram nesta quinta alguns conselheiros, a Anatel pode fazer recomendações. No mais, nada concreto chegou ao regulador.

Mas vai chegar. Nesta quinta, cinco anos após bater os espanhóis e ficar com a GVT em 2009, na época por algo como R$ 7,2 bilhões, a Vivendi descartou a oferta da Telecom Italia e avisou que entra em “conversas exclusivas” com a Telefônica – que propôs pagar, em dinheiro e ações, R$ 22 bilhões.

À primeira vista, a GVT faz pouca sombra em São Paulo – na capital, a empresa entrou há menos de um ano em alguns bairros. Mas como chegou a ser sussurrado nesta quinta na Anatel, a questão também deve ser vista de outro ângulo: as operações do grupo Telefônica detém Poder de Mercado Significativo.

Segundo números da agência, a empresa concentra em São Paulo quase 60% do mercado de banda larga no varejo – principal atuação da GVT. No atacado, a Telefônica é monopolista – tem HHI, índice de 0 a 1 que mede concentração de mercado, de 0,99.

Também não custa lembrar que muito recentemente a Telefônica garantiu junto à Anatel sua descaracterização como PMS em bairros da capital e em outros 22 municípios do estado. Para convencer a agência, sustentou que havia redes concorrentes – e listou a GVT como uma delas.

fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37659&sid=8#.VAW7JvldWIU

Dep. mkt TCS ( mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

Leia mais...


TCS Notícias 041/2014: Controladora da Nextel pode pedir concordata, ação despenca

Empresa afirmou que pode pedir proteção contra falência por dificuldades que enfrenta no Brasil e no México 

Logo da Nextel

Logo da Nextel: companhia encerrou o segundo trimestre com uma dívida líquida de 4,8 bilhões de dólares

São Paulo – As ações da operadora de telefonia móvel NII Holdings, que atua na América Latina com a marca Nextel , despencavam mais de 60 por cento nesta terça-feira, depois que a empresa afirmou que pode pedir proteção contra falência por dificuldades que enfrenta no Brasil e no México.

A NII, que em março contratou consultores financeiros para prestar assessoria sobre uma possível venda da companhia, disse que não poderá continuar a operar a menos que possa “reestruturar suas obrigações de dívida, encontrar uma solução estratégica ou alguma combinação destas opções”.

A companhia havia dito que o UBS Investment Bank a ajudaria a buscar alternativas, que incluíam alianças, sua venda ou a venda de alguma de suas unidades.

A companhia encerrou o segundo trimestre com uma dívida líquida de 4,8 bilhões de dólares e 1 bilhão de dólares em caixa e investimentos.

Às 11h36 (horário de Brasília), as ações da companhia despencavam mais de 66 por cento.

A NII disse na segunda-feira que está adotando medidas mais agressivas para reduzir seus custos e que está em conversas com seus credores para reestruturar suas dívidas.

A empresa está enfrentando uma intensa concorrência no Brasil e no México, seus principais mercados.

A empresa tem tentando frear uma perda de clientes corporativos que foram atraídos pela Telefônica Brasil e pela América Móvil, de Carlos Slim, que oferecem planos ilimitados e redes com mais cobertura.

O prejuízo líquido da NII cresceu para 623,3 milhões de dólares, ou 3,62 dólar por ação, ante 396,4 milhões, ou 2,30 dólares por papel no mesmo período do ano passado. A receita operacional caiu 23 por cento para 968,8 milhões de dólares.

Analistas esperavam prejuízo de 2,30 dólares por ação sobre receita de 948,1 milhões de dólares, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/controladora-da-nextel-pode-pedir-concordata-acao-despenca/ 

Dep. MKT TCS ( mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

Leia mais...


TCS Notícias 040/2014: Telecom Italia propõe a Vivendi fusão de ativos brasileiros, afirma WSJ

 

PARIS, 14 Ago 2014 (AFP) – A Telecom Italia (dona da TIM) propôs à Vivendi (dona da GVT) uma fusão dos ativos brasileiros no setor de telecomunicações e comprar parte de seu capital como alternativa à oferta da espanhola Telefônica , de acordo com o Wall Street Journal.

O presidente do grupo italiano, Marco Patuano, propôs na quarta-feira em Paris ao colega da Vivendi, Vincent Bolloré, a fusão da TIM Participações e da GVT, esta última a filial de telecomunicações do grupo francês.

Além de participação no capital, a operadora italiana também propôs ajudar a Vivendi a distribuir seus conteúdos no Brasil e na Itália, segundo o jornal.

A oferta surpreende porque a Telefónica (que é dona da Vivo) é uma das grandes acionistas da holding que controla a Telecom Itália.

Na reunião, a oferta foi abordada de maneira geral e não foram citados valores ou dados precisos até o momento, mas a proposta será examinada no próximo conselho de administração da Vivendi, junto com a da Telefônica.

Procurada pela AFP, a Vivendi não fez comentários.

Telefónica ofereceu R$ 20,1 bilhões pela GVT

Na semana passada, a Vivendi anunciou ter recebido uma oferta de U$20,1 bilhões da Telefonica pela GVT , empresa brasileira em pleno crescimento.

A oferta, válida até 3 de setembro, consiste em 60% em dinheiro e os 40% restantes em ações da Vivo, a marca da Telefónica no Brasil. Caso a Vivendi aceite a oferta, também terá a possibilidade de adquirir 8,1% da Telecom Italia.

Apesar da GVT não estar oficialmente à venda, o conselho de administração da Vivendi anunciou que estudaria a oferta “atrativa”.

FONTE: http://economia.uol.com.br/noticias/afp/2014/08/14/telecom-italia-propoe-a-vivendi-fusao-de-ativos-brasileiros-afirma-wsj.htm

Dep. MKT ( mkt@consultoriastelecom.com.br )

Leia mais...


TCS Notícias 039/2014: Quatro empresas concentram 90% do acesso em banda larga no país

De acordo com registros da Anatel, há no Brasil 4.291 empresas autorizadas a ofertar acesso à Internet naquilo que a agência chama de Serviço de Comunicação Multimídia, ou seja, ISPs. A imensa maioria dos internautas, porém, está concentrada em apenas quatro provedores de acesso.

Juntas, Embratel/Net, Oi, Telefônica e GVT detém 89,31% do mercado de banda larga. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 28/7, pela agência e representam o retrato do serviço ao fim do primeiro semestre deste 2014. No total, são 23,2 milhões de acessos. As quatro grandes ficam com 20,7 milhões.

Sem surpresas, os três primeiros são os grupos econômicos das concessionárias de telecomunicações. O desempenho dos mexicanos, que lideram o mercado (7 milhões de clientes, 30,3%), está associado à combinação de serviços que oferece banda larga pelo cabo coaxial, por sinal tecnologia de 30,4% das conexões.

O xDSL mantém reinado absoluto, com 57,3% das conexões. E aí faz a diferença a rede de acesso da Oi e da Telefônica, 28,2% e 18,8% do mercado. Tanto que, de acordo com o estudo da Anatel que embasou medidas pró-competição, em suas áreas de concessão as fatias são maiores, nunca inferiores a 50%.

A fatia do xDSL vem caindo. Há dois anos, era um pouco superior a 60%. Paralelamente, outras tecnologias aparecem. Notadamente, o acesso à Internet com uso de fibras ópticas até o domicílio do usuário, relativamente recente, reúne 3,44% do total de conexões.

*Com informações da Anatel

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37332&sid=14#.U9mjwfldWIU 

Leia mais...


TCS Notícias 038/2014: TCS promove a 1 º reunião comercial através de VideoConfêrencia

 

A TCS tem o orgulho de poder compartilhar que ondem dia 05/06/2014 realizou a primeira reunião corporativa através de Vídeo Conferência. Com intuito de atender um grande cliente de Florianópolis apresentamos nosso projeto de Telecomunicações através de uma solução altamente profissional e corporativa da Vidyo. A Reunião foi feita através de 2 salas de reunião , uma em São Paulo e outra em Florianópolis, e um dispositivo móvel que foi um tablet. A reunião tiveram 6 participantes e todos os 6 tiveram uma ótimo percepção da solução, além de ótima qualidade , nitidez de voz , pudemos apresentar o projeto e tirar as duvidas em tempo real. A solução da Vidyo tem um conceito que valoriza a mobilidade. Sua ferramente permite convites que pessoas do mundo inteiro participem das salas de conferencia de qualquer Smartphone ou Tablet com acesso à Internet. 

Muitos pensam que o Skype pode ser uma ferramente corporativa para vídeo conferencia e com certeza o é, porém há grandes limitações técnicas frente as demandas que uma empresa de médio e grande porte exige.  O Skype na nossa concepção é um excelente softphone de cunho pessoal e individual.  

 

1- Simples de usar

Você usa o serviço Video Cloud a partir de seu próprio dispositivo, Descktop, Notebook, Tablet ou Smartphone. Por isso, é simples de usar, afinal você já conhece o seu computador. Nada de controles remotos enormes e complicados. Faça reuniões de videoconferência naturalmente, mesmo com um convidado externo. 

2- Profissional

Graças a exclusiva tecnologia Vidyo, o serviço Video Cloud oferece a melhor qualidade possível para o seu dispositivo. Com suporte de vídeo HD e áudio cristalino, as suas reuniões vão ser mais produtivas. Compartilhe documentos, grave reuniões importantes, distribua vídeos pré-gravados para seus clientes e fornecedores.

3- Seguro 

Suas chamadas são criptografas com algorítimo de 128 bits AES para garantia de sua segurança. Os acessos são controlados por senhas e convidados só podem participar com a sua autorização.

4- Natural

Não há nada mais natural que conversar face a face e nada mais produtivo também. Não se preocupe mais em reservar sala de reunião e depois ter que desocupá-la na hora marcada. 

Segue a Topologia da Solução 

Fonte: http://www.e-nube.com.br/#!video-cloud/c21aa

Canal  Youtube da Vidyo :  http://www.youtube.com/user/VidyoInc

Site: http://www.vidyo.com/

 

Caso queiram conhecer a solução entrem em contato conosco 011 2391-0383 / 011 4119-8570 que teremos a honra de demonstrá-la a qualquer cliente que precisar.

 

Leia mais...

Twitter


Entre em contato

E-mail: contato@consultoriatelecom.com.br
Tels: (55 11) 4119-8570

Translator

Portuguese flagItalian flagEnglish flagFrench flagSpanish flag

Visit also our social profiles:

Scroll to top