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TCS Notícias 012/2015: TCS entrega doações a Instituição Alice Tibiriça

Por Julio Prado – 27/02/2015 – julio.prado@consultoriastelecom.com.br

 

A TCS (Consultorias Telecomunicações)  com seu compromisso com terceiro setor, realizou nessa ultima Sexta-feira, 27 de fevereiro, a entrega de doações de Roupas e Brinquedos para Instituição Beneficente Alice Tibiriçá, localizada no bairro do Ipiranga, Zona Sul de São Paulo e atende no Telefone 011 2272-1079. A quantidade estimada de donativos chegaram por volta de 300 Kg de Roupas, 20 pares de calçados e 20 brinquedos.

 

 

A Instituição Alice Tibiriçá de Civismo e Solidariedade atua com crianças e jovens carentes com foco em pacientes de Hanseníase. E assim como tantas intuições de caridade, o IAT precisa de ajuda continua dos empresários da região. 

 

 

 

 

 

 

“Gostaria de agradecer todos nossos clientes, amigos, parentes e apoiadores da TCS , assim como os voluntários que nos auxiliaram nesta arrecadação. Para TCS é sempre bom ajudar instituições sérias como a  IAT”.  

 Afirma Bruno Artuzo, fundador da TCS Consultorias em Telecomunicações

 

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TCS Notícias 011/2015: IPv6: Quanto mais demorar, mais cara a migração vai ficar

 

Quanto mais tempo os provedores Internet demorarem para migrar para o IPv6, mais esse processo vai pesar no bolso, adverte o o presidente da Associação Brasileira da Internet – Abranet, Eduardo Nejer. 

O executivo, que participou do evento ”Desafios e Oportunidades para os Profissionais de Internet”, pela primeira vez realizado em Belo Horizonte,acredita que a migração do IPv4 para o IPv6 acontece de forma lenta no país porque não foi definido um prazo para a tomada de decisão.

Sem um prazo, diz Neger, os empresários ficam divididos entre investir na migração ou em outras questões pendentes para os seus negócios. Mas não há mais tempo para esperar. O bolso vai doer mais à frente. Assistam a entrevista concedida pelo presidente da Abranet, Eduardo Neger, à CDTV, do portal Convergência Digital.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37638&sid=4#.VO8udvnF-IU 

Dep. MKT TCS ( mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

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TCS Notícias 010/2015: Varejo do Rio de Janeiro considera internet vital para negócios

O comércio do estado do Rio de Janeiro caiu na rede. A maioria dos estabelecimentos comerciais fluminenses (54,5%) está conectada à internet. Para os comerciantes do Rio, a rede é uma aliada na realização de negócios. Boa parte desses comerciantes também já compreendeu o poder de divulgação das redes sociais. O Facebook é utilizado por 28% deles para divulgar produtos e serviços. 

Esses dados fazem parte da pesquisa de Adesão às Novas Tecnologias, realizada pela Fecomércio RJ/GPP, entre os dias 10 e 13 de novembro de 2014. Quanto ao tempo de adesão à rede, 407 empresários do estado do Rio de Janeiro revelaram que usam a internet há 3,6 anos, em média. Na faixa de 3 a 5 anos de utilização, estão 33,7% dos estabelecimentos. Entre 26,6%, o uso da internet começou entre um e dois anos atrás. E menos de 20% (17,6%) entrou na rede há mesmo de um ano. 

Quando perguntados sobre as razões pelas quais utilizam a internet, o principal objetivo foi publicidade e propaganda (74,8%). Em seguida aparece o relacionamento comercial entre as empresas e seus fornecedores, citado por 33,8% daqueles que utilizam a rede. Para 18,9% dos empresários entrevistados, o acesso à internet contribuiu para realização de venda. 

A pesquisa mostrou ainda que, para 86,4% dos estabelecimentos fluminenses presentes na Internet, a utilização de um canal de relacionamento é considerado importante ou muito importante para o desenvolvimento do seu negócio. Mas 12,2% indicam ser pouco importante. Para 1,4%, não foi possível avaliar essa importância ou eles consideraram nulo para o progresso do seu estabelecimento estar conectado ao mundo virtual. 

Entre os 45,5% dos empresários que não estão na internet, 22,2% não consideram a importância de ter acesso à rede. Ainda no universo dos empresários que estão fora da rede, 15,7% afirmaram não ter conhecimento sobre o assunto, e 14,6% demonstraram não ter interesse em se conectar. Para 12,4%, estar na rede não representa uma boa relação custo/benefício. Porém, 55,6% dos que não estão presentes avaliam a possibilidade utilizar a internet no futuro.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38996&sid=4#.VO8uG_nF-IU 

Dep. MKT TCS ( mkt@consultoriastelecom.com.br )

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TCS Notícias 009/2015: Roteador IP da Alcatel-Lucent quadruplica tráfego de dados e vídeo nas redes

A Alcatel-Lucent oferecerá às operadoras de redes extensas, a capacidade de quadruplicar a velocidade das conexões e aumentar significativamente a capacidade entre datacenters e redes por meio de uma inovação que utiliza os ativos de roteamento de IP atuais, eliminando a necessidade de atualizações de rede onerosas e demoradas. 

A Alcatel-Lucent está lançando uma placa de linha de uma porta IP 400G para redes IP, que permitirá a transmissão de dados entre roteadores IP Alcatel-Lucent atuais em velocidades de 400 gigabits por segundo (400G), por centenas de quilômetros. Isso proporciona às operadoras, que estão enfrentando uma crescente pressão devido à enorme demanda de dados por Internet e nuvem, uma vantagem superior para impulsionar os limites de recursos da rede IP.  

A nova placa de linha de uma porta IP 400G – compatível com o processador de roteamento FP3 400G desenvolvido pela Alcatel-Lucent – fornece a primeira capacidade de ‘clear channel 400G’ do setor de comunicações. Isso evita a necessidade de agregar tráfego de IP por meio de múltiplos links de 100G, um método mais eficiente de transmissão de grandes volumes de dados originados a partir dos datacenters das operadoras, bem como a transmissão entre redes de agregação metropolitana e redes principais, e quatro vezes mais rápido do que a conectividade de IP atual. 

O lançamento da placa de linha 400G também marca a apresentação de outra inovação revolucionária de Alcatel-Lucent em redes IP de alto desempenho, a GMPLS-UNI (Generalized Multiprotocol Label Switching User Network Interface). A tecnologia, que será incluída no portfólio de roteadores IP no segundo semestre de 2015, permitirá que as operadoras coordenem as camadas de rede óticas e de IP de forma a se tornarem ainda mais eficientes em termos de custos, além de migrarem de forma suave para uma rede otimizada em nuvem. A maior coordenação do plano de controle entre redes IP e óticas pode proporcionar ganhos de eficiência de 40%, de acordo com um estudo recente realizado pelo Bell Labs, a divisão de pesquisas da Alcatel-Lucent.  

A Alcatel-Lucent é a primeira do setor a oferecer transporte de IP de clear channel com taxas de bits de 400G. Isso evita a necessidade de agregar tráfego de IP por meio de múltiplos links de 100G. Isso proporciona uma maneira mais eficiente de transmitir grandes volumes de dados entre datacenters das operadoras e entre suas redes de agregação metropolitana e redes principais;

Alimentada pelo silício de roteamento FP3 400G da Alcatel-Lucent – já comprovado em centenas de implementações de rede em todo o mundo –, a placa permite que os operadores a utilizem com o 7750 Service Router (SR) e o equipamento 7950 Extensible Routing System (XRS) existentes;

As redes ópticas sintonizáveis integradas DWDM (multiplexação por divisão de comprimento de onda densa) permitem a interconexão direta entre roteadores em velocidades de 400G em uma única fibra em distâncias de centenas de quilômetros ou, alternativamente, como comprimentos de onda extra ao longo de uma rede de transporte DWDM;

A placa de linha de uma porta IP 400G estará disponível para utilização nos XRS IP Core Routers da Alcatel-Lucent e em seus 7750 SRs na segunda metade de 2015;

Também apresentamos a tecnologia GMPLS UNI no portfólio de roteadores da Alcatel-Lucent para coordenar as camadas de rede ótica e de rede IP, que gera operações simplificadas e economia de custos.

*Fonte: Assessoria de Imprensa da Alcatel-Lucent

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39002&sid=8#.VO8taPnF-IU

Dep. MKT TCS ( mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

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TCS Notícias 008/2015: Corte de Internet leva Ministério da Justiça notificar Vivo, Claro, Tim e Oi

O Ministério da Justiça abriu uma investigação preliminar sobre a nova política das operadoras móveis de cortar a conexão a Internet após o consumo da franquia acertada. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor notificou nesta segunda, 23/2, Vivo, Claro, Tim e Oi para que prestem esclarecimentos sobre a mudança no sistema de cobrança. Elas têm 10 dias para responder.

Segundo nota do Ministério da Justiça, “foram solicitadas informações sobre a forma de bloqueio do acesso à Internet após o esgotamento da franquia de dados, comunicação prévia aos consumidores, alterações contratuais e técnicas envolvidas, entre outros questionamentos, que irão auxiliar na investigação preliminar do assunto, a fim de se verificar se todos os direitos e garantias dos consumidores afetados estão sendo respeitados”.

Essa mudança no sistema de cobrança começou com a Vivo, em novembro do ano passado. Oi, Claro e Tim aderiram à ideia em seguida. Na semana passada, a Tim infirmou aos clientes que vai ampliar a nova política, passando a cortar as conexões quando a franquia for consumida também de clientes que possuem planos de serviço pós pagos. Em geral, as teles passaram a vender pacotes adicionais, que podem ser diários ou até a data em que a franquia é reiniciada.

Processo

No Rio de Janeiro, o Procon decidiu ir à Justiça e promete ingressar com uma ação civil pública nos próximos dias. A entidade entende que há prática abusiva das operadoras, que teriam modificado unilateralmente os contratos. Vale lembrar que até então a política era reduzir a conexão a uma fração da velocidade contratada, mas manter o acesso.

Quando as operadoras móveis começaram a anunciar a mudança, a Anatel chegou a se manifestar. Segundo a agência, a alteração seria possível desde que os clientes fossem avisados com pelo menos 30 dias de antecedência. Para o Procon-RJ, embora isso esteja previsto em regulamento da agência reguladora, não deve se sobrepor ao Código de Defesa do Consumidor, onde proíbe a mudança unilateral dos contratos.

 Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39004&sid=17#.VO8tDfnF-IU

Dep MKT TCS (mkt@consultoriastelecom.com.br )

 

 

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TCS Notícias 007/2015: Telecom Italia investirá R$ 14 bi no Brasil até 2017

A diretoria da Telecom Itália anunciou hoje (20/02) o plano estratégico para o triênio 2015-2017. Durante o evento, realizado em Londres, a companhia divulgou que investirá R$ 14 bilhões na TIM Brasil nesse período. Os recursos terão como foco principal a ampliação das coberturas 4G e 3G no país, em linha com o crescimento esperado da demanda por tráfego de dados.

Durante o encontro, Rodrigo Abreu, presidente da TIM Brasil, detalhou o projeto de desenvolvimento da rede da operadora no país. A companhia pretende elevar o número de antenas 4G de 3,7 mil em 2014 para mais de 15 mil até o fim de 2017, alcançando 79% da população urbana. Já os sites 3G serão ampliados de 10,4 mil para mais de 14 mil. 

O projeto MBB – que proporciona um desempenho diferenciado de navegação para os usuários na banda larga móvel por meio de sites conectados à fibra óptica, evolução da rede de acesso e implementação de novas funcionalidades no core da rede – alcançará 1.137 cidades, que concentram mais de 70% do tráfego de dados da operadora. Além disso, a empresa apostará na ampliação de hotspots Wi-Fi e instalação de small cells.

A TIM Brasil espera ainda manter o crescimento da base de clientes, com eficiência operacional. A área de Soluções Corporativas contará com um grande reforço e a empresa acredita que aumentará em quase 10 vezes a receita gerada por esse negócio. O produto de ultra banda larga fixa – Live TIM – também é um prioridade: o investimento triplicará e são esperados cerca de 370 mil novos clientes até o fim de 2017, alcançando 500 mil usuários.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38995&sid=8#.VO8n0fnF-IU 

*Fonte: TIM Brasil.

Dep. MKT ( mkt@consutoriastelecom.com.br ) 

 

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TCS Notícias 006/2015: NII Holdings vende Nextel México para a AT&T e prioriza o Brasil

A AT&T vai comprar os ativos de telefonia celular da NII Holdings, controladora da operadora Nextel, no México, por 1,875 bilhão de dólares, menos dívida líquida. Expectativa é que a venda seja concluída em meados deste ano. Em setembro passado, a NII Holdings, controladora da Nextel na América Latina, pediu proteção contra falência nos Estados Unidos, em meio a dificuldades como uma dívida de 5,8 bilhões de dólares e concorrência acirrada no Brasil e no México.

O presidente-executivo da empresa, Steve Shindler, disse ainda que a transação representa uma “oportunidade para redução do risco operacional, entregar valor aos acionistas e dar liquidez que nos permita sair da recuperação judicial com um balanço financeiro saudável e financiar nosso plano de negócios no Brasil”.

A AT&T planeja combinar a Nextel México com a Iusacell, comprada pela companhia norte-americana em novembro por 1,7 bilhão de dólares. Enquanto a Nextel tem cerca de 3 milhões de clientes, a Iusacell, terceira maior operadora de telefonia celular mexicana, tem mais de 8 milhões de usuários.

O mercado de telefonia do México é basicamente dividido entre a América Móvil, que no Brasil opera a marca Claro, e Telefónica. A América Móvil tem cerca de 70% do mercado mexicano e a Telefónica quase 20%. Alguns ativos da América Móvil foram colocados à venda e a AT&T tem sido apontada como possível compradora, mas a companhia norte-americana tem minimizado eventual interesse. A transação da AT&T no México está sujeita a condições, incluindo aprovações por tribunal de falências, disse o grupo de telecomunicações.

Em entrevista ao portal Convergência Digital, concedida no começo de dezembro, o vice-presidente Jurídico e Regulatório da Nextel, Alfonso de Orbegoso, sustentou que a empresa teria dinheiro para comprar frequências para ampliar a oferta do 3G e 4G.

Em 1,8 GHz, o foco da Nextel são as frequências que tentou comprar diretamente em uma proposta de aquisição da Unicel, por estimados R$ 300 milhões. O negócio, no entanto, foi exterminado pela Anatel, que cassou as outorgas da Unicel e impediu que as tratativas fossem adiante.

Por meio de comunicado, divulgado na tarde desta segunda-feira, 26, a Nextel Brasil diz que o ‘acordo firmado entre a NII Holdings e a operadora norte-americana AT&T envolvendo a venda da Nextel México é parte do processo de reestruturação financeira e não irá afetar as operações de negócios rotineiras da Nextel Brasil ou a qualidade e confiabilidade dos serviços que presta aos clientes no País”.  

A operadora confirma que partes dos recursos oriundos da venda da Nextel México serão reinvestidos no Brasil, com o objetivo de expandir a rede 3G e acelerar a oferta de serviços 4G, cumprindo todas as metas previstas. A operadora fez ainda um balanço de suas operações e revelou suas metas para 2015.

·+1,6 milhão de clientes 3G e 4G; 

·140 mil clientes 4G, no Rio de Janeiro;

·Terceira operadora com mais adições líquidas no segmento pós-pago (até novembro de 2014, segundo a Anatel); 

·Portfólio de equipamentos avançados, incluindo os mais recentes smartphones do mercado; 

·Lançamento de planos de serviços competitivos em relação aos concorrentes, bem como a oferta de roaming internacional.

Para 2015, a Nextel Brasil irá:

·Ampliar os investimentos para até R$ 1 bilhão de reais;

·Expandir os serviços 3G para mais 200 cidades;

·Manter as atenções ao leilão de 1,8 GHz buscando ampliar os serviços 4G para a Grande São Paulo.

*Com informações de agências de notícias

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38824&sid=17#.VMd4BmjF-IU

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TCS Notícias 005/2015: Intelig entra para o cemitério das marcas

Campanha para escolha do nome da empresa: Deborah Secco tinha o nome Intelig, Letícia Spiller representava o nome Unicom e Adriane Galisteu defendia o nome Dialog

Campanha para escolha do nome da empresa: Deborah Secco tinha o nome Intelig, Letícia Spiller representava o nome Unicom e Adriane Galisteu defendia o nome Dialog 

No início do ano 2000 entrava em operação uma empresa que pretendia revolucionar as telecomunicações do Brasil. Antes do grande “début” ela usava o nome provisório de Bonari e vivia apenas nos noticiários dos jornais de negócios. A empresa era resultado da associação da norte-americana Sprint , da francesa France Telecom (cuja marca comercial é Orange) e da britânica Nacional Grid . Elas formaram um consórcio e venceram a concorrência para instalação da empresa-espelho da Embratel no país.

Em 1999, numa mega campanha publicitária, a Bonari convidou o povo brasileiro para escolher o seu nome comercial. Ela se apresentava como algo novo no mundo das telecomunicações, como uma empresa voltada para o cliente – e para provar isso até o seu próprio nome seria escolhido pelos futuros usuários. Era algo tão inovador que Phillip Kotler, em suas palestras, citava o caso como um dos mais inovadores que conhecia. Vale lembrar que esta era uma época da intensa privatização no segmento de telecomunicações. A Telesp foi comprada pela Telefonica, a Telerj pela Telemar (que depois virou Oi) e a Embratel foi adquirida pela MCI, só para citar alguns exemplos.

A campanha começou em 15 de agosto de 1999, divulgava o seu código 23 e tinha três super atrizes como garotas-propaganda, cada uma defendendo um dos nomes propostos pela empresa para serem votados, em ligações gratuitas, pelos seus futuros potenciais clientes. Adriane Galisteu defendia o nome Dialog, Letícia Spiller representava o nome Unicom e Deborah Secco tinha o nome Intelig. Na época a época divulgava que seu objetivo era obter de 20 % a 30 % do mercado  no prazo de “alguns anos”.

A campanha na TV durou três semanas, custou RS 40 milhões e 900 mil pessoas telefonaram citando o nome de sua preferência. A vencedora foi Deborah Secco, oooops, Intelig. O placar geral do concurso não foi divulgado, talvez para não ferir os sentimentos das três mulheres famosas e vaidosas, mas um fato pode ter feito toda diferença. Naquela mesma semana do lançamento da campanha chegava às bancas a edição histórica de aniversário da Playboy com a Deborah Secco na capa. Esta se tornou a edição de maior tiragem e vendas até então. A Deborah Secco vencia nas bancas e na TV.

A Intelig surgiu com a promessa de ser uma companhia diferente e totalmente voltada para o cliente. Sua organização foi montada por talentos capturados de outras grandes empresas. Eu tive o privilégio de trabalhar na Intelig em seus dois primeiros anos de vida, liderando a área de marketing e sonhando junto com colegas de trabalho simplesmente formidáveis. Era uma equipe de craques, inspirados, enlouquecidos para fazer o sonho se tornar realidade e, acima de tudo, criativos e competitivos. O sonho começou a ruir logo no primeiro ano por vários motivos, entre eles uma indecisão absoluta entre priorizar o mercado corporativo e o mercado de massa, pelas severas dificuldades no lançamento e na entrega dos primeiros produtos e serviços, e por fim, pelo sério problema de alinhamento (diria até entendimento) entre os sócios, que viviam sérias dificuldades em seus países de origem, como era o caso da France Telecom – que amortizou prejuízos anuais em sua operação na França naquela epoca , chegando à ordem de bilhões de euros.

Nos dois primeiros anos de operação a Intelig teve grande destaque na mídia. Foi um dos maiores anunciantes do País em 2000 e 2001. Seus anúncios criativos e combativos impressionavam. No ano 2000, junto com toda equipe, eu tive o privilégio de receber o prêmio Caboré em nome da Intelig como o Anunciante do Ano.

Pouco tempo depois a sociedade não sustentou mais o sonho da Intelig e os sócios decidiram vender a empresa. O processo de venda foi lento . Em 2009, a TIM adquiriu a empresa, porém optou por preservar a marca e manter a operação separada. E assim seguiu nos anos seguintes. Dias atrás eu li no Valor que a TIM vai abolir a marca Intelig . Até então, estava sob a Intelig todo o portfólio de atendimento aos clientes empresariais de grande porte, que passa a ser incorporado à marca TIM.

A falecida continuará a existir apenas como pessoa jurídica. Seu código 23 de seleção de prestadora para chamadas de longa distância já havia sido devolvido à Anatel em 2012, quando passou a adotar o 41 da TIM. Depois a marca passou a ser divulgada como TIM/Intelig. Portanto, a desativação da marca não deve ser encarada como uma novidade. Enfim, o destino da Intelig segue o destino de outras marcas que fizeram história como Varig, Kolynos, Banco Nacional, Vasp, Arapuã, Yopa e Manchete. São marcas que trazem boas lembranças, mas não existem mais.

Para ficar na memória, compartilho um dos filmes que mais gostei da história da Intelig. Um filme de inspiração e que até hoje me emociona pois traduz muito bem qual era a proposta e o espírito da marca em seus primeiros anos de vida.  

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Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2014/04/22/Intelig-entra-para-o-cemiterio-das-marcas.html

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TCS Notícias 004/2015: Uso dos postes: Regra conjunta Anatel e Aneel entra em vigor no dia 30 de março

      A Anatel informa que as regras definidas em comum acordo entre a agência e o órgão regulador do setor elétrico, que entre outras coisas estabelece o preço de referência para conflitos em R$ 3,19, para o compartilhamento de postes entre distribuidoras de energia elétrica e prestadoras de serviços de telecomunicações a ser utilizado nos processos de resolução de conflitos e regras para uso e ocupação dos pontos de fixação, entram em vigor no dia 30 de março de 2015. A Resolução Conjunta nº 4 foi publicada no Diário Oficial da União no dia 30 de dezembro.

Após um ano e meio de negociação e de muitas idas e vindas, a norma definiu três pontos principais:

Estabelecimento do valor de R$ 3,19 como preço de referência razoável para o Ponto de Fixação;
Pagamento, pela prestadora de serviços de telecomunicações, de valor correspondente a um Ponto de Fixação por poste; e
Limitação do número de pontos de fixação ocupados para apenas um somente quando ocorrer solicitação de compartilhamento, de modo a permitir o acesso de novos players.

O compartilhamento de postes – infraestrutura considerada essencial para a oferta de Internet e TV pagas – é motivo de debate há anos. Algumas empresas – em especial os provedores Internet – chegam a pagar R$ 19 para pendurar seus cabos nos postes que passam bem diante dos clientes. Já os maiores compradores, no caso as operadoras de Telecom, pagam bem menos, cerca de R$ 0,40 ou R$ 0,50 por poste.

A resolução conjunta definiu que as teles terão 10 anos de ajuste gradual nos valores desse aluguel. Pelo menos em tese, com a entrada em vigor da resolução a partir de 30 de março, as empresas menores que não ficarem satisfeitas com as negociações com as elétricas, poderão se queixar às agências reguladoras e pedir a mencionada arbitragem à Anatel e à Aneel.

De acordo com informações de especialistas dos dois setores, a adequação dos postes levará tempo – vai variar entre cinco ou seis meses a até no máximo um (ou 2,1 mil postes, o que vier primeiro). Será custeada pelos inquilinos e, na prática, nascerá a partir de pedidos de novos interessados em ocupar espaço nos postes, mas os encontram completamente ocupados. Nesse momento, as teles já instaladas terão que concentrar seus cabos em um (ou até dois, se não for viável) pontos de fixação.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38698&sid=14#.VLxO5ivF-IU

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TCS Notícias 003/2015: Com migração lenta para o IPv.6, Brasil é top 3 em requisição de endereços IPs

A velocidade média de conexão à internet é de 2,9 Mbps. Esta é uma das conclusões de um estudo feito pela Akamai, especializada em soluções de aceleração e segurança para a Internet. Este relatório aponta o Brasil como a 7ª maior fonte de ataques do mundo, ainda, que o país tenha apresentado o maior crescimento em endereços IPv4 no trimestre (3,1%) e no último período de um ano, o que significa 33% de aumento em relação ao terceiro trimestre de 2013.

O relatório aponta um crescimento de endereços IP, sendo o Brasil a terceira maior fonte no mundo, com média global de velocidade de 4,5 Mbps. No ranking de velocidade de conexão, o Brasil ocupa a  90ª colocação (2,9 Mbps) e pico médio e 20,5 Mbps.

Entre julho e setembro de 2014, a média global de velocidade de conexão manteve-se superior à considerada “banda larga” (4 Mbps), com 4,5 Mbps. Ainda que tenha havido uma leve queda de 2,8% em relação aos três meses anteriores.

A Coréia do Sul manteve-se em primeiro lugar no ranking – que conta com 140 países/regiões. O país apresentou uma média de 25,3 Mbps e crescimento de 2,7%. Em segundo lugar, está Hong Kong, com 16,3 Mbps e aumento de 3,8%.

Em termos de crescimento, o maior índice foi apresentado por Cingapura, com 18% e 12,2 Mbps (10ª posição no ranking). Já o menor coube ao Japão, com 0,8% e 15 Mbps. No comparativo ano a ano, 129 dos países/regiões qualificados para o ranking apresentaram aumento de velocidade média de conexão, variando de 0,2% no Equador (3,6 Mbps) a 150% em Jersey (9,7 Mbps), ilha do Canal da Mancha.

O estudo “State of the Internet”, referente ao terceiro trimestre de 2014, apresenta uma visão global de estatísticas da web. Ele incluiu análises referentes a conectividade de rede e velocidades de conexão, tráfego de ataques, adoção de banda larga, disponibilidade e adoção IPv6.

O material analisa os 246 países/regiões, o que representa mais de 790 milhões de endereços IPv4 únicos. Para os rankings, foram consideras os que apresentaram mais de 25 mil endereços.

No que diz respeito aos picos de conexão, também houve no período um leve declínio (2,3%) na média global, equivalente a de 24,8 Mbps. Hong Kong manteve-se em primeiro lugar, com pico de 84,6 Mbps e crescimento de 14% em relação aos três meses anteriores.

Na comparação ano a ano, 135 das regiões qualificadas apresentaram evolução. A média geral teve crescimento de 38% em relação ao 3T13. Todos os top 10 países apresentaram significativa evolução, com destaque para o Uruguai, com 58,6 Mbps e crescimento de 334%.

O estudo também segmenta a análise por regiões – Américas, Ásia-Pacífico e EMEA (Europa, Oriente Médio e África). Com base nessa divisão, na América Latina a velocidade média de conexão variou de 5,5 Mbps(registada no Uruguai) a 1,1 Mbps (Bolívia). No ranking global, os países estão na 53ª e 136ª colocação, respectivamente.

Já o Brasil apresentou velocidade média de 2,9 Mbps e, mesmo com o crescimento de 1,6% em relação ao trimestre anterior, está na 90ª posição, caindo uma colocação no ranking. Se comparado ao terceiro trimestre de 2013, cresceu 9,5%.

Em relação à média de picos de conexão, o Brasil registrou 20,5 Mbps. Isso significa um aumento trimestral de 1,6% e de 23% em relação ao último ano. Assim, o país subiu da 89ª para a 86ª posição no ranking global de picos de conexão. Na América Latina, os picos do trimestre variaram de 58,6 Mbps, no Uruguai – país com maior crescimento e número superior aos EUA (48,8 Mbps) – a 9,2 Mbps, no Paraguai. Esses países ficaram nas posições 7ª e 133ª neste ranking, respectivamente.

De acordo com o relatório, nas Américas, oito países têm mais de 25 mil endereços de IP conectados à Akamai em uma velocidade superior a 10 Mbps (alta banda larga). A lista inclui: EUA (com taxa de adoção de 39%); Canadá (33%); Uruguai (7,2%); Argentina (5,6%);  Chile (3,4%);  México (2,8%); Brasil (1,6%) e Colômbia (1,1%).

Em relação às conexões de banda larga (entre 4 Mbps e 10 Mbps), destacam-se Canadá e EUA, com 83% e 73%, respectivamente. Nos demais países que se encaixam no perfil analisado, a adoção varia de 59%, no Uruguai, a 1,3% na Venezuela. O Brasil apresenta adoção de 25%, queda de 2,7% em relação ao último trimestre e crescimento de 22% se comparado ao mesmo período do ano anterior.

 Conectividade Móvel 

No terceiro trimestre de 2014, a Coréia do Sul manteve sua liderança, com velocidade média de 18,2 Mbps. Já o Irã atingiu o menor índice global, de 0,9 Mbps, sendo o único com número inferior a 1 Mbps. Na América do Sul, a Venezuela apresentou a maior velocidade, com média de 6,0 Mbps, e o Brasil registrou média de 1,5 Mbps.

Quando o tema é a média de picos de conexão, Cingapura atingiu o maior número do período, com 98 Mbps, e o Irã também figurou em último lugar, com 3,3 Mbps. O Brasil registrou, no período, 12 Mbps e, na América do Sul, o maior pico também ficou por conta da Venezuela, com 27,1 Mbps.

Em relação à adoção de banda larga móvel (> 4 Mbps), a Suécia teve a maior taxa, 94%; enquanto Irã, Paraguai, Croácia e Vietnã tiveram taxas abaixo de 1%. Na América do Sul, novamente a Venezuela destaca-se, com 86% de adoção e ficou empatada com o Japão neste quesito.

Penetração Global de Internet

O estudo registrou pequeno crescimento na contagem global de endereços de IP únicos, com aumento de 0,3% – cerca de dois milhões de novos IPs – no comparativo trimestre a trimestre. Dos Top 10 países/regiões considerados no levantamento, apenas EUA, Brasil, França e Rússia apresentaram aumento em relação ao segundo trimestre de 2014.

O Brasil figura na terceira posição em volume de IPs conectados à Akamai, com 45.469.490 endereços no período. O país apresentou o maior índice de crescimento no trimestre (3,1%) e no último período um ano (33%), sendo o único dentre os top 10 que apresentou aumento de dois dígitos.

Adoção IPv6

Quanto à adoção do IPv6, a maior demanda continua sendo de provedores como a Verizon Wireless e a Brutele, que, juntas, têm mais da metade de suas solicitações à Akamai feitas em IPv6. Adicionalmente, a Bélgica é o país que continua liderando a adoção, com 27% de suas conexões à Akamai via IPv6.

4K Readiness

O ranking “4K Readiness” analisa a entrega de streaming de ultra resolução (ultra HD – 4K) e considera que é preciso 15 Mbps de capacidade para que vídeos sejam trafegados. No trimestre, 12% das conexões à Akamai foram em 15 Mbps ou velocidade superiores.

Dos 52 países presentes neste ranking, a Coréia do Sul fica em primeiro lugar, com 66% de suas conexões em 4K. O Brasil está na 50ª, com 0,5% de suas redes capazes de realizar streamings em 4K. No trimestre anterior o país figurava na posição 59ª, com 0,6% de capacidade de rede. Mesmo assim, o país apresentou crescimento de 65% ano a ano.

Ataques DDoS

No período analisado pelo relatório, 270 ataques DDoS foram reportados pelos usuários Akamai. Esses números representam uma redução de 4,5% desde o início de 2014 e de 4% no comparativo ano a ano. Apesar de uma pequena queda, as Américas destacam-se, com 142 ataques. Na sequência, está região Ásia Pacífico com 84 e, em terceiro lugar, EMEA, com 44 ataques.

Nesse contexto, os ataques ao segmento Corporativo destacaram-se, representando 39%. Já o setor público teve o menor índice de ataques dentre os analisados, com 8%.

Tráfego de Ataques e Portas mais Vulneráveis

A partir do constante monitoramento em toda sua infraestrutura, a Akamai é capaz de identificar os países nos quais os ataques são originados, bem como os principais pontos atingidos por eles. É importante considerar, no entanto, que a região de origem do IP de ataque pode não representar a nação na qual o hacker reside.

Durante o período analisado, o relatório identificou tráfego de ataques a partir de 201 países ouregiões – nos três meses anteriores, foi de 161. O estudo mostra que a China permanece no topo como fonte de ameaças de maior volume observado, com 49%. Os EUA aparecem em segundo lugar, originando 17% dos ataques. O Brasil permanece em 7º lugar, com 1,9%.

Em relação às portas mais vulneráveis, a 23 (Telnet) destacou-se, com 12% do tráfego de ataques. As portas 445 (Microsoft-DS) e 80 (WWW [HTTP]) estão em segundo e terceiro lugar, com 8,1% e 4,6%, respectivamente.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38717&sid=4#.VLxNyyvF-IU

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