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TCS Notícias 052/2014:Conheça o aplicativo que permite consultar a qualidade do serviço móvel

 

A Anatel coloca à disposição da sociedade  aplicativo que permite consultar a qualidade do serviço das operadoras de telefonia celular. O APP Serviço Móvel está disponível para celulares com sistemas Android e iOS, nas lojas de aplicativos Google Play e Apple App Store, respectivamente. 

Com o novo aplicativo, o usuário poderá consultar a qualidade dos serviços de voz e de dados nas redes das operadoras do serviço móvel em todos os municípios brasileiros. O usuário poderá consultar o ranking das operadoras, construído a partir dos indicadores de acessibilidade, conexão, quedas e desconexão aferidos. Será possível, ainda, acompanhar a evolução da qualidade de cada operadora a partir da consulta ao histórico desses indicadores em intervalos de até 12 meses.

Tela do histórico dos indicadores 

O aplicativo permite também que o usuário visualize em um mapa as estações licenciadas e em funcionamento e suas respectivas tecnologias (2G, 3G e 4G), por operadora. Com isso, os usuários poderão se informar melhor sobre a disponibilidade do serviço. 

Também é possível realizar a consulta por meio de uma versão web do aplicativo disponível na página da Anatel na internet ou pelo endereço http://gatewaysiec.anatel.gov.br/mobileanatel/.

A consulta pode ser ativada por meio do sistema de geolocalização do celular ou manualmente – situação em que o usuário escolhe o município que deseja pesquisar. As informações são disponibilizadas pela Anatel e atualizadas mensalmente. 

Indicadores – Serviço de voz

Telas do mapa e do ranking

 

Para o indicador de acesso à rede, a referência é 95% ou superior. A barra de cor verde indica o atendimento ao indicador estabelecido.  A barra de cor amarela expressa o indicador entre 85% e 94,99%. A barra de cor vermelha indica valor abaixo de 85%.

A referência para o indicador de queda da rede de voz é de 2% ou inferior. A barra de cor verde indica o atingimento do indicador estabelecido. A barra de cor amarela expressa o indicador entre 2,01% e 4,99%. A barra de cor vermelha indica valor igual ou superior a 5%.

Indicadores – Serviço de dados

Para o indicador de conexão de rede, a referência é 98% ou superior. A barra de cor verde indica o atendimento ao indicador estabelecido.  A barra de cor amarela expressa o indicador entre 80% e 97,99%. A barra de cor vermelha indica valor abaixo de 80%.

A referência para o indicador de desconexão da rede de dados é de 5% ou inferior. A barra de cor verde indica o atingimento do indicador estabelecido. A barra de cor amarela expressa o indicador entre 5,01% e 10%. A barra de cor vermelha indica valor superior a 10%.

As barras em amarelo e em vermelho indicam o descumprimento dos parâmetros de qualidade estabelecidos.

Fonte: http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalNoticias.do?acao=carregaNoticia&codigo=35479

Dep. MKT TCS ( mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

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TCS Notícias 051/2014: Nono dígito na telefonia móvel será implementado em cinco Estados neste domingo

 

Os números de telefones celulares nos estados do Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Roraima terão o dígito 9 acrescido à frente dos números atuais a partir do próximo domingo, 2 de novembro. A medida já foi implementada em São Paulo, no Espírito Santo e no Rio de Janeiro com o objetivo de ampliar os recursos de numeração para o Serviço Móvel Pessoal.

Segundo o presidente da Anatel, João Rezende, “esta etapa dá continuidade ao processo de padronização da numeração da telefonia móvel no Brasil, que está sendo feita de forma tranquila e planejada, de forma a não trazer prejuízos aos usuários. A medida já atinge mais de 96 milhões de celulares nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo”. Os estados do Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará e Roraima totalizam 21,4 milhões de celulares. 

Durante entrevista coletiva à imprensa realizada nesta manhã, em Brasília, o superintendente de Outorga e Recurso à Prestação, Marconi Maya, informou que os estados cujos DDDs iniciam com o dígito 8 (Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte) terão o dígito 9 acrescido à frente dos números atuais a partir do dia 31 de maio de 2015.

No dia 11 de outubro de 2015, os celulares dos estados com DDDs que começam com 3 (Minas Gerais) e 7 (Bahia e Sergipe) ganham o dígito 9. A implementação do nono dígito nos celulares dos estados com DDDs iniciados por 4 (Paraná e Santa Catarina), 5 (Rio Grande do Sul) e 6 (Centro-Oeste, Rondônia e Acre) ocorrerá em 2016 em data ainda a ser definida.

Coletiva à imprensa trata da implementação do nono dígito

Uma cartilha com informações sobre a implementação do nono dígito nos telefones móveis dos Estados do Amapá (DDD 96), Amazonas (DDDs 92 e 97), Maranhão (DDDs 98 e 99), Pará (DDDs 91, 93 e 94) e Roraima (DDD 95) está disponível no portal da Agência na internet. A partir da mudança, os atuais números de celular nesses Estados passarão a ter o seguinte formato: 9xxxx-xxxx. No momento da discagem, o nono dígito deverá ser acrescentado por todos os usuários de telefone fixo e móvel que liguem para telefones móveis dos Estados do Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Roraima, independentemente do local de origem da chamada.

Por um tempo determinado, as ligações discadas com oito dígitos ainda serão completadas, para adaptação das redes e dos usuários. Gradualmente, haverá interceptações das chamadas e os usuários receberão mensagens com orientações sobre a nova forma de discagem. Após esse período de transição, as chamadas marcadas com oito dígitos não serão mais completadas.

Além das adequações técnicas por parte das prestadoras de serviço de telecomunicações, essa medida demandará da sociedade a realização de eventuais ajustes em equipamentos e sistemas privados como, por exemplo, equipamentos de PABX e agendas de contatos.

Documento relacionado

Fonte: http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalNoticias.do?acao=carregaNoticia&codigo=35524 

Dep. MKT  TCS ( mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

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TCS Notícias 050/2014: Limites mínimos de velocidade da banda larga ficam mais rigorosos

Os novos limites mínimos de velocidade contratada pelos assinantes de bandas largas fixa e móvel entram em vigor neste sábado, 1º de novembro. Pelas metas estabelecidas nos regulamentos de Gestão da Qualidade dos serviços de Comunicação Multimídia (banda larga fixa) e Móvel Pessoal (banda larga móvel), as prestadoras deverão garantir mensalmente, em média, 80% da velocidade contratada pelos usuários.

Em outras palavras, na contratação de um plano de 10MBps, a média mensal de velocidade deve ser de, no mínimo, 8MBps. A velocidade instantânea – aquela aferida pontualmente em uma medição – deve ser de, no mínimo, 40% do contratado, ou seja, 4MBps. Com isso, caso a prestadora entregue apenas 40% da velocidade contratada por vários dias, terá de, no restante do mês, entregar uma velocidade alta ao usuário para atingir a meta mensal de 80%.

Esses percentuais valem a partir de amanhã. Desde 2012, maiores de taxas de transmissão têm sido exigidas pela Anatel:

Taxa de Transmissão Média (download e upload) Taxa de Transmissão Instantânea (download e upload)
Desde novembro de 2012 60% da taxa de transmissão máxima contratada 20% da taxa de transmissão máxima contratada pelo usuário
Desde novembro de 2013 70% da taxa de transmissão máxima contratada 30% da taxa de transmissão máxima contratada pelo usuário
A partir de novembro de 2014 80% da taxa de transmissão máxima contratada 40% da taxa de transmissão máxima contratada pelo assinante

A Agência acompanha a evolução desses e de outros indicadores por meio do projeto nacional de medição de banda larga.

Banda larga fixa

Para as medições da banda larga fixa, foram escolhidos, por sorteio, voluntários que se inscreveram por meio do site www.brasilbandalarga.com.br. A partir dos dados registrados pelos medidores (whiteboxes) instalados nos domicílios dos voluntários selecionados, foram acompanhados seis indicadores:

  • velocidade instantânea – velocidade de upload e download apurada no momento de utilização da internet pelo usuário;
  • velocidade média – média das medições de velocidade instantânea apuradas durante o mês;
  • latência – período de transmissão de ida e volta de um pacote, entre a casa do voluntário e o servidor de medições;
  • jitter (variação de latência) – instabilidade na recepção da informação (pacotes de dados);
  • perda de pacotes – ocorre quando, por falha ou baixa qualidade da conexão, um dos pacotes não encontra seu destino ou é descartado pela rede;
  • disponibilidade – período durante o mês em que o serviço ofertado pela prestadora esteve disponível para o usuário

Banda larga móvel

Na banda larga móvel, foram acompanhados dois indicadores:

  • taxa de transmissão instantânea – velocidade de upload e download apurada no momento de utilização da internet pelo usuário; e
  • taxa de transmissão média – média das medições de velocidade instantânea apuradas durante o mês.

Diferentemente do que ocorre na banda larga fixa, para as medições da banda larga móvel não há necessidade de voluntários. Como resultado de parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), os medidores que monitorarão a qualidade do serviço serão instalados em escolas atendidas pelo Projeto Banda Larga nas Escolas Públicas Urbanas.

Aplicativos oficiais para iPhone (iOS) e Android para medição da qualidade da banda larga móvel

As versões oficiais dos aplicativos da Anatel para aferição da qualidade da banda larga móvel para o smartphone iPhone (sistema operacional iOS) e Android estão disponíveis. Os aplicativos foram desenvolvidos pela EAQ (Entidade Aferidora da Qualidade).

Para instalar a versão o aplicativo no iPhone ou iPad, basta que o usuário faça uma busca pela palavra “Brasil Banda Larga” na App Store. Usuários de smartphones com o sistema Android também podem baixar diretamente do Google Play procurando o aplicativo “Brasil Banda Larga”. Após instalado o aplicativo, o usuário necessitará fazer um cadastro com seu e-mail e escolher uma senha de acesso.

Os aplicativos são gratuitos, seguros e não permitem acesso ao conteúdo das ligações ou mensagens do usuário. As informações a serem obtidas dizem respeito aos principais parâmetros de qualidade da conexão banda larga (velocidades de download e upload, latência, jitter e perda de pacotes), além de apresentar graficamente os resultados de todas as medições realizadas anteriormente, inclusive com os locais exatos das medições. Ou seja, uma vez instalado o aplicativo o usuário poderá realizar medições do Serviço Móvel Pessoal contratado de sua prestadora em qualquer lugar em que esteja com seu smartphone.

Para outros sistemas operacionais móveis, as medições podem ser realizadas diretamente na página do projeto: http://www.brasilbandalarga.com.br.

Documentos relacionados

Fonte: http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalNoticias.do?acao=carregaNoticia&codigo=35544

Dep. MKT  TCS ( mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

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TCS Notícias 049/2014: Brasil precisa correr para não perder a vez na Internet das Coisas

 

O ritmo lento de adesão das redes brasileiras ao novo protocolo da Internet – o IPv.6 poderá pesar no bolso delas próprias. O Gartner prevê que, até 2020, as corporações vão gastar US$ 40 bilhões no mundo projetando, implementando e operadora a Internet das Coisas. A consultoria projeta ainda que, em cinco anos, as principais empresas terão mais de meio milhão de objetos enderaçáveis IP. “O Brasil precisa andar com o IPv.6. Não pode perder esse momento. A mudança se faz necessária e rápido”, adverte o vice-presidente da Consultoria, Cassio Dreyfuss.

De acordo ainda com o Gartner, os sensores responderão por 30 bilhões de objetos conectados nos próximos cinco anos. “Esse é um mercado em franca expansão”, sustenta o especialista. Durante o Gartner Symposium Expo, que acontece essa semana, em São Paulo, Betsy Burton, vice-presidente da consultoria, mandou um duro recado aos gestores de Tecnologia da Informação.

“Não há mais bite e byte. Não é mais a melhor arquitetura. Há a necessidade de pensar o negócio. A tsunami de dados é realidade, mas o CIO será aquele que vai saber identificar qual dado é relevante ou não. Há dados para serem tratados e há dados para não serem tratados. Esse profissional que está aparecendo vai determinar o sucesso do negócio da corporação”, frisou a especialista.

Com relação à Internet das Coisas, Dreyfuss admite que há muita projeção, mas diz que a competitividade global impõe ao Brasil ficar no ritmo dos demais países do mundo. “É pensar globalmente ou ficar fora do mercado. O IPv.6 é crucial para a conexão desses novos objetos”, completou. Ainda segundo o Gartner, a Internet das Coisas vai causar uma ‘tensão política’ entre operações, desenvolvimento de produtos e TI. “Essas áreas estão paradas no tempo. Precisam correr e buscar novos caminhos. O IoT está chegando e não há mais como voltar atrás”, completou.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38265&sid=3#.VFN_wfnF-IU

Dep. MKT TCS ( mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

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TCS Notícias 048/2014: Justiça diz que provedor Internet não precisa pedir autorização à Anatel

O provedor de internet não precisa de autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para funcionar. Assim decidiu a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região ao absolver um empresário do Piauí da acusação de desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicação, por distribuir serviço de provedor de internet sem autorização da Anatel. A decisão confirma sentença da 1ª Vara Federal em Teresina (PI).

O réu foi denunciado após fiscais da Anatel constatarem o funcionamento irregular do chamado Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) na empresa dele. Na ocasião, o empresário impediu que os equipamentos transmissores fossem lacrados pelos fiscais. Por isso, foi ele acusado pelo Ministério Público Federal de desobediência a ordem legal de funcionário público e de operar de forma clandestina. O delito está previsto no artigo 183 da Lei 9.472/1997, que trata da organização dos serviços de telecomunicações.

Em primeira instância, o réu foi inocentado pelo juiz, que entendeu não ter ocorrido crime, mas “mera infração administrativa”. Isso porque a empresa não atuava como exploradora de serviço de telecomunicação. Tratava-se, apenas, de uma provedora de serviços de internet que redistribuía o sinal recebido de outra empresa — esta autorizada pela Anatel —, mediante contrato legal e regular. O MPF recorreu ao TRF-1. Alegou que “o Serviço de Comunicação Multimídia explorado pelo recorrido (…) constitui um desenvolvimento clandestino de atividade de telecomunicação, tipificado criminalmente, caso não outorgado pelo órgão competente”.

O argumento, no entanto, foi rechaçado pelo relator da ação no tribunal, desembargador federal Mário César Ribeiro. No voto, o magistrado explicou que há uma diferença fundamental entre os dois tipos de serviços relacionados à internet: o Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e o Serviço de Valor Adicionado (SVA) — que é o provedor de acesso à internet.

O SCM está descrito na Resolução 272/2001 da Anatel como um “serviço fixo de telecomunicações de interesse coletivo, prestado em âmbito nacional e internacional, no regime privado, que possibilita a oferta de capacidade de transmissão, emissão e recepção de informações multimídia, utilizando quaisquer meios, a assinantes dentro de uma área de prestação de serviço”. Ou seja, trata-se de especialidade das companhias telefônicas, de energia elétrica ou de televisão a cabo que têm autorização da Anatel para transmitir o sinal ao usuário final ou disponibilizá-lo a outras empresas.

Já o Serviço de Valor Adicionado, previsto no artigo 61 da Lei 9.472/1997, não constitui serviço de telecomunicações, mas a simples distribuição da internet pelo provedor, que também é usuário da empresa que lhe transmite o sinal. “Ou seja, nada obsta que o interessado, para fins de prestação de serviço de provimento de acesso à internet (SVA), utilize a rede de transmissão de sinal de outras empresas já estabelecidas, exercendo, neste caso, uma atividade que apenas acrescenta ao serviço de telecomunicação que lhe dá suporte”, reforçou o relator.

“Quando o serviço é feito por meio de radiofrequência, não há a simples utilização de uma estrutura de telecomunicação preexistente, pois o provedor instala uma estação-base e a partir dela transmite o sinal de rádio para seus clientes, criando um novo meio de comunicação”, concluiu Mário César Ribeiro.

Como a simples promoção de serviço adicional de telecomunicação não configura crime, o magistrado decidiu pela inocência do réu. O voto foi acompanhado pelos outros dois magistrados que integram a 3ª Turma do tribunal.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=38275&sid=11#.VFN84vnF-IU 

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TCS Notícias 047/2014: Telefônica tenta acordo com Anatel sobre oferta clandestina de serviço

 

Inconformada com a negativa da área técnica da Anatel, a Telefônica tenta transformar em acordo de ‘ajustamento de conduta’ o processo relativo a sua subsidiária ATelecom – um imbróglio que estourou em 2009 e envolve a oferta clandestina de telefonia no mercado corporativo. Mais simpático ao apelo, o Conselho Diretor da agência está disposto a negociar.

Em questão uma multa de R$ 30 milhões que a Telefônica tenta transformar em compromisso alternativo. Foi o que restou a negociar, uma vez que o fato gerador, a oferta irregular de serviços, foi corrigida pouco depois que se tornou pública, alega a operadora.

Daí a Superintendência de Fiscalização da Anatel ter negado a proposta para um Termo de Ajustamento de Conduta. “Não é possível a cessação da conduta irregular em sede de TAC, uma vez que tal conduta já teria sido regularizada em 2009 por meio das ações adotadas pela Telefônica.”

Relator do recurso ao Conselho, Jarbas Valente discorda. Ele sustenta que o regulamento “permite à Agência fixar compromissos adicionais”. Ademais, “análise de conveniência e oportunidade nada mais é que o exercício do poder discricionário da Administração, circunstância que pressupõe uma maior liberdade”. O colega Rodrigo Zerbone pediu vista.

 

Clandestina

Em 2009, a Anatel abriu processo para investigar a ATelecom – então uma subsidiária da Telefônica. Segundo a fiscalização, a empresa vendia telefonia no mercado corporativo através de uma licença de Serviço de Comunicação Multimídia. Ao fazê-lo, “desobrigava-se” de cumprir regras concorrenciais.

Assim, oferecia de forma discriminatória serviço para o qual não tinha autorização. Por exemplo, não permitia a opção de escolha nas chamadas de longa distância (o único CSP aceito era o 15, da Telefônica), nem aceitava o uso da ‘portabilidade’.

A fiscalização “evidenciou infração de elevada gravidade”, visto que “a atividade desempenhada por parte da  ATelecom é definida como clandestina”. “A ATelecom, na qualidade de subsidiária integral da Telesp (atualmente Telefônica), se aproveitava desse diferencial competitivo para fechar o mercado para outras operadoras na região”, descreve Jarbas Valente.

Na época das conclusões da fiscalização, a Telefônica endereçou o problema incorporando a subsidiária. No fim daquele mesmo 2009, avisou ao mercado que “os direitos da ATelecom relacionados à referida carteira de contratos com clientes serão transferidos à Telesp”.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37875&sid=8#.VCAl0fldWIU

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TCS Noticias 046/2014: Telefônica acerta compra da GVT por R$ 14 bilhões em dinheiro, mais ações

 

Telefónica e Vivendi assinaram acordo definitivo para a venda da GVT para a Telefônica Brasil. Iniciadas em 29/8 – quando os franceses descartaram a proposta da Telecom Italia para negociar apenas com os espanhóis – as tratativas resultaram no acerto pelo pagamento em dinheiro de € 4,663 bilhões (R$ 14 bilhões), além de 12% do capital social da Telefônica Brasil, após sua integração com a GVT.

A Vivendi também decidiu ficar com 1,1 bilhão de ações ordinárias da participação que a Telefónica detém na Telecom Italia. Esta participação representa atualmente 8,3% do capital com direito a voto da companhia italiana (equivalente a 5,7% do capital social) em troca de 4,5% do capital que a Vivendi receberá na sociedade resultante da aquisição da GVT pela Telefônica Brasil. O negócio envolve, assim, R$ 14 bi, mais 5,7% da Telecom Italia e 7,5% da Telefônica Brasil. 

Segundo fato relevante publicado na madrugada desta sexta, 19/9, o pagamento total da operação poderá ser financiado por meio da ampliação do capital da Telefônica Brasil. A Telefónica S.A, subscreverá, mediante outra ampliação, sua parte proporcional correspondente à participação de 74% na filial brasileira.

“A assinatura do Contrato e documentos relacionados foi devidamente aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia em reunião do órgão realizada nesta data. Em contraprestação à aquisição das ações da GVT (…) a Companhia pagará aos Vendedores parte do preço em recursos financeiros e parte em ações a serem emitidas pela Companhia, conforme segue:

(i) €4.663.000.000,00 (quatro bilhões, seiscentos e sessenta e três milhões de euros) a ser pago à vista e em dinheiro após os ajustes determinados nos termos do Contrato, na data de fechamento (“Parcela em Dinheiro”); e

(ii) ações de emissão da Companhia equivalentes a 12% de ações ordinárias e 12% de ações preferenciais da Companhia após a incorporação de ações da GVTPar (“Parcela em Ações”).”

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37872&sid=8#.VCAky_ldWIU

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TCS Notícias 045/2014: Anatel vai cortar em 60% a planta de orelhões no Brasil

 

Como repete a cada cinco anos, na hora da revisão dos contratos de concessão da telefonia fixa e das obrigações a ela associadas, a Anatel vai mais uma vez promover um corte substantivo na quantidade de telefones públicos disponíveis no país. A proposta da agência é eliminar 461,3 mil dos 763 mil orelhões – ou 60% deles.

A decisão da agência é baseada em dados fornecidos pelas próprias concessionárias que indicam ser cada vez menor o interesse nos telefones públicos. Ou ainda, que o uso dos celulares torna os orelhões quase supérfluos. “81% dos telefones públicos realizam até quatro chamadas por dia”, resume a gerente geral de universalização da Anatel, Karla Crossara.

Ao realizar nesta quarta, 3/9, uma audiência pública sobre essas e outras mudanças nas obrigações das concessionárias, a Anatel sustentou a necessidade da nova redução na planta. Mas também clarificou um dado importante: em média, os orelhões são utilizados por quatro minutos por dia, ou 120 minutos por mês.

Pode parece pouco realmente, mas o que nem agência, nem empresas mencionam é que essa é praticamente a mesma utilização média do principal suspeito pelo desinteresse nos telefones públicos. Também em média, cada aparelho celular em uso no país funciona por 128 minutos por mês, segundo dados da consultoria Teleco.

As teles reclamam do custo de manter uma imensa planta de aparelhos – segundo o sindicato nacional das empresas, esse gasto chega a duas vezes e meia das receitas com orelhões. E isso ajuda a entender onde está o nó efetivo da questão dos telefones públicos. “Há uma expressiva queda nas receitas, que chegou a 90% até 2012”, diz a gerente de universalização da agência.

O peso dessa conta talvez ajude a entender um problema complicado na questão dos telefones públicos. Na audiência pública desta quarta, um consumidor da Bahia questionou, ao fazer suas contas sobre o ‘baixo’ uso dos orelhões, “se a Anatel levou em consideração que um número expressivo de telefones públicos está inoperante”. A resposta, quase intuitiva, foi não.

A questão não é secundária. Em um levantamento feito em 2011, a Anatel identificou que praticamente metade dos orelhões do país não funcionava – ou até mais do que isso a depender da região. Somente 44% deles em Alagoas, 46% na Paraíba, 51% no Maranhão e 61% em estados como Paraná e Santa Catarina, para citar alguns casos.

A agência sustenta que pressionou as concessionárias e a situação melhorou – mas vale lembrar que dificuldades com as mesmas empresas em alcançarem as metas levou à decisão – em agosto de 2012 – de que elas deveriam oferecer ligações gratuitas. Não deixou de ser um resultado inusitado, visto que as chamadas seriam grátis, desde que se encontrasse um orelhão funcionando.

Os dados sugerem que o problema não é necessariamente o ‘baixo’ uso – visto que os 120 minutos de uso mensal estão alinhados com o que acontece com os celulares. A dor é mesmo no lucro. Um minuto ao celular custa por volta de R$ 0,14. O mesmo minuto em uma chamada feita de um orelhão sai por menos da metade, ou R$ 0,06.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37722&sid=11#.VA3FFfldWIU

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TCS Notícias 044/2014: Leilão 4G: Anatel tende a negar os pedidos de impugnação das teles

 

A Anatel deve negar os seis pedidos de impugnação apresentados por operadoras contra partes ou mesmo todo o edital da faixa de 700 MHz, cujo leilão está marcado para o próximo dia 30. O prazo para uma resposta termina no fim da próxima semana.

Ainda que evitem se posicionar publicamente, é praticamente certo que os conselheiros negarão os apelos de cinco empresas – Telefônica/Vivo, Tim, Claro, Oi e Nortv – além da associação das operadoras de MMDS, Neotec. Pedidos de impugnação são comuns antes dos leilões, assim como as negativas a eles.

Neste caso, os conselheiros estão ainda mais seguros para rejeitar as impugnações. “Se já não é comum aceitar esse tipo de pedido, muito menos agora que o próprio Tribunal de Contas da União já se mostrou plenamente satisfeito com o edital, tanto que liberou sua publicação”, resume um conselheiro.

A recusa aos apelos sequer deve fazer parte da sessão deliberativa semanal do colegiado. Segundo indicou o presidente da agência nesta quinta, 4/9, os processos deverão ser analisados via circuito deliberativo – em essência, uma votação feita por comunicação eletrônica.

As operadoras reclamam de diferentes pontos do edital, como os R$ 3,6 bilhões de ressarcimento às emissoras de televisão – ou ainda, o fato de que esse valor pode ser maior, por não fixar um teto máximo. Outro aspecto é o pagamento de adicional para que possam usar qualquer faixa para cumprir obrigações prévias.

Também é questionada a carência de 12 meses entre o desligamento dos sinais analógicos de televisão e o uso da frequência para 4G – embora o próprio edital preveja que esse período pode ser menor, caso sejam verificadas condições técnicas para isso.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37738&sid=17#.VA3CrfldWIU

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TCS Notícias 043/2014: Com GVT, Telefônica escala e acirra briga com Oi e Embratel

A partida de xadrez que está em andamento no mercado brasileiro ganha novos lances. Se a compra da GVT se concretizar, a Telefônica Brasil fica bem próxima da rival nos acessos de telefonia e banda larga fixa. O informe está no comunicado oficial enviado pela operadora brasileira à CVM, para explicar o andamento das negociações com a francesa Vivendi.

Segundo o informe, os acessos fixos da Telefônica, com a compra da GVT, passam de de 10,8 mil para 15,1 mil no total. Assim, a operadora vai chegar perto da Oi, que lidera o segmento com 17,3 mil acessos. Na banda larga, há um empate quase técnico com a Oi. A Telefônica somaria 6,6 mil acessos. A América Móvil  – com Embratel, Claro e NET – têm 6,8 mil acessos.

Na TV por Assinatura também há um ganho, mas em menor escala. A Telefônica ficaraia com 1,4 mil acessos — contra 9,9 mil da líder América Móvil. Os dados levantados pela Telefônica levam em conta informações divulgadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no primeiro trimestre deste ano. Considerando o total de usuário, a Telefônica ultrapassa a América Móvil e se torna líder, com 101,5 mil acessos contra 96,6 mil da rival. No Brasil, o grupo América Móvil, do bilionário mexicano Carlos Slim, controla a operadora Claro, a Net e a Embratel.

A Telefônica Brasil já havia informado que pretendia reforçar sua presença em outros segmentos com a aquisição da GVT. No fato relevante, a empresa afirmou que poderá oferecer pacotes de serviços quádruplos de maior qualidade, os chamados “quad-play” — que agregam voz fixa e móvel, internet e TV.

Essa escalada da Telefônica Brasil com a incorporação da GVT impõe uma série de reações das rivais. A Oi tenta se articular para a aquisição da TIM Brasil. E também exige uma contrapartida do grupo América Móvil, caso os mexicanos não queiram perder o ‘domínio’ para os espanhóis. O mercado especula com um possível fatiamento da TIM entre Oi, América Móvil e a própria Vivo. Mas a Telecom Italia reage. Apesar de ‘jogar a toalha’ na disputa pela GVT,  a TIM garante qu participará com intensidade do leilão 4G.

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=37666&sid=8#.VAW9FfldWIU

Dep. MKT TCS (mkt@consultoriastelecom.com.br ) 

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