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TCS notícias 022/2015: Netflix quer que regulamentação do Marco Civil proíba cobrança de interconexão

 

Pressionada até ceder nos Estados Unidos, a Netflix tenta evitar o mesmo destino no Brasil. Ao participar da consulta pública do Ministério da Justiça sobre a regulamentação do Marco Civil da Internet, a empresa de vídeos online quer que as detentoras das redes sejam impedidas de cobrar pela interconexão com provedores de conteúdo.

“As proteções referentes à última milha são insuficientes se as prestadoras de serviço de banda larga puderem mover a conduta discriminatória para os pontos de interconexão com os provedores de conteúdo. Uma regulamentação completa e sólida deve assegurar a inexistência de bloqueios, a inexistência de taxas de acesso e a inexistência de qualquer discriminação injustificada em qualquer ponto da rede controlada pela prestadora de serviços de telecomunicações.”

Com esse foco, as sugestões da Netflix são baseadas em experiência própria. Nos EUA, a empresa verificou reduções de velocidade em seus clientes conectados pela rede da Comcast – maior empresa de TV paga e de banda larga americana, com cerca de 40% das conexões fixas à rede. A operadora pressionava por um acordo de interconexão e a Netflix, acusando o congestionamento como premeditado, resistia a pagar. E apontava para as regras de neutralidade.

Mas a Justiça americana deu ganho à Verizon em uma ação movida contra as regras de neutralidade que a FCC (mais ou menos a Anatel dos EUA) baixara em 2010 e que proibiam o tratamento discriminatório na Internet. O acordo entre Netflix e a Comcast não demorou. Em menos de dois meses, a velocidade média do tráfego subiu 65%. Ato contínuo, novos contratos foram firmados com as outras grandes teles americanas.

Não surpreende que a contribuição, assinada pela diretora de relações governamentais e políticas públicas da Netflix, Paula Pinha, ressalte que “em nenhuma circunstância” o provedor de conexão deve poder cobrar das provedoras de conteúdo pela administração da rede, com o intuito de garantir uma melhoria da qualidade na transmissão nem para de algum forma priorizar o tráfego.

“Ao permitir qualquer espaço para essas cobranças, irá se criar um incentivo perverso para que um provedor de serviços de conexão a Internet deixe seus pontos de acesso congestionados, mesmo em face dos pedidos crescentes de dados pelos seus próprios clientes, muitos dos quais já estão pagando por pacotes de serviços de banda larga com o intuito de garantir a alta qualidade na entrega do conteúdo desejado, e para tentar obter dos provedores de conteúdo online pagamentos pela sua saída do congestionamento.”

Para tanto, a Netflix defende que a regulamentação do Marco Civil da Internet contemple esses três pontos:  

1) as prestadoras de serviços de conexão a Internet não poderão degradar ou discriminar fontes específicas de dados e o nível de vazão nos pontos em que os provedores de conteúdo se conectam à rede de tais prestadores do serviço de conexão, bem como cobrar qualquer pagamento para evitar a degradação do tráfego de dados de provedores específicos, e devem ser encorajados a tomar todas as medidas necessárias para trocar tráfego abertamente (open peering) quando os provedores de conteúdo tomarem medidas para fornecer o seu conteúdo de forma mais eficiente

2) os prestadores de serviços de conexão a Internet não poderão favorecer provedores de conteúdos específicos, em troca do recebimento de pagamento ou outra forma de vantagem; e

3) as prestadoras de serviços de banda larga, dentro de sua capacidade como únicos prestadores de serviços de conexão ao usuário final, não poderão cobrar dos provedores de conteúdos e aplicações pelo direito de acesso, devendo disponibilizar tal direito de acesso gratuitamente a prestadores de conteúdo de Internet, de forma que os consumidores possam, de fato, vivenciar as velocidades de banda larga por eles contratadas.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39300&sid=4#.VSLqgPnF-IU

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TCS Notícias 021/2015: OTTs crescem 164% e 80% dos brasileiros checam smartphones a cada 30 minutos

 

Os serviços OTTs, em especial, WhatsApp, Line, Viber e Skype e Facebook, definitivamente mudaram o modo do brasileiro se conectar à internet. Pesquisa feita pelo Ibope/Qualcomm mostra que, em 2014, 90% dos usuários utilizaram redes sociais pelo celular, enquanto 89% disseram se comunicar por meio de mensagens over-the-top (OTT). O uso desses serviços (como WhatsApp, Line, Viber e Skype) aumentou 164% no comparativo anual, enquanto os serviços de voz comuns caíram 64%.

A consequência desse maior consumo é que: 36% dos usuários checam os smartphones a cada 5 minutos nos dias de semana, e 24% a cada 15 minutos. Uma parcela menor (20%) checa de meia em meia hora. Esses dados, segundo o Ibope, mostram que 80% dos usuários brasileiros pesquisados olham para a tela do aparelho pelo menos uma vez a cada 30 minutos.

O estudo aponta ainda que houve diminuição de 77% para 70% no número de usuários que ouvem música pelo celular, e de 66% para 58% para recebimento e envio de e-mails. Ainda assim, escutar música com mp3 e outros formatos de arquivo armazenados no aparelho ainda é a forma de utilização off-line mais popular, ao lado dos games – a companhia não divulgou números deste último. Outra atividade que perdeu popularidade foi o uso diário de serviços ou aplicativos de e-commerce pelo dispositivo móvel: caiu de 29% em 2013 para 13% em 2014.

O levantamento apura ainda que 100% dos usuários que têm smartphone possuem algum tipo de acesso à Internet, sendo 80% por meio de rede móvel 3G/4G e 20% com acesso à banda larga fixa via Wi-Fi. Para quem tem smartphone sem acesso 3G/4G, as justificativas para não contratar as teles sao: os planos são caros (ou por não ter como pagar por ele). O limite da franquia de dados também aparece como um ‘problema’ para a contatação dos pacotes. Mas é bom observar que os pacotes pré-pagos, onde há um controle do uso pelo cliente, domina as ofertas das teles – 60% afirmaram ter esse produto. 

O levantamento afirma que houve um aumento de 14% de 2013 para 2014 no gasto médio do brasileiro para adquirir um novo celular, passando dos R$ 700 para R$ 900. Na interpretação do Ibope, isso significa que os entrevistados estariam dispostos a pagar mais por um aparelho. Segundo a pesquisa, 19% dos brasileiros têm um smartphone com os sistemas iOS, Android ou Windows Phone, enquanto outros 7% possuem smartphones com outros sistemas, como BlackBerry e Bada.

Novamente, a principal razão (67%) para adquirir um smartphone é a necessidade de se manter conectado o tempo todo. Para 50%, a conveniência para fazer várias coisas ao mesmo tempo é o motivo apontado, enquanto 30% compram o aparelho para acessar as redes sociais. O uso da Internet nos smartphones é citado pela maioria dos entrevistados, e as principais razões são envio de mensagens online (61%), trabalho (26%) e estudo (13%).

A pesquisa ddo Ibope Bus a pedido da fornecedora de chipsets Qualcomm com dados de 2014 e divulgada nesta quarta-feira, 1 de abril. O levantamento foi feito com 2.002 entrevistas com homens e mulheres de 16 anos ou mais e de todas as classes e regiões do País. De acordo com o instituto, a margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, com confiabilidade de 95%.

*Com informações da Qualcomm

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39303&sid=17#.VSLpXfnF-IU

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TCS Notícias 020/2015: WhatsApp entra no VOIP e atormenta ainda mais as teles

 

Com a liberação das chamadas de voz do OTT para toda a plataforma Android, anunciada nesta terça-feira, 31/03, e segundo a empresa, para o iOS, da Apple, em poucas semanas, o WhatsApp, comprado pelo Facebook por US$ 19 bilhões, volta a atormentar as operadoras de telecomunicações.  O OTT já causou uma mudança radical no consumo de mensagem de texto. O SMS, maior produto de dados das teles, perdeu receita e impactou o balanço financeiro de serviços adicionados.

E, agora, com o VOIP, a receita de voz – que nao para de cair pelo maior incremento do uso dos dados- também tende a ser afetada, uma vez que as ligações são gratuitas e funcionam nas redes Wi-Fi. Segundo a OVUM, até o final do ano, pelo menos 20 milhões de usuários – da base de mais de 700 milhões de usuários do OTT – devem testar a ferramenta, o que representa pouco mais de 3%. E só esse público já deve pesar nas receitas das teles, acrescenta a consultoria. 

O senão para o WhatsApp será, como todos os demais provedores de VOIP, enfrentar a qualidade da infraestrutura de rede para a oferta do serviço. “Um serviço de voz sem qualidade desagrada o consumidor, mesmo sendo gratuito e o WhatsApp dependerá de rede alheia”, sinaliza a OVUM.

“Mas há também a possibilidade de o OTT conquistar a ‘simpatia’ do internauta por estar levando um serviço de voz para áreas onde não há como ter essa opção. Mas o WhatsApp que se prepare: haverá reação das teles”, complementa o relatório da consultoria. Expectativa do WhatsApp é alcançar a meta de 1,1 bilhão de usuários em 2015.

Em Barcelona, no Mobile World Congress, as teles foram taxativas ao cobrarem regras e medidas iguais para todos. Com o VOIP, o WhatsApp entra numa seara ainda mais delicada do negócio das operadoras. Medidas regulatórias devem vir à tona e o papel do governo só tende a ampliar. No evento, o governo brasileiro sinalizou com debates entre as partes.

*Com informações de agências internacionais e da OVUM. 

Fonte:http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39292&sid=8#.VSLoCvnF-IU 

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TCS Notícias 019/2015: Justiça não poupa Google e mantém processo por venda de dados pessoais

A juíza federal, Beth Labson Freeman, de San Jose, Califórnia, negou o apelo do Google de arquivar processo que acusa a empresa de invadir a privacidade de clientes do serviço de pagamento eletrônico Google Wallet ao repassar dados pessoais a outros desenvolvedores de aplicativos. Em decisão, conhecida na quarta-feira, 01/04, a juíza sustentou que o Google precisa enfrentar as alegações de que descumpriu contrato com os usuários; infringiu obrigação de lidar com usuários corretamente e em boa fé; e violou uma lei de defesa dos consumidores da Califórnia. A magistrada rejeitou ainda duas outras acusações.

Beth Freeman afirmou que os usuários do Google Wallet podem tentar mostrar que o Google “frustrou” o propósito de sua própria política de privacidade ao permitir “abertura ampla e universal” de suas informações pessoais para desenvolvedores de aplicativos sempre que comprarem aplicativos da Google Play Store. A principal pleiteante é Alice Svenson, residente de Illinois que disse que o Google enviou desnecessariamente informação pessoal sobre ela para a YCDroid quando pagou 1,77 dólar a esse desenvolvedor por um aplicativo de e-mail.

Ela disse que o Google elevou o risco de roubo de identidade, ao enviar rotineiramente informação sobre usuários do Google Wallet, como endereços e códigos postais, telefones e e-mails para desenvolvedores de aplicativos. A porta-voz do Google, Anaik Weid, recusou-se a comentar a condenação. Lançado em 2011, o Google Wallet armazena informações de cartão de crédito e débito e permite a consumidores pagar por bens ao aproximar o celular de terminais nos caixa das lojas.

*Com informações da Agência Reuters

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39306&sid=17#.VSLlkfnF-IU

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TCS Notícias 018/2015: 5G: tudo é uma questão de dinheiro e poder

Os fornecedores de equipamentos de telecomunicações venderam durante o Mobile World Congress, realizado na semana passada, em Barcelona, a chegada do 5G em 2020, mesmo sem uma discussão efetiva de padronização. E a razão é simples: é preciso rever o modelo do ecossistema de infraestrutura de rede. Vender mais e com qualidade para sobreviver à mudança. Para as teles, o momento é de repensar estratégias. As OTTs incomodam e impõem mudanças. 5G se mistura com big data e cloud. E são elas, que terâo de investir. Irão? Certamente sim. Mas há lições sendo apreendidas nesse processo.

Não à toa, o 5G esteve presente em todos os painéis, para o bem e para o mal. O presidente da FCC, Tom Wheeler, foi bastante irônico ao falar sobre a tecnologia. “Estamos em Barcelona. Aqui temos o museu do Picasso. O 5G é uma obra de Picasso. Cada um tem a sua visão, mas ninguém tem a mesma participação”, destilou.

O 5G virou tema do Mobile World Congress muito em função da participação dos fornecedores chineses, leia-se, Huawei, que querem ficar à frente do movimento. Outros fornecedores também endossam a necessidade da evolução, mas têm postura mais cautelosa. Afinal não há padronização, apesar dos acordos firmados para seguir adiante, mas qualquer especificação só deve ser conhecida no final de 2016.

Até lá, 5G será um tema de markeging e muito forte. A Comunidade Europeia decidiu endossar o 5G e vai aportar recursos para não ficar fora dessa disputa, como anunciou o comissário Gunther Oettinger. Um fundo, com mais de 1 bilhão de euros, foi criado para fomentar o desenvolvimento do novo ecossistema. Mas o executivo admitiu que ainda há muito por investir no 4G.

Na prática, a grande vantagem do 5G é que os fornecedores não falam mais em ‘jogar fora’ infraestrutura existente. Ao contrário. O 5G chega para embarcar todas as tecnologias e aumentar, não a velocidade de acesso, mas a capacidade de processamento – muito em função da Internet das Coisas – e da necessidade de redução de latência, para aplicações que requerem alta velocidade como telemedicina, cidades digitais e outras.

“O marketing em torno do 5G no Mobile World Congress beirou o ridículo, mas o 5GPP está trabalhando para construir um padrão global para a tecnologia. Será uma mudança considerável de investimentos e de postura. A infraestrutura terá de ser única”, disse Marcus Weldon, chefe do Bell Labs e CTO da Alcatel-Lucent. E ele respondeu ao presidente da FCC. “Realmente, hoje, o 5G pode parecer uma obra de Picasso, mas ele está sendo construído para ser tão relevante quanto”, complementou.

As operadoras – que até então dominavam os debates do Mobile World Congress – preferiram adotar uma cautela com relação ao 5G. O momento foi mais de questionar o papel das OTTs, que ‘canibalizam’ suas redes – do que falar de investimentos, com exceção clara das operadoras japonesas, que são as defensoras do 5G em 2020. “Queremos ter 5G nas Olimpíadas de 2020. Estamos trabalhando para isso”, disse o CTO da NTT DoCoMo, Seizo Onoe.

Patente ficou que big data e cloud computing são tripés para o 5G. Todas as operadoras sabem que lidar com os dados será necessário para ampliar suas receitas. A questão é lidar com as discussões de privacidade e de proteção de dados pessoais. Até onde irá a liberdade para criar novos serviços? Até onde a tecnologia a a regulamentação vão se esbarrar?

Aqui no Brasil, o 5G parece muito distante, mas a Internet das Coisas impõe, sim, mudanças. O M2M tende a crescer muito mais nos próximos dois anos. E quem terá infraestrutura capacitada para suportar esse tráfego? São muitas perguntas sendo colocadas à mesa e muitas delas sem respostas imediatas.

*Ana Paula Lobo viajou a Barcelona a convite da Alcatel-Lucent

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39101&sid=8#.VRapsPnF-IU

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TCS Notícias 017/2015: O que é e quais são os desafios que o BYOD traz ao mercado profissional

 

Enquanto os departamentos de TI se esforçam para acompanhar as novidades tecnológicas, muitos funcionários das empresas desejam apenas usar seus próprios aparelhos para acessar informações corporativas. Esse comportamento tem consequências positivas para as companhias, que podem reduzir os custos e ter uma equipe mais conectada, e para os colaboradores, que poderão escolher os sistemas que desejam. Mas é importante haver uma política clara que regulamente a prática dentro da organização e garanta a segurança das informações.

A tendência batizada como “Bring Your Own Device (BYOD)” também abriu discussões sobre como manter a privacidade dos trabalhadores nesse cenário. Uma pesquisa da Ovum, realizada pela empresa de segurança móvel AdaptiveMobile, conversou com 5 mil profissionais de 19 países diferentes. Como resultado, mais de 84% dos funcionários classificam esta como uma questão preocupante em relação ao uso de seus próprios dispositivos no trabalho. Além disso, 24% dos funcionários não se sentem seguros em dar aos empregadores qualquer forma de controle sobre seus dispositivos.


A falta de confiança entre equipe e empresa nasce de uma própria orientação do sistema BYOD. Geralmente,  corporações que adotam o sistema pedem, além dos cuidados trivais, como deletar informações da companhia e uma proteção sólida da segurança do smartphone ou tablet, acesso a dados mantidos em dispositivos pessoais, o que causa insatisfação.


“A pesquisa ainda mostra que a readequação do modelo precisa se basear no equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e evidenciar a separação entre os dois papéis. Em resumo, o business everywhere ainda precisa encontrar maneiras de equilibrar as demandas de segurança corporativa com as preocupações de privacidade dos funcionários ao usar dispositivos pessoais para o trabalho”, afirma Wagner Bernardes, da Orange Business Services.

Implementar o BYOD não significa apenas permitir que os colaboradores utilizem seus próprios aparelhos como instrumento de trabalho. Significa também o surgimento de uma nova cultura organizacional com uma mudança na relação de confiança entre equipe e gerência, além de implicar padrões mais flexíveis, mais produtividade e satisfação no ambiente de trabalho. O BYOD chegou com a nova era para ficar. Por isso, empresas e funcionários precisam se adaptar a ele para que todos lucrem com isso.

Conteúdo Administradores.com produzido especialmente para o meuSucesso.com.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/tecnologia/o-que-e-quais-sao-os-desafios-que-o-byod-traz-ao-mercado-profissional/98406/

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TCS Notícias 016/2015: Anatel avalia novos regulamentos a partir da Lei das Antenas

 

A Anatel ainda vai avaliar até que ponto será preciso construir uma regulamentação da Lei da Antenas – aprovada na quarta, 25/3, pelo Senado Federal e que segue para sanção presidencial. Segundo o presidente da agência, João Rezende, em princípio, a lei parece apontar para procedimentos que já são comuns.

A lei prevê que os municípios terão 60 dias para analisar os pedidos de licenciamento das infraestruturas de telecomunicações. Depois desse prazo, ficam autorizadas a implantar de acordo com os projetos apresentados. Principal ponto da lei, o dispositivo foi festejado pelas operadoras.

“Além de fixar prazo para a liberação de licenças, que em muitos casos tem levado mais de um ano, a lei simplifica os procedimentos ao definir, por exemplo, que o pedido de instalação de antena seja endereçado a um órgão municipal, evitando que um mesmo requerimento tenha que ser apresentado a diferentes entidades”, diz nota do Sinditelebrasil.

Para chegar a isso, porém, a costura no Senado envolveu a inclusão de um novo artigo no projeto. O objetivo é exatamente envolver a Anatel na garantia de que os projetos que buscam licenciamento respeitam as normas e as próprias especificações submetidas às autoridades. Diz a lei:

“Art. 13. O órgão regulador competente estabelecerá, na forma do regulamento e demais disposições aplicáveis:

I – os parâmetros técnicos para a instalação, operação, manutenção e remoção das redes de telecomunicações, incluindo sua infraestrutura de suporte;

II – a autorização para a prestadora realizar a instalação em conformidade com as condições mencionadas no requerimento apresentado e com as demais regras estipuladas em lei municipal, no caso em que tenha decorrido o prazo mencionado no § 1º do art. 7º sem decisão do órgão competente.”

Nesse caso, a Anatel entende que já cumpre o previsto, uma vez que a implantação de infraestrutura de telecom exige trâmite pelo órgão regulador. Assim, a menção à “forma do regulamento” já estaria previamente atendida pelas obrigações existentes.

Outra dúvida é sobre o artigo 10o, que dispensa o licenciamento para o que chama de infraestruturas de pequeno porte. Aqui, avaliam os conselheiros da Anatel, talvez seja preciso uma norma nova, específica até mesmo para definir quais seriam esses equipamentos – por exemplo, as small cells, no jargão do setor.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39259&sid=8#.VRao0_nF-IU

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TCS Notícias 015/2015: Telebras encerra 2014 com prejuízo de R$ 117 milhões

 

A Copa do Mundo e novos contratos melhoraram as receitas da Telebras, mas não evitaram novo prejuízo, que em 2014 fechou em R$ 117,3 milhões.  Pouco mais de quatro anos desde a reestruturação, a estatal conta com 183 contratos entre provedores e órgãos públicos e cerca de 30 Gbps de banda ativada.

Visto pelo balanço, as receitas de serviços foram menores – R$ 31 milhões contra R$ 42 milhões – mas isso é porque em 2013 a Telebras faturou R$ 30 milhões com a Copa das Confederações. Em 2014, a Copa do Mundo rendeu R$ 110 milhões, mas nesse caso o dinheiro pago pelo Ministério das Comunicações ingressou no grupo pela subsidiária Telebras Copa.

Assim, descontadas as duas Copas que propiciaram ganhos extraordinários, a evolução das receitas da Telebras com os serviços de banda larga – ao próprio governo ou clientes privados, como provedores e mesmo operadoras grandes – passou de R$ 14 milhões para R$ 31 milhões.  Foram 67 novos contratos. Eram 116 em 2013, em um total de 11 Gbps de banda ativada.

Até aqui, a estatal ativou 21 mil km de rede dos 28,7 mil km previstos no Plano Nacional de Banda Larga. A perspectiva é chegar a isso até o fim de 2015. O orçamento deste ano prevê cerca de R$ 1,2 bilhão, sendo cerca de R$ 700 milhões para o satélite geoestacionário que tem lançamento previsto para 2016. Outra parcela deve ir para o novo cabo submarino entre Brasil e Europa.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39240&sid=14#.VRaoQ_nF-IU

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TCS Notícias 014/2015: Brasil precisa produzir hardware e software em Telecom

Ao falar no plenário da Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira, 26/03, o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, foi taxativo: o Brasil não pode continuar sendo apenas um mercado consumidor de bens e serviços de Telecomunicações. Precisa ser um país produtor de hardware e software para ganhar destaque globalmente.

“A China já está produzindo aquilo que ela projeta. Nós precisamos fazer isso aqui no Brasil. Não podemos só consumir. Somos o 5º maior mercado consumidor. Não queremos ser o 1º, o 2º, o 3º. Temos capacidade para fazer. Mas temos que viabilizar”, frisou o ministro das Comunicações. Berzoini lembrou que na era da Internet das Coisas – onde mais que as pessoas, os objetos estão se conectando- é preciso criar no Brasil condições de infraestrutura para acompanhar a evolução da Tecnologia. “Um carro de luxo hoje tem mais chip e software que a nave Apolo que levou o homem para a Lua. Carros conectados são uma realidade. Não podemos perder essa oportunidade para marcar presença. Temos que estar atentos a essa produção e é preciso uma união de esforços com outros ministérios, como o MDIC e o MCTI”. Um dos grandes entraves para o Brasil ser produtor de Tecnologia está no sistema tributário brasileiro.

O ministro Berzoini admitiu que não é possível mais continuar tendo uma carga tributária onde a cobrança de imposto se concentre na produção, no trabalho e no consumo. “A renda e a propriedade precisam ser tributados. O serviço precisa ser tributado como o é nos Estados Unidos. Esse é um modelo que poderia ser replicado aqui. Precisamos de um pacto para superar esse malfadado sistema do ICMS, que é essencial para os Estados, mas é desagregador para a economia”, disse o ministro. Berzoini salientou que é preciso ter coragem política para discutir um novo modelo tributário para o Brasil. “É ocioso falar sobre carga tributária alta sobre o mercado de telecom.

Ela é realidade como o é em outras áreas essenciais como energia, setor têxtil e no automobilístico. O ICMS é fácil de ser cobrado nesses segmentos, uma vez que ele vem junto na conta paga pelo consumidor e, por isso, virou grande fonte de renda para os Estados. Não é o tributo federal que impacta. Precisamos mudar de verdade. E isso demandará um grande esforço”, completou. Berzoíni confirmou a intenção de rediscutir a carga tributária no setor de Telecomunicações, que já alcançou 45% do valor do serviço prestado, no qual o ICMS (estadual) é o imposto de maior incidência, superando os tributos federais.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=39260&sid=8#.VRanV_nF-IU

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TCS Notícias 013/2015: Principais Grupos de Telecom no Brasil

 

Os principais Grupos atuantes no mercado de telecomunicações no Brasil são:

Fixo Celular B Larga TV por Assinatura
Telefônica/Vivo Telesp Vivo Telesp TVA
Oi Oi Oi Oi Oi
Claro/Embratel/Net Embratel Claro Net eEmbratel Net eEmbratel
Tim * Tim Tim Fiber -
Vivendi GVT - GVT GVT
Nextel - ** - -
Sky - - SKY SKY

* A TIM atua em longa distância na telefonia fixa e possui uma participação pequena na telefonia local.

** Nextel é uma operadora de SME (Trunking) e adquiriu uma licença de 3G em 2010.

 

 

Principais Fusões e Aquisições realizadas por estes grupos

Aquisição Anúncio Aprovação Anatel
Concluida no final de 2014 a fusão da Embratel, Net e Claro em uma única empresa (Claro S.A.), controlada pela Claro Telecom. - 2014
Contrato de aquisição da GVT pela Telefônica Set/14 Dez/14
Anunciada fusão da Oi e Portugal Telecom Out/13 Mar/14
Embratel assume controle da Net Jan/12
Sky compra Acom Comunicações (MMDS) Jan/12 -
TIM adquiriu a AES Atimus 2011
Telesp S. A. incorpora a Vivo Mar/11 Mar/11
Portugal Telecom entra na Oi Jul/10 Out/10
Telefonica compra parte da Portugal Telecom na Vivo Jul/10 Set/10
Tim compra a Intelig Mar/09 Mai/10
Vivendi compra a GVT Nov/09 Nov/09
Net compra a ESC 90 Set/08 Jun/09
Oi compra Brasil Telecom ( mais detalhes ) Abr/08 Dez/08
Vivo compra a Telemig Celular Ago/07 Out/07
Oi compra Amazônia celular Dez/07 Mar/08
Net compra a BIGTV Dez/07 Dez/08
Net compra a Vivax Out/06 Mai/07
Oi compra Way TV Jul/06 Out/07
Telefonica compra TVA* Out/06 Out/07
Fusão da Sky com a DirecTv Out/04 Nov/05
Telmex adquiriu participação na Net incorporada em Set/05 na Embratel Jun/04 Mar/06
Telmex compra Embratel Mar/04 Jun/04
Embratel compra a Vesper Ago/03 Nov/03
Portugal Telecom e Telefonica unificam suas operações de celular no Brasil formando a Vivo 2002 -
Claro foi formada pela aquisição de várias operadoras de celular entre 2000 e 2005. - -

*MMDS e participação na TV a Cabo

 

 

Participação dos Grupos no 2014

 

 

2014 Receita (%) Market Share (Acessos)
Bruta Líquida Tel. Fixos Celulares B Larga TV por 
assinatura
Telefônica/Vivo 25,6% 25,09% 23,6% 28,5% 17,1% 3,9%
América Móvil 24,1% 25,52% 25,9% 25,3% 31,4% 52,0%
Oi 21,7% 19,74% 36,5% 18,1% 27,3% 6,7%
Tim 14,1% 13,98% 0,9% 27,0% - -
Sky 5,6% 6,66% - 0,54% - -
GVT 4,2% 3,93% 10,1% - 12,3% 4,5%
Nextel 3,1% 3,11% - - 28,8%
Outros 1,6% 2,00% 3,0% 0,5% 11,2% 4,1%
Total Brasil 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0%

 

 

 

2014 Receita 
(R$ Milhões)
Acessos (Milhares)
Bruta Líquida Tel. Fixos Celulares B Larga TV por 
assinatura
Telefônica/Vivo 52.603 35.000 10.638 79.938 4.102 770
Claro/Embratel/Net 49.639 35.603 11.634 71.107 7.523 10.171
Oi 44.617 27.533 16.429 50.918 6.554 1.303
Tim 29.005 19.498 402 75.721 153 -
Sky 11.573 9.286 - 1.513 - -
GVT 8.721 5.485 4.561 - 2.947 882
Nextel 6.279 4.345 - - 5.643
Outros 3.307 2.764 1.339 1.535 2.690 805
Total Brasil 205.745 139.514 45.002 280.732 23.968 19.574

 

 

 

Participação dos Grupos no 2013

 

 

2013 Receita (%) Market Share (Acessos)
Bruta Líquida Tel. Fixos Celulares B Larga TV por assinatura
Telefônica/Vivo 25,8% 25,4%
22,9%
28,5%
18,9%
3,3%
Claro/Embratel/Net 23,1% 24,3%
24,3%
25,3%
29,5%
53,6%
Oi 22,5% 20,8%
39,1%
18,5%
28,3%
4,6%
Tim 14,7% 14,6%
1,5%
27,1%
-
-
Sky 5,1% 6,0%
-
-
29,8%
GVT 3,8% 3,6%
9,2%
-
12,6%
3,8%
Nextel 3,4% 3,5%
-
0,12%
-
-
Outros 1,5% 1,9%
3,1%
0,4%
10,6%
4,9%
Total Brasil 100,0% 100,0%
100,0%
100,0%
100,0%
100,0%

 

 

 

 

2013 Receita 
(R$ Milhões)
Acessos (Milhares)
Bruta Líquida Tel. Fixos Celulares B Larga TV por assinatura
Telefônica/Vivo
51.966
34.722
10.253
77.245
3.922
594
Claro/Embratel/Net
46.385
33.197
10.862
68.704
6.140
9.658
Oi
45.253
28.422
17.500
50.216
5.888
829
Tim
29,662
19.921
665
73.431
-
-
Sky
10.287
8.253
-
-
5.371
GVT
7.731
4.862
4.125
-
2.621
678
Nextel
6.848
4.769
-
318
-
-
Outros
3.084
2.579
1.380
1.186
2.209
890
Total Brasil 201.215 35.504
44.785
271.100
20.780
18.020

 

 

 

 

 

Participação dos Grupos em 2012

 

 

2012 Receita (%) Market Share (Acessos)
Bruta Líquida Fixos Celulares B Larga TV por assinatura
Telefônica/Vivo 26,2% 26,0%
23,8%
29,1%
19,7%
3,7%
Oi 23,1% 21,5%
42,1%
18,8%
30,0%
4,6%
Claro/Embratel/Net 22,3% 23,5%
21,9%
24,9%
29,7%
52,5%
Tim 14,5% 14,4%
1,1%
26,9%
-
-
Nextel 4,2% 4,3%
-
-
-
-
GVT 3,6% 3,3%
8,2%
-
11,4%
2,6%
Sky 4,5% 5,3%
-
-
-
31,1%
Outros 1,5% 1,8%
2,9%
0,3%
9,3%
5,5%
Total Brasil 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0%

 

 

 

2012 Receita 
(R$ Milhões)
Acessos (Milhares)
Bruta Líquida Fixos Celulares B Larga TV por assinatura
Telefônica/Vivo 50.279 33.932
10.523
76.137
3.733
595
Oi 44.271 28.141
18.627
49.238
5.696
749
Claro/Embratel/Net 42.861 30.717
9.698
65.238
5.627
8.498
Tim 27.756 18.764
490
70.343
-
-
Nextel 8.153 5.642
-
-
-
-
GVT 6.944 4.300
3.631
-
2.157
426
Sky 8.628 6.923
-
-
-
5.039
Outros 2.957 2.310
1.291
819
1.763
883
Total Brasil 191.849 130.728
44.260
261.775
18.976
16.189

* A Nextel possuía 3.846 mil acessos SME em 2012 que não são incluídos na contagem de celulares do Brasil pela Anatel.

 

 

 

 

Participação dos Grupos em 2011

 

 

2011 Receita (%) Market Share (Acessos)
Bruta Líquida Fixos Celulares B Larga TV por assinatura
Telefônica/Vivo 28,3% 26,9% 25,4% 29,5% 22,0% 5,5%
Oi 25,2% 22,6% 44,4% 18,8% 30,2% 2,8%
Claro/Embratel/Net 19,4% 23,8% 19,4% 24,9% 25,7% 54,9%
Tim 14,2% 13,8% 1,2% 26,5% - -
Nextel 4,8% 4,7% - - - -
GVT 3,1% 2,7% 6,9% - 10,2% 0,3%
Sky 3,3% 3,7% - - - 29,8%
Outros 1,6% 1,8% 2,7% 0,3% 11,7% 6,7%
Total Brasil 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0%

 

 

 

2011 Receita 
R$ Milhões
Acessos (Milhares)
Bruta Líquida Fixos Celulares B Larga TV por assinatura
Telefônica/Vivo 49.100 33.171 10.968 71.554 3.631 707
Oi 43.785 27.907 19.181 45.484 4.935 351
Claro/Embratel/Net 33.785 29.353 8.395 60.380 4.193 6.997
Tim 24.758 17.086 524 64.083 - -
Nextel 8.339 5.770 - * - -
GVT 5.417 3.354 2.964 - 1.663 32
Sky 5.754 4.617 - - 3.797
Outros 2.853 2.229 1.164 731 1.920 860
Total Brasil 173.790 123.488 43.961 242.232 16.342 12.744

* A Nextel possuía 4.115 mil acessos SME em 2011 que não são incluídos na contagem de celulares do Brasil pela Anatel.

 

 

Participação dos Grupos no 2010

 

 

2010 Receita (%) Market Share (Acessos)
Bruta Líquida Fixos Celulares B Larga TV por assinatura
Telefonica/Vivo 28,0% 28,5% 26,9% 29,7% 24,0% 5,0%
Oi 27,3% 24,8% 47,7% 19,4% 31,6% 2,8%
Claro/Embratel/Net 21,6% 22,9% 16,7% 25,4% 25,5% 55,3%
Tim 11,3% 12,2% - 25,1% - -
Nextel 3,7% 3,8% - - - -
GVT 2,4% 2,0% 5,4% - 7,9% -
Outros 5,8% 5,8% 3,3% 0,4% 10,9% 36,9%
Total Brasil 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0%

 

 

 

 

2010 Receita 
R$ Milhões
Acessos (Milhares)
Bruta Líquida Fixos Celulares B Larga TV por assinatura
Telefonica/Vivo 47.076 33.862 11.309 60.293 3.317 486
Oi 45.928 29.479 20.019 39.273 4.354 275
Claro/Embratel/Net 36.304 27.201 7.000 51.638 3.524 5.406
Tim 19.038 14.457 - 51.015 - -
Nextel 6.165 4.502 - * - -
GVT 3.966 2.429 2.275 - 1.095 -
Outros 9.732 6.874 1.398 725 1.510 3.602
Total Brasil 168.209 118.804 42.000 202.944 13.800 9.769

* A Nextel possuía 3.319 mil acessos SME em 2010 que não são incluídos na contagem de celulares do Brasil pela Anatel.

 Fonte: http://www.teleco.com.br/operadoras/grupos.asp 

Dep. MKT TCS ( mkt@consultoriastelecom.com.br )

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